- Vou sentir tantas saudades. - tentei controlar meu choro ao abraçar minha avó.
- Eu também querida - abraçou-me ainda mais forte. – Ei, não precisa ficar com essa cara de desanimo.
Segurou em meu rosto e riu do bico involuntário que acabei fazendo. Minha mãe chegou perto de mim, sussurrando em meu ouvido disse: “Vamos parar de drama”. Que drama se você está deixando toda sua vida para trás? Para não dar um chilique de filha única, ou mimada mesmo, suspirei fundo e entrei no carro com a cara mais brava o possível. Fitei minha avó dando um sorriso meigo para mim e meus dois únicos amigos de infância que tinha. Pela última vez recebi outra repreensão da minha mãe, agora o motivo era colocar o cinto de segurança. Enquanto ela falava que essa mudança uma nova etapa para nos duas, coloquei o fone de ouvido e me virei para a janela. Creio que tenho que resumir um pouco dessa bagunça que esta e resumi tudo. Meu nome é e a mulher que está dirigindo o carro e falando igual um papagaio é a Miranda, minha mãe. Agora estou me segurando para não chorar escutando uma música qualquer do William Fitzsimmoms por pensar que vou morar em um lugar que não estou acostumada. Mas a vida é assim, certo? Você sempre ira estar mudando de tudo, personalidade, casa, emprego. Mas creio que sou daquelas que é mais aconchegada a tudo menos a mudanças. Teimosa, impaciente e carência aguada são outras coisas que dona Miranda colocaria ao descrever minha personalidade. Voltando a história da mudança, o grande motivo é que ela recebeu uma proposta para ser chef de cozinha em um restaurante. Disse que o motivo de ter aceitado foi para pagar minha faculdade de cinema que vive falando que irei fazer pelo fato de eu ser obcecada por filmes e filmar tudo. Ao pensar nisso tudo, olhei para ela que dirigi atentamente me fez percebe que estava fazendo drama mesmo. Quer dizer, o que poderá vim pela frente? Tantas coisas boas, novidades, quem sabe.
POV
- Acorda querida!
Lutava para abrir os olhos e raciocinar ao mesmo tempo. Olhei para o teto do carro e percebi que estava no banco de trás. Ótimo, à noite toda minha mãe ficou dirigindo o carro e minhas costas devem estar em perfeito estado. Espreguicei-me o tanto que pude, fui para o banco passageiro e comecei a olhar em volta. Folhas secas meio avermelhadas e marrons caiam sobre o carro e o tempo meio fechado era aconchegante, deve ser por isso que consegui dormi por horas. Pelo modo como ela estava inquieta, estávamos chegando à casa nova.
As casas eram meio iguais, me lembrava... Subúrbios. Revirei os olhos com tudo aquilo. Depois de poucos minutos, paramos em frente a uma casa e como ela saiu do carro, era o nosso lar. Até que não era tão ruim quanto imaginei que seria. Pintada de branco e um tom cinza claro, tinha dois andares e uma varanda na frente. A rua também era um pouco diferente das outras. As casas eram mais afastadas uma das outras que vi e um pouco maiores. Não pude deixar de sorrir ao vê a grande árvore dava um ar de filmes antigos, o que quase me fez pegar a câmera para filmar.
- Eu sei que você gostou, admita - ela passou pelo meu lado com um sorriso sapeca no rosto indo em direção a casa.
Não me lembro de quando a vi tão animada quanto agora. Olhei em volta e parecia que tínhamos chegado “cedo”. Confirmando no horário do meu relógio, era apenas 8 horas da manhã de um domingo. Quem acorda essa hora? Sim, eu. Deixei a negatividade de lado e fui ajudar a arrumar a nossa casa. Tinha três quarto, dois banheiros e um sótão no andar de cima. No andar de baixo tinha a cozinha que era enorme e admito que fiquei mais a vontade, já que puxei o gosto de cozinhar da minha mãe. Uma sala de estar, uma de jantar e outra que era um hall. Depois do caminhão da mudança ter chegado, termos gastado ¾ do dia arrumando tudo e a discografia do Rolling Stone ter estado no play do ipod para animar, acabamos. Joguei-me no sofá, já com o sono batendo quando ela chegou à sala recolhendo alguns jornais amassados que provavelmente esqueci.
