Hello, England - Thnks Fr Th Mmrs.

Escrito por Cat Louise (Catiti) & Milena (Mi) - Siga as autoras no Twitter (Cat) / Twitter (Mi)
Beta-Reader: Natashia

- Adeus mamãe! Cuida do Brian! - se despediu de sua mãe. Ela estava usando um short jeans com uma bata Pink, um cachecol preto, um Allstar rosa com dourado e uma bolsa marrom clara.
- Que mané adeus, mulher! São só 6 meses. - riu, enquanto se despedia de sua mãe:
- É tempo demais, porra!
- Larga de ser frouxa e vamos! - mandou beijo para a mãe da sua amiga e puxou até o portão de embarque.
- Tchaaaaau! - Disse . Sensibilizada, deixava uma lagrima cair.
- Own, que fofa. - sorriu já na sala de espera. - Não chora, relaxa que esse intercambio vai ser foda!
- Boto fé! Inglaterra que nos aguarde! Nós tocaremos o terror! - Dizia , agora realmente mostrando como era boa atriz.
- Vaca, era tudo fingimento? - deu um tapinha nela e riu. - Hey pretty, I like that. - riu e apontou para um grupo de meninos rindo.
- Claro que sim, ami... - Se interrompeu, observando aquilo que a amiga apontava. - Santo Deus!
riu quando se atrapalhou. Elas observavam dois garotos, um moreno dos olhos escuros e um ruivo com os olhos verdes, eles pareciam estar indo para Inglaterra também. sorriu com esse pensamento.
- Tomara que eles vão pra Inglaterra também! Imagine a delicia... - sorriu. - Eu e aquele moreno numa cabine, ui.
- Caracas, que safada! Sou mais aquele branquelo ali, aquele cabelo ruivo e os olhos verdes... Bem tipo inglês mesmo!
- Sempre! Ui, estilo Rony Weasley, apesar dos olhos... Será que eu posso encontrar um Fred e um Jorge pra mim? Eu querooooo! - riu.
- Hehehehe. E se a gente sentar do lado deles no voo? Meu Deus eu 'to sem maquiagem! - ameaçava gritar, estava histérica.
- Ui, me gusta. Relaxa, toma aqui. - tirou uma bolsinha verde de sua mochila. - Vai lá no banheiro, eu vou me enturmar com eles. - Sorriu safada.
pegou a bolsinha e seguiu silenciosa até o banheiro. Lá, ela abriu a bolsinha verde e encontrou seu maior sonho: Quilos e quilos de Victoria's Secret. ?Eu vou surtar!? Ela disse pra si mesma. Enquanto isso, estava olhando o menino moreno. Ele parecia ter uns 16, 17 anos. 'Me gusta mucho' Ela pensou antes de se levantar e chegar perto deles:
- Olá. - Ela sorriu.
- What? - O ruivo que havia gostado perguntou. 'Aê, são gringos!' pensou, rindo.
- Oi, como estão? - Ela disse em inglês.
voltava e via uma cara de desentendimento no ruivo. 'Ela deve ter falado alguma besteira pra eles, com certeza!'
- Garota, o que você disse? - Ela falou em português, o que criou mais cara de dúvida nos gringos.
- O que você acha? - Ela sorriu. - Oi. - Ela voltou a olhar os meninos.
- Ah. - Ela olhou pro nada. - Oi! - Disse simpática para o moço que a observava.
(Tradução instantânea agora!)
- Qual é o seu nome? - perguntou para o moreno, que respondeu 'Jake'. - Prazer, Jake. Sou a ! - Ela sorriu e o menino sorriu de volta.
- E o seu? - sorriu para o ruivo.
- Richard, e como posso te chamar? - Ele olhava atencioso.
- !
Depois das apresentações, cada menina ficou conversando com seu ''homem'' até que a comissária de bordo avisou o inicio do embarque. , , Jake e Richard foram para a fila e continuaram conversando sobre Londres.
- Vocês têm que nos dar o número do celular, meninas! - Jake riu bem mais relaxado do que o início da conversa.
- É verdade! - Richard concordou. - Para combinarmos de sair por lá.
- Sim, anotem então. - disse seu número e em seguida olhou pra .
sorriu e deu o seu número para os meninos, que sorriram de volta. Depois de mais alguns minutos conversando, finalmente entraram no avião. Para a decepção de , ela se sentou longe de Jake, mas perto de uma menina ruiva dos olhos verdes que aparentava ser super legal. estava bem atrás de , na penúltima cadeira. Ela pegou seu iPod e viu alguém se aproximando. Quando levantou a cabeça, percebeu que era um comissário de bordo, muito bonito, de preferência.
- Posso ajudá-la, senhorita? - Ele perguntou com um belo sorriso estampado.
- N-não, obrigada! - Ela logo botou os fones, percebendo a besteira que fez ao gaguejar. Estava longe da amiga nem-um-pouco-tímida que provavelmente responderia por ela.
O avião já tinha levantado vôo há uns quinze minutos quando o comissário apareceu para anunciar que ia dar o almoço. Como o voo era longo, nas poltronas da frente haviam pequenas TV's para verem filme, ouvir música ou jogar algum jogo. estava tendo alguns problemas com a TV e a menina ruiva a ajudou:
- Tem que destravar aqui. - Ela sorriu.
- Obrigada! Qual é o seu nome?
- Amme, e o seu?
- . Eu amei o seu cabelo! - sorriu e começou a conversar com a ruiva que fez amizade.

estava sentada com um cara alto ao seu lado. Ela ficou quieta parte do voo, até que ele perguntou:
- Você é brasileira?
- Sim, e você?
- Sou também! Você 'ta indo fazer intercambio?
- Aham, como descobriu?
- Eu estou indo também. A propósito, meu nome é Carlos e o seu?
- . - Assim ficaram conversando até o final do voo, descobrindo várias outras coisas em comum.

***

Finalmente, depois de 12 horas, o avião pousou no aeroporto de Heathrow, em Londres. se despediu e trocou telefones com Amme e fez a mesma coisa com Carlos. Só quando as duas saíram da área de desembarque viram Jake e Richard, elas acenaram e foram até onde a mulher que organizou o intercambio mandou elas esperarem.
- Caralho, será que essa mulher vai demorar? - resmungou em português.
- Tomara que não, e tomara que a gente fique com nossos novos amigos, porque pela cara desse povo inglês, ta me dando um medo do caramba!
- Muda o continente, mas essa menina continua frouxa. - riu. - Eu vou ficar amiguinha de todos, pois eu quero que esses seis meses sejam os melhores!
- Eu também, amiga! Não quero inimigas, e falando em inimigas, a mulher já ta vindo. - 'Que rápida!' pensou.
'Até que foi rápida' sorriu.
- Como assim falando em inimigas? - perguntou em português para a mulher não ouvir, logo depois de dizer um 'Hi' sorridente.
- Só estou tendo uma intuição. E uma garota que fez esse mesmo intercambio que a gente 'ta fazendo disse que ela era má.
- Faz sentido. - riu.
'CAHAM' A mulher tossiu para chamar a atenção das meninas, fazendo se assustar e berrar: ?Sangue de Jesus tem poder!? a olhou e ela respirou aliviada, vendo que só era a mulher do intercambio.
- Bom, vamos? - A mulher perguntou, já andando na direção que tinha chegado.
'Apressada!' resmungou e foi atrás. e foram até o carro da mulher, que aparentemente se chama Senhora Belle.
- Er... Com licença. Onde vamos ficar? - perguntou.
- Vão ficar com uma família londrina! - Respondeu a Sra. Belle, irônica.
'Sério mesmo tia?' pensou irônica.
- Ah, vá? Se fosse isso eu não estaria em Londres! - Respondeu em português, para que ela não entendesse e fazendo rir.
- Ok, Obrigada. - fez uma careta e colocou seus fones no ouvido. Começou a escutar If I Had You, do Adam Lambert e ficou observando a cidade pela janela escura.
No táxi havia uma outra mulher, que era a supervisora e ela as orientou, dizendo que iam ficar na casa de quatro alunos que já tinham experiência no colégio que elas iam estudar.

- Vocês vão ficar numa casa só de garotos, então fiquem de olho!
- Ah, sim. Qual é o endereço de lá? - perguntou.
- Um táxi pago pela empresa do intercambio vai levá-las até a casa deles. - A mulher respondeu.
- Obrigada! - sorriu e virou pra . - Nossos seis meses vão ser foda.
- Pena que são só seis meses! - se lamentou.
Depois de uma hora elas chegaram no prédio da empresa, onde rapidamente foram até o taxi e em menos de dez minutos já estavam indo para a casa dos garotos.
- Será que eles são bonitos? - riu.
- Tomara que sim! Minha mãe não pagou isso aqui pra eu pegar gente feia.
- Né? - ria descontroladamente. Ela estava com o seu iPhone no ouvido e estava escutando Love Drunk, dos Boys Like Girls. De repente, veio algo em sua cabeça. - E se nós ficarmos com os meninos dos Boys Like Girls? Eles são quatro, não é? - Ela surtava. - Se for, O MARTIN É MEU!
- , não vamos ficar com ninguém famoso! - Elas já tinham chegado e estavam descendo suas malas do táxi. - Obrigada, senhor! - Ela sorriu para o motorista e voltou para . Elas estavam indo em direção à porta. - No máximo vão ser uns garotos malas e que ficam "nerdiando" na escola o dia inteiro. - Ela parou e olhou para , encarando ela.
- Para de ser estraga-prazeres, poxa! - fez bico. Tirou as malas e parou de frente à porta. - Ok, quem toca a campainha?
- Você, meu amor.
- Eu? Por que eu? - Antes que a amiga a batesse ou algo parecido ela tocou a campainha.
- Ai, eu to ouvindo passos! - estava nervosa.
- Para de drama! Você mesma disse que não seria ninguém... Famoso. - olhou para a porta e deu de cara com Harry Judd. - Vo... Você... Você é o Harry? - Ela perguntou, com uma expressão de desentendimento no rosto.
- Me bate e me chama de cachorra, eu não acredito em meus olhos. - disse boquiaberta. Antes que a amiga visse, estava correndo em direção à rua, chamando outro táxi.
- Rapidinho, Harry. - foi correndo até a amiga. - QUAL É O SEU PROBLEMA, MULHER? O JUDD TÁ NA NOSSA FRENTE E VOCÊ CORRE? - gritava em português enquanto puxava a amiga pela blusa.
- Vocês são as meninas do intercâmbio?
- Sim! - sorriu. - Eu sou a , . Ela é a . - deu um beijo na bochecha do menino.
- Oi... - Ela não conseguia dizer nada além disso, e olhou para Harry, que estava se aproximando para um abraço.
'Essa não se aproveita da situação!' riu sozinha.
- Poynter, Jones! As meninas chegaram! - Harry gritou, depois de abraçar . - Querem ajuda?
- Não precisa, Obrigada! - sorriu e pegou sua mala e foi entrando na casa. - Licença!
- E-então, vocês já receberam intercambistas antes, Harry? - perguntou ainda sem coragem.
- Na verdade, não. Mas se eu soubesse que seriam meninas tão bonitas como vocês já teria sugerido para os guys. - Harry sorriu, tentando seduzir.
- Judd! Para de assustar a menina! - Tom apareceu no topo da escada. - Olá. Eu sou o...
- Tom. - sorriu. - Olá Tommy.
- Oi! - sorriu exageradamente, pois seu McGuy favorito acabara de chegar.
- Não está faltando dois, não? - sorriu, se sentando no sofá.
- Hehehe, ela quer conhecer o Dougie, isso sim! - sorria e olhava os músculos de Harry "Santo Deus, como ele é gostoso!".
- Claro que quero! E o Danny! Eu quero conhecer todos do McFly. - matou sua amiga na cabeça.
- Filha da ... - ia terminar de xingar a amiga, quando foi interrompida por Danny e Dougie.
- Olha, Dougie! Brasileiras intercambistas bonitas na nossa sala! - Danny disse sorrindo olhando para as meninas.
- Só bonitas? Elas são meio gos... - Dougie foi interrompido por Danny.
- Agora não, Dougie!
- Eu sei, pequeno Poynter. Somos GOS-TO-SAS! - disse separadamente rindo. - Oi! Eu sou a ! - Ela foi dar um beijo na bochecha de cada um.
- , prazer! - O que ficaria só em um aperto de mão com ela e Danny, mudou para um abraço apertado, pois o menino havia puxado ela pra si, deixando a menina bem vermelha. - Oi, eu sou ! - Ela disse sorrindo para Dougie que lhe retribuiu o sorriso e deu um beijinho em seu rosto.

- Então... Eu queria uma coisa... - sorriu, angelicamente.
- Dinheiro? - Dougie riu.
- Idiota. - deu língua.
- Fala, , eu 'to curiosa também! - disse olhando pra amiga.
- Eu não, vou criar um suspense. - sorriu.
- ARGHT! - gritou, atraindo atenção de Tom só pra si mesma. Ela sentou no sofá e Tom logo se sentou ao seu lado, sorrindo para a menina.
- Fala, ! - Harry pediu sorrindo.
- Sorry Judd, seu sorrisinho não vai me seduzir. - Ela piscou.
- Se você não falar eu vou fazer cosquinhas em você até você morrer de rir. - Danny a ameaçou.
- Tente me pegar! - riu e em um segundo depois Danny estava correndo atrás dela.
- Aquieta, garota! - gritou rindo da situação, pegando uma almofada no sofá e acertando em cheio a cara da amiga. Por meio segundo, achou que fosse cair, mas Danny a segurou antes de acontecer.
- O... Obrigada! - disse sem ar, em parte por causa da corrida, em outra por causa dos olhos azuis de Danny a observando.
- Nunca falha. - se acomodou ao lado de Tom que agora a olhava com medo.
- Vaca. - deu língua para a amiga e Danny a pegou no colo, a levou para o sofá e começou a fazer cócegas nela como havia falado. - DA... HAHAHAHA. DANNY! HAHAHA PARA COM ISSO! DANIEL! - Ele parou. - Vocês podiam fazer um show particular pra gente, né ?
- Só um show? - Ela fez uma cara safada. - Claro que sim!
- É, ai nesse show poderia estar incluído um Streep tease... Sabe? - sorriu.
- Meu Deus, essas meninas são safadas! - Dougie sorriu. - Gostei.
- É porque ainda não viu a gente dançando funk! - dava risadas.
- Funk? O que é Funk? - Danny perguntava, confuso.
- Quando chegar a hora te direi, Dannyboy! - sorriu para o menino. - Ou melhor, te mostrarei!
- Eu danço a qualquer momento, descendo, descendo... - piscou para e se levantou dançando e voltando ao seu lugar.
- Eu não, tem que ter música! - sorriu. - Então, vão fazer isso pra gente?
- Com uma condição! - Harry olhou para os garotos e olhou de volta para .
- Qual? - o observava com curiosidade. 'O que será que esse menino vai falar?'
- Vocês tem que fazer um show para nós! - Harry sorriu.
- Show de quê? - perguntou desconfiada.
- De funk! - Dougie disse como se fosse a coisa mais natural do mundo. e se entreolharam e caíram na gargalhada.
- Pequeno Poynter... Ingênuo! - ria muito.
- Não sabem o que é funk! Coitados! - se debruçava pra frente de tanto rir.
- Sem show de funk, sem show particular. - Danny sorria superior.
- Você quis dizer: Sem show particular, sem show de funk! - piscou para ele.
- Ganharam! - Tom disse com uma cara de "OK" .
- Tadinhos, a gente pode pensar no caso de vocês, se vocês merecem um show de funk. - sorriu.
- Não . Vamos fazer o show de funk pra eles. - logo completou em português. - Só não sabemos quando! - Ela piscou para a amiga.
- Sim, sim. Eu sei, Catzinha. - respondeu em português para e viu a cara de desentendimento de todos.
- Ok, vai ser agora o show? - sorriu.
- Vocês querem agora? - perguntou para os meninos.
- Vocês que sabem. - Tom sorriu para ela.
- , escolhe! - sorriu.
- 'Tá, a gente já fez isso antes em festas, por que não agora? - Ela sorriu se levantando, pegando seu Ipod e conectando na caixinha.
- Para quê o iPod, amiga? - perguntou confusa.
- Música! - Disse ela selecionando o "Aquecimento da McJenny".
- Para com essa música, ! Eu não consigo ficar sem dançar! - sorriu, se levantando.
- Vem comigo, amiga, eu vou testar sua coordenação! - Ela piscou.
- Hey guys, o clima vai ficar quente! - Ela riu e foi até a amiga.
- Preste atenção: E olhe o que a minha cabeça 'tá fazendo! - cantava e dançava.
- Ó o que o bumbum tá fazendo ó ó! E fica com o bumbum tremendo! - ria.
fazia a mesma coisa que , elas estavam dançando como se estivessem em um Baile Funk. Os meninos estavam as olhando incrédulos, nem pensar conseguiam mais.
- Cabeça, ombrinho, mãozinha, peitinho, cintura, bumbum e Ó! - não se controlava mais e ria até chorar.
- Cabeça, ombrinho, mãozinha, peitinho, cintura, bumbum e Ó Ó! - dançava rindo.
- Aaaah, sempre quando fica quente a música acaba! - O iPod estava em modo aleatório e passou para a próxima musica, que coincidentemente era "Party Girl".
- Vocês ouvem a gente? - Harry perguntou deixando as meninas sem resposta.
- Não, Harry. - disse, irônica. - Quando eu abri a porta e falei seu nome foi por que eu era vidente, sabe? - sorriu e começou a cantar. - THE CLOCK HIT TWELVE...
- Dancem com a gente Party Guys! - puxou Danny pelo colarinho da camisa.
- Party guys? - Harry riu.
- É! - sorriu e puxou ele pela a gravata que ele estava usando até a parte onde ela estava antes, ela ficou de costas para ele e começou a descer até o chão na frente dele.
mexia os quadris no ritmo da música, fazendo Danny não saber o que fazer.
- Ai, garoto, você não sabe dançar! - Ela pegou suas mãos e botou em volta dela, fazendo ele se mover junto.
- Ai Jesus... - Danny falava olhando para a garota.
- Dancem também! - olhou para Dougie e Tom, que se juntaram a eles todos.
Quando se deu por si, estava entre Dougie e Danny e estava entre Harry e Tom, que dançavam coladinho com cada uma. A música parou e se jogou no sofá, cansada.
- Até que os gringos sabem dançar um pouco!
- Pois é! - se jogou em cima de . - Montinho na Canelinha!
- EU VOU MORRER! - gritou rindo quando os meninos pularam em cima de . - Bando de gordo!
- AI CARALHO, ALGUÉM APERTOU MINHA BUNDA! - gritou naquele meio de garotos e .
- Dougie, seu bosta! - Harry gritava, pois Dougie tinha sentado em cima de todo mundo e agora pulava, fazendo força pra baixo.
- Fui eu, gata! - riu. - Dougie Lee Poynter, pare de pular!
- Cara, você me deu um susto! - disse para . - Agora eu 'to morrendo!
- Desce daí, Dougie! - Tom dizia rindo.
- Essa era a intenção! - sorriu.
- Hehehe. Dougie, se você não descer agora, eu te mato com meu soco inglês! - ameaçou o garoto.
- Opa, descendo agora! - Disse Dougie descendo.
Em seguida foi descendo Danny, Harry, Tom, e finalmente estava livre do peso.
- Bando de gordo! - riu. - Daniel! Me ajuda a levantar! - Ele a ajudou, mas a derrubou no meio do caminho. - AI!
- Eu sei que meus seios pesam, amiga! Eu sinto sua inveja! - zoou a amiga.
- Mané inveja! - riu e se levantou. - Muito obrigada, Danny!
- 'Tá bom, alguém pode mostrar nosso quarto? - perguntou.
- Vamos, é lá em cima! - Harry apontou pra cima.
- Eu levo sua mala! - Dougie pegou a mala e sorriu para a garota.
- Obrigada, Poynter! Depois eu vou, estou com preguiça de levantar. - sorriu.
- Eu vou lá em cima, eu quero arrumar logo minhas coisas. - pegou sua mala e foi indo atrás de Harry.
- Não precisa levar, eu levo pra você! - Harry disse.
- Obrigada! - sorriu.
- Aproveita e arruma as minhas! - gritou para a amiga.
- Você é meio escandalosa, sabia? - Danny riu.
- Na verdade, sim. - sorriu.
- Gostei. - Danny sorriu e foi para a cozinha,
- Ahaan, olha lá eu arrumando! - disse irônica.
- Vaca!
- É você, vagabunda! - riu da amiga.
- Meu Deus, vocês se amam né? - Dougie comentou, voltando para a sala.
- Só um pouquinho!

chegou no quarto, que era bem bonitinho.
- A gente pintou o quarto de rosa, achamos que vocês iam gostar! - Harry deu um sorrisinho tímido.
- Eu adorei, Harry! Ficou fofo, e aposto que a vai gostar também. - sorriu.
- Eu vou descer, se precisar de ajuda é só chamar! - Harry disse e teve como resposta um sorriso de .

- Quer alguma coisa, ? - Danny perguntou da cozinha.
- Não, obrigada!

tirou suas coisas da mala e colocou em um guarda roupa que tinha no quarto."Eles são bem cuidadosos, providenciaram até um guarda roupa grande!" ria consigo mesma.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! QUE PORRA É ESSA? - gritou.
- Ouviram isso? - Danny perguntou.
- Na verdade, ouvi! - riu. - E foi a ! Tom, corre lá! E se ela tiver morrendo, diga que eu amo ela e que vou ficar com as roupas dela, ok?
- 'Tá! - Tom riu e correu em direção ao quarto, se deparando com em cima da cama, gritando.
- MATA, MATAAA! - Ela apontava pra uma aranha que estava no chão.
- MEU DEUS, O QUE QUE É ISSO? - Ele olhou para a aranha, que era exageradamente grande.
- É UM DEMÔNIO, TIRA DAQUIII! - respondeu gritando, e sem saber o que fazer, Tom chamou Harry que chegou no quarto confuso.

- Dougie, por que não está indo lá salvar a menina? - riu.
- Preguiça, dois homens podem ser o bastante... Se bem né, aqui não tem homem. - Dougie riu.
- Palhacinho. - sorriu. Dougie se levantou e se sentou do lado dela. Como não é burra, colocou as pernas no colo dele e sorriu.
- Folgada.
- Só com você!

- SOCORROOO HARRY, MATA O DIABOOOO! - gritava se enrolando.
- Mas é só uma aranha! - Harry pegou a aranha na mão e levou para fora.
- Se isso aparecer aqui de novo, eu volto pro Brasil a pé! - disse para Harry.
- Eu quase morri! - Tom disse olhando pra que ainda estava de pé em cima da cama.

- Você deixou minha mala lá em cima, Poynter?
- Deixei.
- Obrigada! Ei, vamos fazer o que agora?
- Sei lá, o que vocês querem fazer? - Danny perguntou para .
- Já falei o que eu queria. Vê com a , ela escolhe agora! - sorriu
- É verdade, Danny! Vocês tem que fazer nosso show. - sorriu, aparecendo na escada com Tom.
- Agora? - Danny perguntou, se espreguiçando. - To com preguiça...
- A gente não 'teve preguiça pra dançar funk pra vocês! - fez cara de seria, mas logo sorriu.
- Na verdade , eu tive. - riu.
- Vamos logo, ! - Dougie se levantou e a ajudou a levantar. - Vamos lá pro estúdio!
- Alguém quer me levar? - esticou os braços pra cima, sendo surpreendida quando Danny pegou ela no colo.
- Depois eu sou a folgada, viu Dougie? - riu e apontou para .
- Vamos preguiçosa! - Danny riu.
- Ai, mas eu sou tão animada! - fazia expressões com os braços, e logo os passou em volta de Danny.
- Animada ou não, é preguiçosa! - Tom riu e foi guiando os meninos até o estúdio.
- Nossa, como você é forte, Danny! - ignorou Tom e apertava os braços de Danny, fazendo ele rir.
- Essa é atirada! - riu. Eles subiram duas escadas e deram de cara com uma porta preta. Tom, sorrindo, abriu a porta e lá elas viram os instrumentos do McFly.
- NÃO ACREDITO! É O BAIXO AZUL! - foi correndo até ele e ficou o observando.
- Aqui é tão... MAGICO! - sorria descendo do colo de Danny.
- Né? - sorria para os meninos.
- Qual música você quer ouvir, ? Você escolhe a primeira! - Harry disse, indo se sentar na bateria.
- Não sei... - respondeu, pensativa. - IF U C KATE!
sorriu como se aprovasse o que a amiga tinha dito.
- Ok, Ok! - Tom riu e foi até o microfone com sua guitarra.

First time I saw her she was standing in line
Holding a book about compatible signs
I should have talked to her, I should have tried
But I was breathless by the look in her eyes

She introduced herself as Kate and I replied
It's nice to meet you it was love at first sight

e estavam dançando de olhos fechados, enquanto os meninos ficavam cantando e rindo, quando elas faziam alguns passos estranhos.

I got excited I lost my mind
I lost her number that read let's have a good time

If U C
Tell her that I'm looking for her
She's so fine
That girl's been on my mind

Tom cantou, fazendo a menina começar a rir e ir lá dar um beijo na bochecha do novo amigo.

I saw her friend that was in line that day
I had to tell her how I felt about she said
Put her out your mind
Or stand in line

I've seen her do this to men
A thousand times
She had a rep for spreading all her love around
And everywhere she went drew a crowd

ficou meio revoltada com Tom cantando uma das músicas preferidas dela com o nome de sua amiga, mas ela não sabia, Tom estava fazendo isso para ver a reação dela.

It don't bother me
That's what I said
Coz I can't seem to get that girl out of my head

If U C
Tell her that I'm looking for her
She's so fine
That girl's been on my mind

sorriu para Tom quando ouviu seu nome, ao invés do de . Ela começou a dançar um funk meio misturado com música eletrônica, fazendo Tom babar por ela.

If U C
Tell her that I'm looking for her
She's so fine
That girl's been on my mind

Girl you're a star
Shining like the sun
Whisper in my ear
You broaden my horizon

Stay with me and let's make it the longest day
Pour yourself into my mouth I love the way you taste

Pull you in tight
It feels so right
Girl I just wanna be the one
To take you to heaven tonight

If U C
Tell her that I'm looking for her
She's so fine
That girl's been on my mind

If U C
Tell her that I'm looking for her
She's so fine
That girl's been on my mind, Yeah.

- QUE LINDOO! - gritou quando eles terminaram.
- Sabe Tom, eu gostei mais dessa versão! - riu.
- E vocês? Sabem cantar? - Tom perguntou.
- Não... - sorriu.
- MENTIRA, ELA SABE SIM! - riu.
- Ok, sei. E ela também sabe!
- É claro que não! Eu só sei tocar piano. - fez uma cara convencida.
- Cantem pra gente! - Harry falou.
- É mentira, ela sabe sim! E eu estou aprendendo a tocar bateria. Ok, estava. - sorriu. - Nem Harry. Não inventa!
- Cantem! - Tom foi empurrando elas pro microfone.
- Qual música? - perguntou, pegando o microfone
- Dynamite! - Dougie falou.
- Não, Poynter, Last Friday Night! - Tom disse.
- Eeeh... - tentou falar, sendo bruscamente interrompida por Danny.
- S&M!
- Canta Crazy, do Aerosmith! - Harry falou.
- Ai é minha música favorita! - sorriu.
- Então você canta sozinha, por que não sei cantar essa. - sorriu e se sentou no chão, na frente dela.
- Então vamos cantar uma coisa que nós duas sabemos, ! - se sentou ao lado da amiga, vendo os quatro discutir.
- Dude, canta uma e eu canto a outra ok? Eu quero ver você cantando sozinha! - riu.
- Má! Canta você primeiro! - Ela fez uma carinha fofa.
- Ok, Ok. Mas eu não sei que música eu canto! - sorriu, se levantando e indo para o microfone.
- Lady Gaga! - fez uma dancinha.
- Não! - Dougie se intrometeu.
- Calem a Boca, já sei que música vou cantar! - sorriu e começou a cantar.

Right right, turn off the lights,
We gonna lose our minds tonight,
What's the deal yo?

I love when it's all too much,
5 am turn the radio up
Where's the rock and roll?

cantava uma das suas musicas preferidas da Pink fazendo poses como se tivesse em um show, arrancando risadas deles.

Party Crasher,
Penny Snatcher,
Call me up if you a gangsta
Don't be fancy, just get dancy
Why so serious?

So raise your glass if you are wrong,
In all the right ways,
All my underdogs,
We will never be, never be anything but loud
And nitty gritty, dirty little freaks
Won't you come on and come on and raise your glass,
Just come on and come on and raise your glass?

- For me. - terminou de cantar e sorriu. - Só um pedacinho está bom, ok? - Ela riu.
- 'Tá ótimo! - Dougie sorriu. - Lindo!
- Gostou, Poynter? - Ela sorriu.
- Adorei! - Ela sorria pra , fazendo todos olharem para os dois.
sorriu para o menino e se sentou do lado dele. - Vai , sua vez!
- Eu ia tentar fugir, mas 'tá todo mundo olhando pra mim, então... - fez uma cara de decepção e logo depois sorriu.

Come here, baby!
You know you drive me up the wall
the way you make good on all the nasty tricks you pull
Seems like we're makin' up more than we're makin' love
And it always seems you got someone on your mind other than me
Guy, you got to change your crazy ways
You hear me

Say you're leavin on the seven thirty train
and that you're headin' out to Hollywood
Girl you been givin me the line so many times
it kinda gets like feelin bad looks good

Say you're leavin on the seven thirty train
and that you're headin' out to Hollywood
Guy you been givin me the line so many times
it kinda gets like feelin bad looks good

That kinda lovin'
Turns a girl to a slave
That kinda lovin'
Sends a girl right to her grave
I go crazy, crazy, crazy I go crazy
you turn it on, than you're come, yeah you drive me
crazy, crazy, crazy for you baby
what can I do? Honey!
i feel like the color blue
i'm losing my mind, guy 'cause i'm going crazy!

sorriu, terminando de cantar a música.
- Que linda! - bateu palmas.
- Foi lindo! - Harry fingia que limpava lágrimas nos olhos.
- Gostaram? - sorriu envergonhada.
- Muito!
- Ai, amiga! - deu um tapinha em .
- Mas a gente gosta mais de funk! - Danny disse.
- Vadia, também não te elogio mais. - deu língua.
- Safado! - Tom riu. - Ok, eu concordo.
- É só descendo! - desceu até o chão atraindo a atenção de todos.
- Meu Deus, essa menina não se cansa! - riu.
- Bom, tem um lado bom em não cansar. - Tom fez uma cara safada.
- Que isso, Tom! - ficou vermelha na hora.
- Esse Tom se finge de santo, mas é mais safado que o Danny! - riu.
- Vai dizer que você não é safada? - olhou para , voltando a sua cor normal.
- Não sou, não comparada ao Tom!
- Qual é, ! Até eu sei que você está mentindo! - Harry riu.
- Vocês ainda não viram nada! Essa aí é pior que a Mulher Melancia! - ria sozinha de seu comentário.
- Mulher Melancia? - Dougie perguntou.
- Nada, Dougie! - riu e se levantou. - Estou com fome!
- Eu também! Vamos cavalinho! - Disse se jogando nas costas de Danny.
- Cavalinho? Então você é um pônei! - Danny disse arrumando em suas costas.
- Exatamente! - sorriu.
- Sim, a é um pônei maldito! - riu. - Harry! Também quero!
- Ok, ok! - Harry riu e ela subiu e cima dele. - Agora vai rápido, quero ganhar da pônei!
- HAHAHAHAHA! - riu alto.
- Anda, Danny! - batia na bunda de Danny.
- Assim eu te derrubo!
- HAROLD, VAMOS! - riu e ele saiu correndo em direção da sala. Quando estavam chegando no último degrau os dois caíram. - Valeu!

- HAHAHAHAHAHHA BEM FEITO! - Não deu outra, Danny escorregou e caiu junto com .
- , você 'tá em cima de mim! - Harry dizia.
- Eu morri! - falou.
- BEM FEITO DIGO EU! - riu, se levantando e ajudando Harry a se levantar.
- Ae, ajuda ele a levantar e me deixa largada aqui! - fez um biquinho e se esticou no chão.
- Vem , eu te ajudo! - Tom puxou ela e a colocou em sua frente.
- Obrigada!
- Claro, sou uma Bitch, se esqueceu?
- Claro que não! - riu.
- Vaca. - riu e se sentou no sofá.
- Nossa! Eu tenho que arrumar minhas coisas! - se lembrou e saiu correndo para o quarto.
- Meu deus, viciada por arrumação. - riu. - Danny! Estou com fome!
- SE AQUELA PUTA DAQUELA ARANHA APARECER AQUI, HARRY JUDD, VOCÊ É UM HOMEM MORTO! - gritou lá do quarto.
- Estressada! - Harry gritou.

- O que você quer comer? - Danny gritou da cozinha.
- Pringles!

- Eu tenho tanta coisa pra arrumar, como eu me esqueço? - falava sozinha.

- Aqui está. Só tem a verde, ok? - Danny riu.
- Obrigada Dannyboy! - Ela mandou beijo e pegou a batata.

colocava suas roupas no guarda roupa e analisava todas elas. "Eu amo minhas roupas, mas eu preciso de mais!"

- , vamos fazer o que agora? - Perguntou Danny.
- Acabei de arrumar! - desceu as escadas e se sentou ao lado de , pegando o Pringles da mão dela
- Ei! Minha Pringles! - riu e pegou de volta.
- Egoísta! - riu. - Agora eu 'to com sono. - Ela deitou no colo de .
- Bitch, deita aqui. - se ajeitou.
- Ela já vai dormir? - Danny perguntou.
- Deixa ela. A gente enfrentou um voo demorado pra caramba. Deixa ela dormir. - Ela bocejou. - E eu também estou com sono.
- Vamos ver um filme? - Tom sugeriu.
- Vamos! - Dougie se empolgou.
- O Exorcista! - sorriu abrindo os olhos.
- Mané exorcista! - se revoltou. - Tenho medo.
- Então... Marley e eeeu! - disse se levantando.
- Não! Vamos ver exorcista! - Tom se levantou e colocou o DVD.
- Sacanagem, sabia? - fez bico, mas deixou ele colocar.
- HAHAHA! Adoroo! - se sentou ao lado de Tom. - Eu não quero que a se esconda em mim, então...
- Vai se esconder no Tom? - riu. Danny e Dougie se sentaram cada um do lado dela. - Isso, vocês vão me proteger!
- Vocês uma virgula! Só o Dougie, eu já tenho que me proteger! - Danny riu e saiu de perto de , se sentando no chão.
- Obrigada. - fez bico e se ajeitou, Dougie aproveitou a situação e a abraçou, colocando seu braço por cima do ombro dela.
- Harry, senta aqui pertinho de mim! - fez uma cara safada.
- Não! Tom vai se sentar do seu lado, eu tenho que proteger o meu macho! - Harry riu e se sentou do lado de Danny.
- Mas é que... o Tom não é meu macho! - fez uma cara desentendida.
- Idiota, o Danny é o Macho do Harry. Ele vai proteger o macho dele. O Tom vai te proteger. - piscou.
- E eu vou proteger a ! - Dougie sorriu.
- Ah 'tá. Eu só vou ao banheiro. Um segundo! - sorriu.
- Vai e volta logo! - riu e se alinhou em Dougie.
- 'TA! - correu pois estava apertada.
- Já dá play, ok? - riu.

- Voltei! - voltou correndo e se jogou em Tom.
- Ninja... - Danny disse.
- Isso, vai. Mata o menino! - riu. - Ok, menos falatório e mais filme!
- Ia ser bom se fosse em 3D! - sorriu saindo de cima de Tom e abraçando seu braço.
- Não seria não! Eu ia morrer de medo, não gosto. - fez bico.
- Ai ! Você é muito fresquinha! - disse.
- Não sou fresca, sou medrosa! - riu.
- Meu Deus, como vocês falam! - Harry disse rindo.
- Percebeu agora? - deu lingua.
- Dá play logo! - disse.

Eles ficaram vendo o filme e dando os gritinhos quando necessário, fazendo Dougie rir e abraçar ela. estava cansada e já tinha visto aquele filme mil vezes, então logo dormiu abraçada a Tom. não agüentava ver filmes de terror. Pegou seu iPhone e começou a ouvir música, se virou e alinhou em Dougie para dormir.
- Boa noite, pequena!
- Boa, pequeno. - ?Muito boa!? sorriu e tentou dormir.

Quando o filme acabou, Tom percebeu que havia dormido em seu braço. Ele pegou ela no colo e a levou para seu quarto, Dougie levou .
- Quer que eu te leve também, Danny? - Harry zoou o amigo.
- Quero! - Ele fez um biquinho e se jogou em Harry.
- Muito gays pro meu gosto. - Tom riu e foi para o seu quarto dormir. - Boa noite, guys.
- Boa noite, Tom! Sonhe com a ! - Harry provocou o amigo.
- Pelo menos eu tenho alguém pra sonhar! - Ele riu.
- Viado. - Harry respondeu e entrou para seu quarto.

***

acordou assustada por causa de um pesadelo. Ela olhou no relógio e viu que eram seis horas da manhã e duas horas mais tarde ela teria seu primeiro dia de aula. Olhou para o lado e viu a amiga dormindo com um sorrisinho no rosto. ' Aposto que está sonhando com o Richard!' riu e foi se arrumar, escolher um short listrado preto e branco e um blusão preto escrito nº9 e desceu para esperar o tempo passar. Ela só se lembrou que estava na casa dos McGuys quando deu de cara com Danny na cozinha.
- Ai Deus! - se assustou.
- Oi! Bom dia! - Danny respondeu rindo.
- Acordado à essa hora? - perguntou enquanto fervia a água.
- Não consegui dormir.
- Ah. - Ela disse se sentando na frente dele, com uma caneca de chá na mão.
- E você?
- Pesadelo.
- Ah.
E o silêncio se instalou na cozinha. queria abraçá-lo, mesmo com ele não sendo seu preferido, mas não queria mostrar que era uma fã louca. Ela não se achava uma fã louca. Pensando bem, talvez fosse...
- Você escuta a nossa música, né? - Danny perguntou, cortando o silêncio e o pensamento de .
- Escuto.
- Qual é a sua preferida?
- Música? - Ela sorriu.
- É.
- Eu não consigo escolher só uma... Acho que That Girl, ou Lies.
- E o seu preferido?
- Hum... O Dougie. - Ela sorriu.
- O baixinho?
- Conhece outro Dougie que toque no McFly? - piscou.
- Sem graça. Enfim, vou tomar banho. - Ele disse se levantando e levando seu prato até a pia.
- Quer ajuda? - Ela perguntou para tentar acabar com o clima tenso.
- Quero! - Ele riu.
- Safado! - sorriu e tomou um gole do seu chá. Talvez ser uma fã louca tenha suas vantagens.

só acordou às 7 horas, quando o celular de começou a tocar. Ela olhou para a cama da amiga e viu que estava vazia. 'Essa safada não perde tempo' Ela pensou e desligou o celular. arrumou as camas e foi se arrumar para a escola, ela e combinaram de sair da casa às oito, já que a aula começa às oito e meia. Vestiu uma blusa branca com um beijo uma calça skinny e um tênis branco, colocou um colar de estrela e estava arrumando sua mochila com estampa de renda quando entrou no quarto.
- Bom dia, ! - sorriu e deu um beijo na bochecha da amiga.
- Bom dia, safada! Aposto que estava lá dando em cima dos meninos.
- Eles estão dormindo, eu estava conversando com o Danny viu?
- Ok, sei. Agora vai se arrumar agora.
- Chatinha.
- Também te amo.

tomou um banho e vestiu uma blusa listrada branca e amarela, escrita 'Here Comes The Sun', uma jeans clara, um tênis da Nike e sua mochila. Deixou ela do lado da mochila de e desceu com ela para tomar seu café.
- Senta ai que eu faço! - sorriu para , que estava com um copo de suco na mão.
- Bom dia. - Tom entrou na cozinha. - Olá. - se engasgou com o suco e ele soltou uma risadinha.
- Bom dia. Quer alguma coisa Tom?
- Só um café.
- Ok! - disse pegando a xícara. - Você também estuda lá no Jaint's?
- Estudo, eu e os guys.
- Que cheiro bom! - Dougie entrou na cozinha e foi em direção ao fogão, que tinha o misto que estava fazendo para sua amiga.
- Obrigada, sou eu. - riu. ficou incrédula com sua amiga. Primeiro dia na casa e já estava amiguinha dos meninos!
- Faz um pra mim? - Dougie ignorou o ultimo comentário e sorriu.
- Senta ai. - tirou o misto, colocou no prato e entregou para .
- Obrigada .
- De nada.
- ? - Harry levantou uma sobrancelha.
- Harry? Quando você entrou? - sorriu.
- Não importa. Bom dia.
- Bom dia! - sorriu, entregando o misto para Dougie.
- Bem, que horas são? - Tom perguntou. - E cadê o Danny?
- Dormiu no sofá. - sorriu.
- Pequeno Dougie, pensou a mesma coisa que eu?
- Pensei sim, Tom. - Dougie se levantou e pegou um copo d'água gelada e foi em direção da sala, sendo seguido por Tom. Dougie e Tom viram Danny deitado no sofá, contaram até três e jogaram toda a água gelada... Hum... Lá.
- AAAAAAAAAH! - Danny gritou e começou a pular enquanto Dougie e Tom riam alto.
- AHAHAHAHAHAHAHAHAHA DANNY, TÁ MEIO MOLHADINHO UI. - Dougie riu, voltando para a cozinha.
- Viu, , como eu dizia, eu sou o mais normal.
- Você não dizia isso. - riu.
- Hmpf. - Harry se levantou e foi para seu quarto se arrumar.
- Valeu, hein , pensei que eu era seu amigo. - Danny entrou na cozinha.
- Ei, eu não sabia de nada! - Ela se defendeu.
- Molhadinho, vai trocar de roupa porque tá molhando o chão. - Tom disse, depois da sua crise de risos.
- Gay. - Danny resmungou e foi para seu quarto se arrumar.
- Vocês dois também tem que se arrumar! Já são sete e quarenta. - disse.
- É verdade! - Dougie terminou seu misto e foi se arrumar. Tom mandou beijo para elas - o que fez ficar muito vermelha - e subiu para seu quarto para se arrumar.

e arrumaram as coisas na cozinha e foram para a sala ver TV, até os meninos se arrumarem e descerem.
- Prontos?
- Prontos. - Tom disse indo abrir a porta e sendo seguido pelos outros.
Eles estudavam no Jaint's High School, uma escola particular. Tom foi guiando eles até o carro. Um Jipe de 7 lugares.
- Então, como é o povo da escola? - perguntou para os garotos, e obteve uma careta de Tom como resposta.
- Eles são legais, meio puxa-saco, alguns são até estranhos com a gente. - Dougie respondeu.
- Tem times de vôlei e futebol? - perguntou empolgada.
- Ai meu Deus, TEM que ter de vôlei! - gritou. - Ignorem meu momento paty ,ok? - piscou.
- Louca... - disse baixo, com medo de apanhar, sorte que a amiga não ouviu. Ou havia fingido que não ouviu. riu e ignorou o comentário de .
- Mas e ai, guys. Tem ou não?
- Tem, é que não somos muito bons jogad... - Disse Dougie, sendo interrompido por Danny.
- CALA A BOCA!
- Deixa o homem falar, Danny! - riu.
- Nossa! Que protetora. - zoou a amiga.
- Mané protetora. - deu língua.
- Hehehe. - ria de lado, enquanto observava Dougie ficar vermelho.
- É que não jogamos bem, por isso não participamos de nada! - Disse Harry.
- Faz sentido. - ignorou e fingiu não ter visto Dougie ficar vermelho. - Então , vamos ganhar deles no futebol e no vôlei. Me gusta. - Ela sorriu.
- Claro, garota. As melhores do Brasil. Imagina o que não vamos fazer com as inglesinhas. - Respondeu , dando ênfase na ultima palavra.
- Além das inglesinhas metidas, dos McGuys! - deu pulinhos, e sorriu para os meninos se sentindo superior.
- Isso não tem graça! - Disse Tom, fazendo biquinho.
- Caralho, seu queixo fica ainda maior fazendo biquinho! - disse logo depois tampando a boca.
- OWNNNNNNN, para com esse bico, Tommy! Vai matar a ! - sorriu por ter se vingado de sua amiga e começou a rir mais ainda depois que falou do queixo. - COITADO POXA! - tentava conter o riso.
- Ei, a tem razão! - Harry disse rindo.
- Vaca, é agora que eu te mato! - Disse saltando em cima de , mas elas ainda estavam no carro, o que causou um grande tumulto lá dentro.
- Lazarenta, qual é o seu problema! - dizia rindo.
- SOCORRO, UMA LOUCA EM CIMA DE MIM! - disse rindo. - Nenhum! - ria mais do que falava.
- PAREM, SUAS LOUCAS! - Gritava Danny.
- Mané loucas, Danny! - disse tirando de cima dela.
suspirou. Provavelmente não estava se sentindo bem, ela estava nervosa demais.
- Se acalmem, é o primeiro dia de vocês. Se continuarem assim serão expulsas logo! - Disse Danny.
- Você não nos conhece ainda, Danny. Isso aqui é o nosso calmo!
- 'Ta poxa! Vocês são muito atentadas. - Comentou Dougie.
- Eu sei. E eu também sei que você gostou. - sorriu. Dougie não disse nada, apenas arregalou os olhos e ficou vermelho. Quando Tom viu, apertou suas bochechas:
- Own neném, para de ficar vermelhinho o tempo todo.
- Vai ser besta em outro lugar, garoto! - Disse Dougie emburrado, mas logo depois riu.
- E depois falam da gente, né ?
- É... - quase não falava nada.
- , menina. Relaxa!
- Vixi, você é bipolar, é? Há dois segundos, 'tava toda hiperativa, agora ta assim. - Perguntou Tom.
- Não é nada, pessoas! - Disse .
- Ela tá assim porque está com medo de não ver o Richaaaaaaaaaaaard! - cantarolou.
- Você é doente!
- Richard? - Os garotos perguntaram ao mesmo tempo.
- Tá falando do ruivinho metido? - Perguntou Danny.
- Você conhece o Richard? - perguntou com uma sobrancelha levantada.
- Ele é um metidinho que estudou na escola há um tempo. Reprovou. - Harry revirou os olhos, como se fosse burrice demais reprovar.
- Ele não é metidinho. - comentou.
- Putz, mas não é mesmo! Eu conversei com ele um tempão! - reforçou.
- O Jake também estuda lá? - perguntou interessada.
- Um moreno? - Disse Tom com uma certa pontada de raiva.
- Exatamente! Parecido com o Jacob. - sorriu safada. - Por que o tom de raiva, Tommy?
- Estudou. Reprovou também. - Só que agora era Harry que respondia por Tom.
- Então eles são lindos, mas meio burros. - riu. - Aproveito e dou umas aulinhas.
- Nossa, o que você tem de boa em vôlei você tem de safadeza, hein amiga. - disse irônica.
- E olha que sou a melhor no vôlei! - riu. - E como se você fosse super puritana, né ?
- Claro que sim! No aniversário da Bruna eu só peguei três. - arregalou os olhos se justificando e sorrindo.
- Só três. - Tom disse irônico.
- Eu peguei só um, poxa.
- Eu não to nem aí, mas eu disse que era pra você ir com aquela minissaia! Você não me ouviu...
- Minissaia. - Disse Harry.
- Aquilo estava mais para uma tanga! Eu sou safada, mas não tanto! E o Breno disse que amou o short, que realçava minhas pernas.
- Tanga. - Ironicamente, Dougie falou.
- Tanga! Até eu tenho senso!
- Nossa... - Disse Danny.
- É que você não viu o vestidinho que eu comprei, !
- Meu Deus. Eu estou com medo de sair com vocês. - Dougie riu.
- É aquele verde?
- Não, é um rosa. Comprei há dois dias numa promoção da Zinzane.
- Ah, me mostra depois da aula!
- Claro!
- Eu acho que você tinha era que estrear este vestido. - Disse Tom.
- Hoje de noite! Boa ideia, Tom!
- É, poderíamos sair hoje à noite! - Concordou Harry.
- Não, não. Estréia o vestido pra ficar em casa mesmo. - Zoou Danny.
- Olha o Danny tentando botar moral. - Dougie riu.
- Eu vou precisar de um vestido novo!
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! - Gritou .
- O QUE, MALUCA?
- Isso só significa uma coisa...
- COMPRASSSS! - disse rindo
- EM LONDREEEEEEEES! - riu também.
- Ave Maria. - Rogou Harry.
- OH YEAHHHH! - riu.
- Pronto, chegamos! - Tom disse estacionando o carro.
- Finalmente. - Disse Harry.
- Credo, que pressa. - Reclamou .
- Né? Povo bizarro! - riu e desceu do carro
- Hehehe, Santo Deus que gente bonita!
- Que isso, vocês são brasileiras, as únicas pessoas que não enjoamos de olhar. - Disse Tom.
- Obrigada, Tommy.
apenas sorriu.
- Vão pegar seus horários, precisamos conferir! - Mandou Danny.
Eles foram andando até a recepção, onde uma mulher entregou a e a dois papeis. olhou ele e entregou para Harry.
- Quais aulas estou com vocês?
- Estamos em quase todas, a diferença é que eu fiquei com design do lar e você de roupas. - Disse .
- Aê! Roupas! Me gusta!
- Estamos em todas menos em educação física, . - Respondeu Dougie.
- Poxa Doug, ai não vou poder ganhar de você no vôlei e no fut. - Ela fez bico.
- Ah, cara, arquitetura! Não podia ser tarefas domésticas? - reclamava .
- Engraçado, parece que estou ouvindo um zunido dessa direção. - Apontou para Dougie.
- Que zunido?
- Ouvi de novo! - Ele tentava não rir.
- e seus problemas. - riu. - Que zunido porra?
- Olha... - Dougie foi interrompido.
- Dougie, ela não vai entender sua piada. - Danny informou o menino.
- Droga! - Disse Dougie.
- Isso era uma piada? - perguntou.
- Hehehehehe, eu achei engraçado! - disse.
- Então meus anjos e . - riu. - Vamos? A aula vai começar!
- Qual é o seu primeiro horário? - Harry perguntou para .
- Gramática! - sorriu.
- Esqueceu que todos temos o mesmo horário, antinha? - Disse .
- Na verdade esqueci. - sorriu.
- Só muda algumas coisinhas, como Educação física. - Dougie falou baixinho.
- Minha cabeça dói! - Reclamou , indo pra sala.
- Ai Deus, começou. - pegou da mochila um analgésico. - Toma .
- Da última vez, você sabe o que aconteceu! - Ela devolveu o analgésico.
- Não lembro. - mostrou a língua. - O que aconteceu mesmo? - sorriu.
- Suspensão... Dormidas na classe... Professores ofendidos...
- Não seja por isso. É melhor do que ficar com dor de cabeça.
- Aai, me dá logo isso! - Ela tomou o remédio da mão de e foi logo os enfiando na boca.
- Meu deus, que rápida. - Dougie riu e entrou na sala.
- Cala sua boca!
- Ui, estressada! - Danny riu e se sentou atrás de Dougie. se sentou do lado e tom se sentou do lado de Danny, atrás de . Harry se sentou na frente de Dougie e se sentou na frente de .
- Muito bem, ninguém me incomoda e ninguém sai ferido, beleza? - dizia friamente.
- Nossa, você tá muito grossa, aquieta! - Disse Harry.
- Gente, deixa ela, ok? - sorriu e pegou seu caderno da mochila.
- Muito bem, alunos. - Entrou uma professora sorridente e alta, os cabelos loiros batiam na cintura e ela parecia gentil. - Meu nome é Rose, sou a professora de Gramática, para os novos. E agora eu queria que os alunos novos se apresentassem. Que tal? - Ela sorriu. - A senhorita loirinha aí, a primeira! - a olhou e apontou para si mesma. - Sim, você!
- Ei delícia. Vai lá senhorita loirinha! - riu
- Meu nome é e eu estou de intercambio. - Ela até tentou sorrir, mas olhou para com os olhos de quem iria matar e arrancou risos de alguns alunos. 'Fala sério, loirinha?' pensou .
- Hm, prazer! Agora escolha o próximo. - Rose sorriu.
- A canelinha de ouro aqui atrás. - fez uma cara de vingada e apontou para .
- Canelinha de ouro? Que coisa ridícula! - riu e se levantou. - Eu sou a , mas me chamem de , ok? - Ela piscou para a professora, que riu. - Eu também estou de intercambio junto com a 'Loirinha' e nós viemos do Brasil! - Ela sorriu e se sentou.
- Me poupe! - abaixou a cabeça.
- Obrigada, senhorita . Escolha os três próximos! - A professora disse otimista.
- Senhorita não, professora! - sorriu. - Eu escolho... Essa menina ruiva ai na terceira fileira!
- Er... - A menina ruiva se levantou, desconfortável. - Meu nome é... Amme. E eu sou daqui mesmo! - Ela sorriu fraco e se sentou.
- AMME! - gritou e depois tampou a boca com a mão.
- Olá, ! - Ela riu e piscou.
- Quem é essa? - Harry perguntou.
- Conheci no avião, ela é massa! - sorriu.
- Ah, faz sentido. - Ele riu.
- Continua, Amme! - Exclamou a professora.
- Continuar o que, professora? - Ela sorriu. - Já falei tudo, eu acho.
- Mas você tem que escolher alguém. - Ela falou.
- É mesmo! - Ela riu. - Escolho aquele ali, sentado na frente do loirinho.
- Qual loirinho? - Dougie respondeu.
- Você mesmo! - Ela riu.
- Sua vez, Dougie! - riu
- HAHAHA! - deu uma risada alta. - Eu não sou a única loira por aqui, então?
- Seu amiguinho também é. - A professora comentou.
- Qual dos dois? - Dougie e Tom disseram ao mesmo tempo.
"Aaaw fuck" pensou.
- Ok, menos papo e mais apresentações! - riu. - Vai, Judd!
- Meu nome é Harry Judd, eu sou daqui e as meninas estão hospedadas lá em casa. - Disse Harry meio envergonhado.
- Prazer, Harry! - A professora sorriu.
- Fala aí, Poynter. - Harry olhou para Dougie e deu um meio sorriso para a professora.
- Como ele já disse, sou o Poynter! - Ele sorriu. - Ok, Dougie Poynter. Eu moro aqui com esse estranho e os outros dois. - Ele apontou para o Danny e o Tom. - E as meninas. - Ele se sentou. - Escolho o Covinha!
- HAHAHA! - riu de novo o que fez Tom virar os olhos.
- Sua vez, covinha! - Danny riu.
- Eu sou Tom Fletcher e eu sou daqui. - Ele sorria. - Vai logo, Danny. - Disse Tom.
- Eu? - Ele se levantou desconfortável. - Sou o Daniel Alan David Jones, ok, Danny Jones e sou daqui. - Ele sorriu e se sentou.
- Prazer, Daniel! - A professora sorriu, ela tinha gostado do garoto.
- Percebeu que a Rose sorriu de um jeito mais... Pedófilo pro Danny? - perguntou para .
- Hahaha, eu to adorando isso. - dizia com um grande sorriso no rosto - Obrigada pelos remédios, amiga.
- De nada meu amooor! - deu um beijo na bochecha da amiga. - Você tem que tá mais ativa e danada, pra seduzir o Tommy. - sussurrou e começou a rir.
- Eu preciso tomar remédios mais vezes! - Ela mandou um beijinho pra amiga.
- Verdade! - riu. - Mas e ai, não vimos o Jake e o Rick até agora! - disse em voz alta para ver a reação dos meninos.
- 'Tá ouvindo isso? - perguntou com uma cara suspeita. - Parece uma conversinha baixa, fora da sala.
- Ui. Agora estou! - tirou o fone de ouvido. - O que você acha que é?
- Talvez... - foi interrompida pelo sinal do colégio que ecoava em seus ouvidos. - Ai, que merda!
- PORRA! - gritou. - Isso é paia, cara.
- Muito! - dizia indignada, mas logo deu um sorriso de orelha a orelha. - Olha lá na porta.
- O quê? O quê? - riu e olhou a porta. - Wow!
Naquela hora, Jake e Rick entraram pela porta com uma garota que olhava para eles como se fossem o paraíso.
- Olha a cara da garota! Hehehe - riu.
- Coitada! - riu. - Oi Jake! - Ela sorriu e deu tchau.
- Vocês realmente vão falar com eles? - Dougie perguntou.
- Oi Rick! - disse, ignorando o comentário de Dougie.
- Olá gatas! - Jake cumprimentou as meninas.
- Oi meninas! - Rick fez o mesmo que o amigo, com um sorriso lindo no rosto.
- Oie! - sorriu e se levantou para dar um beijo na bochecha dos amigos.
sorriu, quando se aproximou para beijar a bochecha de Rick, ele olhou no seus olhos, o que a fez ficar vermelha e ir logo dar seu beijinho em Jake.
- Dude, não sou obrigado a ver isso. - Tom disse e se levantou, esbarrando em Rick e saindo da sala.
- Olha se não são os garotinhos favoritos que perderam! - Rick disse com ironia olhando para os garotos. arregalou os olhos e olhou para Dougie.
- Olha se não é o repetente. - Dougie disse, com um sorriso cínico.
As meninas seguravam a risada e se entreolhavam.
- Ou melhor, os repetentes. - Harry comentou, rindo.
- Isso vai ser divertido! - comentou com .
- Eu não posso rir. - falou bem baixinho só para , mas Dougie pareceu ter ouvido algo.
- Por quê? - perguntou
- O que você disse, ? - Ele olhou com certo sarcasmo.
- Não quero que ele pense que não gosto dele, ou que estou zoando ele. - respondeu para - Eu disse que ia ao banheiro, Dougie. - Ela olhou para Dougie, apertando sua bochecha.
- Ah, entendi. - sorriu. - Já eu vou rir, por que eles sabem que sou amiga dos seis!
- Você sabe que eu não vou ao banheiro. - deu uma piscadinha para e pediu permissão para sair da sala. Ela fora atrás de Tom.
'Idiota, claro que sabia! Só não vou dizer pro mundo né?' pensou enquanto via sua amiga sair da sala.
- Vocês não deveriam estar na sala do maternal? - Harry provocou os dois meninos.
- Sente-se Jacob! - Mandou o professor. - Você também Richard! E você, Harold, fique quieto! - O professor o repreendeu.
- Calma ae professor, eles não tinham repetido? - Danny perguntou.
- Não. Dependência. - Enquanto o professor disse Jacob e Richard sorriram vitoriosos, se sentando perto deles e das cadeiras das meninas. Os três reviraram os olhos e arrancaram um sorrisinho de .
'Gente, esses seis meses vão ser muito bons!' pensou, rindo.

- Aonde esse garoto se meteu? - perguntou para si mesma. - Vai acabar que eu vou ter que ir para o banheiro mesmo, senão eles vão pensar que eu estou passeando, e isso é típico de mim. - Ela fazia cara de compreensão, como se conseguisse entender a si mesma.
- Falando sozinha, loirinha? - Perguntou Tom.
- O que você acha, Covinha? - sorriu.
- Ok, você ganhou.
- Eu sei que eu ganhei. - sorriu, vitoriosa.
- O que você está fazendo aqui? - Tom perguntou.
"Vim atrás de você!" pensou, mas não queria inflar o ego do garoto. - O professor mandou te chamar.
- Assuma que você veio atrás de mim, não queria me ver magoado. - Ele foi indo na direção dela, o que a fez recuar, tropeçando em um pequeno degrau. Tom a segurou pela mão. - 'Tá louca pra cair e eu te segurar, não é?
- Anda logo, garoto! - Ela gritou com ele, indo na direção do banheiro.
- Aonde você vai?
- Mijar! - Ela voltou a ficar nervosa.
- Garotas. - Disse Tom entrando na sala e encarando os que haviam chegado ainda há pouco.

- Que porra...? - Tom se assustou quando viu Jacob e Richard na sala deles. Ele se sentou no seu lugar e olhou para Harry com uma cara de WTF.
- Eu sei, eles estão em dependência.
- Ah. - Tom assentiu e começou a prestar atenção na aula
voltou para a sala de aula, coçando os olhos e indo logo na direção da mochila, procurar seus óculos. estava dormindo na aula. Sempre amou biologia... Mas, hoje não tinha saco para isso. O sinal tocou de novo. "A aula passou rápido" todos pensaram, menos que agora sonhava. Ela estava sonhando com um show do Boys Like Girls, sua outra banda favorita. Ela estava no palco, com Martin quase a beijando quando...
- ? - cutucou a amiga que falava algumas coisas estranhas.
- Me deixa com o Martin, poxa! - Ela murmurou, ainda dormindo e virou. - Você bem que podia cantar Thunder pra mim.
- Uohohoho, tenho que me aproveitar disso! - tinha um sorriso malicioso no rosto. - Rápido Poynter, pega a câmera! - Ele obedeceu e parou a câmera em .
- Tem certeza que você vai fazer isso? - Dougie perguntou.
- Johnson, canta direito! Não é por que você está de cueca e no show que você tem que ficar com vergonha! - se virou de novo.
Todos olharam para com cara de WTF e Dougie olhou para que gargalhava.
- Catzinha, fica aqui comigo! Cante comigo! - tentava fazer uma voz sedutora.
- Eu já estou com você, seu idiota! - se revoltou. - Agora que o show acabou, vamos para o meu quarto. - Ela sorriu, fazendo os outros rirem mais ainda. entrou em pânico pelas coisas que a amiga falava.
- , acorde! - sacudia a garota
- AI MEU DEUS! - pulou da cadeira e dei de cara com todos olhando para ela e com com uma câmera. - O que aconteceu? - perguntou, coçando o olho.
- Depois você vê, vamos pro intervalo. - Ela tentava não rir. - Venham meninos! - Ela olhava para Dougie, Harry, Danny e Tom.
- Harold Mark Christopher Judd, Dougie Lee Poynter, Daniel Alan David Jones e Thomas Michael Fletcher, o que essa louca fez? - Ela perguntou, se levantando.
- Ela falou os nomes completos, salvem suas vidas enquanto eu tento salvar a câmera! - tentava inutilmente correr, já que a amiga segurava sua blusa.
- Nem pense, ! - segurou a blusa da amiga. - Agora fala!
- Eu só filmei você falando sozinha. - Ela olhou para .
- Isso é uma coisa simples, só depende do que eu falei. - soltou a blusa da amiga e olhou para a cara dos meninos. - Quer saber? Tanto faz. - Ela riu.
- Eu não vou postar em lugar nenhum, fica calma! - disse.
- Pode postar, se quiser. - Ela riu. - NÃO! NEM PENSE!
- Droga! Eu não ia postar mesmo. Cadê os garotos?
- Devem ter sumido no meio da discussão. - riu e pegou o dinheiro para elas comerem. - Vamos, deixa eles e vamos para a cantina. - Elas foram pra cantina e no caminho encontraram os meninos.

- O que tem pra comer aqui? - perguntou.
- Comida. - Danny sorriu.
- Não me diz? - falou.
- O quê? - Jones a perguntou.
- Sai daqui, Danny. - olhou séria.
- Iiih, sai logo Danny. - Harry falou acreditando na menina.
- Juro que não entendi o que acabou de acontecer... - comentou, enquanto comprava o seu suco de morango.
- Eu queria Ruffles, amiga, aqui não tem nada de comida brasileira.
- Eu sei, por isso eu fico satisfeita com um suquinho.
- Ai, me dá um então!
- Compra ai! - riu.
comprou seu suco e tentou ignorar Danny, mas não conseguiu quando ele chegou por trás dela e a abraçou, pedindo desculpa.
- ! Não fica assim! - Ele a deu um beijo no pescoço, deixando Tom com uma cara de confusão. - Me desculpa?
- 'Tá bom! - Ela virou de frente pra ele. - Agora me solta, senão eu jogo meu suco em você!
- Poxa. Sua sem coração. - Ele fez bico e a soltou.
- Só má, meu amor! - Ela deu um beijinho nele, e suas últimas palavras pareciam ter afetado Tom. - Amiga, temos que ir conversar com outras pessoas, né? - dizia tentando fazer compreender o que ela queria dizer.
- Ei, verdade! - Ela sorriu. - Beijo guys. - Ela puxou o braço da amiga e elas foram até uma mesa que estava perto de Jake e de Richard.

- Olá, garotos! - os cumprimentou.
- Oi! - sorriu.
- Oi lindas. - Jacob se sentou do lado de e Rick fez o mesmo do lado de . - Gostando da escola?
- Sim, aqui o povo é bem receptivo às brasileiras. - disse.
- Isso é verdade! - sorriu.
- Claro! - Jake disse. - Não é todo dia que você encontra uma, ou melhor, duas brasileiras lindíssimas!
- Obrigada! - ficou meio vermelha, mas disfarçou.
- Né. - disse.
- Então, quando vamos sair? - Rick perguntou.
- Hoje! - sorriu, mas se lembrou que tinha marcado com os meninos. - Ah não, esquece.
- Por que, zinha? - Jake perguntou fazendo uma carinha meiga.
"Own, ele chamou ela de zinha!" pensou.
- Own! Para com essa cara, Jake! - Ela deu um beijo na ponta do nariz dele. - É que combinamos de sair com os meninos.
- É, e não podemos furar, desculpa. - completou.

Os McGuys estavam olhando a cena. Reclamando de minuto em minuto coisas como: 'O que elas veem neles?' e esse tipo de coisa. Quando deu um beijo na ponta do nariz de Jacob, todos fecharam a cara, mas Dougie foi o único que saiu andando, revoltado. 'Esse filho da puta...'
- Eu já sei o que eu vou fazer. Tom, me agradeça por isso! - Danny tinha um sorriso na cara e um plano mirabolante na cabeça. Ele saiu correndo na direção da mesa onde as meninas estavam e gritou bem alto:
- IAAAAAAEEEEEEE! TCHAU! - Pegou no colo e saiu correndo com ela, deixando todos com cara de 'WTF', inclusive a própria garota.
'MEU DEUS ESSE DANNY É LOUCO!' pensou rindo. Ficou olhando a amiga ir embora no colo de Danny e teve uma crise.
- Esse Jones é muito idiota. - Jacob comentou.
- Nem venha Jake, ele é legal! - defendeu o amigo.
- Só você acha. - Rick fechou a cara.
- Ciúmes? - sorriu, levantando uma sobrancelha

- Danny, seu doido! Por que fez aquilo? - perguntou rindo.
- Eu só queria zoar um pouco. - Disse Danny mentindo.
- Ah,sim. É que todo mundo na escola corre com uma menina no colo, gritando igual um doido.

- Que ciúmes o que, ! - Jacob reclamou.
- Ciúmes? Deles? Ah . - Rick disse, se achando.
- Ciúmes sim! - Ela sorriu. - Vou lá na minha amiga. Beijos meninos! - Ela mandou beijo para eles e foi em direção ao Tom e Harry, que estavam rindo.

- Agora que você me trouxe até aqui, me leva até lá! - Disse a Danny.
- Esse Jones tem probleminhas, sabia? - sorriu para Tom e Harry.
- O que está fazendo aqui? Você deveria estar com os seus 'amiguinhos' - Harry falou com uma voz fina.
- Ah, cala a boca Judd! - Ela sorriu e abraçou o amigo. - Eu quero ficar com vocês, ok? Não precisa de ciúmes!
- Mané ciúmes, ! - Tom fechou a cara.
- Ok, ok, neguem o quanto quiser. Agora eu vou pra sala, ok? Vou ficar esperando o recreio acabar lá.
- Por que isso?
- Preciso de um pouco de paz. - Ela sorriu e saiu andando.
- AI CARALHO, NÃO ME JOGA NO CHÃO! - gritou, o que fez os amigos correrem pra ver o que acontecia. Ela estava no chão, caída, com Danny olhando pra ela com olhos arregalados.
- Viu no que dá, fica dando em cima dela! - Logo Harry recebeu um tapa dos outros garotos. - AI, AI, SOCORROO!
- Fica falando besteira, aí! - Disse Danny.
- , me espera que eu vou com você! - Disse Harry correndo.

já estava longe e não escutou o amigo gritar seu nome. Só percebeu que ele estava indo até ela quando ele pulou nas costas dela e ficou pendurado. não tinha outra escolha alem de ficar segurando ele.
- MEU DEUS, HAROLD! QUE SUSTO DO CARALHO!
- Me segura pra não acontecer o que aconteceu com a , eu não quero morrer cedo! - Ele falava rindo.
- Idiota! - tava rindo e começou a rodar. - Ah é? Então se segura homem!

avistava de longe rodando Harry. - Que merda é aquela?
- Eu que vou saber? - Tom riu.
- Vai, me levanta, Fletcher. - Ela estendeu a outra mão para ele, que a levantou.
- Eu vou ficar aqui sozinho? - Perguntou Danny com uma carinha fofa e biquinho.
- Own, bebê! Vem com a gente. - Ela pegou na mão dele e saíram para sala, ainda faltando dez minutos para o sinal bater.

- CARALHO , PARA. EU TO TONTO!
- Eu também. - parou e se agachou, facilitando Harry descer de suas costas e caindo sentada. - Minha cabeça dói.
- Toma pílulas que passa! - Disse se aproximando e piscando para a amiga.
- Eu sei. - Ela disse se levantando e se apoiando em Harry, que a guiava até a sala.
- Santo Deus, os intervalos daqui são os melhores! Demoram muito mais pra passar. - falou pra .
- Isso é verdade! - disse se sentando no chão, de frente para a porta. - Ei, cadê o Poynter?
- Sei lá! Ele deve estar no banheiro chorando! Ah não, isso é o que as garotas fazem. - se sentou no chão - Não sei.
- Essa é uma palhacinha. - Dougie apareceu e se sentou do lado de . - Estava com minhas amigas, oras.
- Ui, ui!Com licença que eu não gosto de ser vela. - Ela saiu indo na direção de Danny, Tom e Harry.
- Dougie, você tem razão. Ela é uma palhacinha. - riu.

- Tom, quer me levar dessa vez? Não quero cair. - Ela olhou para Danny como se fosse uma indireta.

- Mas e ai, e você e o Jake, tem algo... Rolando?
- Não. Por quê? - perguntou.
- Por que acho que você merece coisa melhor.

- Sim, vem nas costas. - Ele se abaixou para a pequena subir.
- Ui, esse Tom só gosta das coisas por trás! - Danny zoou, recebendo um dedo do meio de Tom.

- Que fofo, Dougie. - Ela sorriu e deu um beijo na bochecha do amigo.
- Eles não são coisa boa nem pra você, nem pra sua amiga. - Ele segurou a mão de .
- Por que diz isso? Eles realmente pareceram muito legais. Parecidos até com vocês. - olhava para a sua mão que estava junto a de Dougie.
- Não repete isso! - Dougie pareceu bravo. - Eles são metidos e grossos, viu como nos trataram na sala hoje?
- Calma, Dougie! - Ela se assustou. - Eles não estavam tão grossos, vocês também foram bem parecidos...
- Só tratamos eles do jeito que mereciam ser tratados!
- É, pode ser. - Ela tirou sua mão da mão dele e foi para a sala, que estava aberta agora.
- , volta aqui. - Ele se levantou e foi ate ela. - Está com raiva por eu ter falado a verdade deles? - Ele a encarava, sério.
- Não, só estou com dor de cabeça. - Ela sorriu fraco.

- Vem logo, Danny! O sinal vai bater... - já tinha saído das costas de Tom e agora encarava o clima de tensão que estava na sala.
- Sei, não acredito. - Ele ainda a encarava. - E por que você continua defendendo eles? Você conheceu eles há dois dias!
- E eu conheço você de verdade desde ontem! - Ela o olhava, com lágrimas nos olhos. - E eu não estou mentindo, Dougie. - Ela disse seca. Parou de olhar para ele e pegou o remédio de sua bolsa e enfiou dois comprimidos de uma vez na boca.
foi andando devagar para trás, estava de costas e não viu Tom chegando correndo, caindo em cima dela e atraindo a atenção dos dois que não tinham visto ela lá.
- Tu é burro, hein? - falou pra Tom.
- ? - disse, limpando os olhos com a mão e se sentando no seu lugar.
- Sai de cima de mim, garoto! - Ela falou brava e logo se levantou. - Amiga! - Quando ela viu que limpava as lágrimas, foi em sua direção.
- Desculpa. - Disse Tom.
O sinal bateu e todos entraram na sala.Os outros meninos chegaram e olharam para e , que conversavam alguma coisa. Pensaram em ir lá, mas elas podiam estar falando sobre eles.
- Amiga, o que foi?
- Nada, só o Dougie me fazendo discutir com ele. Você sabe, ele é o meu preferido da banda e tals... E eu ainda estava com dor de cabeça, então... - limpou as lágrimas de novo.
- Então 'tá. Eu acredito em você.
- Obrigada amiga. - deu um beijo na bochecha de . - Agora vai sentar no seu lugar, se não o professor vai encher o saco.
- 'Taa. - mandou um beijinho para .

Assim a aula acabou, as meninas conheceram outras garotas e o dia ocorreu bem.
Já no carro, o clima foi tenso. Nem parecia o mesmo carro de quando estavam vindo de manhã para a escola. se sentou na janela do lado de Harry, que estava fazendo cafuné nela e ela ficava encarando as ruas. Dougie estava na frente junto com Tom, fazendo a mesma coisa, encarando a janela, mas de vez em quando dava uma espiada em , para ver se estava chorando. dormia abraçada a Tom, e ele segurava em sua mão. Danny estava dormindo também, o que atraía a atenção de todos, pois ele roncava.
Depois de 20 minutos, tinha cochilado e eles finalmente chegaram em casa. Harry carregou e Tom fez a mesma coisa com . Deitaram elas no sofá e foram cozinhar o almoço.

- Que cheiro é esse? - acordou.
- Almoço! - Dougie disse. Ele estava sentado no sofá em que estava dormindo e a cabeça dela estava no colo dele. Ele estava fazendo cafuné nela. - Tom decidiu fazer o almoço hoje. Não tenho idéia do que é. - Dougie parecia mais relaxado agora que não estava com raiva.
- Ah. - disse. - Era pro meu pé estar dormente? - Ela olhou para os pés e viu Danny deitado em cima de suas pernas.
- Acho que não, hein?
- Danny, acorda, querido! - foi carinhosa tentando acordá-lo. Vendo que não daria certo, gritou seu nome, assustando ele.
- Credo! Pra que isso? - Danny coçava os olhos.
- Ai... - acordou e viu Dougie fazendo cafuné nela. - Dougie?
- Oi. Bom dia. - Ele sorriu. Ela sorriu de volta. 'As coisas estão normais. Espero'
- Bom dia. - Ela disse, bocejando e se sentando.
- 'To com fome! - gritou para Tom.
- Eu também! - e Dougie gritaram juntos.
- A comida já está sendo servida, queridas! - Disse Tom.
- Eba! - se levantou e foi correndo até a cozinha, se sentando na cadeira e olhando com cara de morta-de-fome para Tom.
- O que você fez de comida?
- Macarrão a bolonhesa!
- Ui! Me gusta! - sorriu.
- Me gusta mais! - provocou .
- Eu sei. - disse em português e piscando em seguida.
Eles almoçaram e logo as meninas queriam sair pra fazer compras.
- Ei, ! - disse, já sentada na sala com todos. - Agente tem que fazer uma coisa!
- Claro que sim! - fez cara de óbvio. - Eu quero compras!
- Eu também! Tenho que comprar meu vestido para sairmos hoje de noite!
- THIS, BITCH! - sorriu e apontou pra cima. - Quem vai ser o lindo que vai nos levar? - Ela disse dando ênfase no "lindo".
- É claro que só pode ser eu! Só tem um lindo aqui. - Dougie disse sorrindo convencido.
- Não sei... Também acho o Tom e o Harry tão gatos... - disse, sapeca.
- Obrigado por me achar feio! - Danny disse para fazendo biquinho.
- Own, meu amor! - sorriu e se sentou no colo de Danny. - Você também é o mais lindo! - deu vários beijinhos no rosto dele, fazendo Dougie fechar a cara.
- E o mais besta também! Pensa que eu esqueci o que você fez na escola comigo hoje? - tentou fazer cara de brava, mas não conseguiu e acabou rindo.
- Para, ! Não fala assim do Jones! - sorriu. - Ok, quem vai nos levar?
- Não tenho paciência para compras com garotas! - Dougie se levantou e saiu em direção ao seu quarto.
- Tom? - perguntou.
- Ei, Dougie! - o chamou, mas ele já tinha ido. - O que aconteceu?
- Sei não, amiga. Ele 'tá meio esquisito a um tempinho já. - disse em português para que só entendesse.
- Mas por que porra? - respondeu em português.
- O que vocês estão falando? - Danny perguntou.
- NADA! - e gritaram rindo.
- Bem, eu já venho! - se levantou.
- Aonde você vai? -Perguntou Tom.
- No... Banheiro! É, eu vou no banheiro! - Ela tentou se convencer de sua mentira.
- Essa é idiota! - riu. - Opa! - reparou que ainda estava no colo de Danny e se levantou, vermelha e se sentou do lado dele. - Desculpa!
- Meu colo está ao seu dispor, ! - Ele sorriu e ela deu um tapinha nele.

subiu as escadas e foi de quarto em quarto procurando Dougie.
- Dougie? - Ela cochichou, batendo numa porta que estava trancada.
Ele parecia estar falando alguma coisa e não ouviu , o que a fez se encostar na porta.
- Que que esse idiota 'tá falando? - Ela se debruçou ainda mais sobre a porta, que, quando Dougie abriu, fez ela cair no chão, dando de cara com os pés do garoto.
- O que você tá fazendo? - Dougie perguntou, com uma sobrancelha levantada à la Judd.
- Nada... - riu. Dougie a olhou com uma cara de 'Desembucha' - Ok, ok! Eu queria saber o que aconteceu com você!
- Não foi nada! O que aconteceu? Nada! - Dizia Dougie, achando que a menina iria acreditar. - Levanta daí logo!
- Me ajuda, então! - Ele levantou e ela olhou em seus olhos. - Agora, pode ir falando! - Ela empurrou Dougie e fechou a porta.
- To te falando, ! Não é nada, nada! Que bosta! Podia ser algo, né? - Dougie se revoltou e se sentou na cama, passando as mãos pela cabeça.
- Você 'tá com ciúmes! - Ela disse.
- Ciúmes? De quê? - Ele fez uma cara de quem não acreditava.
- Da minha avó! Da , sua anta! Quem podia ser? - Ela se aproximou e sentou do seu lado.
- Ciúmes da ? E do Danny? E do Jacob viadinho lá? Que nada! - Dougie deu de ombros.
- Ninguém mencionou o Danny e o Jake, Dougie! - disse, se dando por vencida. - Não tem nada de errado gostar de alguém e sentir ciúmes, honey.
- Mas é que... - Ele pensou um pouco. - É diferente!
- Como assim diferente? Você gosta dela e não gosta de quando ela fica falando com os meninos, ou sentando no colo dos seus amigos!
- É que... - Dougie foi interrompido.
- É que nada, Dougie! Você sabe muito bem que ela também 'tá gostando de você! - tapou a boca. - Puta merda, , sempre falando o errado na hora errada!
- Como? - Dougie disse, enquanto abria um sorriso no seu rosto. - Ela... Ela gosta de mim?
- Você não ouviu isso e se você falar pra alguém eu quebro sua cara! - Isso arrancou uma risada do garoto.
- Você não teria coragem! - Ele disse com sarcasmo.
- Não? você acha que não, certo? - Disse pegando o travesseiro de Dougie e batendo na cara dele com tanta força que ele caiu de lado na cama.
- Sua bruta! - Dougie riu. - Mas, sério ? Ela gosta de mim? Eu vou contar pra ela se for mentira, hein!
- É. Verdade. Você não vai falar isso pra ninguém, é sério!
- Vou pensar no teu caso. - Ele sorriu, cínico.
- Eu jogo todas as suas coisas na rua! - Ela fez cara de séria.
- Não se esqueça que você mora na minha casa, ! - Dougie riu, ele estava se sentindo bem mais leve agora. - Ok, ok. Prometo. Vamos descer agora.
- Eu vou trocar de roupa! Tenho compras pra fazer. Você chama a quando descer?
- Chamo! E eu levo vocês! - Dougie sorriu e saiu pela porta, indo até a sala.
ergueu as sobrancelhas e deu um sorrisinho. "Parece que alguém mudou de humor bem rápido!" Ela pensou indo para "seu" quarto.
- ! - Dougie chegou na sala, se sentando do lado dela. - A tá te chamando para se arrumar para eu levar vocês pro shopping!
- Mas você não disse que... - Ele se levantou e a interrompeu.
- Fala menos e age mais, menina! - Ele riu e a puxou para ela se levantar. Quando ela ficou em pé ela ficou com o corpo grudado no dele.
- O... Ok. - Ela saiu rápido, deixando Dougie sorrindo. Ele percebeu o efeito que tinha nela. Talvez tinha razão.