- , as malas não vão andar sozinhas sabia?
- Ainda faltam coisas?
- Sim, na mala do carro - puxou meu braço e deu um tapa na minha bunda. - Vai, vai.
Fui sem vontade nenhuma, parecia que estava arrastando meu corpo para algum ponto que nunca iria chegar. Logo que sai de casa, reparei que a rua estava mais movimentada do que antes. Um grupo de garotos andava de bike e skate, tranquilamente no meio da rua e a primeira coisa que me perguntei foi se eu teria que aguentar isso. Quando pensei em andar, meu corpo parou. Será que eles vão vê se eu for até o carro? Droga, porque esse veiculo tem que estar tão longe? Calma, você não ira chamar atenção porque é algo psicológico e que posso controlar. Sem pretensão alguma, arrumei meu cabelo em um coque e ajeitei minha blusa. Respirei fundo e andei em direção ao carro. Do nada comecei a rir das idiotices que havia pensado minutos atrás. Abri o porta-malas e só tinha uma mala preta. Agora eu pergunto ao mundo, porque esse show todo por causa de uma única mala? Por curiosidade abri ela e dentro tinha alguns cds e livros. Retiro totalmente o que falei dela, com certeza não era inútil. Com um pouco de dificuldade, temendo que pudesse quebrar os cds, coloquei a mala ao meu lado e fechei o carro. Quando me viro, me deparo com um garoto em cima de uma bicicleta me olhando e com o susto acabei dando um grito.
- Você está bem? - perguntou quase gargalhando.
- Só acho que morri e voltei - falei baixo, controlando minha respiração.
- Me desculpe. E que você parecia tão animada vendo o que tinha na sua mala e não queria atrapalhar.
Sério mesmo que não queria atrapalhar, pensei. Somente forcei um sorriso, daqueles que criança dava para visitas indesejáveis e olhei em volta para vê se ele ia falar algo mais. Percebendo, olhou em volta e voltou a me observa desconfiado.
- Bom - fingiu estar tossindo - você é nova aqui né?
- Sou...
- Bem-vinda! Nome é - estendeu a mão e deu um sorriso meigo.
- - com receio o cumprimentei.
- Belo nome. - podia jurar que senti minhas bochechas queimar, apesar de estar um pouco impaciente com esse papo sem pé e sem cabeça, com esse mero estranho. - Vamos ser vizinhos.
Apontou para a casa ao lado da minha. Era toda branca com detalhes amarelo claro com um belo jardim na frente. Com certeza devia ser mais linda por dentro tanto quanto por fora. Sorri sem vontade de novo para ele e começou a dizer algumas coisas que não escutei, porque era aquele momento em que sua mente vai parar em um universo paralelo, tudo fica lento e você acaba percebendo as pequenas coisas. Era engraçado como ele parecer tanta autoconfiança em si pelo modo como falava e se portava. Seus olhos eram claros que chamavam muita atenção pela sua pele ser branca e seus cabelos negros curtos. Sempre que ele terminava uma frase, dava um sorriso discreto mostrando uma covinha. Na realidade ele era muito bonito, muito mesmo.
- Então? - sua voz me acordou do transe.
- Claro - disse sem saber o que ele havia dito. - Tenho que ir. Tchau.
Sai apresada e o escutei se despedir de longe. Assim que fechei a porta, tirei alguns segundos para acalmar a pequena fobia de pessoas que teimava ter. Passei pela cozinha avisando que já tinha pegado a última mala e iria subir para termina de arrumar as minhas coisas. Depois de muitas músicas do Death Cab For Cutie, vários pôsteres espalhados pelo quarto, as roupas em seu devido lugar, me deitei na cama até pegar no sono. No dia seguinte acordei com o barulho irritante do alarme e com muita dificuldade sentei na beirada da cama. No meio de um bocejo vi um papel dobrado na cabeceira e com a lerdeza que qualquer pessoa normal tem de manhã me concentrei para ler.