Quando chegou no quarto, tinha acabado de colocar funk pra tocar.
- FUUNK! - gritou rindo e começou a dançar. Seu grito chamou a atenção dos meninos lá embaixo que foram ver o que tinha acontecido
- Meu amor, eu quero que você fique caladinha! - falou em português, vendo que a primeira música de sua lista era Prisioneira. riu e começou a dançar, ela e estavam dançando de costas para a porta, que no momento estava Dougie e Tom as observando.
- Dude... - Dougie falou baixo, enquanto babava pela .
- Cala a boca, não estraga! - Tom respondeu, fazendo o mesmo por .
- VAI, FICA CALADINHA FI-FI-FICA CALADINHA! - cantava e dançava rindo.
- ESTOU CALADA, PORRA! - riu e desceu até o chão, depois se virou e deu com cara com os meninos encarando as duas. - AAAAAH! - gritou e se escondeu no banheiro.
- SEUS FILHOS DA PUTA! NEM PRA AVISAR QUE 'TAVAM AQUI! - gritou com os meninos abaixando a música.
- Poxa, a cena tava boa! - Dougie disse, rindo e entrando no quarto.
- Isso eu concordo! - Tom riu.
- VOCÊS SÃO UNS VIADINHOS! - gritou no banheiro.
- HAHAHA, isso eu concordo! - disse sarcástica.
- Não, eu to puta com vocês! - saiu do banheiro, vermelha.
- Nossa! Mas eu gostei de ver as "novenhas" descendo! - Disse Tom com uma cara safada.
- NOVENHAS? HAHAHAHAHAH - teve uma crise de riso ao ouvir Tom dizer novinhas, com o seu sotaque gringo. - Coisa fofa! - foi até ele e apertou suas bochechas
- Ei! Tira a mão! - disse em português apontando para a menina.
- Opa, já tirei ciumenta! - respondeu em português, rindo e tirando a mão da bochecha do seu amigo.
- Eles ainda não viram a velocidade 6 da Mulher Melancia, amiga! Você acha que a gente deve ensinar? - deu uma piscadinha safada.
- Mulher melancia? - Dougie perguntou, com uma sobrancelha levantada.
- Sei não, acho que eles não aguentam! Mais tarde, quem sabe? - sorriu.
- Claro que não! São fracos para nossos "dotes". - Ela riu. - Saiam! Nós vamos nos arrumar!
- Exatamente! - sorriu.
- Já to saindo, bruta! - Dougie riu e saiu do quarto.

- Amiga, o que você acha dessa blusinha? - Perguntou , revirando tudo e pegando uma blusinha rosa.
- Muito grande! - riu e tirou uma calça skinny preta da bolsa.
- Eu não me decidoooo! - se atolou no meio das roupas.
- Larga de drama, menina! - riu. - Eu vou com essa blusa do Rolling Stones e essa calça, que tal? - Ela sorriu.
- 'Tá lindo! Eu acho que eu vou com essa aqui! - mostrou uma camisa amarela escrito "Keep calm and call Batman"
- AAh, gostei! Depois você vai me emprestar ela, você sabe que eu amo o Batman! - sorriu.
- Claro, amiga! - Ela deu uma risadinha.
- Ok, agora coloca uma saia curta! Ou um jeans apertado! Ou melhor, não! - riu. - Nada muito apertado, pois vamos com o Dougie e ele tem que olhar pra mim, não pra você! - disse em português.
- AAAAAH, que penaaa! - disse zoando .- Eu vou de short, meu amor!
- Idiota! - deu língua
- Eu acho que eu vou com essa melissa aqui. - disse ignorando completamente o que havia dito.
- Eu vou com a Vivienne Westwood preta!
- Olha a que eu trouxe! Eu vou usar ela hoje à noite. - mostrou sua melissa amazonista.
- Ui, gostei!
- 'To pronta! - Disse
- Também!
- Vai chamar o Dougie que eu vou tomar água! - disse pra .
- Ok! - sorriu e saiu do quarto. Foi até a sala e ela estava vazia. Decidiu ir para o quarto de Dougie e abriu a porta de uma vez, dando de cara com ele só de toalha. - Ui! - gritou, rindo.
- Olá , minha nudez te incomoda?
- Sim.
- Sim?
- Sim.
- Por quê?
- Por que você está só semi-nu! - riu. - Brincadeira meu anjo. Eu e a estamos prontas, estamos lá na sala ok? - Dougie só concordou com a cabeça, ele estava meio alto por causa do que tinha acabado de dizer.
Na cozinha, cantava um trechinho de "When i look into your eyes", de Bon Jovi.Quando viu que não tinha ninguém lá, a garota se empolgou, cantando alto.
- "When i look into your eyes i can see how much i love you and it makes me realize when i look into your eyes i see all my dreams come true when i look into y..." - Quando fechou a porta da geladeira e deu de cara com Tom gritou. - JESUS!
- Que música bonita! 'Tá cantando pra alguém? - Tom perguntou sorrindo.
- Não, 'to só cantando minha música favorita, queridinho! - Ela sorriu de volta.
- Ah. - Tom saiu da cozinha, parecia insatisfeito.

- ? ? Vamos! - Dougie gritava, na porta.
- To indo, homem! - foi até a porta. - Como estou? - Ela sorriu.
- Mais bonita impossível. - Ele sorriu, sincero.
- Oh, obrigada. - Ela disse, vermelha. Ela achou que ele iria zoar com a cara dela, mas ela estava enganada.
- Vamos. - piscou para e foi indo pro carro.

- Ei , ficou sabendo que vai ter um Baile de Super-Heróis na escola? - Dougie perguntou, no carro.
- Não. - sorriu para . - EU VOU DE BAT-GIRL!
- Eu vou de Catwoman, toda sexy naquelas roupas de couro!- dizia fazendo uma vozinha sexy.
- Você, sexy? Duvido! - riu.
'Se a vai de Bat-Girl eu vou de Batman!' Dougie pensou, sorrindo.
- Minha linda, se eu abro os três primeiros botões da minha blusa... - deu uma risadinha. - Você lembra da festa do ano passado!
- Vish, isso é verdade! - sorriu.
- Eu sei! - Ela disse convencida.
- Idiota! - riu. - Pensando bem... Não sei com que eu vou.
- Chegamos!
- Então...eu acho que...- parou de falar e olhou para . - Eu vou naquela loja ali, a gente se encontra daqui a uma hora aqui no carro, beleza?
- OK! - sorriu e viu ir até a loja. - Dougie, estacione o carro, você vai comigo! - sorriu.
"Espero que aquela tonta não seja tão burra ao ponto de não entender o que eu fiz, mas ela é minha amiga e ela como uma boa safada sabe sim" pensava sorrindo.

- Vai me torturar no nosso primeiro encontro, ? - Dougie disse, se divertindo e saindo do carro.
- Encontro? Isso é um encontro?
- Não, mas você topa termos um amanhã? - Dougie sorriu.
- Vish... Eu combinei de sair com o Jake...
- PFF. - Dougie bufou e saiu de perto.
- DOUGIE! ME ESPERA PORRA! - foi até ele. - Você nunca me deixa terminar, fica com essa fixação pelos meninos.
- Fala logo, .
- Eu desmarco e saímos amanhã, ok? - Ela sorriu.
- Quê? - Ele disse, sorrindo.
- Isso mesmo. - Ela sorriu e entrou na loja.

viu vestidos lindos e todos que via pensava se Tom iria gostar. Ela se imaginava se iria parecer muito oferecida escolhendo um curto demais ou cavado demais, mas logo encontrou o tomara-que-caia perfeito.
- Esse aqui ele vai amar! - Ela falou para si mesma e sorriu.
- Ele quem, gata? - ouviu uma voz conhecida.
- Rick? - perguntou assustada. - O que está fazendo numa loja de moda feminina?
- Comprando uma roupa que minha irmã pediu. E você?
- Compras! - Ela sorriu e ergueu o vestido que havia escolhido.
- Quem vai gostar do seu vestido?
- Você! No nosso encontro de amanhã, mas vou ter que comprar outro, pois você estragou a surpresa! - Mentiu , a garota era uma excelente atriz.
- Ah, sim. Então, eu já estou indo. - Ele deu um beijo na bochecha dela e foi pagar as roupas para sua irmã. Quando ele saiu de perto, suspirou aliviada.

- Que tal, Poynter? - apareceu com uma calça jeans preta e uma blusa decotada rosa.
- Não gostei.
- Ok, ok.

saiu e foi entrar em outra loja, mas antes viu o que não resistiu e parou para admirar.
- LOUBOUTINS!cAIMEUDEEEUS!
"Controle-se, você não pode gastar todo seu dinheiro em um sapato" ela saiu de perto da loja e foi pra uma lojinha onde vendiam roupas de balada.

e Dougie estavam na mesma loja por quarenta minutos e ela ainda não havia escolhido nenhuma roupa.
- . Vou pegar uma coca. Ok?
- Pega uma Fanta pra mim?
- Só se eu ganhar beijo.
- Idiota! - riu e deu um beijo na ponta do nariz dele.
aproveitou que Dougie não estava por perto e começou a procurar uma roupa para o encontro dos dois. Achou um vestido perfeito, mula-manca, preto com uma estampa de onça preta e um cintinho na cintura. Pegou uma jaqueta de couro e um salto alto roxo. Ela pegou, pagou, deixou no carro e conseguiu voltar um minuto antes de Dougie chegar.
- Acho um bonito?
- Não. - Ela fez bico.
'Para com esse bico, !' Dougie pensou, rindo.
- Eu vou achar uma, eu sou foda! - Ele sorriu e saiu para procurar uma roupa.

"Eu preciso de outro vestido!" pensou na loja. "Eu... OH MEU DEUS! É AQUELE VESTIDO QUE EU VOU USAR NO PUB!" Pensou quando pegou um vestidinho rosa.]

Dougie procurou e achou uma blusa branca, caída nos ombros. Uma saia de couro, parecida com o vestido que tinha escolhido.
- Que tal? - Ele entregou para .
Ela provou e gostou, mas não saiu para mostrar para Dougie.
- Amei!
- Quero ver.
- Espera até de noite! - Ela riu e saiu do provador, com a roupa na mão e indo em direção ao caixa.

"Agora eu só preciso de um para sair com o Rick!" pensou saindo da loja. Ela entrou numa lojinha que vendia sua marca favorita : Marc Jacobs!
Ela pegou um vestidinho de alcinhas, embora tenha sido caro, ela não se arrependeu, e saiu sorrindo da loja. "Preciso de sapatos, URGENTE!"
"EU NEM SOU DOIDA, VOU COMPRAR NA SCHUTZ!"
Ela entrou na loja e saiu com três sacolas na mão, ela havia comprado sapatos lindos que nunca acharia no Brasil.

Passou-se uma hora e e Dougie voltaram para o carro, entraram e ficaram ouvindo música até chegar.
- Cheguei! - entrou no carro com umas dez sacolas na mão e comendo um sanduíche.
- Meu Deus, comprou todas as lojas. - Dougie riu.
- Não, eu só comprei muito em uma loja, querido! - sorriu.
- Grande diferença. - riu. - Vamos Poynter, vai, vai!

- AI MEU DEUS, JÁ SÃO SEIS HORAS! - gritou, fazendo Dougie frear bruscamente.
- VOCÊ TÁ DOIDA, MULHER? - Ele olhou para .
- EU VOU FICAR SE VOCÊ NÃO CHEGAR EM MENOS DE 10 MINUTOS EM CASA! TENHO QUE ME ARRUMAR! - gritou.
- TA BOM, TA BOM! - Ele acelerou e em 5 minutos já tinham chegado.

- Dougie, bonzinho, ouve sua amiguinha! - riu saindo do carro e correndo para casa.
- Tenho medo dela. - riu, saindo do carro.
- OI TOM, OI DANNY, OI HARRY, TCHAU! - Ela passou correndo, subindo as escadas.
- Oi...? - Eles responderam ao mesmo tempo.

e Dougie entraram logo depois de , que agora já estava no alto das escadas.
- E aí? - Dougie perguntou para os garotos.
- O que deu na ? - Tom perguntou.
- Ela foi se arrumar, nós vamos ao pub hoje. Se esqueceram? - perguntou sorrindo.
- Dude, é mesmo! - Tom se lembrou. - Vamos sair agora? Mas são só seis horas!
- Claro que não vamos! - Harry riu. - Não é?
- 'Pera ai, se não vamos agora, por que a foi se arrumar? - Danny perguntou.
- Porque é uma hora pra ela ficar bonita, e duas pra ela ficar linda! - disse.
- Ah. - Tom sorriu. 'Eu acho que ela fica linda sempre, poxa.' Tom pensou.
- Imagina pra ficar gostosa. - Danny pensou alto, logo depois tapando a boca.
- Cala a boca, Jones! - Tom lhe jogou uma almofada com força.
- Ai!
- Iih, ta com ciuminho! Ela nem tem nada com você, dude! - Harry disse rindo.
- Mané ciuminho, Judd! - Tom tentava se desculpar. - Só acho impróprio falar assim de uma dama.
- Ciumento! - riu.
- Quem é dama? - surgiu no topo das escadas só de toalha.
- A única doida o bastante de aparecer só de toalha na frente de 4 marmanjos! - riu.
- Admirem enquanto podem, pois eu nunca mais vou fazer isso! - fazia poses.
- Eu to com uma grande vontade de abaixar essa toalha, sabe Dougie... - comentou alto com Dougie, rindo.
- Eu apoio essa idéia, ! - Tom riu.
- Abaixa, então! Eu estou de sutiã e calcinha por baixo, o máximo que vocês vão ver é meu piercing! - mostrava a alcinha do sutiã.
- Posso mesmo? - riu.
- Para de enrolação! Abaixa logo! - Tom estava exaltado.
- Meu Deus, o Tom está tarado demais pro meu gosto! - riu e foi para o seu quarto.
- Vocês são mortais demais pra verem meu corpinho! Adeus! - saiu rindo atrás de .

- Sem graça! - Danny reclamou e levou outra almofadada no rosto.
- O Tom tá doidinho pra dar uns pega na ! - Dougie disse rindo.
- Peraí, ela falou piercing... - Harry disse pensativo.
- Tira o olho você também, Judd!
- Tomzinho, a gente tem que confessar que a sua futura peguete é bem gostosa! Então vamos parando com esse ciúmes, porque quando ela começar a rebolar naquele pub, vai chover cara pra ela! - Dougie filosofou.
- Falou o dono da outra gostosa! - Implicou Tom.
- Mas eu admito!
- Admite pra quem? - Harry riu alto.
- Pra mim mesmo! - Ele sorriu.
- É bom ficar de olho na , porque pelo que eu vi, ninguém segura ela, dude! - Harry falou pra Dougie.
- Espera que daqui um tempo eu vou estar segurando ela, viu Judd?
- Isso se alguém não chegar primeiro, Poynter. Alguém chamado Jacob. - Harry sorriu. - E você também, Fletcher. Segura sua garota se não o Richard pega ela primeiro!
- Ou se elas ficarem bêbadas e outros pegarem elas! - Danny disse.
- Ei, vocês estão no nosso lado ou não? - Tom se revoltou.
- A gente nunca disse que sim! - Eles responderam ao mesmo tempo.
- Oh, seus falsos! - Tom disse jogando uma almofada em Harry.

- , tá pronta? - perguntou, uma hora depois. Elas estavam no quarto se arrumando.
- Quase! Só falta o make, e você? - perguntou pegando o rímel.
- Sua lerda! - riu. - To pronta.
- Ok, faz um favor, pega uma bolsinha vermelha lá no armário e trás aqui.
- Eu não. Eles vão me ver já arrumada, não quero aparecer primeiro. - riu. - Ok, ok, eu faço isso.
- Eles são ainda mais lerdos! Devem estar trocando de roupa. - disse terminando de passar o rímel e pegando o batom. - Anda logo com isso!
- Vaca. - foi até seu quarto e pegou a bendita bolsa vermelha e a levou até o banheiro.
- Me dá! - abriu a bolsinha revelando um monte de piercings de umbigo. - E agora, qual eu escolho?
- Sei lá! - riu. - Você viu meu alargador verde?
- Não. - pegou um escrito sexy e trocou o piercing por baixo do vestido. - Estou ficando expert nisso!
- Sua safada! - riu. - Me empresta ai essa bolsinha. - pegou a bolsa e achou seu alargador de cereja. - Sua ladra, tava aqui? Vaca. - Ela tirou um brinco e colocou o alargador de cereja.
- Eu nem uso alargador! Só piercings de umbigo que deixam tão... - foi interrompido por batidas na porta.
- ? ? Estão prontas? - Harry perguntou do outro lado.
- Sim! - respondeu.
- Vai na frente pois tenho que arrumar essa bosta de alargador. - sorriu e começou a tentar colocá-lo na orelha.
- Ta. - saiu do quarto e deu de cara com Harry, que a examinou de cima a baixo. - Oi? - Ela perguntou quando ele ficou olhando pro decotinho do vestido.
- Me desculpe, eu... - Harry estava perdido em sua mente. - A tá pronta?

- Quer saber? Foda-se você, cereja do inferno! - se revoltou e colocou seu brinco de cruz denovo.

- Tá quase! - Ela sorriu.
- Então, quer ir pro carro? - Harry perguntou.
- Pode ser! - Ela sorriu e arrancou um sorrisinho de Harry.
- Cadê a porra do meu batom? - saiu do banheiro e foi procurar seu batom no seu quarto.
- ? - Dougie apareceu na porta.
- Olá! - Ela sorriu, já com o batom na mão.
- Eu sou muito foda, a roupa que eu escolhi ficou linda em você. - Ele sorriu.
- Concordo. Muito obrigada amor! - Ela deu um beijo na bochecha dele, deixando uma marca vermelha.

- Harry, você viu... - Tom chegou na sala e se deparou com e fez o mesmo que Harry.
- O que eu vi? - Harry perguntou.
- Peitos! - Tom respondeu.
- O QUÊ?! - perguntou rindo.
- A minha carteira. - Tom respondeu como se nada tivesse acontecido.
- Eu preciso comprar roupas de freira! - saiu indignada e foi de volta pro quarto.

- , anda logo! - chegou no quarto.
- Opa! - deu de cara com e Dougie quase dando um selinho.
- Er, to pronta, . - deu um sorrisinho e saiu do quarto, indo até a sala.
- Valeu, . - Dougie disse, indignado.
- Eu ia ficar em um ambiente em que todos olham pros meus peitos? - perguntou pra Dougie.
- Pra onde você vai não é diferente! - Dougie respondeu.
- AH! - bateu na porta de Danny. - ANDA, DANNY!
- Pera' ai, tenho que ficar bonitinho! - Danny abriu a porta com um sorriso no rosto. - Está bonita, !
- EU SEI! VAMOS! - pegou em sua mão e o puxou pra sala.
- Ih, que nervosa! - Danny riu.
- Fica quieto que é bom pra você! - Ela disse brava.
Dougie desceu as escadas e viu sentada, mexendo no seu celular.
- Er...
- Dougie, não aconteceu nada. - Ela deu um sorrisinho e um beijo no nariz dele. - Por enquanto. - Ela riu e foi pro carro.

- Eu vou na frente! - disse correndo pro banco da frente do carro.
- Não vai, não! - Tom foi correndo atrás dela e a puxou, fazendo quase cair.
- Você tá doido, Fletcher! Eu quase caí! - Disse rindo. - E pode sair, que eu falei primeiro!
- Eu vou na frente! Crianças devem ir no banco de trás! - Disse Danny.
- Olha quem fala, o bebezão Jones! - Harry riu.
- Meu Deus, bando de criança discutindo! - riu e entrou no carro atrás.
- Você é tão mais criança que já se recolhe pro banco de trás! - disse para , indo pro banco de trás derrotada.
- Não. Eu sou tão mais adulta que vou pro banco de trás enquanto as crianças discutem quem vai na frente. - deu língua para a menina.
- Vaca. - deu dedo pra .
- Também te amo, vadia. - riu.
- Ok, menos amor e mais ação. Chega pra lá, ! Tenho que entrar! - Tom riu e se sentou entre ela e .
- Vocês conhecem os Dorks? - perguntou.
- Sim, por quê? - Tom respondeu.
- Nada, não. - sorriu maliciosa pra .
mordeu o lábio em resposta pra .
- Que legal. , já imaginou como seria sair com os Dorks e com o McFly? - mandava essas indiretas, fazendo Dougie revirar os olhos.
- NOSSAAAA! - gritou. - Ia ser legal!
- Ia ser muito mais que legal, ia ser... Sei lá... Inesquecível! - riu.
- Ok, ok. Eu ligo pro James. - Danny pegou o celular e começou a ligar para os Dorks.
- AAAAAAAAAAAAH! O JAMES É TÃÃÃÃO G... - gritou e percebeu quando Tom olhou pra ela. - Ele é um excelente cantor!
- Sei lá... Eu prefiro o Danny! - viu Danny sorrir. - Danny Hall, meu amorzinho!
- Keep your mouth shut, bitch! O James é melhor! - Disse apontando pra .
- James? - Danny falava no telefone. - Sim, são aquelas intercambistas! Foi a . Então, quer sair? Lá no pub, agora! Beleza, então!
- FILHO DA PUTA, VOCÊ FALOU QUE FUI EU? - gritava com Danny.
- Bem feito! Quem mandou me mandar calar a boca. - ria. - Ei, Dannyboy, vai chamar o Steve, o Chris e o Danny e o Dave?
- É automático! Eles moram junto também. - Danny deu de ombros.
- Ah, saquei. - olhou pra janela tentando disfarçar o sorriso, mas não deu certo quando ouviu Dougie bufar.
O resto do trajeto foi em silêncio. Tom e Dougie estavam irritados por suas garotas gostarem dos Dorks, por isso ficaram sem falar nada.
- Chegamos! - Harry disse.
- Até que enfim! - disse.
- Aleluia! - riu.
- Então, eu quero beber anda logo! - riu.
- Eu também. - Dougie e Tom disseram ao mesmo tempo.
- Seus bêbados! - riu e saiu do carro.
- Vai dizer que você não bebe? - Tom perguntou.
- Bebo, mas não sou tão desesperada assim! - disse, entrando no pub.
- Aham, que mais você vai dizer? Que não fica ainda mais safada quando bebe? - perguntou irônica, seguindo .
- Eu não. Não fico safada quando bebo. - disse, sorrindo para .
- E eu sou alta! - disse rindo.
- Idiota. - riu e se sentou na mesa.
- O que vocês querem beber, meninas? - Harry perguntou sentando entre e .
- Eu quero vodka! - Respondeu Danny.
- Tá bom, princesa! Agora as outras meninas! - Harry disse irônico.
- Tequila! - Disse empolgada.
- Nada, por enquanto. - sorriu.
- Ahaaaaan, quer estar sóbria pra quando certas pessoas chegarem, né? - perguntou rindo.
- Meu Deus, parece que ela já está bêbada! - Danny disse.
- Claro! Não quero pagar mico. - riu.
- Aiai! - respondeu revirando os olhos.

Tom e Dougie pediram cerveja, Harry foi junto com Danny e pediu vodka. Cinco minutos depois que as bebidas chegaram, viu James na porta, o que fez ela beliscar a perna de .
- Menina! Chegaram! - disse em português.
James, Dave e Danny entraram no Pub e se sentaram numa mesa longe da dos McGuys.
- Danny, os Dorks chegaram! Ok, parte deles. - riu.
- OH MY GOSH! Ok, controle-se. - respirou fundo.
- Eles tão vindo pra cá, relaxa aí! - Danny disse.
- Ok, ok. - não conseguia disfarçar sua animação. Também, ia beber junto com alguns dos Dorks!
- E aí, garotos? - James chegou na mesa, cumprimentando os McGuys.
- E aí, James, Dave, Hall, na boa? - Danny sorriu pros Dorks.
- Tudo, e ai? - Hall sorriu. - Cadê as meninas que você falou, Jones? - Hall perguntou, de costas para e .
- Elas tão ali! - Danny apontou com o queixo.
- OH MEU DEUS! - Hall falou. - Elas são muito bonitas!
- Vai falar com elas! - Danny sorriu.
- Eu não, vai que elas me acham oferecido! - Hall respondeu.
- Essas aí? Com certeza, não! - Danny riu.

- Ai que aflição! - riu.
- Pra que aflição, sua louca? - perguntou, rindo.
- Os Dorks não vem aqui logo! Que agonia! - riu.
- Santo Deus! Estou a poucos centímetros do meu ídolo! - riu.
- Dos seus ídolos, ! - riu. - Ou já se esqueceu do Fletcher ali?
- Eu disse ídolo, não futuro marido! - fez uma carinha safada.
- Meninas! - Danny se aproximou.
- SANTO DEUS! - pulou na cadeira.
- MENOS, ! NÃO ME FAZ PAGAR MICO NA FRENTE DOS DORKS! - brigou em português. - Olá, Danny! - Ela sorriu.
"Cadê minha tequila?" pensou em desespero.
- Oi! - sorriu.
- Quero apresentar a vocês os Dorks! - Ele apontou para os garotos.
- Ah! - se levantou puxando junto.
"Calma, porra!" pensou, enquanto a puxava
- Esse é o James, Dave e Hall. - Danny mostrou os Dorks.
"Agora me diz uma coisa que eu não sei!" sorria para os garotos que se aproximavam.
- Oi meninos! - riu e deu um beijo na bochecha de cada um.
- Olá garotas! - James sorriu.
- Oi! - sorriu abraçando um por um.
- Dorks, essas são e ! - Danny sorriu.
"Foi essa aí que gritou que eu era lindo!" James pensou sorrindo.
- Prazer, meninas! - Hall sorriu para . - Já pediram algo? - Ele perguntou se sentando na mesa.
- Como a é rápida, ela pediu uma Tequila. Eu ainda não pedi nada! - sorriu.
- Tequila? Pra uma moça delicada? Que lindo! - James sorriu deixando envergonhada.
- Eu gosto de bebidas fortes! - sorriu.
- E outras coisas fortes também, né? - Harry falou sorrindo levando uma cotovelada.
- Ok, vai querer o que, linda? - Hall perguntou à .
- Não sei... O que você sugere? - sorriu, jogando charminho e deixando Dougie revoltado.
- Porra, que bosta. - Dougie reclamou para Harry.
- Não te falei, pega ela logo antes que alguém a agarre! - Harry riu e tomou um gole de sua vodka.
- Então, AMIGA! Quer dançar? - piscou pra .
- Preguiça, ! - sorriu. - Chama um dos meninos! - "O Tom ou o James!" pensou, rindo.
- Já que você insiste! - fez uma carinha fofa. - Vem Harry! - pegou a mão dele e foi pro meio da pista.
- Eita, porra! - Harry saiu rindo.
- , safada! - riu.
- Ok, eu sugiro um Martini, que tal? - Hall voltou a conversa.
- Que seja um Martini, então! - piscou.
- Nossa, eu amo essa música! - mexia os quadris. Tocava "Little Bad Girl" de David Guetta e Taio Cruz.
- Hum. - Harry nem pensava direito, com dançando na frente dele.

- Hey, dude, lembra que ela não tem nada com você! - Danny lembrou Tom que estava se remoendo.
- Eu sei! É isso que me mata! - Ele respondeu.

- Aqui está. - O garçom chegou. - Dois Martínis, uma cerveja e uma dose de Vodka. - Ele entregou as bebidas para cada um.
- Obrigada! - sorriu e tomou um gole do seu Martini. - Hm, gostei.
- Ei, , vamos dançar? - Dougie a chamou.
- Espera eu ficar mais alta, que eu danço! - sorriu.
- Ei, dude. Tenho medo de ver ela dançando alta. - Danny cochichou com os McGuys.
- Né? Se ela sóbria já dançava daquele jeito... - Tom riu.
- Calem a boca. - Dougie fechou a cara.
- Meu Deus, olha lá! - Danny apontou para Harry e que agora dançavam colados.
- NÃO OLHA, TOM! - Dougie tapou os olhos do amigo.
- Tira essa porra da minha cara! - Tom tirou a mão do seu amigo dos seus olhos. Ele viu a cena boquiaberto, incrédulo. - OH, man...
- Toma, afogue suas mágoas na dose de Vodka do James! - Danny roubou a Vodka do amigo e deu para Tom.
- Cadê a minha vodka que tava aqui? Ta deixa! - James nem se importou.
- A musica tá acabando, daqui a pouco ela volta! - tentou ser otimista.
- Ou não... - Steve riu.
- Fica quieto, Steve! - o repreendeu.

- Olha ela já ta voltando! - Dougie tentou sorrir pro amigo.
- Eles nem ficaram, que frescura! - Danny falou, sendo repreendido por um pisão no pé.
- Calem a boca, ok? - Tom se irritou, tomando a sua terceira dose de Vodka.

- Então, amiga, agora que tá tocando If U Seek Amy, você vem dançar comigo? - tentava explicar pra com o olhar.
- Ah, ! O papo está tão bom. - fazia doce para zoar a amiga, recebendo um olhar mortal. - Ok, ok. - Ela bebeu o resto do seu Martini e foi dançar.
- Ai, 'pera aí! - fez charme tirando a jaqueta e jogando em Tom.
- Obrigado, senhorita! - Ele tentava sorrir.
- Ei, por que o Tom tá daquele jeito? - perguntou para , já na pista de dança.
- O que você acha? Ciúmes!
- E o seu Dork que já ta babando? - dizia dançando, tentando desviar o assunto Tom Ciumento.
- Que Dork que está babando? Não vi nenhum! - pegou uma cerveja da bandeja do garçom e continuou a dançar.
- Não... Gostou da minha dancinha com o Judd? - piscou safada.
- Pera' ai, que dork? - a encarava. - Gostei, mas o Tom não gostou, sabe...
- O Tom não manda em mim. - Ela levantava a sobrancelha. - Assim como o Dougie não manda em você! - Ela falava meio alterada, por causa das doses de tequila.
- Nunca falei que mandava. - piscou. - Ei, nem meta o Dougie no assunto. - bebeu um gole da sua cerveja e sorriu. - Tive uma idéia, vamos seduzir um dos meninos?
- Claro que sim! - dançava sexy.
- Ok! Qual você seduz e qual eu seduzo? - riu.
- Harry, já tava funcionando. Você pega o Danny, que ele tá doidinho pra ver esse popozão rebolando. - batia na bunda de .
- Para se não eu gamo, amiga! - riu. - Ok. Vai lá no Harry que vou dar uma passadinha no banheiro. - terminou sua cerveja e foi até o banheiro.
- Tá bom! - Ela sorriu.

- Pera' ai, onde a tá indo? - Harry perguntou e em seguida viu se aproximar dele.
- Eu que vou saber? - Dougie respondeu, já alterado. Danny estava conversando com os Dorks sobre algum assunto banal e nem via o que estava acontecendo.
- Vem, Harry! - falava já seduzindo, ela puxou ele pela mão e o fez abraçar sua cintura.
- Isso foi baixo! - Danny olhou para Tom.

voltou do banheiro e viu abraçada com Harry pela cintura. Ela sorriu e foi até a mesa.
- E agora... Danny, vem. - Ela o chamou com o dedo e foi andando de costas até a pista, sendo seguido por ele.
- Ca-ra-lho. - Dougie resmungou, incrédulo.

- Harry, só não pise no meu pé! E dança direito, lindo! - grudou ainda mais nele.
- Tá, gata! - Harry já estava meio bêbado, e correspondia a tudo que a garota mandava.

- Dannyboy, sabia que você é lindo? - disse, enquanto descia até o chão passando a mão pelo tronco dele.
- Você é mais, tenha certeza disso. - Ele a puxou para si e colocou uma mão na cintura dela e com a outra fez ela colocar suas mãos nos ombros dele.

- Nossa, eu me identifico tanto com essa música! - Começava a tocar E.T. - I got a dirty mind, i got filty ways... - cantava para Harry.
- Ai meu Deus... - Harry falava baixinho.
- Kiss me, K-K-Kiss me! - mordia o lábio inferior e se aproximava de Harry, que a beijou.

ficou de costas para Danny e viu e Harry se beijando. "Safada!" pensou e sentiu Danny a beijar no pescoço e a puxar mais pra ele. ficou rebolando na frente dele enquanto Danny mordiscava seu pescoço.

- Extraterrestrial... - olhava nos olhos de Harry, quando se soltaram.

Danny cansou do doce que estava fazendo e a virou para ela e começou a beijá-la. Ele colocou as mãos na cintura dela e ela mexia no cabelo dele durante o beijo, Danny ora mordiscava o lábio de , ora parava o beijo e mordia a orelha dela, mas voltava rapidamente para o seu lábio.

- Você não cansa, né? - Harry riu.
- Eu? Pra que cansar, se eu posso ser boa em tudo de uma vez! - Ela sorriu de volta, passando a mão em seu pescoço e puxando pra outro beijo.

parou o beijo e começou a dançar de novo para Danny, enquanto ele passava a mão pelo corpo dela. Dougie estava quase indo lá e dando um soco em um dos seus melhores amigos, a única coisa que o impedia era que além dele e não terem nada, ele não iria bater no seu melhor amigo por causa de uma garota. "Mesmo se essa garota for tudo que você sempre quis, Dougie. E mesmo que doa ver ela com o seu melhor amigo." Ele pensou.

- Eu quero morrer! - Tom falou colocando as mãos no rosto.
- Somos dois, dude. - Dougie disse, entornando a quinta dose de vodka.

- , vem aqui! - sorriu pra amiga, se separando de Harry.
- Ok! - deu um selinho em Danny e foi até a amiga. - Diga, minha vadiaaaaaa! - já mostrava os sinais de bêbada.
- Dança comigo, agora! - Ela piscou pra , rebolando ao som de S&M.
- OK! - riu e começou a rebolar com a amiga, olhando para Danny e mordendo o lábio.
Elas ficaram de frente, e rebolavam, sexy's, atraindo a atenção dos meninos.

- Dude, o que acabou de acontecer? - Danny perguntou a Harry, - Meu Deus! - Harry dizia. - Eu peguei uma brasileira! Você pegou uma brasileira!
- Nós pegamos uma brasileira! - Danny riu e fez um high-five.

- Eu vou ao banheiro, amiga! - sorriu, mas não mostrava que estava passando mal por causa dos porres da bendita tequila. entrou no banheiro querendo vomitar, mas não o fez. Ela se sentou na tampa da privada e respirou fundo perguntando a si mesma o que estava acontecendo.

continuou dançando sozinha enquanto Danny e Harry voltavam a mesa, sendo recebido por dois meninos com a cara fechada e irritados.
- Valeu hein, dudes! - Dougie disse, irônico.
- Né? - Tom o apoiou.

estava dançando quando um homem começou a mexer com ela, no inicio ela deu corda mas ele começou a tentar a agarra - lá e ela começou a bater nele.
- Porra, o que tá acontecendo ali? - Dougie perguntou, quando viu bater no homem e ele a agarrar. Ele olhou bem e viu que esse homem era ninguém menos do que Jacob. "Bom, não tenho nada me impedindo de dar uma surra naquele filho da puta." Dougie pensou enquanto se levantava e ia na direção de Jacob.
- Porra, Jake! Para! Não quero!
- Qual é, ! Eu vi você agarrando o Jones ali, por que eu não?
- Para, Jake!
- Seu viado! - Dougie o empurrou e lhe deu um soco na cara.

- Que gritaria é essa? - se perguntou.
Quando ela saiu do banheiro viu Jake no chão e Dougie com a mão em punho. olhava com medo e estava sem ação.
- QUE PORRA É ESSA? - perguntou para .
- O... Jake... Me agarrou! - disse, chorosa e com medo. - E ai o Dougie veio bater nele... Porque ele não parava.
- Ah, é? - foi na direção de Jake, que agora se levantava. Ela o empurrou contra a parede e colocou uma de suas pequenas mãos em seu rosto. - Escuta aqui, seu bosta, se algum dia você chegar perto da minha amiga de novo, não vai ser só do Dougie que você vai apanhar, SACOU? - botou ênfase na ultima palavra.
- Tá, eu entendi! - Ele dizia amedrontado por Dougie e .