- Bla bla bla, sua aula começa às 8 horas, seu uniforme está em cima do baú, dinheiro em cima do balcão, bla bla bla, diretoria - repetia mesmo não assimilando nada. Olhei para o relógio que era 7:30 e voltei a olhar para o papel. - Droga!
Pulei da cama correndo para o banheiro e me arrumei rapidamente. Comecei a gritar pela minha mãe, mas parei depois que me lembrei de que provavelmente eu estaria sozinha em casa. Corri até a cozinha e peguei o dinheiro em cima do balcão, sem ao menos percebe que ela estava ali bebendo café com uma cara assustada.
- Nossa está com tanta pressa assim?
- Mãe, que susto! - disse colocando a mão no peito. - O que você está fazendo aqui?
- Bom, como é seu primeiro dia de aula não era sensato deixar você ir sozinha.
- E porque não me avisou ou porque deixou o bilhete?
- Depois que coloquei pensei melhor. Você parecia tão bem dormindo que deixei pra lá.
Dei de ombros, já estava irritada com o jeito dramático que acordei que por alguns minutos esqueci que estaria em um colégio novo. Só de pensar nisso meu estômago embrulhava. Era como meu nervosismo de quando pessoas me encaravam ou quando tinha que lidar com situações estranhas. O caminho foi um tanto torturante, mas rápido. Fui obrigada a rever tudo o que precisava trazer e tudo que tinha que fazer.
- Tenha um bom dia querida - foi a última coisa que escutei antes de virar as costas e encarar a realidade.
Acho que se filmassem minha cara nesse momento, ganharia o Oscar de Melhor Comédia em Um Ato. Tudo bem que não era o fim do mundo tudo isso está acontecendo, mas como agir quando você passou a vida inteira em um único lugar? É hoje que terei a resposta. Respirei fundo 3 vezes e comecei a andar para onde os outros iam. Sentia olhares sobre mim, mas me concentrei ao máximo para não surta e acabei chegando ao que parecia ser o pátio. Tenho que admitir que a estrutura do colégio era muito boa, me lembrava internatos de filmes franceses na qual tudo era perfeito. Achei a diretoria fácil por causa de seu letreiro grande que o denunciava. Tudo parecia ser tão tudo tão novo e eficiente, um ponto a favor. Uma senhora muito simpática me ajudou, explicando sobre tudo ao mesmo tempo. Ela me deixou em frente ao meu armário e tratei logo de pegar meus livros e coloca-los em minha bolsa. Quando já estava pronta para ir para a sala, deu um branco de tudo o que deveria fazer. Ai meu deus, péssima hora para esquecer-se das coisas. Poderia culpar a velhinha, mas não seria justo. Reparei que não tinha mais ninguém no corredor então não poderia pedir ajudar. Comecei a rir de tanto nervoso que sentia e a andar sem rumo. Revendo o conceito da estrutura, aqui tinha muitos corredores e quem é nova realmente se perderia como estou agora. Acabei parando no pátio de novo para que pudesse ser salva. Minhas preces sendo atendidas ou não, senti uma mão em meu ombro, me fazendo virar assustada e dar de cara com um menino de óculos escuros.
- Perdida?
- Um pouco - sorri sem graça, fazendo minha respiração voltar ao normal.
- Você é aquela menina de ontem...
- Certo - respondi como se lembrasse de algo, mas pela reação dele devo ter feito uma careta de quem não sabia o que estava acontecendo ali.
- Você realmente não se lembra né? - riu enquanto pegava um cigarro e o colocava na boca. – Sou aquele que falou com você enquanto pegava uma mala preta no carro - acendeu e soltou a fumaça de uma forma bem legal. Mas era engraçado como ele parecia que forçava uma pose de algum filme americano.