- VADIA! - Jake gritou quando virou de costas.
sorriu ao ver a amiga lhe defender, mas quando Jake lhe chamou de vadia, ela estourou e foi até o menino:
- SE VOCÊ FALAR MAIS ALGUMA COISA DESSA PRA ELA, VOCÊ TÁ MORTO. E só pra avisar, ela é mais homem que você, seu frango! - lhe deu um tapa e foi para a mesa dos meninos.
- Amiga, eu resolvo isso! - sorriu pra . - Fudeu pra você! - deu um soco bem dado no nariz de Jake, fazendo sangrar.
- Caralho. - Tom sorriu ao ver a menina fazer isso. - Essa é a minha garota! - Tom riu, depois viu o que disse e fingiu não ter acontecido nada.
- Sua garota, Tom? - sorriu fraca. Ter dado um tapa em Jake tinha melhorado um pouco, mas mesmo assim ela tremia. Dougie percebeu isso e foi na mesa abraçá-la.
- Calma, viu ? - Ele deu um beijo na testa dela. - Vai ficar tudo bem.
- AH DROGA! Meu vestido! Desgraçado! - via na mínima manchinha de sangue em sua mini roupa.
- Ei, vamos sair daqui. - Harry se levantou, pegando as coisas das meninas e foi guiando e o resto para o carro.

- Cara, desculpa estragar a noite, viu anjos? - deu um sorrisinho, ainda sendo abraçada por Dougie.
- Estragar? Eu tava doidinha pra bater em alguém! - sorria ao lado de Harry.
- Você não estragou nada, ! - Dougie sorriu pra .
- Verdade! Quem estragou foi aquele viado do Jacob. - Tom disse, entrando no carro.
- Alguém quer brincar de UFC em casa? - perguntou animada.
- NÃO! - Danny respondeu.
- Eu acho que não, hein! - Tom falou.
- , Dougie, Harry? - sorria com esperança.
- Eu não, você sabe que eu sou horrível nesse jogo. - encostou sua cabeça em Dougie, que fazia cafuné nela.
- Eu jogo. - Harry sorriu.
- Não to falando do jogo, não. E sim na vida real! - sorriu.
- Por que eu fiquei com uma tremedeira? - Harry perguntou pra si mesmo.
- Porque você é uma mocinha. - Tom disse rindo.
- E está com medo de perder! - Dougie completou.
- Vou fazer minha banca de apostas! - sorriu.
- Eu aposto na ! - riu.
- Harry! - Danny e Tom ao mesmo tempo.
- Ok, na ! - Dougie riu.
- Viado, nem fica do lado do seu macho. - Harry deu língua.
- É Harry, você não pode desistir! - sorriu convencida.
- Não vou. Vou provar pro Poynter que sou foda. - Harry riu.
- Ah é? Então quando você entrar em K.O. vamos ver quem é foda! - ria convencida.
- Ai ai. - riu.

- Pronto, chegamos! - Harry desceu do carro e abriu a porta para entrar.
- Obrigada, maricas! - olhou com os olhos cerrados, indo pro quarto trocar sua roupa para modo UFC.
riu e se sentou no sofá, com Dougie se sentando do lado dela.
- Ei, tudo bem?
- Oh... Mais ou menos... Eu to com um pouco de medo, sabe?
- Dorme comigo, hoje.
- Safado! - riu.
- Não nesse sentido, boba! - Dougie riu.

desceu as escadas, pronta para lutar. Com o cabelo preso em rabo-de-cavalo, um minishort, uma blusinha, descalça e com a câmera na mão.
- Vai pra guerra assim? - Harry riu.
- Por quê? Você não agüenta ficar sem olhar pra minha bunda? - falava irônica, ela levava as lutas a sério.
- Na verdade, não. - Harry riu. Ele usava uma bermuda e uma blusa branca. - Onde vamos lutar?
- Na sala, aonde mais? - passava por Harry. - Filma tudo! - deu a câmera pra .
- Ok! - riu e ficou com a câmera ligada, apontada para .

- E DESTE LADO, COM SUA GRANDE BUNDA, A GRANDE DANÇARINA DE FUNK, A NOVENHA, MILENAAAAAA! - Danny anunciou a entrada de , que entrou rindo e chutando alto.
- E DESSE LADO, O MR. FIT, GATO, BATERISTA DO MCFLY QUE EU PEGAVA COM FÉ! Ai Dougie! OK, OK. PAREI. HARRY JUDD! - riu.
- Pronto pra perder? - olhou pra Harry.
- Você me responda. - Harry sorriu, convencido.
- E A LUTA COMEÇA! E ESTÁ RECUANDO? HARRY NÃO VAI.. AI, ELE SOCOU O BRAÇO DELA! E ELA, ELA DEVOLVEU O SOCO, NA CARA!!! - Danny se empolgava.
- MEU DEUS, ISSO ESTÁ FICANDO PESADO! HARRY VAI PRA CIMA DELA COM TUDO E... DERRUBOU ELA NO CHÃO! ELA ESTÁ SE DEFENDENDO E APLICANDO UM ARMLOCK? ELA É PROFISSIONAL, UMA GRANDE LUTADORA! - Tom olhava sem acreditar.
- PEDE PRA SAIR, JUDD! - dizia convencida.
- NUNCA! - Ele respondeu quando acabou o round.
- E FIM DO ROOOOUND 1! - Danny gritava.
assistia rindo e balançando a câmera, o que estressou Dougie e ele pegou a câmera da mão dela e começou a filmar.

- ESPERE TOM? CADÊ A ANUNCIADORA GOSTOSA DE BIQUÍNI DO ROUND 2? ELE ESTÁ PRÓXIMO E NÃO TEMOS NENHUMA! - Danny lançava indiretas pra .
- Ela está ocupada, Jones! - riu e se levantou, levantou a blusa para mostrar só a barriga e andou falando: Segundo Round.
- Desista, Judd! - falava com uma cara brava, atacando Harry e o derrubando de primeira.
- Desiste você! - Harry respondeu rindo e tentando se virar por cima de , só que suas pernas não deixavam.
- MAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO RINGUE? ELES ESTÃO DISCUTINDO E O QUÊ? ESTÁ APLICANDO UM SOSSEGA LEÃO EM JUDD? E ELE PEDE PRA SAAAAAAIIIIIR! PEDE PRA SAAAAIRRR! O QUE DÁ A VITÓRIA INTEIRA PRA , QUE SE LEVANTA DANÇANDO! É UMA BELA CENA, NÃO É FLETCHER? - Danny perguntou.
- Eu concordo, Jones!
- Eu ganhei, sou foda! Sou ninja! - dançava até ser derrubada por Harry que lhe deu um beijo.
- Fudeu... - Danny falou baixinho.
- WOW, essa foi rápida. - comentou enquanto Tom saia da sala em direção ao quarto.
- Eu vou... Ao banheiro! - era excelente atriz, mas aí todo mundo percebeu que ela não ia ao banheiro.
- Você não tem jeito mesmo! - Danny olhou pra Harry, que estava sentado no chão.
- Boa Judd! - Dougie o repreendeu.
- Bem, como o clima está favorável, eu vou dormir ok? - sorriu.
- Vai dormir comigo? - Dougie perguntou e escutou um 'uuuuh'.
- Vou, mas primeiro vou me arrumar, ok?

- Tom! - entrou no quarto dele e o encontrou sentado na cama.
- O que você quer? - Ela via uma lágrima pronta pra escorrer, mas não quis dizer nada.
- Tom, não era pra acontecer nada! - tentou olhar nos olhos dele, que não a olhavam.
- Que nem no pub, que nem na escola! Eu te considero tanto e é isso que você me dá em resposta! - Tom fazia drama.
- Que lindo! Fazendo draminha, Tom. Até parece uma menina! - saiu do quarto e bateu a porta.

entrou no quarto onde ficava e gritou no travesseiro. Nem viu que estava lá.
- Eu quero morrer! - gritava.
- ! Calma! - foi até a sua amiga. - EI, o que aconteceu?
- Ah, tudo! É pirraça do Tom, é beijo do Harry, é... Confuso! - chorava.
- Para de chorar, amor! - deitou a cabeça dela em seu colo. - Não fica assim, ok? Pensa o seguinte, você pegou o Harry! Harry Judd! Sexy! E o Tom sente coisas por você! Então, dá um tempo que tudo vai dar certo, ok?
- Isso que é ruim, eu não sei o que fazer! - limpou as lágrimas.
- Então não faça nada! Deixa que as coisas se fazem sozinhas. - deu um beijo na testa da amiga. - Ei, quer que eu durma aqui com você? Eu ia dormir com o Poynter... Mas se você quiser...
- Não, você tem que fazer uma criança feliz! Vai lá! - sorria.
- Own, minha linda! - sorriu e deu um beijo na bochecha da amiga. - To indo então. Boa noite!
- Boa noite! - sorriu e se deitou na cama.

- Tom? - entrou no quarto do menino.
- Sai, . - Ele respondeu, deitado.
- Ei, calma. - se sentou do lado dele. - Posso te dizer uma coisa?
- Não.
- A ama você.
- Sei. Se ela me amasse ela não teria pegado o Judd.
- Olha, sobre isso... Me desculpa. Eu dei a idéia, sabe? Mas agora foi ele. E ela está chorando no quarto, então para de ser besta e vai lá!
- Boa noite, .
- Não perde tempo antes que o Harry faça algo ok? - deu um beijo na bochecha dele e saiu do quarto.

- Poynter, posso entrar? - bateu na porta.
- Pode, só estou arrumando minha cama, ou melhor, meu sofá. - Ele riu e ela entrou no quarto. Viu ele colocando um lençol no sofá.
- Poynter! Você vai dormir comigo! - riu e pegou as coisas que estavam no sofá e jogou na cama de casal. - Se não você vai acabar ficando com dor nas costas.
- Se você insiste. - Ele riu e entrou no banheiro.
riu sozinha e deitou na cama, ela já estava com sua camisola. A cama de Dougie tinha o cheiro dele e era meio dura, do jeito que gostava. Ela pegou o iPhone e quando ia começar a jogar, Dougie abriu a porta do banheiro só de boxers.
- Wow! - exclamou. Dougie soltou um risinho rouco que deixou doida. Ele começou a andar na direção dela e ela sorriu. - Ei, Poynter? - 'Sim' - Vai dormir... Desse jeito?
- Vou.
- Ok. Se você vai dormir igual dorme normalmente eu também vou! - riu. Ela se levantou e tirou a camisola, deixando a mostra seu sutiã . Dougie arregalou os olhos e sorriu maliciosamente. mostrou a língua e pegou uma blusa verde da Hurley e vestiu.
- Como estou? - Ela riu e deitou na cama.
- Preferia antes. - Ela deu um tapinha nele.

Depois que passou no seu quarto, Tom não conseguiu tirar um pensamento da cabeça: estava chorando. Ele queria que ele fosse um pouco mais parecido com Dougie, que perdoou na hora. Bem, parecia isso. Mas... Uma idéia veio em sua cabeça: Ir no quarto dela. Como disse, é melhor ele fazer algo rápido do que Harry fazer primeiro. Ele vestiu uma bermuda e saiu até o quarto de .
- ? - Tom perguntou baixinho, batendo na porta.
- Entra. - Ele ouvia a voz recém-choro de .
- Me desculpa. - Ele fechou a porta e se encostou nela.
- Por quê? - se levantou e ergueu uma sobrancelha.
- Por ter sido tão idiota com você. - Tom não olhava pra ela.
- Só? Você foi tudo, hoje! - gesticulava com as mãos.
- Eu sei! Por isso eu to te pedindo desculpa, se você não quiser aceitar eu não posso fazer nada.
- Ta, eu te desculpo! - Ela virou os olhos. - Vai ficar aí mesmo?
- Era pra eu estar aonde?
- Sei lá! No seu quarto, ou aqui na cama. Onde você preferir.
Tom se desencostou na porta e sentou do lado de . Ele passou um dos braços pelo ombro dela e a abraçou.
- Eu não queria que você tivesse ficado com o Judd.
- Mas foi só por diversão! E eu só quis ele no Pub. Ele que me agarrou aqui em casa. Me desculpa também. - completou. - Se eu soubesse que ia dar nisso, eu não teria ficado com ele. - Ela olhou para os olhos de Tom, que olhavam pros seus próprios pés.
- Tá bom, eu te desculpo. - Tom falou sorrindo pra .
- Vai ficar aqui mesmo? - perguntou.
- Vou, algum problema?
- Não. Eu vou botar meu pijama, então! - Ela deu uma piscadinha pra Tom.
- Meu Deus, você gosta de coisas micro! - Tom falou quando saiu do banheiro, com seu pijama de alcinhas e sua pantufa.
- Pois é. - Ela deu de ombros.
- Deita aqui! - Ele foi se empurrando pro canto.Ela acenou com a cabeça e deitou virada pra Tom, com a cabeça em seu peito.
- Boa noite, Tom.
- Boa noite, .

- Larga de ser safado, menino! - riu.
- Vou tentar. - Ele riu. - Boa noite, pequena. - Ele riu e abriu os braços.
- Boa noite, pequeno. - Ela se aconchegou no abraço de Dougie e dormiu.

No outro dia de manhã, acordou se sentindo incomoda. Tom estava em cima dela.
- Tom? - cutucou ele. Nada. - Tooom. TOM!
- Ai, que foi? - Ele levantou a cabeça, sem ver que estava embaixo dele.
- Você está me esmagando, seu gordo!
- Me desculpa, . É que você é tão pequena, que eu nem senti. - Tom saía de cima dela, relutante.
- Tá, vai se arrumar que tem escola hoje!

- ...
- O quê?
- Acorda.
- Não, pequeno.
- Você realmente gostou desse apelido, hein?
- Gostei, poxa. - Ela riu e se sentou. - Bom dia.
- Bom dia, pequena. Dormiu bem?
- Na verdade, não. - Ela riu.
- Ah é? - Ele a ameaçou.
- É. - Ela riu e um segundo depois Dougie estava em cima dela a prendendo.
- Dormiu mal?
- Muito. - Ela riu.
- Certeza? - Ele se aproximou dela.
- Yeap.
- Então, é GUERRA! - Ele começou a fazer cosquinhas com a boca na barriga dela.
- DOUGIE PARA! HAHA. - Ela ria. - PARA MENINO! DOUGIE, PARA!
- Só se eu ganhar beijo. - Ele sorriu. Ela deu um beijo no nariz dele e ele soltou ela.
- Obrigada, agora vou me arrumar! - Ela riu.
- Ei! E a minha blusa?
- Minha agora. - Ela sorriu e saiu do quarto.

entrou no banheiro. Ela cantava Rolling in the deep, e ouviu entrando:
- BOM DIA, VADIA! - gritou do chuveiro.
- Ótimo dia, amor! - riu e começou a mexer no seu armário.
- Ótimo dia? O que aconteceu ontem? - Ela saiu de toalha, com uma carinha maliciosa.
- Nada disso, sua safada! - riu. - Eu só dormi com ele, e isso já é uma coisa boa!
- Ah, ta. - Ela voltou pro banheiro, trocando de roupa.
- Safada! - riu, tirando sua roupa para ir à escola. Escolheu uma blusa cinza do Batman, um short jeans claro, um colar prata de asa, seu allstar cinza tipo uniforme do exército e sua mochila do super-man.
- Eu não vou botar minha blusa agora. Eu sempre derrubo coisa nela, e eu acho bom você não botar essa aí agora também. - saía de sutiã, saia e meias do banheiro, exibindo seu piercing. Ela pegou a bolsinha vermelha e escolheu um piercing com um ursinho pendurado.
- Super normal sair assim, hein gata? - riu mas fez o mesmo que ela, tirou a blusa e colocou a de Dougie que ela tinha ido dormir. Foi até a cozinha e viu Danny.
desceu pra cozinha, logo atrás de . Ela havia botado uma blusinha curta, e assim dava pra ver uma pequena parte do penduricalho de seu piercing.
- Bom dia, Danny. - sorriu.
- Bom dia, .- Danny sorriu de volta.
- Que que é isso aí na sua barriga? - Tom perguntou chegando na cozinha.
olhou pra com os olhos arregalados, como se pedisse a amiga uma explicação.
- Um piercing, durt! - riu. - Bom dia Danny, Fletcher.
- Piercing? Como é que eu não senti isso? - Tom perguntou.
- Como assim não sentiu, Tom Fletcher? O que você fez com ela noite passada? - Danny deu um sorrisinho malicioso.
- Você tira pra dormir! - respondeu como se fosse algo normal.
- Aaaah, ignorado outra vez. - Danny fez bico.
- Own, bebê! - apertou suas bochechas.
- Meu Deus, vou saindo. - riu e saiu da cozinha, com uma caneca de chá e se sentou no sofá.
não comia de manhã, então pegou uma xícara de café e se sentou, esperando esfriar.

- Bom dia. - Dougie apareceu na sala.
- Você já me disse isso, besta. - riu. - Está bonito, pequeno.
- Obrigado, mas você vai... Assim? - Ele apontou para a barriga dela.
- Vou. - Ela sorriu.
- Não vai.
- É, eu não vou. - Ela riu.

- Bom dia! - Harry chegou sorrindo na cozinha.
- Bom dia, Harry! - sorriu de volta.
- Bom dia, Judd. - Danny e Tom responderam.

- Eu... Eu vou colocar minha roupa, ok? - deu um sorrisinho chocho e subiu, deixando Dougie sozinho na sala. Ela vestiu a blusa do Batman e passou um gloss, desceu e foi até a cozinha.

- Olá, Harry! - Ela sorriu e pegou outra caneca de chá.
- Oi, ! - Ele sorriu para .
- Estão todos acordados? - sorriu e se sentou na bancada perto do fogão.
- Não. - respondeu. - Eu nem consegui dormir direito ontem à noite.
- Ui. - sorriu safada. - O Fletcher não te deu descanso?
- Não! - respondeu.
- O quê? - Os três perguntaram.
- Ele ficava se mexendo pra lá e pra cá, e toda hora me chutava.
- Ui, a noite foi intensa! - riu.
- Bom dia, Judd. - Dougie chegou na cozinha e ficou do lado de .
- Ai, essas pessoas que tudo pensam besteira! - levantou, botou sua xícara na pia e foi pra porta da cozinha.- Eu vou me arrumar! - Ela disse.
- Peraí! - Harry gritou.
- O que é?
- Que que é isso aí na sua barriga? - Harry perguntou curioso, fazendo revirar os olhos.
- Isto aqui, - ela levantou a blusa. - é um piercing! Tchau!
- Essa nos induz a pensar merda e reclama! - riu. - Falo é nada.
- Né? Mas e você , dormiu bem?
- Muito. - Ela deu um sorrisinho discreto.
- Nossa! Se eu tivesse dormido com o Dougie, eu ia ter dormido muito melhor! - gritou lá da escada. - Te garanto que os roncos dele não me dariam chutes.
- Espera ai, você dormiu com o Dougie? - Danny perguntou, a repreendendo.
- Ahnnn... Não? - Ela sorriu.
- Depois fala que a é safada... - Harry riu.
- Eu garanto que sua amiga doida vai passar o dia inteiro te zoando, . - Tom riu.
- Só zoar? Ela vai fazer o escambau com todo mundo hoje! Ela bebeu ontem. - Danny arregalou os olhos.
- Ela que pensa que eu vou deixar barato! Afinal, ela também dormiu com você, Tommy. E ela também bebeu demais... Então... - sorriu, maleficamente.
- Eu tenho medo da . - Harry comentou.
- Ela é demais. - Dougie pensou alto e ficou vermelho, recebendo um beijo na bochecha de .
- Eu sei que eu sou uma DIVA! - disse ressurgindo na cozinha, agora com uma blusinha escrito I LOVE NERDS.
- Não é você, sou eu. Sorry! - riu e desceu da bancada.
- Aham, e eu sou uma santinha! - piscou para a amiga.
- Se fode! - deu lingua.
- Na verdade, , eu falei da . - Ele riu, abraçando a amiga.
- Toma! - riu e abraçou Dougie de volta.
- A conversa ainda não chegou na senzala, Dougie. - entrou na cozinha sentando aonde estava antes.
- Larga de ser chata, mulher! - riu.
- Bom, gueto, vamos! - Tom se levantou e foi até a porta da sala.
- Quando eu sento. - falou indignada. - Só quando eu sento!
- Bem feito! - pegou sua mochila e foi até o carro, sendo seguida por Dougie e o resto dos meninos.
- Volta aqui, guria, você vai apanhar! - se jogou em cima de .
- Socorro, uma baleia em cima de mim! - gritou rindo.
- De que você me chamou? - Ela batia na testa de .
- GORDA! - riu e puxou a perna dela.
- Vadia! - riu pelo tombo.
- Vaca! - riu. - Fletcher! Segura sua mulher, porra! - ria.
- Não, Tom! A cena está boa! Só faltava elas estarem de biquíni na lama! - Danny riu.
- Idiota. - Tom foi até as duas no chão e pegou no colo.
- Me solta, Fletcher! - ria. - Vem aqui, ! Eu vou te arranhar a cara!
- Não deixa a louca solta, Tom! - se levantou e se escondeu atrás de Dougie.
- Ta bom, Tomzinho! Pode me soltar, eu já acalmei! - Ela sorria.
- Sério? - Tom olhou desconfiado.
- NÃO ACREDITA NELA, THOMAS!
- Aham! - Ela deu um sorriso gigante.
- Não, ela disse que já está bem! Por que ela mentiria? - Tom a colocou no chão, fazendo-a se transformar.
- Vem aqui, ! - empurrou Dougie.
- Ai, brutinha! - Dougie fez uma voz gay.
- Dougie, não deixa ela me pegar! - saiu correndo e se prendeu no carro.
- , tem alguma coisa de errado comigo! - correu pra dentro de casa, especificamente no banheiro.
- O que foi? - saiu correndo atrás dela e ficou na porta do banheiro esperando a amiga sair.
- I CATCH YOU, BITCH! - Ela se jogou em cima de .
- SOCORRO! - saiu correndo com pendurada nas suas costas. - TIRA ISSO DE MIM!
- HAHAHAHAHAHA! - desceu de .
- É sério! Acho que aquelas tequilas de ontem não me fizeram bem!
- É, pode ter sido. - foi correndo até o carro e entrou lá, sendo seguida por Dougie, que se sentou do lado dela.
- O que houve lá em cima? - Dougie perguntou, vendo chegar com remédios,
- Nada, era plano para me pegar essa vaca! - fez bico.
- Era!
- Tudo bem, ? - Tom a perguntou, no carro.
- Tudo sim! Foi só um planinho do mal. - sorriu.
- Má! - Harry riu.
- Cara, essa correria me deixou com dor de cabeça, sabia? - apoiou a cabeça no encosto do carro.
- Comigo perto tem que estar preparada pra tudo! - fez uma carinha maliciosa e olhou pra Tom. - Ouviu, Fletcher?
- Viu, Fletcher? - Danny repetiu.
- Isso. É. Sexy. - Harry, que estava dirigindo o carro, riu.
- Cala a boca, Judd! - Harry ouviu de todo mundo no carro.
- Meus anjos, só não gritem, ok? - pediu.
- E você não vai sentir frio com essa roupa não? - Tom perguntou pra .
- E biscate sente frio? - riu.
- Oh, como você fala isso de mim? - perguntou.
- Como falo isso de você? Eu te conheço! - riu.
- Sem querer ofender, , mas em parte talvez ela, sei lá... - Harry enrolava. - Ela até que tá certa.
- Olha, Harry! Eu tenho uma coisa aqui pra você! - gritou empolgada.
- Não grita. - pediu.
- O quê? - Harry sorriu.
- Um dedo do meio! - deu dedo pra Harry. - Desculpa, amiga.
- Desculpada. - sorriu.
- Ai, sua má! - Harry fez uma cara fofa.
- Não faça essa cara fofa! - Ela fez uma cara de má.
- Então... Ontem vocês nem falaram com os Dorks direito, né? - Dougie puxou assunto.
- A tava muito ocupada ontem. - Tom falou revirando os olhos.
- Os Dorks! Nem lembrei deles. - riu.
- Nossa, amiga! Que poder o seu peguete tem, hein! - falou em português.
- Se fode, que tal? - sorriu, cínica.
- Desculpa, não dá! - Ela revirou os olhos.
- Se algum dia elas começarem a xingar a gente do nada, a gente vai ter uma idéia do tanto que elas nos amam. - Danny falou pensativo.
- Danny lerdo. - riu.
- Eu to com vontade de cantar Mamonas. - sorriu.
- Manonas? - Tom perguntou.
- Mamonas! Com M. - riu sozinha.
- O que é isso? - Danny perguntou.
- É uma banda lá do Brasil, Danny! - riu. - 'Mina, teus cabelos é da hora! Teu corpão um violão! Meu docinho de coco, tá me deixando louco!' - sorriu.
- 'Minha Brasília amarela, tá de portas abertas pra onde a gente se amar, peladjos em Santjos!' - cantava empolgada.
- Que porra é essa? - Harry perguntou, estranhando.
- Eu gostei! - Danny riu
- Eles não vão entender, amiga! - fez uma cara decepcionada. - Deixa pra lá.
- Isso é verdade. - concordou, descendo do carro.

- Aiai, quero ver a cara do Jake quando ele chegar com o nariz enfaixado! - fez uma carinha fofa e má, fazendo Tom apertar suas bochechas. - Me larga, porra!
- Nossa! Nem me lembrava dele. - sorriu, fraca.
- Ainda bem, né Dougie? - Danny riu e ouviu Dougie resmungar algo indecifrável.
- Que que ele vai dizer? - ria maléfica. - "Eu caí da escada!" ou até mesmo "Eu levei uma bolada!". Eu só quero ver!
- Qualquer coisa eu desminto ele! - riu. - Imagina a cara dele quando eu chegar e cortar ele tipo: 'Caiu da escada, Jacob? Pelo o que me lembro, a te deu um soco no Pub!' - sorriu, triunfante. - Vai ser mágico!
- Se vai! Ele apanhou de uma garota, ainda mais uma garota minúscula de pequena! HAHAHAHAHAHA! - Ela dava saltinhos de alegria. - Ta bom, parei.
- Essa guria é estranha. - Harry comentou baixinho com Tom.
- Né? - Tom respondeu, abobado olhando para .
- Ei, Fletcher! Fecha a boca, a baba está descendo! - Jones riu.
- Idiota. - Tom tentou disfarçar.
- Vamos amiga! Eu quero sentar na primeira cadeira pra ver ele entrando! - Ela entrava na sala, se sentando na primeira carteira.
- Eu não vou sentar na frente. - Danny disse.
- Eu também não! - riu e se sentou atrás de Danny.
- É, eu também não! - se moveu pra última carteira da fileira.
- Vai entender! - Tom falou pra si mesmo.
- Tommy, conheço ela há anos e não entendo! - riu.
- Eu sou mesmo uma pessoa difícil! - riu.
- Sério? Não parece! - Harry falou irônico, dando uma piscadinha pra e recebendo um olhar mortal.
- Às vezes esse Harry pede para apanhar. - comentou.
- Eu que diga. - Tom riu.
- Eu que diga, dois. - olhava Harry se sentar. - Eu vou beber água.
- Vai e não volta! - riu.
Quando ia saindo pela porta deu de cara com Jake. O sorriso dela no rosto foi inevitável ao ver o nariz do moço enfaixado. Ela olhou pra e saiu da sala.
- E ai Jake, se meteu numa briga? - Jones provocou.
- Eu acho que ele bebeu além da conta, né? - Tom deu uma risadinha.
- Já eu acho que ele recebeu o que mereceu. - sorriu.
- Por mim, merecia mais. - Dougie comentou.
- Calem a boca. - Rick apareceu. - E ai, o que aconteceu com o seu nariz, dude?
- É! O que aconteceu com o seu nariz? - surgiu na porta sorrindo.
- Er... Nada. - Jake disse, desconfortável.
- Nada? - perguntou, com uma sobrancelha levantada.
- Eu achei que eu tinha visto alguma coisa! - entrou na sala sentando em seu lugar. - Sei lá, uma briga de bar, ou um soco de uma garota. Mas já que não foi nada...
- Um soco de uma garota? - Rick perguntou.
- Mané soco de uma garota! - Jake disse, tentando mentir.
- Sério, Jake? Não foi isso que eu vi, e ri vendo. - Dougie riu. - Pelo o que me lembro, a te deu um soco lindo nesse seu nariz.
- Serio? Eu achei que tinha sido um garoto. - Jake mentia.
- É, às vezes até minha força me confunde. Mas já que eu pareço um garoto, devia jogar todos os meus sutiãs fora, né? - dizia sarcástica.
- Ou será que você estava tão bêbado que não se lembra, Jake? - riu.
- Ele deve se lembrar sim, . Do soco que levou, de todo mundo rindo, do tapa que você deu... - Dougie piscou. - Só deve está tentando não pagar mico.
- Bem, tarde demais, darling! - riu.
- Ah, parem! - Jake sentou e cobriu a cara.
- Você tem que ficar com a cabeça pra cima pro sangue do seu nariz não escorrer! - falou irônica.
- Ou pra todo mundo ver que você apanhou! - Tom riu.
- Gente, já chega! Daqui a pouco, o sangue que deveria estar saindo pelo nariz vai ficar na bochecha, igual está agora! - riu, vendo as bochechas de Jake ficarem vermelhas.
- Ta bom, parei. - levantou as mãos.
- Eu acho que merecia mais um pouco. - Dougie sorriu.
- Ta bom, Dougie! Aí já é bullying. - levantava as sobrancelhas.
- Bom dia, alunos! - O professor de história entrou na sala, o seu nome era Paul e ele começou a dar matéria, atrapalhando os meninos a continuar a zoar com a cara de Jake. Como de costume, dormiu na aula de História.
- Ow, cutuca ela aí! Ela tá de saia, daqui a pouco as roupas de baixo dela aparecem! - Danny falou.
- Deixa, ué! - riu, recebendo um pedala de Tom. - Ok, ok. , amiga, acorda! - deu um peteleco na orelha dela.
- Não! - virou pro outro lado. - E vai se ferrar!
- Com quem que ela tá falando? - Danny perguntou.
- Acho que é comigo. - riu e deu outro peteleco nela.
- Ta bom, ta bom! - fez uma cara emburrada.
- Falei. - sorriu.

Passou-se mais duas aulas e chegou a hora do recreio. e foram para a quadra ver os meninos jogarem - ou tentarem jogar - futebol, elas riam mais do que assistiam.
- Bando de franguinhos, esses McGuys! - riu.
- Nós somos melhor do que eles, só nós duas no time! - riu junto.
- Tive uma idéia, depois vamos jogar? - sorriu.
- Pra humilhar? Claro que sim! - riu alto.
- Por que estão rindo tanto? - Dougie apareceu, se sentando do lado de , todo suado.
- Porque somos melhores que vocês todos juntos! - explicou rindo.
- Humpf. - Dougie emburrou.
- Só se emburrou porque sabe que é verdade, né Poynter? - riu.
- Continua falando que eu te dou um abraço todo molhado de suor, !
- Eca! Eu vou sair antes que sobre pra mim! - foi saindo devagar.
- Bu! - Tom a abraçou por trás, suado igual Dougie.
- Eu não queria ficar fedorenta. - fez uma cara de decepção.
- Mas eu sou tão cheiroso! - Tom se cheirou.
- Ah, por favor! - se soltou dele. - Ô vadia, vamos jogar?
- Vamos! - se levantou.
- Então, vocês vem jogar com a gente? - olhou para Dougie e Tom.
- Claro, garota! - Tom passou por elas, puxando Dougie.
- Vai ser muito bom ganhar deles! - riu e fez um high-five com .
- Vamos jogar! - fez uma cara fofinha.
- Ih, as garotas tão invadindo a quadra! - Danny olhou.
- Garotas, não! Brasileiras! Somos boas! - sorriu.
- Vish... - Harry riu.
- Vish o que, Judd? Quer quebrar o nariz também? - zoou.
- Se esqueceu Harry? O Brasil não é o pais só de mulher boa, também é o do futebol! - sorriu, com a bola debaixo do seu pé. - E nós somos essas duas coisas juntas, honey!
- Yes, sweetie. - riu. - Manda a bola.
sorriu e passou a bola para . pegou a bola com as mãos e botou no meio de campo.
- Como vocês vão jogar sem um goleiro? - Tom encarou.
- Somos tão fodas, que não precisamos de goleiro. Campo ou bola? - riu.
- Bola! - Ele se afastou para chutar.
- Beleza.
correu para o gol, deixando para atacar. Quando Tom iniciou a partida, deu uma risada alta, pois a bola não tinha chegado nem no meio do campo delas.
- Vai, ! - chutou a bola pra .
sorriu quando recebeu a bola com o seu pé, olhou para frente e viu Dougie a olhando com um ar de superior. Ela riu e driblou Poynter, passou para que chutou alto e finalizou com uma bicicleta, marcando o primeiro gol.
- NA SUA CARA, MEU POYNTER! - riu, se levantou e correndo até .
- FIQUEM CALADINHOS! - disse comemorando e dançando.
- Fica fica caladinhos! - colocou o dedo médio na boca e piscou para os meninos.
- Ei, vamos continuar o jogo? - Harry perguntou, irritado.
- Claro, queremos ganhar! - disse voltando pro gol.
- A questão não é querer ou não, , é saber se vão ganhar! - Tom riu.
- Ei, Tommy, está um a zero, então você não está em posição de falar nada ok? - riu.
Dessa vez, Dougie iniciou a partida. Ele corria pra todos os lados, tentando desviar de , mas ela sempre tomava a bola dele. Por um momento, os garotos cercaram , que entrou em desespero.
- CATITI! - acenava pra garota.
deu um chapéu nos garotos e mandou a bola pra , que saiu correndo enquanto não tinha ninguém na defesa, marcando outro gol pra seu time.
- Então, né... Desculpe se não temos freio! - riu alto.
- Não me canso de gritar: TOOOOMA! - ria.
- Humpf. - Dougie resmungou e foi para o meio do campo.
- Já cansaram, babes? - perguntou, rindo
- Não! - Tom respondeu malcriado.
- Nunca cansam de perder, né? - levantou as sobrancelhas, indo exercer seu papel de goleira, enquanto Tom se preparava para chutar.
- Vai, gatinha! - ria.
Tom chutou a bola, dessa vez com raiva, fazendo a bola parar nos pés de . Ela andou devagar no inicio, esperando ir para o outro lado.
- Anda logo, ! - Danny disse, parado na frente dela.
- Ta bom! - saiu correndo, e se encontrou com .
tocou a bola pra , que driblou até chegar na área, mas dessa vez ela foi surpreendida.
- PUTZ! - gritou, sofrendo falta por um carrinho de Danny.
- O que foi isso! - Ela reclamava no chão.
- Danny, não vale roubar! - Harry ria de caída no chão.
- ISSO É PENALTI! - gritava.
- Danny apelão! - ria e ia ajudar a amiga a se levantar.
- Espero que nada tenha aparecido! - dizia ajeitando a saia.
- Eu também. - Tom disse, baixinho.
- Vamos acabar logo com isso! - pegou a bola e foi bater o pênalti. Mas um grande erro ocorreu.
- UIII! - Os garotos olhavam.
- Ai! - Harry colocava a mão entre suas pernas, o lugar onde a bola tinha batido.
- Meu Deus! - correu até Harry, que parecia que ia desmaiar. segurava o riso atrás de Dougie.
- Poxa , isso não é uma coisa que fique rindo. - Tom a repreendeu, o que fez ela soltar o riso de uma vez.
- HAHAHAHA EU SEI HAHAHAHA, MAS É ENGRAÇADO HAHAHAHA. - Ela caiu no chão de tanto rir.
- MEU DEUS, ELE NÃO VAI MAIS TER FILHOS! - Danny gritava.
- ELE SUPERA, DANNY! - ainda ria.
- Harry, foi sem querer! Mas você merecia, MAS FOI SEM QUERER, EU JURO! - abanava Harry com a mão.
- Ele vai morrer, ! - Tom falava.
- Vai nada! Ele só precisa de uma massagem! - ainda ria, mas agora menos. - Quem se habilita?
- TCHAU E BENÇA! - se levantou e saiu correndo.
- Meu Deus, que paia! Ela deixa o menino estéril e depois sai correndo. - foi até o menino.
- Er... ? - Dougie disse.
- Sim? - Ela perguntou, enquanto se ajoelhava do lado de Harry.
- Você... Vai fazer a ... Massagem? - Dougie perguntou, enquanto ouvia Tom e Danny segurar o riso.
- CLARO QUE NÃO, POYNTER! QUE TIPO DE MENINA VOCÊ ACHA QUE EU SOU? - deu um chilique e colocou a cabeça de Harry em seu colo, ficou fazendo cafuné nela enquanto o menino ainda se contorcia.
- Ta bom! Eu que tinha que fazer essa desgraça dessa massagem! Mas eu não vou tocar... Aí. Quer que eu chame a enfermeira? - olhava com pena pra Harry.
- Não, tá até passando! - Harry olhava com lágrimas nos olhos. segurou o riso de novo.
- Ele tá é com cãibra! - Tom falou.
- Vem, Harry! - puxava o menino pelos braços.
- Cãibra... Lá? - perguntou, se levantando e indo para o lado dos meninos.
- É... Às vezes dá. Mas só quando é uma pancada monstro. - Dougie riu.
- ISSO! EU QUE TENHO QUE LEVANTAR ESSE MENINO SOZINHA! - gritava.
- Não creio. - olhou para . - QUEM MANDOU ACERTAR A CRIANÇA! AGORA SE VIRA!
- Ai, tá bom! - passou uma das pernas pro outro lado de Harry, fazendo menos força.
- AIAIAIAI! - Harry gritava de dor.
- Ai, calma! - ajoelhou em Harry.
- Já vai começar! - Tom foi saindo.
- Ta, de novo! Você tem que levantar, a gente tem aula. - puxou Harry, colocando ele em pé.
- Doug, é melhor você pegar uma cadeira de rodas pro nosso Judd aleijado. - riu e colocou o braço de Harry em seus ombros.
- Agora eu entendo porque o Jake disse que você não era garota! - Harry deu um sorrisinho.
- Ei, boto fé de todo mundo perder aula na enfermaria! - Danny riu.
- Eu quebro a perna de todo mundo agora mesmo! - riu.
- Prefiro fingir que estou com dor de cabeça, obrigada ! - riu.
- Ok. - fez uma carinha fofa.
- Pode ir na frente, amiga. Eu carrego o Judd! - sorriu.
- Ok, boa sorte. - piscou e foi correndo até Dougie, pulou em cima dele e ele saiu correndo com ela no colo até a enfermaria.

- Desculpa, Harry! É serio, eu não queria te acertar, muito menos te machucar. - deu um sorrisinho.
- Eu acredito! - Ele riu. - Eu também acho que mereci.
- Aé, por quê? - Ela levantou uma sobrancelha.
- Ah, por ontem, por ter estragado tudo com o Tom. - Harry fez uma carinha fofa.
- Que isso! A gente nem tem nada! E eu até admito que gostei de ter ficado com você! - deu um sorrisinho envergonhado.

- Sua louca! - Dougie gritou quando pulou em cima dele, ela não havia feito nenhum barulho, mas ele já sabia que era ela.
- Sou 'mermo', pensando o quê? - riu e mordeu a orelha dele.
- Ai, para, assim eu me arrepio! - Dougie brincou, mas no fundo era verdade.
- Idiota, me leva na enfermaria, estou com dor de cabeça.
- Ok! - Dougie saiu correndo com ela nas costas

- Você quer ir pra enfermaria? - perguntou, chegando na frente do tal lugar.
- Eu acho que eu consigo assistir aula. - Ele fez um biquinho.
- Ta bom, eu sento na sua frente, então. Se você desmaiar... - Ela deu de ombros, levando ele pra sala.
- Se bem que... É física, e eu nem quero ver a aula! - Harry olhou pra .
- Ta boooom! - virou os olhos, levando ele pra enfermaria.

- Oi, enfermeira? - Dougie chamou na enfermaria, uma mulher morena, alta, com o corpo definido apareceu.
- Oi anjinho, o que foi?
- Er... A ... Minha amiga .... ! - Ele se lembrou. - Está com dor de cabeça.
- Ok! Deixa ela ali dentro. - A enfermeira sorriu e se virou para o computador.

- Idiota! - resmungou, já dentro do quartinho.
- O quê?
- Arght! - se revoltou e fechou a cara.
- OOOOW! - gritou chegando na enfermaria.
- A chegou. - Dougie falou abaixando a cabeça.
- Jura? - disse irônica. Ainda estava irritada com Dougie.

- Enfermeiraa! O menininho aqui perdeu as bo... - pensou. - Ele se machucou feio!
- Sim, sim, já vou atende-lo! - A enfermeira passou atraindo a atenção de Harry, que babou.
- Vou vazar! Tchau. - largou Harry numa cadeira e saiu.

- Por que está tão raivosa, ? - Dougie perguntou, inocentemente.
- Por quê? Porque você babou tanto pra essa enfermeirazinha aí, que esqueceu o meu nome! - bufou.

chegou na sala e sentou em sua cadeira. Ela olhava Danny e Tom falarem sobre alguma coisa estranha, pois os dois riam alto.
"Eu to louca pra saber, mas eu não vou me intrometer!" pensava sozinha.
- Hein , você acha que o Harry vai ter filhos no futuro? - Danny perguntou.
- Sei lá! Não cuido dos países baixos dele! Pergunta pra enfermeira, aproveita e fica por lá que aí eu posso dormir sem ninguém me incomodar! - sorriu.
- Nossa, sua grossa! - Danny se fingiu ofendido.
- Putz, de que mais vão me chamar? Só hoje foi menino, grossa... Estou esperando o próximo! - Ela disse nervosa.
- Calma, linda! - Tom riu. - Você não percebe quando a gente te elogia, né?
- Claro! Uma ofensa vale mais que mil elogios. - Ela abaixou a cabeça, deixando os garotos quietos.

- Poxa , só por que eu achei ela...
- Nem se atreva a dizer bonita! - gritou.
- , eu te acho mais bonita. - Dougie disse, a olhando.
- O... O quê? - encarava os olhos azuis dele.
- É, você é bem mais bonita. Os olhos verdes dela não chegam nem perto dos seus olhos pretos.

Na aula, dormia de novo. Com medo do professor tira-la de sala, Tom a acordou, recebendo um xingamento por não deixá-la dormir.
- Relaxa aí! - Ele falou e voltou a atenção pro professor.
- Essa merda não acaba nunca! - Ela cochichou pra Tom.
- Não acaba? Você está dormindo tem dois horários!
- O quê?
- Brincadeira, mas já é quase o final dessa aula. Daqui a pouco é educação física.
- Posso ir ao banheiro? - perguntou pro professor.
- Claro, aqui está seu passe. - Ele respondeu.
- Valeu, aí. - saiu da sala e foi direto pra enfermaria.

- ! - Ela chegou empolgada.
- ? - a olhou, desapontada.
- Oi, ! - Dougie sorriu.
- Vai ser aula de educação física! - Ela sorria como uma criança que ganhava um doce. - Acho que vai ser vôlei!
diz:
- Vôlei? - saiu do transe. - VÔLEIIII! - gritou.
- Silêncio, aqui é uma enfermaria! Beijos vou voltar pra sala. - Ela mostrou o passe e voltou correndo.

- Aonde você foi? - Tom perguntou, sabendo que a desculpa do banheiro não funcionava mais.
- Na enfermaria. - Ela revirou os olhos. - Quer saber até aonde vou, Fletcher?
- Claro!

- Dougie, agora você vai ver sua amiga gata jogando vôlei! - sorriu. - Ah é, você não tem aula comigo.
- 'Pera ai! Minha amiga gata ou minha gata? - Dougie perguntou.
- Isso só depende de você, Poynter. - piscou e saiu da enfermaria, em direção a quadra de vôlei.

O sinal tocou e correu para a quadra, pulando em e a assustando:
- SUA LOUCA, QUAL É O SEU PROBLEMA? - gritou.
- Nenhum, oras. - riu e saiu das costas de . - Cadê a professora?
- É professor, homem. Tomara que seja gato. - sorriu.
- Tomara que seja aquele ali! - apontou para um homem alto e musculoso, de boné, que vinha vindo em direção a quadra.
- Ui, me gusta. - sorriu. Se sentou em frente de um banco e começou a alongar a perna.
- Nossa, se alongar é para os fracos! - zoou a amiga e foi se alongar também.
- Tomara que você fique com uma cãibra fodida no braço que você saca, só pra não jogar direito! - lançou sua praga, enquanto alongava o braço.
- Ai, então tomara que você caia no chão e quebre os dentes! - falou na sua vez de jogar a praga, alongando suas pernas.
- Suas pragas não são tão fodas iguais as minhas. - piscou e sorriu quando o professor se sentou na sua frente, sendo seguido pelos alunos de sua sala.
- Aé? Mas não pegou em você! - apontou com o queixo pra uma menina que estava caída no chão. - Ela só não quebrou os dentes! - completou.
- Viu? Sou tão foda que elas desviam! - riu.
- Bom dia meninos, eu sou o professor Damon. - Ele sorriu.
- Bom dia, Damon! - e disseram ao mesmo tempo, babando pelo professor.
- Arght. - Tom resmungou.
- Hoje, antes do vôlei, vamos testar a habilidade de vocês! - O professor continuou.
- A habilidade? - falou em português pra , fazendo uma cara safada.
- Ui, que tipo de habilidade? - riu.
- Vamos ver se estão em boas condições de força e flexibilidade! - O professor disse sorrindo.
- Em força eu garanto que ela está ótima! - Harry apontou pra .
- Harry, quando você voltou? - riu. - Tá tudo bem... Lá?
- Sim, sim. A enfermeira queria fazer a massagem, só que eu disse que tinha melhorado. - Harry fez uma cara de decepção.
- Imaturo. - virou os olhos.
- Aquela enfermeira é uma vadia mesmo. - resmungou, se lembrando da cara que Dougie fez ao ve-la. Ela ficou indignada de novo. - Uma super-vadia!
- Eu hein. - olhou com medo pra .
- Então, façam duplas! - O professor mandou, e sentiu os três meninos abraçando seus bracinhos.

- Bando de viado, vão tudo pra ela e me deixam. - fez bico.
- Te deixaram sozinha? - Damon perguntou. - Eu faço com você, vem.
- Ok. - sorriu e depois piscou para .
- Feladamãe! - falou em português.
- São duplas, garotos! - O professor falou para os meninos.
- Eu fico com a ! - Harry se aproximou. - Quero prevenir machucados!
- Como se isso fosse impedir, Judd. - Tom falou.
- Sou muito foda. - respondeu em português.
- Você é uma nojenta! - riu, dando a mão pra Harry. - Vem Harry.
- Nojenta ou não, estou com o professor! - sorriu, se levantando e indo para o lado do professor.
- O que vamos fazer, professor? - Perguntou Tom, se remoendo por dentro.
- Vocês vão ter que subir nas costas do seu parceiro, levando ele até o outro lado. - Dizia o professor, colocando em suas costas. - Na volta ele tem que fazer o mesmo.
- Ah, ta! - Tom falou. - Até parece que a vai aguentar o senhor!
- Ela agüenta! - riu.
- Agüento mesmo! - riu.
- Mas eu não vou fazer isso com uma dama, então eu vou levar e trazer ela. - Ele sorriu.
- AAAWN, VADIAAA! - falou em português, com uma voz fofa pra ninguém desconfiar. só ria, provocando . O professor Damon era bonito, tinha o cabelo castanho, uma barba rala e os olhos verdes.

- Vamos Harry! - mandou ele subir em suas costas.
- Mas de primeira? Você não vai me aguentar! - Ele falava.
- Você acha? - Ela levantou as sobrancelhas.

- Estou indo muito rápido, ? - O professor perguntou.
- Magina, professor! - Ela sorriu. - Vamos jogar vôlei hoje, né? - sorriu.
- Sim. Você joga?
- Jogo! No Brasil eu era do time da minha cidade. - Ela disse, rindo.
- Eu também era do time da minha cidade na sua idade. - Ele comentou.
- Eu acho que sou melhor que você, professor!
- Isso veremos mais tarde! - Ele riu e começou a voltar para o banco.

- Meu Deus, você é muito forte! - Harry dizia espantado, nas costas de .
- E você é gordo! - Ela ria, chegando na linha de chegada. - Vai Harry, me pega! - se ajeitou nas costas de Harry, que pegou como se ela fosse uma bonequinha, de tão pequena.
- Olha o Tom e o Danny! - ria dos dois garotos que se atrapalhavam.
- AAAH, A CAT E O PROFESSOR CHEGARAM ANTES DA GENTE! - Harry gritava.
- Mas a gente chegou em segundo, levando em consideração que na ida quem te carregou foi uma garota! - botava as mãos na cintura.
- Você quer tirar time? - Damon perguntou a .
- Não! Nem pensar. Muita pressão! - riu.
- Ta bom, então. Fletcher, Judd! Tirar time agora! - O professor chamou os garotos.
- Eu professor? - Harry perguntou. - Time pra quê?
- Nossa, o que você tem de forte, tem de grosso! - respondeu ofendido.
- Larga de ser moça, Harry! - riu.
- Vão logo! - empurrou Harry e Tom.

Harry e Tom se levantaram, o primeiro a escolher foi Tom e ele escolheu , Harry escolheu e no final ficou Harry, , Amme, Jake, Josh e Mike e no time de Tom ficou , Danny, Rick, Julie e Marina, duas garotas da sala deles. Quem começou sacando foi , ela sacou por cima de que estava como atacante que mandou para Rick, que era levantador. Ele levantou para Tom que estava no outro lado de Rick e cortou em cima de , que defendeu e mandou direto para Harry que era o levantador, que passou de segunda e caiu entre Julie e Marina, que não queriam jogar.

- POOONTO! - riu e deu um pulinho.
- POR ENQUANTO, ZINHA! - gritou.
- Você que pensa, olha o saque Volta ao Mundoooo! - riu e sacou.

- Caralho, eu sou muito boa! - se gabava, enquanto ia para o carro.
- Quem ganhou o jogo? - Dougie perguntou.
- Claro que foi o meu time. - Harry riu e bateu sua mão na de .
- Mas eu ainda sou a melhor na seção de futsal e força, minha querida ! - se gabava mostrando os músculos do braço.
- Isso é verdade. - sorriu. - Mas não é melhor do que eu no vôlei e não é mais rápida na natação! - sorriu.
- Falando em natação... Vamos ao clube, hoje? - Danny sugeriu.
- Não! - respondeu indelicada.
- Por quê? Eu boto fé! - sorriu
- Não quero todo mundo vendo meu piercing! - mentiu, fazendo todo mundo acreditar.
- Larga de ser fresca! Só tira ele. - lhe deu um pedala.
- Eu não! Ele é lindo. - riu.
- Então vamos! - riu. - Marcado então!
- Affe! Eu não tenho escolha mesmo! - Ela fez um biquinho.
- Exatamente! - sorriu, vitoriosa. - Vamos às 2, ok?
- Feito! - Danny sorriu e ligou o carro.
- Eu vou tostar naquele sol! Eu sou muito branca! - arregalou os olhos.
- Aproveita e pega uma corsinha, ! - Harry brincou.
- HAHAHA! Falou o mais branco do que eu! - falou escandalosa.
- , ninguém é mais branca que você. - riu.
- Ai, vocês estão maus comigo hoje! Também vou ficar forever alone aqui! - se encolheu no banco do carro, fazendo um biquinho fofo.
- Para, ! - Tom falou, fazendo cafuné nela.
- Aaaah, tava tão legal! - Ela sorriu.
- Meu Deus, dramática! - disse.
- Ok, fechou o clube hoje, então? - Dougie perguntou.
- É, NÉ! - falou brava.
- Larga de drama! - disse e desceu do carro.
- Nãããããoo! - Ela ficou mole e se esticou pra fora do carro. - Ta bom parei! - Ela se recompôs e saiu logo atrás de .
- Credo. - Danny riu.
- Tenho medo da bipolaridade da ! - Tom disse, abrindo a porta de casa e jogando a mochila no sofá.
- FAZ LOGO A COMIDA QUE EU TO COM FOME! - gritou do alto das escadas.
- Quem vai fazer hoje? - perguntou.
- Você! - Os quatro gritaram.
- Eu não sei cozinhar, só sei fazer mouse de limão! - sorriu.
- Ok, eu peço uma pizza, que tal? - Dougie gritou.
- DE FRANGO COM CATUPIRY! - gritou chegando na sala.
- Ele ainda não ta no telefone, criaturinha! - Tom abraçou ela.
- Calabresa! - riu. - Vou fazendo a mouse, ok? - jogou a mochila no chão e foi até a cozinha.
- Eu vou trocar de roupa, então! - subiu.

Antes de ir fazer a sobremesa, subiu para seu quarto e vestiu uma roupa de ficar em casa: A mesma blusa escrita Nº 9 e uma boxer feminina xadrez com um laço, colocou sua rasteirinha e puxou o cabelo com uma tiara preta e voltou para a cozinha fazer sua mouse.

- Ok, uma pizza de frango com catupiry, uma de mussarela e uma de calabresa? - Dougie conferiu o que cada um pediu.
- Sim! - Tom concordou.
subiu e colocou uma camisetinha curta com um casacão por cima. Colocou suas havaianas coloridas e desceu para observar fazer o mouse
- Quer ajudar? - perguntou a .
- Não, eu nunca acerto quando vou fazer mouse, só coisas naturalmente doces! - deu de ombros. - Com que leite condensado você vai fazer isso?
- Não tem? - perguntou, abrindo a geladeira.
- Não tem aqui na Inglaterra, só em lojinhas brasileiras. - Ela olhou pra amiga.
- Porra! Se lembra onde tem uma loja dessa? - perguntou.
- Em uma avenida no centro. Eles devem saber! - apontou pra porta com a cabeça.
- Fala lá com eles, please?
- Ta bom. - foi pra sala saltitando.
- Meninos, alguém aí sabe onde tem uma loja que vende comida brasileira? - perguntou.
- Por quê? - Tom indagou.
- Pro mouse precisa leite condensado.
- O quê? - Danny perguntou.
- Leite condensado. É um doce. - Ela deu de ombros.
- Tem uma lojinha lá no centro, quer que eu te leve? - Tom perguntou pra .
- Ahaan, só espera eu pegar minha carteira! - subiu e passou na cozinha.
- , o Tom vai me levar lá no centro. Quer mais alguma coisa? - Ela perguntou.
- Pega três potes de leite condensado! O resto escolhe lá. - sorriu enquanto espremia o limão.
- Ok! - foi pra sala, e saiu com Tom.
- , quer ajuda? - Dougie perguntou, dando de cara com de boxers. - Wow.
- Não Poynter, obrigada! - Ela sorriu.

- Você ta bem com esse vestidinho? - Tom perguntou entrando no carro com .
- Fica um casaco perfeito na , você ainda acha que é um vestidinho? - Ela levantou as sobrancelhas, rindo.
- Meu Deus, sua maluca. - Tom riu e deu partida no carro.
- Maluca não! Isso é ser pequena! - Ela sorriu.
- Maluca sim! - Tom apertou a bochecha dela.

- Dougie, já está bom de suco de limão?
- Pra mouse?
- É.
- Tá. - Ele sorriu. Ela foi e se sentou na bancada da mesa.
- Tô com fome. - Ela comentou.
- Também.

- É aqui! - Tom apontou pra uma lojinha pequena, que tinha as fachadas verde e amarela.
- Que fofa! - desceu do carro e foi lá com Tom.
- Boa tarde, em que posso ajudar? - Uma mulher, aparentemente brasileira, perguntou.
- Você tem leite condensado? - perguntou para a moça.
- Sim, aqui! - Ela apontou pra uma prateleira cheia de comidas brasileiras (guaraná, brigadeiro e outras delicias).
- Hum, eu vou levar cinco leites condensados, chocolatado e dois guaranás! - sorriu pra moça.
- Você é brasileira?
- Sim, e você?
- Também! E ele?
- Ele é daqui! - Ela sorriu, pagando as compras e pegando as sacolas.
- Obrigada, moça! Volte sempre. - A moça falou pra , que sorriu.

- Dougie.
- Diga. - Ele foi para o lado dela.
- Hoje vamos sair, não é?
- É. Animada?
- Ansiosa, ok, não muito. - Ela riu.
- Ui, está ansiosa para um encontro comigo! Estou me achando nesse momento, ok?
- Se fode, menino! Eu não estou ansiosa, eu estou agoniada.
- Você não disse isso antes.
- Arght. - Ela desceu da bancada e foi para o seu quarto.

- Espero que isso tudo que você comprou seja bom! Você gastou um dinheirão. - Tom falou olhando pra .
- Isso não é bom! É otimo! Você vai adorar. - sorriu pra Tom.
Eles voltaram pra casa em silêncio, ouvindo musica.
- ? E o mouse? - Danny bateu a porta no quarto dela.
- Estou esperando a trazer o leite condensado.
- Leite condensado?
- Esquece menino! - Ela riu e saiu do quarto.

- CATITIIIII! - gritou escandalosa, chegando em casa.
- O QUÊ?
- Nossa, que gritaria, mulher! - Tom falou.
- EU TROUXE O LEITE CONDENSADOO! - Ela sorriu. - E mais um monte de coisa! - levantou as sacolas.
- AEE! - comemorou e pegou o leite condensado e foi correndo para a cozinha.
- Quer ajuda? - Dougie perguntou.
- NÃO! - gritou e ligou o liquidificador.
- Faz menos barulho! - olhava pra , colocando os guaranás na geladeira.
- Não sou eu, é o liquidificador besta! - riu e foi pegar os potinhos.
- Eu sei, só to te zoando lindinha! - deu um sorrisinho e foi pra sala esperar as pizzas chegarem.
- Vaca. - sussurrou e arrumou a mouse, guardou ela na geladeira e foi correndo para a sala.
- Bu! - riu e pulou em cima de .
- Ai, minhas costas! QUEBROOOOU, QUEBROOOOU! - balançava as mãos e gritava.
- Pelo amor de Deus. - Danny olhava a cena na sala.
- LARGA DE BOBAGEM, MENINA! - riu e foi até Danny e fez a mesma coisa com ele.
- Ela é tão levinha, . Por que vocês se chamam de gordas? Vocês nem são pesadas! - Danny riu.
- Vocês nem são pesadas? - levantou uma sobrancelha. - Ta dizendo que a gente é meio gorda?
- Eu sou gorda sim, Danny! Fica ai me iludindo. - fez biquinho.
- PERAÍ! VOCÊ CHAMOU A GENTE DE GORDA? SÓ A PODE ME CHAMAR DE GORDA! VOCÊ TÁ DOIDO? - ficou nervosa com Danny.
- Sente o drama da . - Tom riu.
- Beleza! - foi pro quarto. - E VAI SE FODER! - Ela gritou do alto da escada.
- Vocês são um bando de viadinhos, sabiam? - saiu do colo de Danny e foi até a escada.
- Me diz que ela tá de drama. - Danny fez uma cara estranha.
- Não exatamente. - foi até o quarto dela.

- ? - Ela abriu a porta.
- Oi! - recebeu com um sorriso imenso na cara. - Gostou?
- Tão dramática, essa menina. - riu e se sentou do lado dela. - Tudo bem?
- Sim. Eu só tava fazendo eles entenderem que nem de brincadeira chama uma garota de gorda. - refletiu. - E fazer o Danny pagar os tombos que ele me deu. E o carrinho também conta! - Ela sorriu.
- Bicha má! - riu e lhe deu um tapinha. - E o Tom? Como anda a relação?
- Ah, ele tenta se segurar pra não aparentar ser ciumento, mas qualquer um que ele vê olhando pra mim, ele já emburra. - deu de ombros. - E nós, meninas, que somos ciumentas. Mas eu continuo amando ele! - Ela deu um sorrisinho fofo. - E o Dougie?
- Amo garotos ciumentos! - riu. - Bem... O Dougie? Não para de dar sinais de 'te quiero'... - riu. - Hoje... É que vai ser massa. Ou não. 'PQP' estou muito ansiooooooosa!
- Eu também! - arregalou os olhos. - Pra onde o Tom vai me levar? Ai, socorro! E se o vestido não ficar bom? E se acontecer alguma coisa depois? E se... Ele não quiser nada comigo? AIMEUDEUS!! - andava de um lado pro outro no quarto. - E esta foi a outra apresentação de Zerbone! Não perca a próxima! - Ela riu. - Não, eu to brincando. Mas eu estou muito ansiosa também!
- Porra, você é uma bipolar sabia? - riu. - MAAAS ESPERA AE, QUANDO ELE TE CHAMOU? NEM ME CONTA! SUA VACA!.
- Uai, ele não me chamou, eu to ansiosa por você! - sorriu com uma trollface .
- Se foder, ok? - deu língua.
- Que horas que essa pizza vai chegar? - se perguntou ignorando .
- Sei lá! Vamos descer, cansei daqui. - riu e saiu do quarto.
- Ta, eu ainda vou fingir que to com raiva do Danny, beleza? - falou pra .
- Tanto faz. - riu e desceu a escada.
- Cadê essa maldita pizza?
- Eu to com fome! - disse chegando na sala e se encolhendo no sofá.
- Eu também! - fez biquinho.
- E a sua mouse? - Tom riu.
- É ! E a mouse? - Danny perguntou, olhando pra encolhida no sofá.
- Tá na geladeira. - Ela riu.
deu um sorrisinho com a resposta de . A campainha tocou, a pizza tinha chegado.
- SAI DA FREENTEE! - Dougie surgiu berrando.
- O FAMINTO DESESPERADO. - riu. - PEGA A DE CALABRESA PRA MIM!
- Meu Deus, que animal! - disse se levantando pra ir pra mesa.
- Olha quem fala, hein? - riu e foi pra mesa.
- Eu sou uma coelhinha! - fez uma pose sexy.
- Ui. - Tom olhou.
- Eu sou uma gata, rawr. - riu. - Ou melhor, eu sou um... Não sei. To em duvida!
- Você é um ornitorrinco! - riu.
- Mané ornitorrinco! Eu sou uma gata mesmo. Rawr.
- Ta né! Mas coelhinhas são mais gostosas! - deu um sorrisinho malicioso.
- Depende da coelhinha, ! Se for uma da Playboy... É. Mas se for uma tipo você... Sei não. - riu.
- Vadia! - falou.
- Mas se bem que a ta mais pra uma coelhinha da Playboy. Só anda com essas roupas! - Harry disse aparecendo na mesa, olhando de cima a baixo.
- Te comporte, menino! - lhe deu um pedala. - Ok, eu concordo, minha amiga é sexy. Mas não é por isso que você tem que come-la com os olhos!
- Ta, depois eu como ela sem ser com os olhos. - Harry deu um sorrisinho malicioso.
- O que eu acabei de falar? - lhe deu outro pedala.
- AIMEUDEUS! HARRY JUDD! - ficou muito vermelha, e saiu correndo pro banheiro mais próximo.
- Esse Harry pede pra apanhar. - Tom disse sério.
- Novidade. - balançou a cabeça. - Bem, ela que saia, estou com fome. - riu e abriu as caixas de pizza.
- Eu não acredito no que eu acabei de ouvir. - chegou na mesa, ainda vermelha.
- Larga de ser besta, menina! O Harry foi o único a dizer isso, os outros só pensavam. - riu e pegou um pedaço da pizza de calabresa.
- É, mas você não sabe o que é se sentir uma piriguete. - disse voltando a cor normal, e pegando um pedaço da pizza de frango.
- Não sei mesmo, sempre fui a mais comportada de nós duas. - riu.
- Mas isso não quer dizer que os outros não tem vontade de te comer, . - Danny mandou essa indireta, a fazendo engasgar com a pizza.
- Receba esta! - riu.
- Ah, parem! Não são piriguetes! - Tom falou.
- Assim como somos meio gordas, não é? - falou olhando seria pra Danny.
- Esse Danny é outro que pede para apanhar. - Dougie falou.
- Pensei a mesma coisa, que engraçado. - disse, irônica.
- , você não é gorda. - Danny disse.
- Eu quase me esqueci dos guaranás! Outro motivo de eu estar gorda! - falou, levantando da mesa e dando chilique.
- Meu Deus, bando de louca. - Tom riu.
- Fica quieto aí! - apontou sua faca pra Tom.
- Eita, uma armada é igual a acidente! - riu e tomou um gole do seu guaraná.
- Você também! - tentou se segurar, mas acabou tendo um ataque de riso da cara assustada dos McGuys.
- Você estava mentindo esse tempo todo? - Danny olhou com as duas sobrancelhas levantadas.
- Mais ou menos. - Ela deu de ombros.
- Ela é uma atriz nata, babes. - riu e pegou outro pedaço de pizza
- Eu sei. - Ela sorriu.
- Ok, terminaram a pizza? - riu.
- Eu sim! - levantou seu pratinho.
- Mas você só comeu uma fatia! - Tom falou pra ela.
- Eu não quero engordar! Quero estar bem no meu biquíni hoje! - Ela sorriu pra Tom.
- Ou melhor, ela quer estar bem no biquíni hoje PARA VOCÊ, TOM! - disse em português, enquanto tirava o seu prato e o de da mesa.
- AH, olha uma coisa ! Vai tomar no ... - esqueceu de falar em português.
- QUE ISSO, JOVEM! - Harry interrompeu .
- Essa ai jovem? É mó velha! - riu. - Relaxa Judd, já estou acostumada!
- Eu vou me trocar. - levantou sorrindo pra , mostrando pra Harry que estava tudo bem.
- Vai lá, EEI ESPERA! - gritou. - A mouse!
- EU NÃO QUERO FICAR GORDA, PORRA! - respondeu. - Sem desfeita nenhuma pra sua mouse, amiga!
- Foda-se! Vai comer sim! - riu. - Anda! Senta sua bunda não-gorda na cadeira! - se levantou e pegou seis potes da geladeira.
- AAAAH! Ta bom. - fez um biquinho fofo.
- Bom mesmo! - entregou um pote para cada um. - Enjoy! - começou a comer sua mouse.
comia sua mouse emburrada, atraindo a atenção de todo mundo.
- Nossa, nunca na minha vida vi uma menina comendo doce emburrada! - Dougie falou, arrancando um olhar mortal de .
- E a é uma menina? - riu.
- Eu sou um homem, vocês nunca viram não? - falou tentando engrossar a voz.
- Ai meu Deus! - Harry botou as mãos no rosto. - Eu peguei um homem!
- Bom, terminei minha mouse, to indo! - mandou beijo e foi para o seu quarto se arrumar.
- Sério mesmo que você é homem? - Dougie perguntou.
- É! Eu uso sutiã, calcinha e tenho um piercing no umbigo porque eu sou um homem, Dougie! - revirou os olhos. - Estou impressionada com a sua "intelijumencia"!
- O Dougie é burrinho, só perde pro Danny! - Harry riu.
- Sem comentários. - saiu da mesa e foi se trocar.

- Ei, imagina a de biquíni. - Harry riu.
- Ah, parem! - Tom botou as mãos no rosto.
- Quer que eu pare de dizer a verdade? - Harry riu.
- Para pra você não apanhar! - Tom ameaçou.
- A nega do Tom está se revoltando! - Dougie riu.
- Elas nem devem ser tãão gostosas assim! - Danny falou.
- Ou mais do que o necessário! - Harry falou.
- Dá para parar com essas coisas, por favor? - Tom resmungou.

- Anda logo, ! - disse, chegando na mesa com sua roupinha de ir ao clube. - Vocês não vão se arrumar, não?
- Calma, menina! - riu e desceu as escadas com seu vestido vermelho.
- Eu to calma! - se sentou no sofá da sala.
- Sei. - revirou os olhos. - Dougie Poynter! Vai se arrumar!
- É, vão logo! - falou.
- Ok, ok! - Os meninos se levantaram e foram se arrumar, enquanto as meninas jogavam conversa fora na sala.
- Peraí! - conferiu se todos já tinham subido. - Sim. Será que eles são gostosos sem camisa? - Ela sorriu maliciosa.
- Que pergunta idiota, menina! - riu. - Isso é obvio!
- Não fala nada, mas eu ouvi eles discutindo pra ver se a gente era gostosa mesmo ou se era só exagero. - riu.
- Não é pra falar nada! - completou. - Eles não sabem que eu ouvi.
- Ok, ok! - riu. - Só quero é ver, ui delicia! McGuys sem blusa! Haha! - piscou.
- Eu também! Devem ser tão... AH! - riu.
- Pronto, meninos? - gritou.
- Prontos! - Eles surgiram na sala.
- Escandalosa. - Danny falou.
- Sou mesmo! - riu e se levantou. - Ok, vamos! - Ela deu um pulinho e foi correndo para o carro.
- Vamos! - saiu saltitando.
Todos foram pro carro e foram até o clube. No caminho todos firam calados, foi escutando música junto com , e os outros foram conversando sobre qualquer assunto que não as interessavam.
- Chegamos! - Tom anunciou.
- Ae! - deu um gritinho.
- Até que enfim! - falou. - Eu já tava agoniada!
- E ansiosa! - riu e piscou para .
- Vive agoniada pra tirar a roupa né? - Harry falou provocando.
- PARA ESSA PORRA DESSE CARRO! - gritou.
- Calma, ! - Tom falou.
- AAAAAH! QUE DEMÔNIO, ESSE GAROTO QUE SÓ FALA MERDA DE MIM! - falava nervosa.
- Novidade! Vamos logo! - riu e saiu do carro.
- AAAH! - desceu do carro com raiva, saindo sem falar com ninguém.
- Ei, estressada! - riu e foi até ela. - Ignora o que ele fala, besta.
- Como que é que eu vou ignorar? Eu moro com ele! - gesticulava com as mãos.
- Relaxa menina, se esqueceu? Vamos ver os meninos sem blusa! Como você pode estar estressada num momento desses?
- Ele. Acha. Que. Eu. Sou. Puta! - arregalou os olhos.
- Acha nada! Só tá mexendo com você. - riu. - Vamos! Vamos! - a puxou pela mão.
- AAAI! - foi junto com , rindo.
- Voltamos! - riu e se sentou numa espreguiçadeira.
- É. - revirou os olhos e se sentou ao lado de .
- Ai ! Para com isso. - Tom se sentou do lado dela e passou os braços nos seus ombros.
- Ta bom, né! Que eu posso fazer? - se deitou em cima do peito de Tom.
- Harry, vem aqui um pouquinho? - sorriu, angelicamente.
- Vou. - Ele a seguiu até perto da piscina.
- Ou você para de insinuar que a é puta ou eu te capo, beleza? - sorriu.
- Er...
- Vou considerar esse 'Er...' como um sim, ok? - Ela sorriu e voltou para a mesa.
- Eu quero ir nadar, Tom. - levantou.
- Eu vou com você. - Ele sorriu e tirou a blusa, deixando a mostra a estrela em seu peito.
- Nossa... - ficou olhando Tom.
- Você não vai tirar o seu vestido, não? - Tom perguntou.
- Vou! - Disse voltando à si e tirando seu vestido, exibindo um corpo de mulher brasileira.
- Wow. - Tom babou um pouco, olhando para o corpo de .
- Para de olhar. - falou. - , vamos nadar!
- Preguiça! - resmungou e se deitou na espreguiçadeira. - Vai lá com o Tommy!
- Ta, né! - piscou pra . - Vem Tom! - Ela puxou Tom pra si.
"De nada!" pensou e colocou seus óculos.
- Vou levar você numa piscina bem funda pra você não dar pé! - Tom riu.
- Eu finjo que to morrendo afogada e te puxo pra baixo! - riu irônica.
- Aí eu vou ter que fazer um boca-a-boca em você! - Tom piscou.
- Agora eu não tenho mais resposta! - riu. - Parabéns, Tom Fletcher! Conseguiu me calar.
- Finalmente alguém conseguiu, hein? - Tom fez uma careta e deu um beijo na bochecha dela.
- É. - Ela deu um sorrisinho de lado.

olhava a cena de fora da piscina, com o seu exemplar novo do Harry Potter e o Enigma do Príncipe na mão. Olhou para o lado e viu Dougie comprando uma bebida, sorriu quando viu ele de costas, querendo ou não, sempre teve uma tara por costas masculinas. Essa era só uma das taras dela. Ela deu um risinho procurou os outros dois, os achou sentados vendo um jogo na TV. Desistiu de morgar e começou a ler o seu livro.

- Tom, NÃO TOM! ME SOLTAA! - gritava caindo na piscina, na verdade sendo jogada na mesma.
- Você pediu pra te soltar! Eu só obedeci! - Disse Tom do lado de fora.
- É, muito engraçado. Agora me ajuda a sair! - Ela deu um riso irônico.
- Ta! - Ele estendeu a mão, caindo na armadilha de , que o puxou pra dentro da água.
- Pronto, lindinho! - apertou suas bochechas.
- HA! Muito engraçado. - Ele ficou serio.

- BU! - Dougie apareceu do lado de .
- AI CARALHO! PORRA DOUGIE! QUAL É! - deu um escândalo, guardando o livro na bolsa e se levantando para bater nele. - SÉRIO, ACHA ENGRAÇADO?
- Até que sim. - Dougie sorriu ao ver a cara fechada de .
- Arght, idiota. - saiu de cara feia até o restaurante.

- Achei que não pudesse entrar de piercing na piscina! - Tom falou.
- Eu é que não ia tirar. É tão fofo! - sorriu.
- É sexy. - Tom deu um risinho malicioso.
- Vai começar também? - Ela levantou uma sobrancelha.
- Mas eu posso! - Ele sorriu, empurrando ela pra parede da piscina.
- É serio, Tom! Para. - Ela saiu da piscina.
- O que foi, ? - Tom saiu da piscina atrás dela.
- Arght! Eu só posso estar rodeada de burros! - Ela entrou no banheiro.

- Por favor, uma caipirinha de morango? - Ela pediu no bar.
- Ui, vai de vodka?
- Arght, dá para sair? - se virou e deu de cara com Jake, ou melhor, com os ombros de Jake.
- Não. Vou pedir uma caipirinha também.
- Arght, com licença por favor?! - ficou de costas dele e pegou a caipirinha da mesa do bar.
- Qual é, .
- Tchau! - desviou dele e voltou para a sua mesa.

- Cadê a ? - se sentou do lado dele na mesa.
- Banheiro.
- O que você fez, menino? - balançou a cabeça e deixou a caipirinha na mesa.
- Nada! - Tom cruzou os braços.
- Meu Deus, tudo em cima de mim. - revirou os olhos e foi até o banheiro.
Quando chegou no banheiro, viu se olhando no espelho.
- Oi. - falou pra .
- Oi, o que foi? - foi até ela e parou do seu lado.
- O que você acha? - Ela olhou pra , com os olhos tristes.
- Tom? - Ela abraçou a amiga.
- É. Igualzinho ao Harry! - Ela retribuiu o abraço. - Mas já está na hora de libertar meu lado safado e ir em cima. Se eles não param... - Ela piscou e deu de ombros.
- Bipolar. - riu. - Sabe, juro que estou a um segundo de me jogar em cima do menino! - piscou.
- Que menino? - Ela riu saindo do banheiro.
- Qual você acha? - riu e se sentou na mesa. - Cadê minha caipirinha?
- O bêbado do Dougie bebeu. - Tom riu.
- Menino, você está pedindo para apanhar! - riu e se levantou, fazendo Dougie sair correndo e ela ir atrás dele.
- Aiai. - Ela riu da cena.
- , o que aconteceu? - Tom perguntou.
- Eu não queria que vocês ficassem de safadeza, eu meio que não gosto. - Ela olhava pro chão.
- Mas você é tão safadinha! - Ele riu.
- Eu sei! - Ela riu. - E eu também fui bem idiota com você e com o Harry de não perceber que era só uma brincadeira.
- Eu não estava brincando! - Tom se aproximou dela.
- É isso que eu gosto em você. - Ela sorriu, se aproximando pra beijá-lo.
- OPAA! - Dougie surgiu por trás de gritando e correndo de .
- Dougie, imbecil. - Tom falou.
- Eu vou beber! - riu.
- DOUGIE, EU QUERO TE BATER SABIA? - continuou correndo atrás dele.
- ! - gritou .
- O QUE PORRA? - gritou, pulando uma cadeira.
- Vamos fazer a brincadeira da tequila! - Ela fez uma cara safada.
- Brincadeira da tequila? - Danny apareceu com Harry.
- Aqui não! De noite, na casa dos meninos! - parou na mesa para tomar um fôlego.
- Aaaah! Ta bom. - Ela riu. - Moço, eu quero um suco de limão!
- Aqui está! - O moço lhe entregou o suco, e obteve um sorriso de resposta.
- Cansei cara. Menino rápido da porra. - resmungou e se sentou.
- Ah, amiga! Você não fez o exercício da aula de educação física! - Ela riu.
- Isso é verdade! Gostei de ser carregada pelo Damon! Ou melhor, pelo Sr. Damon. - sorriu.
- Eu não gostei de carregar o Harry! - fez uma careta.
- Quem iria gostar de carregar o Harry? - riu.
- Ei! - Harry emburrou.
- Vamos nadar? Todos? - ignorou o menino e sorriu.
- Vamos! Tom tá me devendo! - Ela sorriu.
- Ele tá te devendooooo? - Danny fez uma cara safada.
- AI MEU DEUS! Não é nada disso! - Ela riu e pulou nas costas de Tom.
- Olha! Um toboágua gigante! - Danny apontou.
- Cala a boca, Danny. - e Dougie disseram ao mesmo tempo.
- Vamos lá? - Dougie perguntou animado.
- Você não dá pé, coração. - zoou.
- Vamos! - sorriu e tirou seu vestido vermelho, ficando só com o seu biquíni colorido.
- Se foder, . - Dougie deu dedo para ela e tirou a camisa, foi correndo na piscina e pulou. - VIU COMO EU DO PÉ?
- Eu também dou quer ver? - Ela riu, saindo das costas de Tom.
- Já sabia que você dava. - riu e se sentou na beira da piscina.
- Aah, eu não vou entrar direto! Eu vou é no toboágua! - disse indo na direção do toboágua.
- Nossa, que coragem! - Tom riu.
- Criança. - Dougie riu e foi até . - Não vai entrar não?
- Só vou me acostumar com a água.
- Vem aqui comigo. - Ele foi até ela e a pegou no colo, a fazendo entrelaçar as pernas no tronco dele.
- Até que não está fria. - Ela sorriu.
- Sou eu. - Ele piscou.
- Estraga todo o clima. - riu e encostou seu queixo no ombro dele.
- Vocês não vão no toboágua, seus frouxos? - riu de longe.
- Quem você tá chamando de frouxo? - Danny riu, indo atrás de e puxando Tom.
- Podem ir, estou confortável aqui. - riu.
- Digo o mesmo! - Dougie piscou.
- Safada! - gritou de longe.
- Nunca neguei! - riu e Dougie sorriu.
- Me desculpe, então! - Ela levantou as mãos.
- Desculpada. - Ela piscou.
Dougie a levou até a escada da piscina e a sentou lá, com ele sentado na frente. Ele podia ser pequeno, mas ela ainda era um pouco menor.
- Você é linda, sabia?
- Obrigada, mas eu não acredito. - Ela riu.