- Claro claro. Desculpe, digamos que não estou muito bem da cabeça nos últimos tempos. - era para sair como uma piada, mas era tão triste que eu mesma ri.
- Bom em que posso ajuda-la?
- Se pudesse me indicar que sala é a minha, estaria tudo perfeito - disse rápido demais, torcendo para essa situação acabasse logo.
Entreguei o papel com os horários e ele lia com calma dando uma tragada no cigarro. Balançava a cabeça enquanto lia e sem saber o que fazer somente observei. A camisa do colégio estava um pouco escondida pela jaqueta jeans que combinava com sua mochila e calça. Os óculos dava um ar de bad boy junto do topete e me perguntei se aquilo não era forçado. Por mais que não o conhecia, já odiava admitir o quão bonito ele era.
- Ei, você vem ou não? - fui acordada do transe e o segui pelos corredores do colégio em silêncio.
POV
Um barulho fino latejava no fundo da minha cabeça. Abri os olhos com um pouco de dificuldade e percebi que era o celular. Depois de toques, venci a preguiça e atendi.
- Cara onde você está?
- Quem é?
- Tá de brincadeira com a minha cara né?
- Hummm... Não - respondi sonolento.
- Ok vou entrar no seu joguinho. Sou o Beto, seu melhor amigo e se você não chegar no colégio em 5 minutos a professora de Artes vai te fuder bonito pelo resto do ano. E nos dois sabemos que esse fuder não é no sentido legal.
- Pera pode repetir? Alô? Alô?
Enfiei a cabeça debaixo do coberto e fechei os olhos. Que mal educado, como pode ligar para alguém essa hora do dia desse jeito. Espera 5 minutos? Olhei para o celular que ainda estava na minha mão e faltava apenas 3 minutos para os portões fecharem. Pulei da cama e sai correndo pelo quarto enquanto colocava o que achava pela frente. Olhei no espelho antes de sair como eu estava e até que não era tão mal. Calça jeans, jaqueta jeans e tênis da nike. Daqui alguns dias estão imitando esse acidente mesmo, então para que se preocupar? Mas meus olhos estavam em um vermelho gritante, denunciando o quanto que eu tinha fumado até altas da madrugada. Peguei o primeiro ray ban preto que vi e já estava tudo pronto.
Sai do quarto com o maior cuidado possível. Não saberia se minha mãe ou meu pai estaria ainda em casa e se estivessem e me vissem adeus ouvido e paciência. Caso se eu fosse pego teria que ser pela minha mãe já que ela é muito fácil de manipular e sair bem na situação. Mãezinha caso um dia você sabia disso, eu te amo. Desci as escadas lentamente até a porta da frente, mas antes de abrir a maçaneta senti uma sede horrível. Maldita hora de ter desejos e o pior e que não aguentava ficar querendo algo e não ter.
Coloquei a mochila na frente da porta e passei pelo hall parando na sala, onde meu pai falava no telefone com aquela voz alterada e irritantemente medonha que ele tinha. Vivia dizendo que para ser um empresário tem ter uma voz potente. Como se alguém se importasse. Agachei-me e como um foguete cheguei à cozinha. Peguei uma garrafa logo de dois litros e voltei pelo mesmo caminho, mas com tanta presa que tive em levantar ao passar pela sala quase deixei a garrafa cair e ainda ia fazer um barulho dos infernos. A vontade de rir ficou tão grande, que achei melhor sair correndo e acabei fazendo isso mesmo. Antes de poder fechar a porta devagar, o vento fez com que ela fechasse com força fazendo um grande barulho. Com a bolsa na mão e a garrafa na outra, corria feito um louco pela rua quase sem ar de tanto que ria. Cheguei na esquina já tinha bebido a metade da garrafa e estava cansado por mais que estivesse hidratado.