- Quem são os próximos? - O segurança do toboágua olhou pra e Danny. - Vocês dois! Vou ensinar, como você é menina, você fica entre as pernas dele e segura nos joelhos dele, ok?
- Ok... TOM SE ACONTECER ALGUMA COISA, EU TE AMO, FALOU? - piscou pra Tom.
- Ta bom. - Ele deu uma risadinha de lado.
e Dougie estavam de frente, ora ele olhava nos olhos dela, ora ele olhava para a boca dela, que estava com um protetor labial vermelho claro. Dougie se aproximou e quando iam selar os lábios ouviram um barulho na água. e Danny haviam chegado na piscina.
- Que mer...
- Shiu. - colocou o dedo no lábio dele e sorriu.
- Ai Danny! Me solta! - olhava pra sua própria cena. O zíper do calção de Danny tinha prendido em seu biquíni.
- Eu não tenho culpa! - Ele tentava soltar.
- Ei, vai rasgar meu biquíni, caralho.
- Chama alguém!
- ! - gritou, fazendo Danny tapar os ouvidos.
- E agora ela finaliza com o pingo de clima existente. - Dougie resmungou.
- Calma. Deixa eu ir lá. - sorriu e foi até . - O QUE FOI VADIA?
- Prendeu este demonio desse zíper! - Ela entrava em desespero.
- Calma menina! - chegou perto. - Que hora mais conveniente para isso acontecer. - soltou o zíper do biquíni de .
- Obrigada! Seria um horror ficar presa pra sempre com o Danny! - riu.
- Valeu! - Ele fez uma cara fofa.
- Olha meu gatinho vindo! - sorriu ao ver Tom na piscina.
- SEU O QUÊ? - Danny olhou.
- Gatinho, bonitinho, quer mais um sinônimo, Danny? - riu. - Pronto, já que resolvi o problema vou voltar pro Dougie.
- HUM, HUM, VOU VOLTAR PRO DOUGIE! - Gritou chamando a atenção de e Dougie.
- PARA DE CORTAR O CLIMA, SUA MALA! - Dougie gritou. - Vai lá pro seu gatinho. - deu língua.
- Eu vou! - Ela se virou, dando de cara com Tom.
- Eu sou seu gatinho? - Ele perguntou.
- Uhuum! - Ela deu um sorrisinho envergonhado.
- Bom saber, então, minha gatinha! - Ele riu abraçando ela.
- EU OUVI, ! GATINHA DO TOM, SEXY! - riu.
- Ah, para! - Disse ficando vermelha.
- Own, fofa! - Tom deu um beijinho em sua bochecha.
- Viu como é legal? - Dougie sorriu cínico, enquanto abraçava .
- Quer ver uma coisa que tem no meu biquíni, Dougie? - Perguntou .
- Não, ele não quer. - matou com os olhos.
- É legal, amiga! Pode confiar. - deu uma piscadinha pra .
- Vai se foder, beleza? - deu dedo para e ficou de costas para ela
- Ah... - deu de ombros.
- O que você ia mostrar pra ele? - Tom perguntou.
- Isso! - mostrou um dedo do meio pra Tom, e deu uma risadinha.

- Essa é uma vaca, arght. - resmungou.
- Eu sei, ela sempre estraga o clima.
- Falar sobre o clima também estraga ele, sabia?
- Shiu você também. - Dougie revirou os olhos

- Affe, eles tão de brincadeira! - olhou pra e Dougie, abraçada a Tom.
- Por quê? - Tom perguntou.
- Eles ainda não tão se pegando! - Ela fez uma cara de quem não acreditava naquilo.
- Quer ver alguém se pegar, né? - Ele riu.
- É! - Ela olhou pra Tom.
Ele sorriu e deu um selinho nela.
- T...
- Não estraga aqui também! - Ele riu, botando um dedo nos lábios dela.

- Que lindo! - deu um gritinho.
- O quê?
- Tom e deram o primeiro passo! Demorou, mas deu! - riu.
- Finalmente!
- Só falta a gente. - disse, meio corada.
- Isso posso fazer agora. - Ele sorriu e quando estava indo dar o beijo Harry pulou em cima dele.
- VAI SE FUDER JUDD! QUE PORRA!
- Santo Deus, eles vão se matar! - olhou pra Dougie e Harry.
- Podem ir se acalmando, vocês dois! - disse, meio revoltada. - Vem Dougie, vem aqui. - pegou em sua mão e saiu da piscina.
- Olha, Tom! A e o Dougie tão vindo. - olhou meio estranho.
- E o que tem?
- Que tem que estragou toda a chance da nossa pegação! - Ela riu.
- Oi . - passou por ela. - Tchau . - Ela foi na direção do parquinho, onde tinha uma árvore. Se sentou lá embaixo com Dougie e ficaram conversando.
- Ta bom, essa foi por pouco. - Ela riu.
- Você tava falando sério?
- Por que não?
sentou no colo de Tom, beijando ele devagar, até que ele correspondeu ao seu beijo.
- WOW, É GOOOOOL! - gritou, rindo.
- Que gol, menina?
- Tom e , que sexy! - riu e apontou para o menino.
- Aleluia! - Ele riu. - Porra! Tom está mais rápido do que eu. Que merda. - Dougie fechou a cara.
- Calma Dougie, o que é seu tá guardado. - Ela piscou.
- Se a gente chegar lá a gente estraga tudo? - Danny perguntou pra Harry, olhando pra e Tom.
- Cara, ela é uma garota safada! - Harry riu.
- Não fala assim dela! - Danny repreendeu Harry. - Você tá é com ciúmes!
- Nunca! - Ele fez uma cara brava.
- Aham, sei. - Danny revirou os olhos.
- E você tá com ciúmes da ! - Ele acusou.
- Ciúmes por quê? Eu fiquei com ela ontem, passou! O Dougie gosta muito mais dela do que qualquer namorada que ele já teve!

- Arght! - Harry saiu de lá e foi pro barzinho, e, sem perceber, encontrou Jake.
- O que você tá fazendo aqui? - Harry perguntou, fechando a cara.
- Vim pegar a . - Jake sorriu com seu rosto ainda inchado por causa do soco que levou.
- Desiste! - Ele riu sarcástico.
- Por que? Só porque a sua peguete já tá com outro, você desistiu?
- Minha EX - Ele colocou ênfase. - Peguete gosta do namorado dela! E lembre-se que foi ela que quase te deixou um Voldemort!
- Quem você pensa que é? - Jake levantou e foi pra cima de Harry.
- Alguém melhor que você! - Harry foi pra cima também.

- Tom, tá ouvindo isso? - interrompeu o beijo.
- To, ta vindo lá do barzinho. - Ele olhou na direção. - Ai meu Deus, é o Harry e o Jake!
- Que esse demonio tá fazendo aqui? - saiu do colo de Tom.
estava sentada com Dougie deitado em sua perna, até que viu sair correndo até o Bar e depois ver Harry e Jake no chão.
- DOUGIE! O... HARRY! - Dougie se levantou quando gritou e foi correndo ajudar o amigo.
- JACOB, SEU BOSTA! - Dougie começou a chutar a barriga de Jake e chegou perto, assustada.
- PARA DOUGIE, VAI MACHUCAR ELE!
Dougie parou e se virou para .
- VOCÊ SE PREOCUPA COM ELE, ? - Dougie a olhava, incrédulo. - DEPOIS DE ONTEM? CARA, VOCÊ É MESMO UMA PUTA! VOCÊ DEVERIA SER A QUE MAIS QUERIA ELE MACHUCADO.
- Do... Dougie? - chorava. - Pu.. P... Puta? - Ela saiu correndo, chorando até o carro.
- Ah, garoto! Só eu chamo ela de puta, beleza? - empurrou Dougie.
- VOCÊ É OUTRA! - Dougie gritou.
- DOUGIE, CALA A PORRA DA SUA BOCA ANTES QUE EU CALE! SAI DAQUI! - se irritou.
- Meu Deus! - Tom olhou.
- Co... Como ele pode! - chorava, tentando abrir a porta do carro. - Merda, eu não peguei a chave. - se escorou no carro e se sentou no chão, colocando sua cabeça apoiada nos seus joelhos. Ela estava magoada, chorava. Nunca imaginou Dougie a chamando de puta.
- Jake, sai daqui! Desiste vai atrás... Sei lá, de alguma pessoa babaca! - falou.
- Você vai fazer o quê? - Ele foi pra cima de .
- EU TE QUEBRO, GAROTO! VAZA OU EU TE CAPO, BELEZA? - Jake se surpreendeu quando o ameaçou.
- Ta bom. Eu não quero inventar outra desculpa se eu aparecer quebrado. - Ele deu de ombros.
revirou os olhos.
- ! - se lembrou. - ? - Ela olhou em volta e não viu ninguém. - Ai meu Deus!
foi atrás de , procurando nos banheiros e nas saunas, até que pensou em ir ao carro.
- Ai, amiga! - se sentou ao seu lado quando a achou.
- Cara, ! Eu... Nunca imaginei ele me chamando de puta, cara! Sério... Dói! Dói muito! - soluçava.
- Eu vou resolver isso, amiga! - deu um beijo na bochecha de . - Espera um segundinho, tá?
- Não ! Não sai daqui! Por... Favor! Fica aqui comigo. - a olhou, chorando.
- Ta, eu fico! - a abraçou. - Mas depois ele paga, tá?
- Não, ele não paga nada! Ele vai ME pagar, eu vou conversar com ele, dar um BASTA no que nem começamos. - limpou as lágrimas e se levantou, com o rosto inchado.

- Caralho, por que você falou aquilo pra , dude? - Danny disse, o repreendendo.
- POR QUE ELA É UMA PUTA! ELA E AQUELA AMIGA DELA! - Dougie gritava.
- Dude, se você falar isso da de novo, eu não vou ser responsável pelo que eu vou fazer! - Tom falou nervoso.
- Vamos ali, Dougie. - Harry empurrou Dougie, que estava para ir em cima de Tom.

voltou para a mesa. A única coisa que mostrava que havia acontecido algo eram os olhos de . Estavam vermelhos e inchados, mas além disso era como se ela estivesse normal, pegou seu livro e voltou a ler, deixando escapar uma lágrima de vez em quando.
- Amiga, eu vou dar uma voltinha, tá? - sorriu.
concordou com a cabeça e virou a página. Na verdade não estava lendo, ela estava perdida em tantos pensamentos.
saiu sorrindo, mas dois segundos depois seu sorriso se transformou num rosto coberto de ódio. Dougie havia mexido com a garota errada, com a amiga errada.
- Cadê o Poynter? - perguntou pra Tom, que estava no barzinho.
- Saiu com o Harry, eu não sei pra onde foram. - Tom deu de ombros.
- O Dougie é um grande bosta! - se sentou ao lado de Tom, colocando uma das mãos no rosto.

- Calma, Dougie. - Harry se sentou do lado dele em um banco afastado.
- CALMA NADA, HARRY! Você viu como ela se preocupou com aquele filho da puta? - Dougie tinha ódio no olhar.
- Você a magoou, Poynter! Não percebeu? Agora vai ser difícil para ela te perdoar! Você tá apaixonado por ela e toda vez que chega perto de conseguir o que você mais quer você estraga tudo!
- SE FOR PRA DIZER ISSO PODE IR SAINDO, JUDD!
- Eu não vou sair daqui até você se acalmar. - Harry cruzou os braços.

- Por que alguma coisa me diz que eles estão lá? - Tom olhou pra onde ouvia os gritos de Dougie.
- Isso! Obrigada, meu amor! - deu um beijo na bochecha de Tom.
- ! Se acalme você também ok? - Tom gritou, mas ela já tinha saído correndo.

- EU TO FALANDO SÉRIO, JUDD! NÃO ESTOU COM SACO PARA SUAS BRINCADEIRINHAS!
parou de correr, e se acalmou. Devagar, parou na frente de Dougie, que quando a olhou queria avançar nela.
- Ih, segura seu cachorrinho, Harry! - falou sarcástica.
- Não provoca, . - Harry olhou sério.
- Dougie, olha... - agachou na sua frente.
- CALA A BOCA, VADIA! - Ele a interrompeu.
- Passou dos limites! - deu um tapa no rosto de Dougie e segurou seus pulsos.
- Oh, Deus... - Harry falou baixo.
- Para! Não tem graça! - falou séria pra Dougie. - Todo mundo tá vendo que você tá com ciúmes! E você tem ideia do que fez? A ...
- PARA!
- PARA VOCÊ! Ela te ama... - pensou. - Amava tanto! Olha o que você fez! Idiota! ARG! - saiu enraivecida e voltou pro seu lugar ao lado de Tom, se deparando com uma outra garota no banco.
"O que está acontecendo?" Ela pensou.
- Ah Tom... É Tom mesmo não é? - A mulher loira disse, colocando sua mão no ombro dele.
- Er... É. - Tom chegou para o lado e a mão dela caiu.
- Eu amei a sua covinha, sabia? - Ela jogou charme.
- Eu amei minha mão, sabia? - chegou sorridente pra moça.
- Por quê? - Ela olhou de cima a baixo.
- Porque eu vou enfiar ela na sua cara se você não vazar daqui! - ameaçou.
- ... - Tom a repreendeu.
- É... Chega de encrenca né, Tom? Divirta-se! - Disse batendo no ombro dele com ironia.
- , calma ai! Não vou me divertir com ela, menina! - Tom riu.
- Ai, Tomzinho, deixa ela! Ela quer ir, né? Ela quer deixar a gente sozinho! - Ela riu.
olhou a moça com uma sobrancelha levantada e foi pra mesa com .
- Er... Licença. - Tom saiu do bar e foi atrás de .

- Onde você estava, ? - perguntou, levantando o óculos escuro.
- Me ferrando! - Ela sorriu irônica.
- Idiota. - soltou um risinho. - Anda, fala logo.
- Eu não menti. - Ela se sentou.
- Sei. O que você falou com o Dougie? - tirou os óculos e olhou para ela.
- Eu falei que você amava ele e que era uma bobeira ele estar com ciúmes, e que, por mais que ele negasse, ele estava com ciúmes! - falou com um tom triste na voz.
- Ai, menina! Eu não te disse para ficar quieta? - fechou o livro e o colocou em cima da mesa. - Onde ele tá, vou conversar com ele agora.
- Não vai, não. Ele te chamou de puta outra vez, me chamou de puta outra vez e pra completar me chamou de vadia! - Ela ergueu as sobrancelhas. - Não se desvalorize, amiga! Se ele quiser, ele vem falar com você.
- Eu não estou me desvalorizando querendo ir falar com ele. - pensou. - ESPERA UM POUCO, TE CHAMOU DE PUTA E VADIA? ESSE MENINO TÁ PEDINDO, CARALHO! - explodiu e foi atrás dele, bufando.
- ?! - gritou. - Eu é que não vou perder porrada, mas se bem... - Ela deu de ombros e seguiu .
- Cadê ele, Tom? Cadê o Poynter? - foi até o Tom, bufando.
- Tá ali atrás com o Harry. Espera ai, ? - Tom se virou e viu ela correndo até o banco.
- ... - Tom viu ela passando.
- Cala a boca, viado! - Ela passou correndo atrás de , parando no meio do caminho.

- Dougie! - chegou na frente dele e o puxou pela gola da camisa. - Olha, eu te amo sabia? Mas agora você fez uma coisa que eu não admito de JEITO NENHUM! Me chamar de puta é uma coisa. - Ela puxou a gola dele. - MAS CHAMAR A DE VADIA É OUTRA DIFERENTE, ENTÃO, SEU BOSTA, SE VOCÊ MENCIONAR MAIS ALGUMA PALAVRA MALDOSA PRA MINHA AMIGA, EU PROMETO QUE NÃO VÃO EXISTIR MAIS POYNTERS, TÁ LIGADO? - bufou, o empurrando de volta pro banco e voltando para o bar, pisando forte. - PENSANDO BEM, MENINO, EU NÃO TE AMO PORRA NENHUMA! EU ESTOU QUASE PREFERINDO O JAKE! - completou.
- OH MEU DEUS! - olhou espantada.
- Oh meu Deus! - Harry ficou sem palavras.
- Que porr... - Dougie estava confuso, até escutar o nome 'Jake' sair dos lábios de . - SE VOCÊ ESTÁ QUASE PREFERINDO O JAKE, VAI NELE!
- E VOU MESMO! - voltou. - E AGORA, VOU TE DAR UM MOTIVO PRA ME CHAMAR DE PUTA, DOUGIE LEE POYNTER!
- É! SUA PUTA! - gritou rindo.
- VAI SE FODER, ! - disse séria. - NÃO É HORA PARA BRINCADEIRA, CARALHO.
- Ai, desculpa. - Ela olhou com medo. "Então é essa a hora que eu vou saindo de fininho... Que porra é essa... Ai, é o Tom atrás de mim. FUCK!"
- Vai a algum lugar? - Tom olhou.
- Não, não eu pretendo ficar aqui pra sempre! - Ela falou irônica e foi pro banheiro.
"Pelo menos ninguém pode entrar aqui! A pode, mas eu to com muito medo dela e... Cara, eu não acredito no que ela falou! Depois que eu defendi ela!" pensava, sentada num banquinho de vestiário que tinha no banheiro.
- COMO É ? VOCÊ VAI DAR MOTIVO? VOCÊ JÁ DEU, SUA IDIOTA! - Dougie se levantou e foi até ela. - VOCÊ QUE PEGOU MEU MELHOR AMIGO DIZENDO QUE GOSTAVA DE MIM, E EU, IDIOTA COMO SOU, NÃO FALEI NADA. VOCÊ QUE FICA SE JOGANDO EM CIMA DO JAKE. VOCÊ JÁ DÁ MOTIVO!
começou a chorar e deu um tapa no rosto dele. O olhou e saiu correndo para o banheiro.
- ? ! - Ela viu sentada. - ME DESCULPA! É... É QUE EU ESTOU TÃO PUTA COM O DOUGIE! SÉRIO. - Ela chorava.
- Eu vou resolver isso! - Ela levantou. Dois minutos depois ela voltou com a chave do carro em mãos.
- Vamos! - Ela puxou para o carro, pegando suas coisas e indo pra algum lugar.
- PUTA MERDA, ESQUECI QUE EU NÃO SEI DIRIGIR NO LADO DIREITO! , não fica assim, amiga! - tentava se concentrar no transito complicado.
- Para de se preocupar comigo e olha pra rua! - disse, limpando os olhos.
- AI, EU TO OLHANDO! - Ela gritou.
- ENTÃO CONTINUA! PARA NAQUELE STARBUCKS, SEI LÁA! - riu.
- A gente ta de biquíni! - Ela olhou pra si mesma.
- E dai? Vamos logo!
- Ta! - Ela parou na frente do Starbucks. - Pega minha roupa na bolsa, fazendo um favor.
- Que bolsa? Ficou tudo lá no clube! - riu.
- Então desce você!
- Eu? Ok, eu vou. - desceu do carro, usando só seu biquíni. Passou dois minutos e ela voltou. - A gente não pegou dinheiro, sua besta! - riu, seu humor estava melhorando.
- Ah, assalta eles, então! - Ela deu uma risadinha fofa.
- Vou muito. - balançou a cabeça. - Vamos voltar pro clube, os meninos devem estar surtando.

- CARALHO DOUGIE, VOCÊ É MUITO BURRO! SÓ TÁ PIORANDO AS COISAS COM A .
- Fica quieto! - Ele disse emburrado.
- Mané fica quieto! - Danny o olhou. - O Judd tem razão!
- Eu cansei, beleza? - Dougie saiu, indo em direção à mesa, dando falta da chave do carro.

- E você não quer mesmo saber como eu peguei a chave? - Ela deu uma risadinha pra .
riu junto, mas saiu um riso afetado, olhar para Dougie não estava a fazendo bem.
- Me dá isso, . - Dougie resmungou.
- Me dá isso o cacete, me respeita ou te meto um tapa! - Ela colocou a chave pra trás, como se fizesse Dougie pedir desculpas.
- Arght, pode me dar isso por favor, ? - Dougie revirou os olhos.
- Toma! - Ela entregou a chave.
- Obrigado, agora vamos embora, pelo amor de Deus? - Dougie perguntou.
- Quando antes, melhor. - disse, fria. Ela estava vestindo seu vestido e saiu andando na frente.
- Sim, sim! - Ela sorriu com sarcasmo. - Eu vou chamar os outros. - Ela se virou, colocando seu vestido, indo em direção ao bar onde estava Harry, Danny e Tom.
- , espera! - Dougie foi até ela, mais calmo.
- Não. - continuou andando até o carro.
- Vamos? - chegou aos meninos.
- Já? - Danny perguntou.
- É, o clima ficou quente! - Ela respondeu.
- Ta, vamos! - Harry saiu na frente com Danny.
- , eu... Eu gosto de você. - Dougie a alcançou.
- Que legal, não me importa! Se você não tivesse sido um idiota, a gente poderia estar juntos agora, sabia? - segurava as lágrimas. - Você. Não. Me. Faz. Bem! Não mais! Agora abre a porta do carro e por favor, não me direcione a palavra durante o trajeto!
- Tom, me desculpa. Eu não queria ter sido grossa com você. - olhava pro chão, a coragem que teve ao bater em Dougie, não tinha pra olhar nos olhos de Tom.
- Eu te desculpo. - Ele a abraçou.
- Obrigada! - Ela sorriu.
- Vamos, gatinha.
- Vamos, gatinho.

Tom e foram os últimos a entrarem no carro. ficou num canto, do lado de Harry e Dougie foi na frente, do lado de Danny. Os únicos que conversavam era Tom e e só fazia era olhar para a janela, perdida em pensamentos e chorando.
Quando eles chegaram em casa, se sentou no sofá e ficou observando subir pro quarto.
"Cara, ela vai desabar!" pensou.
subiu para o seu quarto e foi tomar um banho. Não parou de pensar no dia que passou. Como ele mudou de perfeito para uma droga. Estava deixando a água quente cair em suas costas e a única coisa que vinha em sua cabeça era Dougie a chamando de puta, ela nunca tinha imaginado isso acontecer, ela não sabia o tanto que iria doer. Passou 30 minutos e saiu do banho, colocou um vestidinho e foi para a varanda do quarto de Tom, olhar o céu.

- Eu fui muito dura com o Dougie? - perguntou pra Harry, que estava sentado ao lado dela na sala.
- Não, você só falou o que ele merecia ouvir. - Ele sorriu sem-graça.
- Ah. Eu vou tomar banho. - Ela subiu e viu do lado de fora. "Ela precisa pensar." deu de ombros e entrou no banheiro.
saiu de toalha do banheiro, como de costume, e foi até a varanda.

- ?
- Oi. - respondeu.
- Se anima! - Ela sorriu. - Quer fazer festa do pijama?
- Besta. - soltou um risinho. - Não to muito no animo.
sorriu para , que retribuiu com uma piscadela e voltou para o seu quarto. continuou na varanda, olhando o céu que agora estava num laranja claro, com o sol se pondo. Ouviu passos atrás de si e fechou o olho, fingindo que estava dormindo.
'Merda, ela tá dormindo.' Tom reclamou. Queria conversar com ela sobre o que aconteceu entre ela e Dougie, e queria ajuda com a . Desistiu de falar com ela e foi para a cozinha.

- Eu quero matar esse garoto. - falou saindo do quarto e se deparando com Tom.
- Que garoto? - Tom sorriu.
- O Dougie. - fez uma cara sarcástica.
- Ah.
- Ele não podia ter falado aquilo com ela. - sussurrava, pois se Dougie estivesse perto, não queria que ele ouvisse.
- Isso eu concordo. - Tom sussurrou junto com . - Mas... Ah, que bosta! Toda vez que eles estão quase ficando juntos... Acontece alguma merda dessas.
- Pois é. Vamos descer! - Ela foi andando, mas Tom a puxou e a colocou na parede.
- Não aconteceu nada com a gente! - Ele sorriu malicioso.
- Tom... - Ela foi interrompida por um selinho dele.
e Tom desceram, Tom foi pra cozinha e pra sala, assistindo um programa que Harry via na TV.
cansou de ficar morgada e deu um pulo da espreguiçadeira que estava deitada. Não iria ficar numa fossa dessa. Não em uma cidade como Londres! Com vinte garotos tão bonitos como Dougie, - ou até mais. Foi para seu quarto e começou a revirar o guarda-roupa, procurando uma roupa sexy o bastante para Dougie se lamentar e o bastante para ter qualquer garoto na sua mão.

- Ta ouvindo um batuque? - Harry perguntou.
- To, ta vindo do teto. Deve ser a procurando alguma coisa. - deu de ombros.
- Vai ver! - Ele mandou.
- To indo, Sr. eu-acho-que-tenho-moral! - Ela zoou.
- Ah, sua loira!
ignorou, e quando abriu a porta do quarto viu cercada de roupas e sapatos.
- Então eram esses saltões que estavam fazendo barulho, né? - riu.
- Exatamente! - riu. - Cansei da fossa, vou sair pra night! Sem McGuys no meu pé! Vai querer ir? - sorriu.
- Não, eu to com o Tom. - Ela deu de ombros.
- Ah. - riu. - ESPERA AI, VOCÊ TÁ COM O TOM? - demorou para assimilar as palavras.
- ISSO BERRA PRA VIZINHANÇA INTEIRA OUVIR! - gritou.
- AAAH NÃO ACREDITO! VOU BERRAR SIM, CALADA! - deu pulinhos.
- Ah, para! - ficou vermelha.
- Que lindo! - apertou as bochechas da amiga e voltou para o guarda-roupa.
- Ta bom! Vai dizer que você não viu lá no clube? - Ela riu.
- Se vi, eu não lembro. - riu. - Me ajuda com a roupa?
- Ahaam! - abriu seu guarda-roupa, puxando uma malinha preta. - Feche os olhos e observe a mágica! - Ela abriu a mala que tinha saias, missaias e vestidinhos de couro.
- Sexy! - riu.
- Escolhe aí, pega uma sandália, põe um piercing no umbigo e já pode ser como eu! - Ela riu e saiu do quarto.
- Até parece que quero essa desgraça! - riu e voltou a procurar roupas no seu guarda roupa
- Nossa, amiga! - gritou do corredor.
- TE AMOOOO! - gritou.
- POR SORTE SUA, EU TAMBÉM! - Ela riu e voltou pra sala.

- O que era o barulho? - Harry perguntou quando viu .
- A fazendo macumba. - Ela sorriu.
- Cadê a ? - Dougie perguntou, enquanto descia as escadas.
só respondeu com um olhar mortal.
- Ta lá em cima fazendo macumba! - Harry falou.
- O quê? - Tom perguntou aparecendo na porta da cozinha.
- Volta pra cozinha, gatinho! - empurrou ele rindo, e foi pra cozinha também.

Depois de minutos procurando achou a roupa perfeita. Deixou ela separada e foi tomar outro banho rápido, sempre antes de sair, tinha seu ritual de banho. Uma mania que sempre brincava com ela.
- Você acha que vai durar? - Tom perguntou pra , que estava sentada observando ele fazer comida pra janta.
- Durar o quê? - Ela olhou pra ele.
- A gente? - Ele se virou pra olhar pra ela.
- Talvez dure. - Ela sorriu.
- Que bom! - Ele sorriu de volta, e tornou a fazer o que fazia antes.

ainda estava no banho quando seu celular começou a tocar Love Drunk, seu toque. Saiu de toalha correndo e viu que era o número da mãe da amiga, foi correndo até a sala de toalha entregar o celular.
- , SUA MÃE! - gritou, e só depois viu os olhares dos meninos - incluindo Dougie - em cima dela.
- MAMÃÃÃÃÃÃÃE! - saiu correndo pra pegar o celular, deixando cair no chão, sorte que sua capinha protegeu - AI CACETE! - Ela gritou, mas se acalmou. - MÃE? MÃE? QUE SAUDADE MÃE, A QUANTO TEMPO, EU TE AMO MÃE! - falava em português, arrancando risos de sua mãe que respondia a histeria da menina.
a olhava rindo.
- PORRA, NÃO DEIXA MEU CELULAR CAIIIR MENINA! - riu e voltou para seu quarto. - ME ENTREGA DEPOIS! - Ela gritou e fechou a porta.
- Ta bom, mãe! Tá, te amo também! Manda beijos pro Brian! Ta, beijos! Tchau. - desligou o celular, correndo pro quarto. - , , ! - batia na porta.
- CAAALMA AI, TO PELADA! - riu e colocou o roupão. - Pronto.
- AQUELE GAROTO! O JUDEU LÁ, O MATTEUS! ELE FOI LÁ EM CASAAAA! - gritava e balançava as mãos.
- COMO ASSIM? EXPLIIICA! - riu.
- ELE IA PEDIR PRA NAMORAR COMIGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! MINHA MÃE DISSE QUE ELE LEVOU FLORES E CHOCOLATE E TUDO E ELE FICOU LÁ, TADINHO! AI MEU DEUS EU PRECISO LIGAR PRA ELE, MAS EU NÃO POSSO, EU TO COM O TOM E EU TO GOSTANDO DELE E... - parava pra respirar, pois se enrolava pra falar tudo.
- RESPIRA E SENTA! AGORA, LIGA PRA ELE E DIZ QUE VOCÊ ESTÁ COMPROMETIDA! - riu. - e seus machos.
- Eu vou desapontar ele! - Ela falou se sentando.
- O Matteus? - se sentou do lado dela. - Amiga, antes ele do que você e o Tommy. - piscou.
- Ta. - Ela pegou seu celular e ligou pro Matteus.
- Oi, Matteus. Sim e você? Eu to ligando pra falar que minha mãe me contou que você foi lá em casa! - Ela se esforçava pra não ser grossa. Ele perguntou se ela queria namorar com ele. - Desculpa, mas não dá! Eu to com um cara aqui em Londres. Desculpa mesmo. Ta bom, tchau. - Ela desligou.
- Melhor? - sorriu.
- Sim, pelo menos eu não magoei ele tanto. Ele disse que já esperava eu estar namorando, pois uma moça como eu era muito fácil de ter um namorado. - sorria.
- Isso eu concordo! - riu. - Você é linda e vai ter filhos com covinhas!
- Ooown! - sorriu envergonhada.
- Own! Agora vaza, tenho que me arrumar! - riu;
- Ta, me desculpe! - Ela saiu rindo.
- Desculpada! - riu e fechou a porta. Pegou seu iBoo e ligou seu iPhone e colocou para tocar The Balad Of Monalisa, do Panic. Ficou dançando e se vestindo, até que em meia hora depois ela estava pronta.
estava na sala assistindo TV com Harry, até que sentiu o perfume de . "Essa safada deve estar pronta, agora quero ver a roupa que ela botou." sorriu.
- Agora estou sexy. Se segurem machos da vida, estou soltinha! - riu e saiu do seu quarto. Enquanto descia as escadas, deu de cara com Dougie.
- Errr.
- Licença. - passou por ele e foi até . - Como estou? - Ela usava um vestido tubinho preto, com uma bolsa de leopardo do Alexander Mcqueen e o sapato combinando.
- Santo Deus! - olhou a garota de cima a baixo. - Se eu fosse homem, eu te pegava! - riu.
- Força! - riu e deu uma voltinha.
- Eu concordo com a , viu? - Danny riu.
- Calma, ela disse 'Se ela fosse homem...' Quer dizer que você não é homem, Danny? - riu.
- Eu não! - Danny riu.
- Ele já te pegou, sua vadiazinha! - riu.
- Isso não vem ao caso, ok? - deu língua e foi até a porta. - Ok, estou saindo! Beijooooos.
- Beijos, amiga! Liga se precisar da sua guarda-costas! - sorriu acenando.
- Pode deixar! - abriu a porta e foi chamar um taxi.
- Espero que nada aconteça com ela! - falou pra Harry, que estava na sala com ela e Danny.

- Onde a foi? - Dougie acordou e foi para a sala.
- Porta afora! - respondeu irônica.
- , VEM AQUI, GATINHA! - Tom gritou da cozinha, e foi.
- Ela saiu, dude. Acho que ela foi pra algum bar. - Harry falou sem tirar os olhos da TV.
- Como assim algum bar? - Dougie perguntou, confuso. - A... Achei que ela iria ficar em casa por que estava deprimida.
- Você brigou com ela pra deixar ela deprimida? - saiu da cozinha ao ouvir o que Dougie disse.
- Claro que não, . - Dougie se desculpou. - Ela estava triste morgando na varanda do Tom, então eu raciocinei...
- Você não tem que pensar, Dougie. - Harry o interrompeu. - Você deveria fazer algo pra te-la de volta, por que aquela garota na night... Meu Deus. - Harry riu.
- Você fez uma cagada bem grande, Poynter! Se ela decidir ficar com o Jake, pode dar tchau, porque eu conheço a minha amiga. - Ela falou.
- Ela não vai ficar com o Jake. Com ele eu não admito. - Dougie disse com ódio no olhar.
- Você é dono dela? - perguntou sarcástica.
- Não. - Dougie admitiu. - Ela merece alguém melhor do que aquele filho da puta.
- Eu também acho, mas se ele fizer ela feliz? E se ele for melhor do que você? - foi se aproximando, até cutucar Dougie na última palavra.
- Ele não é melhor do que eu. Ele tentou agarrar ela a força. - Dougie a encarava. - Eu nunca faria algo assim, ainda mas com ela.
- VOCÊ CHAMOU ELA DE PUTA! Não tem ideia do quanto você a magoou? - Ela olhava em seus olhos.
- VOCÊS VIVEM SE CHAMANDO ASSIM! E eu ainda gosto dela. E não, não sei quando a magoei, mas quero me desculpar.
- A gente pode se chamar assim! Eu não quero mais ouvir! - voltou pra cozinha.
- Não foge, ! - Dougie foi atrás dela. - Você tem que me ajudar. Liga pra ela pra mim descobrir onde ela está e eu ir lá acabar com tudo isso. Por favor.
- Não! - olhou nos olhos dele, ela estava realmente brava. - Faz o que você quiser, liga, vai atrás dela! Você vai estragar a noite dela, seu...
- , se acalma. - Tom olhava a cena.
- Eu não vou estragar a noite dela! Eu quero arrumar tudo isso, porra! - Dougie gritou. - EU AMO ELA, EU TENHO CIÚMES DELA, VER ELA DEFENDENDO AQUELE VIADO DO JAKE... CARALHO! NÃO DEU PRA AGUENTAR!
olhava Dougie. Ele a deixou sem palavras. Ela passou por ele na cozinha foi no quarto e pegou seu celular.
- Toma. Liga! - entregou o celular pra Dougie.
, ao contrário de que todos pensavam, não estava em uma boate ou algo assim. Ela resolveu ir para um Starbucks, pensar e relaxar. Ela nunca foi boa em superar coisas relacionadas ao amor, e não seria agora que tudo iria sumir. Estava tomando um café e seu celular começou a tocar Guilty Pleasure, do Cobra. Sabia quem era sem olhar o visor.
- Oi ! - disse, rindo.
- Oi . - Dougie respondeu, perdeu o sorriso no minuto que escutou a voz dele. Aquela voz sexy, que ela adorava ouvir dizer seu nome.
- O que você quer?
- Onde você está? Quero falar com você.
- Estou ocupada. Tchau. - desligou ao sentir as lágrimas em seus olhos. Dizem que quando você chora pelo olho esquerdo quer dizer que você está triste e foi exatamente o que aconteceu. Ela não chorou escandalosamente, uma única lágrima desceu do seu olho esquerdo. Depois de alguns minutos começaram a descer mais e ela foi obrigada a ir ao banheiro, pois todos a olhavam curiosos.
- Filho. Da. Puta. - dizia enquanto tentava arrumar a maquiagem e parar de chorar.

- Anda, vaca atende! - ligava pra , dessa vez.
ouviu tocar a música do Cobra e ignorou. Por pouco não jogou seu celular na privada por causa do seu ódio. Depois de se controlar, ela voltou para a sua mesa.
- Garçom? Uma dose tripla de tequila, por favor! - Ela gritou, não importa onde estava, iria se embebedar. Como dizem: Tequila, o melhor jeito de esquecer o mundo.
- Cacete! Ela não atende! - mandou um SMS, dizendo que queria saber onde ela estava.

- Eu não vou te atender, seu idioooooooota! - gritou com o celular. Olhou de novo e viu que era uma SMS de .
- Estou na Starbucks, se aquele idiota vier eu rasgo todas suas blusas do Guns e as suas saias de couro. E estrago seus sapatos. Pronto. - respondeu a mensagem.

- Filha do Cão! - correu e se trocou, indo pro Starbucks. - Beijos, to saindo!

estava no seu terceiro copo de tequila. Estava com medo de Dougie vir junto com , como já estava alterada, ela não tinha nenhum problema para dizer o que pensava. Isso era o que mais a preocupava. chegou correndo no Starbucks. Ela estava com um shortinho, camiseta e uma jaqueta.
- , para de beber! - se sentou ao lado de .
- Eu não. Adoro tequila! Me lembra aquele episodio de Friends... E nem ligo muito também. Mas... Com o que eu não ligo? - riu e virou o copo de tequila.
- Cacete! - olhava brava pra . - PARA! - tirou o copo antes dela virar.
- Ai, chata. Eu paro. - se encostou na cadeira.
- Garçom, trás a conta! - pediu.
- Não tráaas não! - riu.
- Para, ! - tentava controlar a amiga. - Fica aí! - Ela foi até o balcão e pagou a conta.
- Sem graça. - deu língua para a amiga.
- Vamos, você não pode beber numa Starbucks. - puxou e foi indo pro um taxi. - Vamos beber numa boate. - Ela sorriu.
- AAAH, MINHA LINDAAAA! - riu e abraçou a amiga. - Hoje quero provar absinto!
- Que isso! Eu quero sex-on-the-beach! - fez uma dancinha de ombros.
- Com o Tom, né safada? - riu. - AMIGOS E AMIGAS DESSE TAXI, ESSA AQUI É A FUTURA SENHORA FLETCHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEER!
- ! Está me matando de vergonha! - se encolheu no banco.
- O quê? Só estou dizendo a verdade. - deu de ombros.
- Obrigada, moço! - ignorou , quando ela pagava o taxista descendo do carro na frente da boate.
- Ei, não! - puxou . - Você não pode ir para a boate! Está comprometida! Vamos pra casa. - Ela assoviou e um taxi parou do lado dela.
- Sua puta de esquina! - fez uma cara fofa.
- Minha vaca! Agora entra! - entrou no taxi.
entrou no taxi, e teve que ficar o caminho todo aturando cantar e falar coisas dela e de Tom. Quando chegaram na casa dos meninos entrou gritando.
- OLÁ MEUS AMORES, TIRANDO O DOUGIE, OK? - deu um selinho em Danny, em Harry e quando ia da um no Tom ela desviou para a bochecha. - SORRY! ESQUECI QUE VOCÊ É SR. COMPROMETIDO AGORA. - riu e se sentou no sofá.
- , PARA! - gritou olhando pra amiga. - PERDEU A GRAÇA!
- Desculpa! - foi até a amiga e lhe deu um beijo na bochecha.
- VAI LÁ PRA CIMA, AGORA! - apontou pra cima.
- OK, OK. - subiu as escadas, parecendo uma criança sendo colocada no castigo.
olhou pra Dougie, como se dissesse "Me agradeça por isso". Ela subiu logo atrás de , e quando chegaram no quarto, a empurrou pro chuveiro.
- Toma um banho gelado, amiga! Você bebeu demais. - Ela falou.
- Eu sei. - foi até ela. - Me desculpa. Sério. Eu sou uma idiota, nunca acerto. Mas sempre foi assim, né? - Ela sorriu fraco.
- Não é tudo culpa sua. - Ela sorriu de lado. - Eu sou sua amiga e mesmo sendo grossa, eu vou ter que ser sincera sempre, porque eu quero seu bem.
- Eu te amo, viu? - abraçou a amiga.
- Eu também te amo. - Ela retribuiu o abraço. - Agora vai tomar banho, você ta com cheiro de tequila!
- Ok! - foi ao banheiro e entrou no seu banho. - ARRUMA ALGUMA COISA PRA MIM COMER, PLEASE?
- Ta! Morta de fome. - tirou a jaqueta e os sapatos, descendo pra pegar qualquer coisa no armário.
- Eu fiz janta. Quer? - Tom perguntou de um jeito fofo, fazendo sorrir.
- Depois eu como, eu tenho que dar janta pra . - Ela abraçou Tom.
- O que você fez? - Ela perguntou.
- Lasanha! - Ele sorriu.
- Nossa, além de lindo sabe cozinhar? - deu um selinho nele. - Que orgulho!
- É. Obrigado. - Ele corou.
- Ooown, lindinho! - Ela apertou suas bochechas.

saiu do banho e colocou seus típicos shortinhos de ficar em casa e um blusão. Deitou na cama e ficou mexendo no seu iPhone até chegar com sua comida.
- Aqui sua comida! - abriu a porta com o pé. Ela dominava essa arte.
- Obrigada! - pegou seu prato e começou a comer.
- Morta de fome. - Ela riu.
- Sou mermo. - riu. - Se você estiver com vontade de ir no seu homem, pode ir, viu?
- Não, eu quero te perguntar uma coisa. - Ela deitou na cama de barriga pra baixo e ergueu as pernas. - Você quer mesmo ficar com o Jake?
- Nunca disse que queria ficar com o Jake... - corou. - Mas... Não. Nem pensar. Eu meio que... Ainda gosto do Dougie.
- Ah, bom mesmo. - Ela sorriu. - Agora, eu vou me pegar com alguém na cozinha! Tchau. - mandou beijos.
- Ui, na cozinha. Sexy. - riu. - Vai lá.
saiu do quarto e Dougie estava no corredor.
- A tá ai? - Ele perguntou.
- Tá. - Ela respondeu.
- Valeu. - Ele foi até a porta do quarto dela, ficou encarando a porta para tomar coragem.

desceu as escadas e foi pra sala, se sentando ao lado de Tom.
- Quer jantar? - Ele perguntou educado.
- Aham! - Ela respondeu sorrindo.
- Eu trago aqui pra você. - Ele se levantou.
- Que isso, eu nunca vi ele assim! - Danny falou, recebendo uma encarada de .

- Posso entrar? - Dougie bateu na porta.
- Não. - Ela respondeu. Ele ignorou o que ela disse abriu a porta.
- Achei que você estava pelada, sei lá. - Ele tentou faze-la sorrir, falhando completamente.
- Cala a boca, por favor? - o encarou.

- Toma. - Tom trouxe lasanha pra , que sorriu.
- Brigada! - Ela pegou o prato.
- E pra mim? - Harry fez uma cara triste.
- Vai pegar! - Tom respondeu rindo.
- Nossa, isso é jeito de falar com uma dama? - Danny zoou.
- A única dama dessa sala! - Harry falou recebendo um garfo no braço. - QUE ISSO? ESTÃO QUERENDO ME MATAR! SOCORRO! - Harry gritou.
- Droga! Agora vou ter que comer com a mão! - não mediu esforços e comia sua lasanha como um homem pré-histórico.

- Por que eu tenho que calar a boca? - Ele chegou perto. - Quem errou foi VOCÊ!
- Eu? - Ela se levantou e ficou de frente para ele. - Eu errei? É, Você deve ter razão! - Ela disse irônica. - Eu que estraguei tudo, né? Eu que magoei quem mais me amava de um jeito tão pesado que foi preciso dela beber TRÊS DOSES TRIPLAS DE TEQUILA para tentar fazer a dor passar? Fui eu que perdi a única pessoa que realmente me amou por ser quem eu sou e não por ser famoso e participar de uma banda? - Ela disse, chorando. - Fui EU que perdi a chance de conseguir alguém que realmente se importava comigo? Foi, Dougie? Não! Não FOI! FOI VOCÊ! VOCÊ FEZ TUDO ISSO COMIGO E COM VOCÊ! EU ESTOU COM TANTA RAIVA DE VOCÊ, MAS A RAIVA NÃO MUDA A PORCARIA QUE EU SINTO E QUE EU DARIA TUDO PARA NÃO SENTIR! É impressionante como as pessoas certas mudam a sua vida em tão pouco tempo, percebeu? - Ela chorou. - Você mudou a minha DUAS VEZES! E agora, eu juro que nunca mais, eu disse nunca mais quero sentir as coisas que estou sentindo. - Ela se sentou.
Dougie ficou sem palavras, não conseguia argumentar contra aquilo. Se sentou do lado dela e passou a mão pela cabeça.
- Sabe aquela música, Down Goes Another One? - Ela concordou. - Tem uma parte que mostra exatamente o que sinto. 'Said I died for you and I would'.
- Eu não acredito em você.
- Não se preocupa, eu vou fazer você acreditar. - Ele se levantou e saiu do quarto, indo na direção do seu quarto.

- ! - gritou da sala.
- Como você consegue gritar assim, mulher? - Danny perguntou.
- Anos de treino. - Ela respondeu com um sorrisinho.
não respondeu. Ela se trancou no banheiro e começou a chorar. Não queria saber o que Dougie iria sentir, não queria se lembrar de McFly.

- ?! - perguntou pra si mesma, ouvindo uma porta bater. Ela limpou as mãos na camisa de Danny e correu lá pra cima.
- Obrigado! - Danny falou.

- ? - bateu na porta do banheiro.
- Oi. - Ela respondeu, com a voz embargada.
- Sai daí! - Ela falou.
- Não. Deixa eu me acalmar aqui, tá? - Ela limpou os olhos.
- Ai, amiga! Ta bom. - Ela saiu do quarto e foi direto pro quarto de Dougie.

- Abre a porta! - Ela batia com força.
- , sai já daí! - Tom pegou ela pela cintura e a levou lá pra baixo.
- Me deixa, ! - Dougie gritou.

- Que saco! Eu cansei de ver ela chorando! - explicava, agora na sala.
- Eu sei, ! - Tom passava a mão no rosto dela. - Mas você tem que deixar eles resolverem isso.
- Eu não sei mais o que fazer. - Ela olhou pra baixo.
- Por que você não ignora isso tudo e se diverte? - Ele sorriu. - Você ta em Londres, com seu gatinho, com outros dois caras que você gosta muito e sua melhor amiga!
- É, você ta certo. - Ela olhou nos olhos castanhos dele, e não deixou de sorrir.

Dougie estava trancado no quarto, desnorteado. Ele não queria ter feito se sentir assim e ela estar se sentindo assim fez ele se sentir dez vezes pior. É. Alguém conseguiu fisgar o coração de Dougie Poynter. E o pior era que mesmo fisgado não tinha a garota que queria. Mas nada disso iria o impedir de reconquistar sua menina.

estava tentando se acalmar, mas o que ela tinha falado para ainda não tinha se concretizado: Ela queria se pegar com o Tom.
- Tom, eu vou dormir, quer ir? - Ela deu uma piscadinha.
- Uuuuuuuuuuuuuuh! - Danny e Harry falaram ao mesmo tempo.
- Ah, parem, eu só vou dormir! - mentiu.
- Ta, vamos. - Tom se levantou pegando na mão de .

Ela abriu a porta do quarto de Tom e sentou na cama.
- A gente não vai passar só de beijos, né? - Ele perguntou.
- Não, até porque eu sou bem mais nova do que você. - Ela sorriu.
- Ah. - Ele se sentou, sendo surpreendido por uma que ele nunca tinha visto antes. Ela sentou no colo dele e a sessão amassos começou.

ainda estava no banheiro, mas já tinha parado de chorar. Se olhou no espelho e saiu do banheiro. Sabia que iria dormir sozinha, ainda mais agora com namorando com Tom. Se deitou na sua cama com seu iPhone tocando I Miss You, do Blink. Estava tão concentrada na música que não ouviu a porta abrir. Sentiu um corpo deitando do seu lado e se virou.
- Harry?
- Eu quero dormir com você, eu sei que você estava chorando. - Ele olhou, e em seu olhar não tinha nenhuma malicia.
- Eu ainda estooou. - Ela o abraçou e começou a chorar.
- Não fica assim, tudo vai ficar bem. - Ele deu um beijo no topo da cabeça dela e os dois dormiram abraçados.

- Nossa... Você vai me matar, assim! - falou descendo do colo de Tom.
- Nem vou. - Ele empurrou ela, que deitou na cama e voltou a se beijar com Tom.

De manhã, acordou de baixo de Harry. Ela estava com olheiras por causa de dormir ouvindo Blink e por causa do choro. Ela se levantou sem o acordar e foi tomar banho, para mais um dia de aula.

- Tom, já ta na hora de acordar! - cutucou ele. - O que aconteceu ontem? - se certificou se estava de roupa e se encontrou sem a camiseta.
- Não me lembro. - Ele se sentou meio sonolento, estava só de boxers.
- Ai meu Deus. - falou.
- Brincadeira, a gente nem fez besteira não. - Ele sorriu.
- Ah, tá. - Ela sorriu de volta. - Eu vou me trocar. Se você achar a minha camiseta, me devolve! - Ela riu.
- Ta bom. - Ele observou ela sair do quarto.

terminou seu banho e viu que Harry ainda estava dormindo. Vestiu seu vestido vermelho de bolinhas brancas, sua sapatilha branca e o acordou com um beijo na ponta do nariz e com uma mordida na nuca. Apesar do dia anterior, ela tinha acordado feliz. Na verdade, feliz não era a palavra, e sim inspirada.
- Bom dia, Judd. - Ela riu.
- Bom dia, . - Ele se sentou e deu um beijo na bochecha dela. - Melhor?
- Quer a verdade? - Ela sorriu fraco. - Não muito, mas eu sei viver sofrendo. - Ela deu um sorrisinho e Harry a abraçou.
- Não fica assim, anjo. - Ele deu um beijo na bochecha dela.
- Ok, agora vai se arrumar. Vaamos!
entrou no quarto sem a camiseta, mostrando seu sutiã de bolinhas. Harry e a encararam.
- Oi. - Ela falou rindo discretamente.
- A noite foi quente. - riu. - Oi, bom dia.
- Bom dia. - Ela foi entrando de fininho no banheiro.
- Eu acho que ela pensa que estamos juntos. - riu.
- Por mim. - Ele sorriu safado.
- Idiota. - deu um tapinha nele e se sentou no colo dele. - Harry, nunca irei fazer nada com você, você é o meu melhor amigo. - Ela deu um beijo na testa dele.
- Você também é a minha melhor amiga, .
- E EU? - gritou do banheiro.
- Vai tomar banho, vai? - gritou e riu. - O Judd é só meu, vai pro Danny!
- Eu não, eu tenho um gato superhot pra namorar! - sorriu aparecendo na porta do banheiro. - Se bem que a gente não tá namorando oficialmente. É... - Ela fez uma cara estranha e voltou pro banheiro.
- Como se isso fosse demorar. - revirou os olhos.
- Não joga praga! - gritou do chuveiro.
- Ok, ok. - riu. - Dramática!
demorou 15 minutos no banho. Sempre foi muito rápida, pelo menos mais rápida que . Ela saiu e colocou uma camisa com uma coruja, uma calça vinho e vans.
- Pronta? - perguntou.
- Eu to pronto. - Harry riu.
- Pronta! - se exibiu.
- Tá linda. - Tom apareceu na porta e foi dar um selinho em .
- Ok, vamos!
- Tem que acordar o Dougie. - Harry lembrou.
- Ok, to no carro! - riu e foi para o carro.
saiu com Tom, indo pro carro. Eles se sentaram atrás, abraçados.
se sentou na frente.

- Dougie? Vamos pra aula! - Harry bateu na porta.
- Não vou hoje, ok? Tchau. Nem eu, nem o Danny.
- Ok. - Harry voltou para o carro, se sentando no banco do motorista. - O Danny e o Dougie não vão. - Ele deu partida no carro.
- Ai cacildes! - gritou. - Vocês fizeram aquele trabalho?
- Não? - revirou os olhos. - Era em grupo, se você não fez, ninguém fez.
- Na verdade... Eu fiz. - Harry riu.
- Você não é do nosso grupo. - olhou pra Harry.
- Do seu, né? Por que a partir de agora sou do grupo dele! - riu.
- Eu já coloquei os nomes no trabalho. - Harry deu a notícia.
- SE FERROU! - riu.
- PORRA. - fez bico.
- Vaca. - logo completou
- MUUUUUUUUU. - riu.
- Criança.
- É. - falou.
- Ai, eu não estou com saco pra ir pra aula. - se encostou no banco.
- Eu nem tenho um mesmo, então... - riu.
- Arght. - revirou os olhos e Harry pousou sua mão na coxa dela. olhou para a mão dele e levantou as sobrancelhas.
- JUUUUDD. Licença. - Ela tirou a mão dele.
- Opa, que assédio é esse aí na frente? - deu uma risadinha.
- O mesmo que iria acontecer se o Tom não tivesse dormindo ai. - riu.
- Eu nem preciso falar sobre isso. - revirou os olhos. - Acorda, amorzinho. - cutucou Tom carinhosamente.
- wins. - Ela riu.
- São poucas vezes que alguém consegue. - falou. - Só falta o Harry e o Danny me deixarem sem palavras.
- Por que o Tom né... - riu e se afastou de um tapa que tentou lhe dar.
- Vaca. - riu.
- Até o Dougie conseguiu? Que eu saiba, aqui nesse carro só eu e Tom te beijamos. - Harry disse.
- Não, Harry, não é nada disso. - fez uma cara assustada.
- Eu nunca beijei a ! - riu. - Bando de maliciosos. Eu a deixei sem palavras com outras palavras, não ações.
- É. E eu nunca beijei o Dougie, só pra deixar bem claro. - olhou pra Tom e .
- Eu já sabia, e se quiser beijar agora, que beije. Sinto que vou ter que me acostumar com a cena dele beijando outras...
- Tom, vem aqui. - beijou Tom.
- Opa. - Ele sorriu.
- Jovens apaixonados. - revirou os olhos.
- . - a repreendeu.
- Parei. Parei. - sorriu e colocou seu fone no ouvido.

- Chegamos. - Harry parou depois de dez minutos.
- Aleluia! - desceu do carro e foi direto até a sala. Harry foi atrás dela.
- Depois quero conversar contigo, ok? - Ele piscou.
- Ok.
- Quer me levar, amorzinho? - olhou pra Tom.
- Vem! - Ele abaixou pra subir em suas costas.
- O que será que tá rolando com a e o Harry? - perguntou baixo no ouvido de Tom.
- Sei não, será que eles tão se pegando? - Ele perguntou de volta.
- Eu também não sei, mas hoje de manhã ela tava no colo dele.
- Meu Deus, ta pior do que a gente imaginava.
- É! Ela é uma pegadora! - riu, sendo colocada no chão, pois tinham chegado na sala.
A aula passou rápida. e ficaram passando bilhetinhos o tempo todo até o recreio.
- Vamos aonde agora? - perguntou.
- Eu tenho que falar com você. - Harry disse e pegou na mão dela. - Já voltamos! - E a puxou para fora da sala.
- Vamos atrás. - Tom sussurrou.
- Agora, não. - falou.
Ela esperou exatos 3 minutos.
- Agora! - Ela saiu andando com Tom, e quando e Harry olhavam pra trás eles despistavam com livros na cara, se abaixando e até beijos.
Quando finalmente Harry chegou em um lugar afastado ele parou e ficou de frente para .
- , eu posso te pedir uma coisa?
- Pode Harry, que pergunta.
- É que eu queria ficar sério contigo. - Ele disse, olhando para baixo.
- Como assim?
- Você ouviu? - sussurrou pra Tom.
- Sim, eu não acredito! - Ele respondeu sussurrando também.
- Eu... Porra, não sei explicar cara. - Ele ainda olhava para baixo. - Eu sei que você tá afim do Dougie e tals, e antes do romance da com o Tom eu meio que queria namorar com ela... Mas...
- Então você está me usando como um Backup?

- Vish... - arregalou os olhos.

- Não! A gente podia se ajudar, . - Ele a olhou nos olhos. - Eu meio quero esquecer o lance com a e você quer esquecer o Dougie. E Além disso, você é a minha melhor amiga.
- Que lance com a ?
- Não é em si um lance. É mais uma atração.
- E ao menos você tem essa 'atração' por mim?
- Se eu não tivesse, não estaria te pedindo isso. Só que você vai mais pro lado racional, sabe? Com a era puro... Tesão, essas coisas. - deu um tapinha no ombro dele.
- Queria ver a cara de Tom ao ouvir isso. - Ela riu.

- Tom? - olhou pra ele, que estava com uma cara espantada.

- Eu não. Provavelmente eu teria apanhado. - Ele riu. - Mas e ai, ? - Ele passou a mão pelo rosto dela.
- Harry... - Ela tirou a mão dele do seu rosto. - Eu não sei. Deixa eu pensar, ok? - Ela sorriu.
- Deixo. - Ele a abraçou e os dois ficaram abraçados.

- Vamos vazar antes que nos vejam. - Ela falou pra Tom.
- Vamos. - Tom a puxou pela mão, ele parecia meio raivoso.
- Ei, relaxa! Eu ainda gosto mais de você! - Ela sorriu.
- Você acha que é fácil ouvir as coisas assim?
- Eu sei que não é, mas eles não sabem que a gente ouviu, então fique normal! - Ela sorriu.

- Ei, ?
- Fala.
- Eu gosto de ter você assim, nos meus braços. - Ele sussurrou em seu ouvido.
- Que lindo, Harry. Mas eu não acredito em você. - deu um risinho.
- Eu to falando sério! - Harry riu. - Sei lá, parece que...
- ... Eu encaixo entre seus braços. - completou, rindo.
- Exatamente! - Harry sorriu e viu o brilho nos olhos dele, mas, logo depois, viu o rosto de Dougie, como seria Dougie dizendo isso para ela e acabou saindo do abraço.
- Vamos voltar. Vem. - Ela pegou na mão dele e o puxou até a sala.

- A gente nem comeu nada, né? - olhou pra Tom.
- É, mas eu sei um jeito de matar a fome. - Tom olhou pra ela.
- Como?
- Assim. - Ele puxou ela e a beijou.
- Pera que eu ainda to com fome! - Ela riu e o beijou mais.

estava voltando com Harry e viu e Tom se beijando. Ela começou a rir e acabou cortando o clima.
- INTENSOOOOOOO!
- Demonio de sete cabeças. - riu sentando no seu lugar.
Tom deu uma risadinha.
- Estranha. - riu e Harry a abraçou por trás.
- Eu vou beber água. - foi indo em direção à porta, encontrando Rick, que virou para olhar sua "parte traseira".
- É, essa aí é boa mesmo! - Rick falou com a maior cara de pau do mundo, sendo seguido por Jake.
não falou nada, apenas deu dedo pra Rick.
- Er, vocês estão juntos? - Tom perguntou, direto.
- Nossa, direto ao ponto! - riu.
- Não, não estamos. Ainda. - Harry acrescentou, recebendo um tapinha de .
voltou, sendo encarada por Rick e Jake, que logo receberam uma ameaça com o olhar. Ela se sentou ao lado de Tom.
- Ainda? - Ela sorriu.
- É, ainda. - Harry deu um beijo na nuca de , que tentou desviar, sem muito sucesso.
- Ah. - deu um sorrisinho.
- O que aconteceu na saída, você deu dedo pro outro ali. - Tom perguntou pra .
- É besteira. - Ela deu de ombros.
- Como assim ainda? - raciocinou e se virou para Harry. - Como você tem tanta certeza?
- Eu simplesmente sei. - Ele sorriu, fazendo revirar os olhos.
- Tom, essa é a hora que, de fininho, a gente se muda pro outro lado da sala. - sussurrou no ouvido de Tom.
- Idiota. - revirou os olhos, de novo.
- Vamos. - Ele pegou a mochila de e a sua, indo pro outro lado da sala.
A aula continuou passando rápido e quando deram por si já tinha acabado a aula. Dessa vez, quem foi dirigindo foi Tom, com sentada do seu lado e e Harry atrás.
O percurso até em casa foi silêncio, exceto por uma palavrinha ou outra que falava com Tom. Em meia hora eles chegaram.
- O que será que aconteceu com Dougie? - se perguntou, enquanto abria a porta de casa.
- Sei não, . - respondeu, vendo que Harry ficou meio bravo.
- E o Danny faltou também. - Tom se lembrou.
- É. Vou beber alguma coisa, querem algo? - perguntou enquanto deixava sua mochila no sofá
- Eu quero sex-on-the-beach. Faz um aí! - pedia a bebida pra .
- Como se eu soubesse, né cocota? - riu.
- Sex-on-the-beach só depois! - Tom riu deixando vermelha.
- Eu não sei... - fez uma carinha fofa pra , voltando a cor normal.
- Ui, indireta potente essa! - riu. - Vou trazer coca pra vocês e pronto! - foi até a cozinha.
deu uma risadinha envergonhada e foi pro quarto trocar de roupa. Na escada, ela virou pra Tom, que estava no sofá, e com o dedo o chamou.
ficou cantarolando Two Is Better Than One enquanto pegava os copos. Estava no refrão quando alguém a puxou - fazendo ela deixar cair um copo - para trás e começou a beijar o pescoço.
- Harry! Como você quer que eu decida se você não me dá um tempo?! - riu.
- Ai, sua chata! - Harry mordeu a orelha dela e foi para o quarto de Dougie.

- Dougie? - Harry bateu na porta do amigo.
- Entra aí. - Ele falou desanimado. Dormiu a manhã toda.
- O que aconteceu? A estava chorando ontem e você ficou trancado no quarto.
- A gente conversou ontem... E foi pesado.
- Como assim pesado? - Harry perguntou.
- A gente conversou sobre o acontecido... E, eu perdi ela, cara. - Dougie lamentou. - Pra sempre.
- Dude, sempre é uma palavra forte, então nunca se sabe.

- Vem aqui, gatinho! - puxou ele pra dentro do quarto.
- Rawr. - Tom riu.

- Você não a viu quando ela conversou comigo, Judd.
- Você tem que partir pra outra, pra melhorar. Pelo menos por enquanto.
- Isso é uma boa ideia. - Dougie sorriu, fraco.

- Tom, já chega! - levantou bagunçada. - Daqui a pouco começam a suspeitar de outras coisas sobre nós.
- Que chega, mulher! - Ele puxou ela de volta, que não evitou nem um segundo.

estava sozinha na sala. Ela se sentou num sofá e ficou ouvindo música. Começou a tocar With Me, do Sum 41 e ela não aguentou. Começou a chorar. Nesses últimos dias ela estava muito emotiva por causa do 'incidente Dougie'.
Danny chegou na sala e viu chorando. Ele sabia o porquê. Nada fez, apenas se sentou do seu lado.
, ao ver que Danny se sentou ao seu lado se inclinou nele e ele a abraçou, e começou a fazer cafuné. odiava estar assim, achava muito dramático.

- Ta bom, agora chega! - levantou, meio sem ar. Tom estava com o cabelo bagunçado, o que a fez sorrir.
- Sem graça. - Ele fez um biquinho.
- Eu tenho que trocar de roupa e você tem que pedir alguma coisa pro almoço. - Disse mexendo no guarda-roupa, pegando um shortinho de moletom e uma regatinha solta.
- Ta bom, mas eu volto! - Ele riu.
- Ta, vai logo! - Disse empurrando ele porta afora.

- , tudo bem? - Danny perguntou.
- Eu supero, babe. - deu um beijo na bochecha do amigo.
- Ok, vai no banheiro limpar essas lágrimas e vamos jogar alguma coisa! - Danny a puxou para ficar em pé, que se levantou rindo.
- Ok, ok. - foi para o banheiro. Enquanto ia ao banheiro ela escutou a voz de Dougie, ela começou a prestar mais atenção e ouviu o que ele combinou.
- Fechou então, linda. Às oito e meia, eu te busco em casa. Beijo, até mais tarde. - Ele estava combinando de sair com uma menina. não aguentou ouvir isso e se trancou no banheiro, mas dessa vez não ficou chorando. Ela arrumou sua maquiagem e foi até a sala, onde estava Danny e Harry.
- Isso, bem melhor ! - Danny sorriu.
- Obrigada, anjo. - riu e se sentou no colo de Harry.
saiu do quarto, agora mais arrumada, e deu de cara com Dougie. Ela desceu as escadas e viu no colo de Harry, e não evitou o risinho.
- Harry, vem aqui rápidão? - se levantou e foi até a cozinha.
- Diga, linda.
- Eu aceito.
- Aceita?
- A-cei-to. - sorriu e Harry a abraçou. - Então agora somos...
- Namorados.
- Namorados?
- Namorados. - Harry sorriu e deu um beijo na nuca de , que dessa vez não tentou desviar.
- Namorados, então. - riu e deu um selinho no novo namorado, que engatou um beijo.

- Ela é uma safada! - deu uma risadinha.
- Só falta a gente assumir. - Tom chegou atrás de .
- Já não tava assumido? - Ela riu, colocando as mãos em volta do pescoço de Tom.
- Nossa, você é rápida! - Ele sorriu.
- Eu sou! - Ela deu um beijinho no queixo dele. - Já pediu o almoço?
- Não. Você quer o quê?
- McDonald's! - Ela fez cara de criança.
Dougie estava tentando seguir em frente, mas tinha certeza que um pedaço de seu coração sempre seria de . {N.A: PIEEEEGAS} Estava indo na cozinha e deu de cara com Harry beijando , por um minuto ele ia dar um soco na cara do melhor amigo, mas antes de pensar em outra coisa parou o beijo e olhou para ele.

- Oi Dougie, está melhor?
- To. - Dougie a olhava com uma cara confusa.
- Bom encontro hoje. - Ela sorriu, superior e voltou para a sala com Harry atrás.
- Vocês querem o que do McDonald's? - Tom perguntou.
- Big Maaac! - e Harry gritaram juntos.
- C.B.O.! - riu.
- CROCANTE. CROCANTE. - cantarolava a música da propaganda.
- É. - deu uma risadinha.
- Eu quero um McFish. - Danny falou.
- Pensando bem, eu quero um McCat. - Harry riu e mordiscou o pescoço de .
- Ah é? Eu quero um McJudd! - riu e beijou o namorado.
- PUTEZ! Pior do que isso eu nunca vou ouvir! - tampou o rosto.
- Cala a sua boquinha, invejooosa! - riu e se sentou no sofá, com Harry do seu lado.
- Nem vem, ! Foi sexy. - Harry sorriu.
- Isso me deixou enjoado. - Dougie se sentou na frente de e Harry.
- Eu prefiro... Não eu não prefiro. - fez uma cara estranha.
- Eu sei que você prefere um McFletcher! - piscou.
- E eu achava que você preferia um 'McPoynter'. - Dougie comentou, encarando ela.
- Eu prefiro um McDoTodoMundoPresenteAquiCalaABoca. - falou erguendo uma sobrancelha.
e Dougie ignoraram o comentário de .
- Eu também achava que você preferia um McCat, e que morreria por um. Mas eu escutei algo sobre um... Encontro hoje não foi? Você seguiu em frente, por que não posso? - o encarou, com uma sobrancelha levantada.
- Arght. - Dougie se levantou e foi para seu quarto. - Eu quero um Quarteirão, Tom! - Ele gritou antes de fechar a porta.
- Táqueopariu, se alguém me ouvisse, o clima não ia ficar tão desconfortável. - falou baixo. - Cuida aí do teu namorado, ! Ignora!
- Pode deixar! - riu e Harry a abraçou.
- Manda eles virem logo que eu to com fome! - falou.
- Pode deixar, McMilena! - Tom riu e revirou os olhos. - Poxa, só faltou você e o Jones!
- É, sempre sou excluído. - Danny fez bico.
- HUM... McJones de carne gostosa! - brincou.
- EI! - Tom gritou.
- Ciúmes no ar. - Harry riu.
- Também quero um McJoneees! - riu.
- Epa, não, não! - Harry agarrou pela cintura quando ela se levantou para pular em cima de Danny.
- Deixa eu te morder? - provocava Tom. Adorava quando ele fazia um biquinho bravo.
- Cenas proibidas para menores. - riu e tampou os olhos de Harry.
Ela mordeu Danny no pescoço, fazendo Tom ficar com um biquinho fofo.
- OOOWN, eu amo esse biquinho! - Ela apertou as bochechas de Tom, dando vários beijinhos nele.
- E você , não quer me morder não? - Danny sorriu.
- Querooo!
- Mas não vai! - Harry a sentou no seu colo e envolveu sua cintura com seus braços. - Nem pense, suas mordidas são minhas!
- Mas se a loira abusada ali for te morder você deixa, né? - Danny perguntou pra Harry.
- Loira abusada é a sua mãe! - gritou da cozinha, onde provavelmente se pegava com Tom.
- Aí sou eu que não deixo. - cruzou os braços. - Meu Judd.
- O Danny, por que você não namora a Amme? - voltou da cozinha.
- Quem é Amme? - Danny perguntou.
- A ruiva, da sala! - riu.
- Ela é toda fofa. - sorriu.
- Verdade. - sorriu. - Eu boto fé!
- Eu também! - pulou empolgada,
- Bem amores, cansei. Vou cochilar um pouco. - se levantou e mandou beijo. - Quando a comida chegar, me chama! - Ela piscou para Harry e foi para seu quarto.
ficou na sala com Harry, Danny e Tom. Ela as vezes dava selinhos em Tom, às vezes não fazia nada.

- Agora explica essa história da , por favor? - Danny pediu.
- Que história? - perguntou.
- Esse namoro precoce dos dois.
- Ah, eu gosto dela, ela gosta de mim. Juntamos o útil ao agradável.
- Não é comigo. - se encolheu.
- Mas ela gosta do Dougie, ou melhor, ama ele. - Danny comentou.
- Por enquanto. - Harry sorriu.
- É. As pessoas aprendem a parar de gostar de uma pra gostar da outra. - lançou uma indireta.
- Não exatamente aprendem, . Mas acham alguém tão legal quanto para ajudar a mudar. - Harry sorriu.
Ela encarou Harry, se levantou e foi pro seu quarto.

- , quer dançar, quer dançar? - chegou cantarolando.
- Não. - riu e se virou. - Quero dormir, quero dormir.
- Sem graça! - riu.
Ela pegou seu iPod e colocou funk alto, ela dançava bem bonitinha.
- POOOOOOOXA ! - resmungou. - Fica ai dançando, vou pro quarto do Harry. - se levantou e foi até o quarto do namorado.
- RAWR! - gritou rindo.
deitou na cama de Harry e dormiu. Sonhou com o Brasil, e com Martin Johnson, seu outro 'macho' - além de Dougie -. Nem viu quando Harry foi para seu quarto e deitou com ela e quando ele saiu para tomar banho.

ia sair do quarto, quando viu Dougie na porta. Ele tava sentado no chão, e olhava pra .
Ela se sentou de frente pra Dougie, e olhou em seus olhos.
- Você pode tentar o quanto você quiser, Dougie, não vai conseguir ela de volta.
- Obrigado por me ajudar muito! - Ele falou irônico.
- Você pediu! Ela agora tem o Harry, vai ficar com essa sua peguete aí.
- Mas eu amo ela. E você sabe que ela me ama também!
- Talvez ela te ame mesmo. - Ela deu de ombros. - Mas enquanto não, o mais certo que você tem que fazer é se divertir.
- É meio difícil, com ela namorando meu melhor amigo.
- Você acha que é fácil eu ver ela namorando o Harry? Acha que é fácil ver ela chorando todos os dias? Se você pensa que eu não tenho sentimentos, está enganado! Se eu fiquei com o Harry, é porque eu senti atração por ele. Não passou, e não, eu não estou usando o Tom, o Tom eu realmente amo. Ela é a minha melhor amiga e eu quero o melhor pra ela, e mesmo com toda a raiva do mundo, eu quero o melhor pra você! - Ela completou pegando na mão de Dougie.
- , me ajuda. Eu... Eu amo a . Eu juro que hoje de manhã eu ia provar pra ela o que disse que ia provar.
- Por que você não espera passar, Dougie? Deixa tudo se acalmar! Esse namoro não vai nem durar, eles não se amam de verdade. - deu de ombros.
- É. Pode ser. - Dougie fitou a parede.
- Olha pra mim. - Ele virou. - Eu não queria ser grossa com você, tá? Eu gosto muito de você, Dougie.

Tom ouviu a campainha tocar, abriu a porta e era o entregador. Ele pagou e levou a comida pra dentro.

- Eu também gosto de você, .
- Ta, vamos comer! - levantou e puxou Dougie.

Ela foi em direção do quarto de Harry, onde dormia. Quando abriu a porta, viu Harry só de toalha, que quando a avistou deu um sorriso malicioso.
- ? - cutucou a amiga de leve.
- Oi... - abriu o olho e fingiu ter um susto. - SANTO DEUS! - Ela riu.
- NOSSA COMO VOCÊ É ENGRAÇADA! - encenava. - Levanta e vem comer.
- Eu sou muito engraçada! - Ela se levantou e viu Harry de toalha. - Hm. - Ela sorriu. - Já estou indo, amooor. - piscou e sorriu maliciosamente.
saiu do quarto com uma cara meio estranha e desceu pra sala, vendo Tom, Dougie e Danny.
- Me dá meu C.B.O.! - deu uma risadinha fofa.
- Que sorriso foi aquele que você deu pra ? - Harry perguntou, rindo.
- Nenhum, ora. - piscou e Harry a abraçou. - Por favor, menino, me diga que você amarrou essa toalha direito! - riu.
- Estou de boxer por baixo. - Ele puxou a toalha, ficando só de boxer preta.
- Ainda bem, hein? - deu um selinho no namorado e mordiscou a orelha dele. - Vamos?
- Deixa eu colocar um short. - Harry sorriu.

- ANDA , EU VOU COMER O SEU! - berrou.
- Já cheguei, desesperada! - riu e pegou seu Big Mac.
- Eu não ia comer mesmo. - Ela mordeu seu C.B.O.
- Bom mesmo! - riu e deu a primeira mordida.
- Cadê o meu? - Harry pegou o seu Big Mac.
Depois do almoço, ficou com sono, mas ela queria sair.
- Tom, vamos pra uma boate? - Ela perguntou.
- Você anda muito animada com festas. Por que não é animada quando ta lá em cima comigo? - Tom perguntou, fazendo corar.
- Isso não é assunto pra conversar aqui. - Ela falava ainda envergonhada.
- O que vamos fazer hoje? - perguntou para Harry.
- Nada. Vamos ficar no meu quarto. - Harry sorriu.
- E a gente que é safado. - Tom falou pra .
- Né. - sorriu.
- E são. - riu.
- Nem é. - fez uma cara fofa e má ao mesmo tempo.
- Sei. AI! - gritou quando Harry a pegou no colo e a levou pro quarto. - Adios! - riu.
- Tsc tsc. - acenou com a cabeça.
- Como se você fosse menos safada, você é bem mais, gatinha. - Ele foi indo em cima dela.
- Tom, a gente tá na sala e o Danny ta olhando. - Ela se afastou.
- Pode deixar que eu fecho meus olhos. - Danny fechou os olhos, rindo.
- Danny, vai sair menino! Sei lá, vai atrás de uma gostosa numa boate, liga pra alguém! - falou pra Danny.
- Neeem, preguiça.
- Então vai dar o ... - Tom interrompeu de falar besteira com um beijo.

- Onde você tá me levando, Judd?
- Onde seria? Meu quarto! - Ele abriu a porta e a deitou na cama, se deitando do lado dela.

- Vamos subir. - Tom falou entre um selinho e outro, recebendo como resposta um sorrisinho de .
Ele levantou e puxou ela pela mão, levando ela pro seu quarto.

estava deitada no colo de Harry. Na TV passava PSYCH, seu seriado favorito.
- Eu quero o James Roday pra mim. - comentou.
- Para que ele quando se tem Harry Judd? - Harry riu e revirou os olhos.

deitou na cama de Tom, e ficou esperando ele deitar de frente pra ela.
- Quer sair comigo? - Ele perguntou.
- Quando?
- Amanhã depois da aula.
- Sim.
Ela deitou em cima de Tom. Sua blusa era folgada demais, então subia de vez em quando.
- Opa. - sentiu algo incomodo.
- O quê? - Tom perguntou.
- Eu acho que o meu piercing prendeu na sua calça. - Ela olhou.
- E agora? - Ele perguntou.
- E agora eu vou fazer o que eu sempre faço. - Ela riu.
- Já vou tampar os ouvidos.
- CATITI! - gritou.
- ME CHAMOU? MALUCA! - entrou no quarto e viu a cena... Sexy. - WOW.
- Não era pra acontecer isso. - fechou os olhos.
- Eu sei, mas é engraçado! - riu e foi até eles. - Juro que não estou gostando da cena.
riu e desentarraxou a bolinha, tirando o piercing e entregando à .
- Ai, que vergonha! - se sentou na cama, colocando as mãos no rosto. Ela parecia rir.
- Hm, vou voltar ao quarto, pra deixar os dois as sós. - piscou e foi para o quarto de Harry.
- Calma, não fica assim. - Tom forçava pra segurar o riso.
- Ficar assim como? Ela vai espalhar pra casa inteira! - fazia drama.
- Nem vai. - Ele deu de ombros.
- Eu vou verificar. Vamos pra sala. - Ela saiu do quarto.
Eles chegaram na sala, e sentaram no sofá, recebendo um sorrisinho safado de Danny.
- Que que é, Jones? - perguntou.
- Por que você gritou a ? - Ele aumentou seu sorriso.
- Nada. - Tom respondeu.

- O que a queria? - Harry perguntou ao ver entrando no quarto.
- Ajuda com algo. Relaxa. - sorriu e se sentou na cama.
- Hm, vamos pra sala?
- Pode ir, vou ler um pouco. - Ela deu um selinho no namorado e deitou de barriga para baixo com seu livro.