O inspetor estava no portão e assim que me viu fez um sinal negativo com a cabeça, mas sabia que ele me deixaria entrar. Tinha que entrar se não faria uma historia qualquer envolvendo a minha mãe. É não acentuei muito bem, minha querida mãe é a diretora do colégio, o que me da carta branca para fazer tudo o que eu quiser. Claro, sem que ela veja ou saiba. Como previsto, ele abriu o portão e andei até o pátio onde vi uma garota olhando para os lados como se estivesse perdida. Olhei para os lados para vê se alguém ia ajudar ela e eu pudesse ir logo para sala, mas fiquei com pena e fui até ela.
- Perdida? - coloquei a mão em seu ombro a fazendo levar um susto.
- Um pouco - disse ofegante.
Espera lembro dessa garota. É aquela menina de ontem que é minha nova vizinha. Esqueci o nome, mas descubro fácil. O engraçado é que ela está estudando aqui, no meu colégio.
- Você é aquela menina de ontem... – não falei nomes, vai que erro e ela fica puta. Acabou qualquer chance de algo.
- Certo - tentou parecer convencida, mas deu para percebe que ela não sabia. Otimo, ela também não lembra o que quer dizer sem vexame para mim. Mas espera, como ela não pode se lembra de mim? Ultrajante.
- Você realmente não se lembra né? - dei uma risada irônica e peguei um cigarro. – Sou aquele que falou com você enquanto pegava uma mala preta no carro.
- Claro claro. Desculpe, digamos que não estou muito bem da cabeça nos últimos tempos - ela riu.
- Bom em que posso ajuda-la? - não custava.
- Se pudesse me indicar que sala é a minha, estaria tudo perfeito.
Peguei o papel com os horários e era quase o mesmo que o meu. Enquanto lia, ela fazia uma cara fofa me observando que fiquei por um tempo fingindo ler. A chamei para levar até a sala e fiquei feliz de saber que era a mesma aula que a minha. Quando chegasse lá teria uma desculpa para meu atrasado. Andamos em silêncio e de vez enquanto olhava para ela que vinha do meu lado um pouco nervosa ajeitando a mochila nas costas. Era bonitinho esse nervosismo. Paramos na frente da porta e assim que abri a professora parou de falar e me olhou com uma cara nada amigável.
- Olha só quem resolveu aparecer. Isso são horas de chegar, ?
- Estava apenas ajudando a nova colega.
- Isso não é desculpa.
- Que cretina - a menina do meu lado falou e ri baixo.
- ! - lembro do seu nome e falei alto o bastante para ela escutar. Olhei para ela sorrindo e ela fez o mesmo.
- E esse óculo? - a bruxa estragou o clima.
- Conjuntivite - sorri irônico a vendo ficar ainda mais vermelha.
A verdade que a professora de Artes é uma mal comida. Como eu sei? Tentou dar em cima de mim diversas vezes. Tudo bem que atiço as pessoas, mas só porque o casamento dela é fracassado não quer dizer que sou obrigado a ser o saco de pancadas dela. Grossa e me olhando com muito ódio, a mandou sentar e eu fui me sentar na carteira da frente como te costume na aula dela. Assim que ela começou a andar explicando qualquer coisa chata, olhei para trás e um certo desespero tomou conta de mim quando a vi conversando com a . Se ela começar a andar com a , vai começar a andar com o . E se isso acontecer não vai ser algo muito legal. Graças a Deus a aula passou rápida e o sinal bateu. Levantei depressa com intenção de ir para a porta e esperar a , quando a psicopata da professora me barrou. Olhei para os lados e ela me olhava enquanto andava para fora e a chamava. Maldita seja essa mulher querendo atrasar minha vida. Mas nada que calcular o tempo de chegar até a porta correndo não resolva. Tentei procurar ela, mas parecia que tinha sumido com a . Preciso de planos.
Continua...
Sim, TS ainda existe hahahaha sei que sumi com a fic e peço zilhões de desculpas pra quem foi me pedir att no twitter e tal, mas estava reescrevendo ela. Só que veio as férias, sem inspiração para continuar e outras coisas para fazer. Enfim voltei com ela um pouco diferente ><.
Dedico esse ?comeback? a @vickelsen que vivia me xingando para voltar com a fic hahaha love ya girl <3 Até a próxima att!