- Olha o outro que no primeiro dia de namoro já quer... - Danny comentou quando Harry chegou na sala, fazendo um gesto com a mão.
- Que tal calar a boca, Jones? Antes que eu a cale pra você. - Harry se sentou no sofá, revirando os olhos.
- Huuuum, você vai calar ele com um beijinho? - riu, fazendo Tom rir.
- Não, na porrada mesmo. - Harry deu de ombros e pegou o jornal.
- Nossa, quanta ignorância, Harry! - ergueu as sobrancelhas.
- Se fosse o Danny falando de você e o Tom, aposto que ele ia fazer a mesma coisa.
- Ele já falou, e ele continua vivo! - Ela fez uma careta.
- É porque o Tom é frouxo. - Harry riu.
- Vai se ferrar! - levantou e foi pro quarto.
- ! - Harry se levantou e foi até o quarto.
- Harry sempre apelando.
- , não fica assim, você sabe que estou brincando. - Ele entrou no quarto.
- Pra que você apela? - revirou os olhos e sentou na cama.
- Esse é o meu jeito, poxa. - Ele fez bico.
- Comigo pirraça não rola. - Ela levantou uma sobrancelha.
- Ok, me desculpa? - Ele a abraçou.
- Ta, tanto faz. - Ela riu e devolveu o abraço.
- Isso! - Ele a levantou e riu.
- Vai logo! - Ela empurrou Harry.
- Chata! - Ele deu um beijo na bochecha dela e foi até a sala.

foi até o quarto de Harry, onde estava, e a encontrou lendo.
- Por que não desce? - Ela perguntou.
- Preguiça... - sorriu, fraco.
- O que foi, amiga? - sentou ao seu lado.
- Dougie... Harry... Muita coisa na minha cabeça. - fechou o livro. - Por que as coisas não ficam fáceis?
- Né. Eu queria confessar uma coisa, muito errada, mas não fala pro Harry. - falou.
- Fala amiga. - a olhou.
- Ai, droga. Eu e o Tom, a gente ouviu a conversa de vocês lá na escola.
- Qual? - não se lembrava.
- Quando o Harry pediu pra namorar você. - Ela fez uma cara de medo, fofinha por sinal.
- Ah, essa... - começou a mexer os dedos. - Eu não sei bem o que dizer.
- Não diz nada! - Ela sorriu.
- Ok, obrigada! - a abraçou.
- Não fala pra ele! - falou.
- Vou muito falar, Aham. - riu. - É como se fosse eu contar tudo pro Dougie, não faz sentido.
- Ahn? - não entendeu. - Eu vou descer, quer que te leve no colo?
- Esquece, lerdinha. - deu um pedala delicado na amiga. - Como se você conseguisse carregar essa banha aqui! - apontou para a barriga.
- Você duvida?
- De você eu não duvido nada! - riu e se levantou.
- Ah. Vamos. - saiu do quarto derrotada, porém sorrindo.
- Abestada. - riu e foi até a sala.
chegou na sala e sentou no colo de Tom, que a recebeu com um sorriso e um beijinho.
- Que amorzinho esses dois, gente! - riu e se sentou do lado de Harry.
- Eu sei que eu sou linda! - falou, se sentindo glamurosa. - Mentira, eu só não sou mais f... O que você quer dizer com isso, ? - fez uma cara engraçada, achando que ela falava sobre o fato do piercing.
- Se sente essa. - riu. - Eu só disse que vocês são uma amorzinho, sua estranha! - a olhou, com um sorriso estampado no rosto.
- Ah. - Ela sorriu envergonhada.
- Essa menina tem sérios... Harry, para de morder minha orelha por favor?! - gritou, rindo.
- Ok, eu paro. - Ele fez bico e recebeu um selinho.
- E a gente que é fofo! - sussurrou pra Tom, inutilmente, pois todo mundo ouviu.
- Também são. - riu.
- Esses dois ai são nojentos. - Dougie comentou, baixinho.
- Dougie, cala a boca. - o repreendeu.
- É, Dougie. Cala a boca. - Harry apoiou.
- Deixa que só uma voz tenha autoridade, Harry! Cachorrinhos não obedecem a duas autoridades diferentes. - Danny falou.
- Tá me chamando de cachorro, Jones? - Dougie se levantou.
- O que você fez, Dougie, foi pura coisa de cachorro. - finalmente disse.
- Para, isso aqui parece uma favela! - levantou.
- Benvinda à nossa casa, . - Danny comentou, enquanto olhava ir para a cozinha.
- Viu o que você fez? Por que você sempre é um... - parou.
- , onde está o seu carregador do notebook? - voltou a sala.
- Lá em cima, na minha bolsa rosa. - falou, voltando a se sentar, dessa vez no sofá.
- Ok. - sorriu fraco e subiu para o seu quarto. Pegou o seu computador e o cabo da bolsa da . Ficou mexendo no computador, para se esquecer das coisas.
- MEU DEUS, O TRABALHO DE ARTES! - correu pro quarto, gritando igual a uma desesperada em busca de seu livro.
- Essa tem problemas. - Harry riu,
- CAT, VOCÊ FEZ O TRABALHO? - ainda gritava.
- Não fala da minha namorada. - Tom falou pra Harry, que ainda ria.
- Não? - riu.
- É PRA AMANHÃ! - Ela achou o livro, pegando uma folha de papel qualquer e uma caneta.
- Ok, ok. - Harry disse, se rendendo.
- Boa sorte, babe. - piscou e continuou navegando no site.
Depois de meia hora, ergueu a folha, que estava escrita por inteiro dos dois lados.
- TERMINEI ESSA PORRA! - Ela ria.
- Isso ai!
Ela enfiou o papel na mochila de qualquer jeito e respirou fundo.
- To com fome. - Ela fez uma cara estranha e foi pra cozinha,
"Estranha" riu. Finalmente conseguiu o que queria. Pegou seu celular e ligou.
- Alô? É da casa dos Johnson?

- Porra, Harry! Você é meu amigo ou não? - Dougie resmungou.
"Meu Deus, como falam." pensou, ouvindo a conversa e procurando alguma coisa na geladeira, até que achou chocolate.
- Oi. - apareceu sorrindo na sala, sentando ao lado de Tom, com seu chocolate na mão.
- Oi, vem sempre aqui? - Tom riu.
- Agora que eu descobri que você vem, vou passar a vir. - Ela piscou.
- A mestra das cantadas. - Danny riu.
- Ô. - comentou, descendo as escadas e indo para a cozinha. - , chega mais.
- Agora. - levantou e foi na cozinha, encontrando .
- , eu to pensando em me mudar. - Ela comentou, olhando pra baixo.
- POR QUÊ? - se espantou.
- Eu estou estragando a amizade do McFly. E isso é algo que eu não me perdoo.
- Ah. Eu vou com você! - Ela sorriu.
- , não. - a olhou, com lágrimas nos olhos. - Você vai ficar aqui com o Tom. Ok? Eu me sinto uma dramática chorando por causa disso, mas... - Ela limpou o olho.
- Imagina, todos os fãs do McFly me odiando por causa disso? É muita pressão
não conseguiu responder, ela só ficou com as sobrancelhas erguidas e boquiaberta.
- Você não quer que eu vá?
- Claro que quero, sua idiota! - riu. - Mas você está tão feliz com o Tom, e eu não quero acabar com isso.
- Ta. - Ela deu um sorrisinho de lado.
- Você vai ficar bem?
- Ahaam.
- Isso ae. - a abraçou. - Mas relaxa que eu ainda não tenho certeza, só queria que você fosse a primeira a saber.
- Ta. - Ela não aparentava, mas estava triste.
- Ok, vamos voltar lá, né? - limpou os olhos e foi para a sala.
- É, vai indo... Eu tenho que jogar esse papel no lixo. - sorriu.
- Ok. - voltou para a sala e deitou no colo de Harry.
"Ai, meu Deus." pensou. Não queria que a amiga se mudasse, ela estaria praticamente sozinha em Londres. Ela deixou uma lagrima cair, mas logo a secou. Ela não queria chorar na frente de todos, não aparentava ser tão sensível. "Ta, respira e vai pra sala." Foi o que ela fez.

- Para que você chamou a na cozinha? - Harry perguntou enquanto mexia no cabelo da namorada.
- Nada não.
- Pegou meu lugar. - riu, vendo as pernas de aonde ela ia sentar.
- Você sempre terá seu lugar garantido, princesa! - Tom a puxou.
- Sou má, beijos. - piscou. - Tom estraga-prazeres.
- Estraga não. - riu.
- Ai ai, quieta menina! - riu.
- Eu estou. - Ela deu um sorrisinho e deu de ombros, se ajeitando no colo de Tom.
- Abestada. - riu e se ajeitou no colo do namorado.
- São esses dali. - apontou com o queixo pro outro sofá, onde estava Dougie, com uma cara emburrada, e Danny, que ria de tudo.
- Também. - riu, olhando para Danny.
- Vamos fazer o que hoje? - Harry perguntou.
- Eu boto muita fé de ficar morgada em casa. - sorriu.
- Eu ainda to com sono. - fez um biquinho.
- Dorme, ué. - riu.
- Não. - Ela deu de ombros.
- Eu não falo é nada pra você. - revirou os olhos.
- Ta. - deu uma risadinha. - Vamos jogar alguma coisa?
- O que, por exemplo? - Harry sorriu.
- Huum... Algo relacionado com tequila... - sorriu pra .
- Hum... Me gusta Tequila! - piscou.
- Ai meu Deus... - Tom ficou meio safadinho.
- Tom esta se soltando! - riu e jogou uma almofada no menino.
- Esse ai nem precisa de bebida! - Harry riu.
- Eu também não... sua namorada também não. - deu um sorrisinho muito safado.
- Bem, até que uma bebida me ajuda! - sorriu igual , mordendo a bochecha do namorado.
- Você gosta de safadinhas, Tom? - perguntou no ouvido de Tom.
- Sinto que isso é uma pergunta retórica - Tom sorriu.
- Talvez... - Ela mordeu o lábio inferior e piscou.
- Assim você me mata, ! - Ele a agarrou.
não recuou. Ela e Tom se atracavam no sofá da sala.
- ARRUMEM UM QUARTO! - gritou.
- Eba! Pornô ao vivo! - Danny riu.
- Credo... - Dougie deu uma risadinha.
- Para Tom! - ria, saindo do colo do namorado.
- Esses meninos ficam safados por tudo. - Ele riu meio envergonhado.
- Como se isso que acabou de fosse pouca coisa. - piscou.
- Ah, para. - cobriu o rosto. - Agora é a sua vez!
- Minha vez? Por quê? - levantou uma sobrancelha.
- Não... Esquece. - Ela desistiu de falar.
- Ok, vamos fazer o que agora?
- Eu já sugeri. - ergueu as sobrancelhas.
- Mas se vocês continuarem com essa safadeza toda aí, vai dar em outra coisa. - Danny riu.
- Que outra coisa, Danny Jones?
Danny fez um gesto com as mãos, dizendo que ia rolar pornô mesmo ali.
jogou uma almofada na cara dele.
- Como pode falar isso de mim?! - ficou muito vermelha, e quando Tom entendeu, ficou vermelho também.
- Como não falar. - riu.
- . - a repreendeu, ainda vermelha.
- Parei, parei. - riu.
- A gente não vai fazer nada, ou vamos decidir logo? - Harry perguntou.
- Eu voto nulo, vocês escolhem! - se ajeitou do lado de Harry.
- Eu tenho que sair. - Dougie olhou no relógio, lembrando do seu encontro.
revirou os olhos.
- E nós, vamos fazer o que, caralho!?
- Vamos pra night, uai! - se levantou, empolgada. - O McJones pega uma McGatinha, a gente fica com os nossos namorados e pronto!
- Preguiça de sair de casa. - deitou no colo de Harry.
- Tom, quer ir? - Ela perguntou.
- Eu quero. - Ele sorriu malicioso.
- Jones?
- Eu vou também! - Danny pulou.
- Harry? - Ela perguntou.
- Eu vou ficar aqui com a . - Harry sorriu malicioso, levando um tapa de .
- Ta, vão se arrumar! - mandou. - Jones, você tem que estar supergato!
- Como se isso fosse difícil. - piscou para o menino.
- O Jones é tão... - Ela se abanou.
- Ei! - Tom a repreendeu.
Ela sorriu e piscou.
- E você, Sr. Judd, não vai fazer nadinha! - o repreendeu.
- Então... eu vou tomar banho! - saiu rebolando.
- Ok, eu vou ver televisão! - ligou a TV no Liv, passava Hawaii Five-O. - Eu quero o Steve para mim!
demorou mais no banho. Ela queria ficar diva pro seu namorado. Quando saiu do banho, escolheu um vestido vermelho e saltões. Passou seu perfume 212 Sexy e foi se maquiar.
ficou vendo seu seriado preferido com seu namorado até dar a hora dos meninos descerem para sair. De cinco em cinco minutos Harry tentava a agarrar e ela a cortava rápido.
- Me deixa ver o Danno e o Steve, por favor?!

- Como estou? - desceu com um vestido vermelho, decotado e curto. Saltos altíssimos e o cabelo num penteado.
- SEEEXY! - piscou.
- É? - Ela rebolou, e fez umas dancinhas (estranhas) de funk.
- Menos, , muito menos. - riu.
- Nossa, sem graça. - sorriu.
- Linda! - mandou beijo.
- E diva. - Ela sorriu e apontou pra Harry com a cabeça.
- Besta. - revirou os olhos.
- Vou esperar meus gatinhos. - sentou no sofá. - Demoraram mais do que eu!
- São meio gays eles, por isso. - riu.
- Se o meu namorado é gay, ele perdeu tudo que um gay tem direito com o seu namorado. - Ela apelou.
- Idiota, meu namorado não é gay. Eu espero. - riu e Harry mordeu a orelha dela.
- Mais tarde eu te mostro o 'gay'. - Harry sorriu safado.
- Eiiita, que vai ter pornô nessa casa! - riu alto.
- Já teve, com você e o Tom. - piscou.
- Mas foi na TV aberta, na de vocês... - Ela riu.
- Ai, , Cala a boquinha, que tal? - revirou os olhos.
- Cala tu! - Ela falou séria.
- Pronta, ? - Tom apareceu no alto da escada.
- Pronta! - Ela levantou.
- Só falta o Danny. - se divertiu.
- Eu to aqui! - Danny apareceu também no alto das escadas, deixando com o queixo caído.
- Também, não era pra exagerar! - Ela falou. - Tu tá lindo, demais!
- E eu? - Tom fez biquinho.
- Você, você é lindo, maravilhoso e gostoso! - deu um selinho nele.
- Que lindo o amor, não é Harry? - riu.
- É... - deu uma risadinha de canto pra . - Andem gatos da minha vida! Temos uma boate pra agitar e o Danny tem outras gatas pra enlouquecer.
- Como assim, outras? - Danny perguntou.
- Já tem duas aqui. - Ela respondeu, saindo. - BEIJOS POMBINHOS!
- Beijo, linda!

Eles foram até a boate fazendo uma barulheira, conversavam e gritavam. Até que pediu pra ligar o rádio, que estava sintonizado numa emissora brasileira.
- NÃO CREIOO! - Ela gritou.
- O que?
- É...é... FUUUNK! - Ela gritou, se mexendo no banco de trás, sozinha. - Não é só funk, é gaioooolaaaa!
- Gaiola? - Danny perguntou confuso.
- O grupo de funk que tem mais putas que você pode imaginar.
- Credo. - Eles falaram juntos, e cantava a musica "Quero te dar".
Depois disso, eles todos aquietaram. Chegaram na boate em quinze minutos, e de cara viram quem eles não queriam lá.
- Esses caras perseguem a gente! - comentou, vendo que Jake e Rick estavam lá.
- Quer ir em outra? - Tom perguntou.
- Eu, não. Eu estou acompanhada, você também e o Danny logo vai estar, então não há motivo pra briga né? É só ignorar.
- Ok. - Ele respondeu, ajudando a sair do carro.

- Enfim, sós. - Harry disse enquanto beijava o pescoço da namorada.
- Na verdade... Não. - Dougie apareceu, vendo a cena.
- Então que tal você ir logo? - o encarou.
- É uma boa ideia. - Dougie a encarou e saiu da casa, indo até um bar. Se lembrou que se eles não tivessem brigado, eles estariam saindo para um encontro. 'Dougie idiota.' Ele pensou enquanto entrava no carro.

Quando , Tom e Danny entraram na boate, deram de cara com Jake e Rick, que por surpresa, estava com uma acompanhante : Amme.
"Nunca gostei dela." revirou os olhos e sorriu, passando pelos garotos.
- Não é areia demais pro seu caminhãozinho, Fletcher? - Jake provocou.
- Se fode, garoto! Vaza daqui. - falou de longe.
Eles não saíram da boate, mas sim do caminho de Tom e .
- O que eu faço? - Danny perguntou pra .
- Bebe, vai pra pista e arrasa! - Ela sorriu.
- Ok. - Ele sentou no balcão, ao lado de , que estava de frente pra Tom.
- O que desejam? - O atendente perguntou.
- Uma vodka... - Danny falou.
- Hum... blue heart. - falou.
- Vodka também! - Tom falou.
- Ok. - Ele saiu, e em cinco minutos já estava com as bebidas em mãos.

- Pronto. Agora estamos sozinhos. - Harry sorriu.
- É. - Ela disse, desanimada.
- Ei. - Ele colocou as mãos no rosto dela e a forçou a olhar nos seus olhos. - Não deixa ele te desanimar, ok?
- É meio difícil, Judd. - Ele a abraçou.
- Eu vou te animar, que tal vermos.... PSYCH?
- PSYCH! - pulou em cima de Harry e sorriu. - Você é lindo, sabia?- Ela encheu o rosto dele de beijos.

- Oi. - Chegou uma moça loira, com o corpo definido e roupas curtinhas, atrás de Danny.
Ele olhou pra , que respondeu fazendo um gesto indecente.
- Oi. Beleza? - Ele saiu com a moça, na direção da pista de dança.
- Você é uma safada. - Tom riu, ele estava em pé entre as pernas de , que estava sentada no balcão.
- Acho que todo mundo já sabe, amorzinho. - Ela sorriu, beijando ele.
Danny dançava com sua acompanhante, ao som de Lady Gaga. Ela dançava colada nele e rebolava, até que se pegaram.
- Nossa! - riu. - Olha lá!
- Já tão se comendo! - Tom deu uma risadinha.
- Eu falei que ele tava um gato!
- Dá pra você parar de falar de gente que fica fazendo você se abanar?
- Tá com ciúmes, Tom? - Ela perguntou, só que estava seria.
- Não.
- Ta siiiim! - Ela apertou suas bochechas e deu uma mordidinha no seu pescoço.
- Calada! - Ele riu e a beijou de volta.

- Ok, agora me explica. Ele É ou não É um vidente? - riu com a cara de Harry. Os dois estavam comendo pipoca, estavam com um cobertor e rindo com Shawn Spencer.
- Ele não é vidente, o pai dele treinou ele para ser detetive, entendeu? Ai ele consegue notar os detalhes onde ninguém vê. - riu.
- Entendi.

- Então... eu acho melhor a gente ir parar aquilo lá senão eles acabam fazendo alguma coisa mais wild na pista. Eles tão se beijando sem parar tem um tempo. - olhava estranho.
- A gente faz assim: você se empolga dançando e esbarra no Danny. - Tom falou.
- Ok. - Ela desceu e foi com Tom para a pista.
Estava tocando "Sweat" do Snoopy Dog, quando Tom e foram pra pista. Ela foi pras costas de Danny, e começou a dançar descontroladamente, sem perceber que estava andando. Até que, quando foi "quicar" pra trás, percebeu que não era Danny.
- Segura sua namorada aí! - Rick se virou.
- ? - Amme perguntou.
" Fuck. " pensou.
- Eu não tenho culpa se ela é muito bem provida. - Tom deu de ombros. - Já a sua... tá precisando de malhar um pouquinho.
- TOM! - o repreendeu.
- Ta me chamando de... gorda? - Amme olhou pro próprio corpo.
- Não, nunca! - Ele falou.
- Você ta zoando a minha namorada? - Rick cresceu pra cima de Tom.
- OW, desen... - Ela foi interrompida.
- Cala a boca, vadia! - Rick empurrou seu ombro.
- Como é? - Ela olhou pra Rick, como se não acreditasse no que ouviu.
- V-A-D-I-A! é o que você é!
não respondeu. Ela encarou Rick por alguns segundos, e logo teve sua reação.
Ela empurrou Rick e deu um soco bem dado em seu maxilar. - ESSE FOI PELO TOM! - Ela falou e logo em seguida deu um tapa no rosto dele. - E esse pelo vadia.
- Ela é a namorada do meu amigo. - Danny avisou pra moça.
- Vamos, Tom. Não preciso descer mais no nível dele. - balançou os cabelos e saiu com Tom.
Tom não falou nada. Ele estava orgulhoso por dentro.

- Ok, já chega de Psych por hoje, ! - Harry desligou a TV, deixando a menina com um bico no rosto.
- Poxa... Seu mau. - Ela cruzou os braços, o fazendo rir.
- Sabia que quem faz bico pede beijo?
- Nem tente, Harry.
- Então tira esse bico.
- Só se você me PEGAR! - Ela saiu correndo e foi até a cozinha, sendo seguida por ele. Ficaram dando voltas na mesa até ir para a sala. Quando estava perto do sofá Harry pulou nela, o que fez os dois caírem no sofá, Harry em cima de .
- Te peguei. - Ele sorriu.
- Merda. - riu fraquinho, ela nunca foi consciente dos seus atos, imagine agora com Harry em cima dela.
- Você é linda, sabia? Eu nunca tinha reparado isso. - Ele tirou o cabelo do rosto dela.
- Eu não posso dizer o mesmo. - Harry a olhou com raiva, mas logo continuou. - Há anos eu já sabia que você era bonito. - Ela piscou e riu, fazendo ele rir.

voltou de táxi com Tom. Eles não sabiam até que horas Danny ia ficar na boate com a moça. Quando eles iam entrar em casa, Tom falou:
- , acho melhor você não ir pra aula amanhã.
- Por que? - Ela deu uma risadinha.
- Sei lá, acho que só porque você bateu em dois caras essa semana e um desses caras era o namorado da sua amiga.
- Você é um frouxo, sabia?
- Seu frouxo!
- Isso, meu frouxo.

Quando entraram, deram de cara com e Harry no sofá, o que fez dar um sorriso mega-malicioso.
- Er... - ficou vermelha ao ouvir a porta abrindo. Era mais que óbvio que havia chegado. Harry nem se importou, continuou em cima da menina e começou a beijar a clavícula dela.
- Harry, aqui não. - Ela sussurrou, meio fraca. Beijar a sua clavícula era jogo baixo.
não falou nada, ela só fez um gesto com a mão
revirou os olhos e tentou empurrar Harry, sem sucesso.
- Se você não sair de cima de minha agora, meu lindo, acho que não vão existir mais Judds no mundo. - Ela disse, com o tom de voz mais doce possível.
- Ou Judds Juniores! - gritou da escada.
- Se tranca no banheiro com o Tom, vaca! - gritou de volta, enquanto Harry saia de cima dela.
- Nossa, nervosinha!
- OBRIGADO PELA IDEIA, CATITI! - Tom gritou.
- TOM!
riu e se sentou no sofá, ajeitando o cabelo.
- Você me paga, Harold.
- Como?
- Nem comece!

- Como você aceita uma ideia sem juízo dessa, garoto? - perguntou rindo.
- É mesmo! A sua bunda ocupa o banheiro inteiro!
- Ha, muito engraçado. - Ela entrou no quarto com o namorado. Quando fechou a porta, Tom a prendeu.
- Não precisa ser no banheiro. - Ele disse beijando o pescoço dela.
- Eu gosto do seu lado feroz! Rawr. - Ela o puxou pra um beijo descente.

- Eu vou tomar um banho, ok? - se levantou.
- Eu vou te esperar no quarto. - Harry piscou, fazendo revirar os olhos.
- Tanto faz. - Ela subiu as escadas e foi ao banheiro.

- E o Dougie? Como será que ele tá? - perguntou, deitada na cama ao lado de Tom, assistindo TV.
- Sei lá, mas eu soube que a garota é uma gata! - Ele riu.
- Tom, você tá do lado da ou da safadeza do seu amiguinho? - Ela perguntou seria.
- De nenhum dos dois! Não sou a favor do que eles tão fazendo.
- E o que eles tão fazendo?
- Criancice! Brigando por nada.
- Você sabe o quanto dói ser chamada de puta?
- Não. Quanto?
- O mesmo que eu falar que eu quero terminar com você por beijar mal ou por seu... - Ela apontou pra calça de Tom. - Ser pequeno ou outra coisa ofensiva pra vocês, homens.
- Nossa! Doeu muito. - Ele riu.
- Você beija mal pra caralho. - Ela fez uma cara de nojo, deixando Tom assustado.
- Você vai terminar comigo?
- Não, eu tava tentando fazer você entender o que é a dor de ser uma puta. - Ela sorriu sarcástica. - E você não beija mal.
- Quer me beijar? - Ele riu.
- Precisa responder? - Ela deitou em cima dele e a sessão amassos começou.

resolveu tomar banho no banheiro de Harry. Depois de meia hora ela saiu, já pronta para dormir. Ela usava uma calcinha preta com a borda rosa escrita 'Can't Touch This', um sutiã preto com rosa e um blusão branco, que era meio transparente. Prendeu seu cabelo e saiu do banheiro, dando de cara com Harry sentado na cama só de boxers preta.
- Você está sexy, sabia? - Ele mordeu o lábio.
- O que eu falei lá em baixo?
- Que lá não. - Ele sorriu.
- Eu disse 'Nem comece'. - Ela pegou o travesseiro e um coberto e jogou no sofá.
- Quem vai dormir ai?
- Eu. Não vou dormir com você.
- Por que?
- Não estou afim de dormir com você hoje.
- ... - Ele a abraçou por trás e a sentou no seu colo. - Eu sei que a gente não está namorando de verdade, mas eu amo você, você é a minha melhor amiga.
- Eu não parecia sua melhor amiga lá embaixo.
- Isso foi por que eu não me sentia como se fosse você lá embaixo, e sim uma menina linda... - Ele deu um beijo no pescoço dela.- Sexy... - Ele deu um no outro lado do pescoço. - E apaixonante.
- É, pena que não estamos mais lá embaixo. - Ela se levantou e deitou no sofá. Desde quando Harry a fazia se sentir assim?

- Tom, não! - levantou do colo de Tom, quando tentou abrir o zíper do seu vestido.
- Por que?
- Ainda não é a hora! - Ela foi correndo pro seu quarto.
" Droga." Ele pensou.

entrou no quarto e trancou a porta atrás de si. Ela tomou banho, tirando a maquiagem e os efeitos leves de bebida. Colocou um "pijama", que na verdade era uma camiseta com uma calcinha e ouviu a porta bater.
- , desculpa. Eu... não sabia onde tava a minha cabeça. - Era Tom.
Ela destrancou a porta e deixou Tom entrar. se sentou na cama e olhou pra ele, dando de ombros.
- Você não vai dormir lá no quarto? - Ele perguntou.
- Não. Não to a fim de acordar e atravessar o corredor. - Ela sorriu. - Vem dormir aqui!
- Preguiçosa. - Ele revirou os olhos e foi até ela, dando um beijinho em sua testa. - Só vou tomar banho e já venho, tá?
- Tá. - Ela sorriu e deitou na cama, adormecendo, sem ver quando o namorado voltou e deitou com ela.

O dia amanheceu, e acordou mais cedo como sempre. Desceu as escadas com a mesma roupa que ela dormiu. Chegando na cozinha deu de cara com Dougie, tomando café.
- Bom dia. - Ela se sentou na bancada, onde sempre se sentava.
- Bom dia, dormiu bem?
- Mais ou menos, dor no pescoço. - Ela sorriu, fraco.
- Ah. Bem, eu vou tomar um banho. - Ele saiu da cozinha e foi para o seu quarto. Não conseguia continuar ver daquele jeito e não poder abraça-la. Nada melhor do que um banho para clarear as coisas.

- Ai, por que você sempre dorme em cima de mim? - acordou com Tom em cima dela, só que ele nem percebeu. Ela tentou sair, falhando, até que encontrou a alternativa mais fácil.
- AI! - Tom estava no chão. havia empurrado ele.
- Desculpa, amorzinho! - Ela levantou e foi até ele. - Machucou?
- Não. Por que me empurrou?
- Eu só queria sair de DEBAIXO DE VOCÊ! POR QUE SEMPRE DORME EM CIMA DE MIM? - Ela riu.
- Porque você é tão macia! - Ele riu.
- Macia pra mim é gorda! - Ela entrou no banheiro, indo tomar banho.

estava fazendo Torradas para os meninos. Estava fazendo a última quando alguém a abraçou por trás.
- Poxa Harry, dá um tempo!
- Quem disse que era o Harry? - Danny deu um beijo na bochecha dela.
- Apareceu agora? - desligou a torradeira e abraçou o amigo. - Então a noite foi boa! - beijou a testa dele e saiu do abraço.
- Nem te conto. - Ele sorriu, safado.
- Nossa, olha quem resolve aparecer em casa! - Tom apareceu na porta da cozinha, só de boxers. - E a loirona? - Ele riu.
- Dude... - Ele riu. - A tava certa.
- Bom dia, Fletcher! - foi até o menino e lhe deu um beijo na bochecha.
- Bom dia, linda! - Tom a abraçou e a levantou. Quando Harry entrou na cozinha viu a cena e fechou a cara. Me parece que Harry também está começando a sentir algo.
- Menos contato com a minha namorada, Fletcher! - Harry a pegou pela cintura e a puxou.
- Ih, se acalma. - Tom olhou estranho pra Harry.
- To calmo. - Harry ainda o olhava feio.
- Ok, depois desse showsinho, você já pode me soltar! - resmungou. Harry a soltou e ela foi para o quarto, se vestir.
desceu as escadas, encontrando com , que subia. Ela sorriu e foi pra cozinha. estava com um vestidinho roxo e tênis estampados, que combinavam com sua bolsa.
- Que linda você tá, princesa! - Tom recebeu na cozinha.
- Brigada. - Ela sorriu e reparou o clima tenso que estava na cozinha. - Bom dia, Harry! Bom dia, Danny! Como foi a noite? - Ela sorriu maliciosa.
- Safada já de manhã? Nossa. - Danny riu. - Foi legal.
- Legal? Como assim legal? Você pegou a mais gostosa da boate e fala que só foi legal? Qual é o seu problema?
- Quem deu corda nela? - Harry perguntou quando desembestou a falar.
- E você cala a boca! - Ela apontou pra Harry. - Você nunca deve falar que foi só legal quando fica com uma mulher e...
- Para de falar! - Tom gritou, fazendo arregalar os olhos.
- Ta. - Ela ficou surpreendida.

tomou um banho rápido e colocou sua roupa, uma blusa com um bichinho, um short branco e um All star creme. Passou um batom cor-de-boca e desceu as escadas, vendo de olhos arregalados.
- O que aconteceu?
- Nada. - Ela respondeu sentida.
- O imbecil aí mandou ela calar a boca. - Danny falou apontando pra Tom.
- É uma anta, mesmo. - o olhou feio, puxando para a sala. - Fica assim não, meu amor. Eu tenho uma boa noticia!
- O que? - Ela deu um sorrisinho.
- Eu desisti de sair daqui! - Ela sorriu.
- Você ia sair daqui? - Harry apareceu na porta da cozinha.
- Fudeu. - falou baixo. - Ela ia pro mercado hoje de manhã, só que ela desistiu! - completou.
- Eu sei que você está inventando, . - Harry olhava para baixo, confuso.
- Não é nada, Harry. Agora eu posso continuar conversando com minha amiga? - pediu, educada.
- Pode, mas você ainda vai me explicar isso. - Ele voltou para a cozinha.
- NÃO TEM NADA PARA EXPLICAR! - gritou e se virou para .
- Parem de brigar! Só tem briga aqui o tempo todo. - falou.
- E você é muito calma! - Tom falou da cozinha.
- Eu posso ser a mais briguenta daqui, mas... agora eu entendo o que a tava sentindo. É muito ciúmes, é... - Ela se virou e subiu, indo pro quarto.
- Muito obrigada. - disse, irônica. Ela se levantou para subir as escadas atrás de mas Harry segurou seu braço e a impediu.
- Você, por favor, pode me explicar tudo isso?
- Não agora. - Ela se soltou de Harry e foi até o quarto.

- , posso entrar? - bateu na porta.
- Entra. Tanto faz. - Ela tava sentada na cama, com as pernas encolhidas.
- Ei, não fica assim. - se sentou do lado dela. - Tudo vai melhorar, ok?
- Você tá parecendo a minha mãe. - Ela riu.
- Longe dela, eu sou a sua mãe! - riu.
- Ahaan, senta lá! - Ela riu.
- Claro que sou! Sua ingrata. - fez bico.
- É uma mãe desnaturada! - Ela abraçou a amiga.
- Ingraaata! - repetiu e abraçou a amiga.
- Fala logo! Peraí. - levantou e foi até a porta, certificar se não tinha alguém lá. Ela pensou ter ouvido algo, mas não era nada. - Pronto agora fala!
- O que?
- Porque você desistiu de ir? Dãã. - Ela riu.
- Ah. - sorriu. - Sei lá... Acho que pensei direito, não ia ser legal ficar aqui em Londres longe de você.
- Eu sei que eu sou a pessoa mais importante da sua vida! - Ela riu. - Agora fala a verdade.
- Essa é a verdade! Ok, também por que estou gostando de namorar o Harry. - fez uma cara sapeca.
- E o Dougie?
- Dougie... O Dougie eu sei lá. Juro que não sei mais, .
- Ah. - Ela fez uma carinha fofa.
- Eu odeio sentir isso. - olhou para baixo.
- E você sabe o que é sentir raiva de alguém que você ama, ao ponto de não querer mais falar com ela porque te mandou calar a boca? - Ela fez um biquinho.
- Sei, mas não por que ele me mandou calar a boca, e sim por que ele me chamou de Puta. - sorriu fraquinho. - Nossa vida tá boa, né? - Ela disse, irônica.
- Pois é. Eu vou terminar com o Tom. - falou.
- Por que? Eu sei que ele te mandou calar a boca e tals, mas isso não é muito drástico, não? - perguntou.
- Não é por isso. Sei lá, eu não sinto por ele o que eu sentia antes, não que eu não goste mais dele, eu só não sei o que tá acontecendo direito. - Ela olhava pros próprios pés.
- Ah. Então faz isso mesmo, é melhor pros dois.
- Eu sei. - Ela deu um sorrisinho. - Eu vou fazer isso depois da aula, só que eu não sei o que vai acontecer, se ele se magoar muito e eu sabia que eu não podia ter recusado o Matteus! Droga!
- Como assim? Ia namorar com ele por telefone? Ainda bem que recusou ele! - riu. - Agora, você pode ficar solta na night!
- Ai, amiga! Só você mesmo. Eu preciso te contar uma coisa. - Ela sorriu.
- Contaa! - riu.
- Eu bati no Rick. - Ela olhou pra .
- MEU DEUS, PRIMEIRO O JAKE E AGORA O RICK? AAAH TE AMO! - pulou na amiga.
- Eu não queria ser tão bruta, mas Deus me fez assim! - Ela deu de ombros. - Sai de mim, sua gorda!
- Obesa! - riu, mas logo o sorriso sumiu. - Eu tenho que ir falar com o Harry,
- Ok, Peraí você já vai terminar?
- Não! - quase gritou. - Tenho que explicar pra ele sobre o que ele escutou... Acho que ele tem direito de saber. E ele me pareceu preocupado.
- Ah, tá. - Ela riu.
- Te conheço, ! Me explica esse tom de voz ai!.
- Que tom? - Ela perguntou confusa.
- Esquece. - revirou os olhos e saiu do quarto, indo para a sala. Procurou Harry e não achou. Resolveu ir no quarto dele.

- Harry?
- Entra.

"Louca." pensou e saiu do quarto, dando de cara com Dougie sem camisa - na verdade ia colocar uma camisa.
- Que moda nova é essa de sair sem camisa? - Ela sorriu.
- Engraçada.
- Mal humorado.
- Eu to brincando! - Ele a abraçou, tinha tempo que ele não fazia isso.
- Eu não.
- Sério?
- Não! - Ela sorriu e retribuiu o abraço.

- Oi. - entrou no quarto e o viu sentado no chão.
- Oi.
- Eu ainda tenho que explicar?
- O que você acha?
- Esse seu tom de voz não vai ajudar, sabia?
- Desculpa, só estou... Confuso.
- Eu sei. - Ela se sentou do lado dele.
- Você ia sair daqui?
- Eu ia procurar outra casa.
- Por que?
- Por que imagine como eu iria me odiar se eu provocasse a separação do McFLY?
- Não chegaríamos nesse ponto.
- Eu sei lá! E se chegassem? Como eu iria ficar?
- Por que você não disse?
- Por que eu não sou obrigada a dizer tudo pra você!
- CLARO QUE É, VOCÊ É A MINHA NAMORADA!
- NAMORADA DE MENTIRA, HARRY! SE ESQUECEU DO MOTIVO DISSO TUDO?
- NÃO, EU NÃO ME ESQUECI! MAS E SE... - Ele se calou.
- E SE O QUE?
- Nada, não vale a pena. - Ele se levantou e saiu do quarto, a deixando sozinha.

- E o seu encontro? Como foi? - perguntou, simpática.
- Uma bosta? Eu furei. - Ele sorriu.
- Sei. Doido! - Ela riu.
- É sério! Enchi a cara num bar, mas ai eu encontrei outra menina... - Ele sorriu, safado.
- Você não é fácil. - Ela riu e acenou com a cabeça.
- Jura? - Ele riu.
- Juro. - Ela desceu as escadas e ficou na sala.
- Cadê ele? - saiu do quarto dando de cara do Dougie.
- Quem?
- O Harry.
- Por que?
- FALA LOGO!
- Na varanda.
- Obrigada. - foi até a varanda e viu Harry olhando o horizonte.

- Você pode me explicar agora? - pediu.
- Não.
- Por que?
- Como você disse, eu não sou obrigado a te contar as coisas, somos namorados de mentira.
tentou dizer algo mas nada saiu, ficou com a boca aberta e foi para a sala, na direção do bar que lá tinha. Quem disse que de manhã é cedo demais para beber?

- ? - viu a amiga passar direto pela porta e logo foi atrás. - ! Pra onde você tá indo? - Ela perguntou.
- Pra longe daqui! - pegou sua mochila e foi para o bar.
- Agora aquele garoto ta fudido. - subiu as escadas e entrou no quarto de Harry.
- Usa-se bater na porta! - Ele falou.
- Usa-se não magoar a sua namorada, a minha melhor amiga e por que você fez isso? - Ela perguntou.
- Você por acaso sabe o que está acontecendo? - Ele perguntou.
- Sei, porque se você se lembra, ela é a minha amiga! - Ela colocou ênfase na ultima palavra.
- Sabe, é? - Harry a encarou. - Então você deve saber que nosso namoro é falso! E que agora, eu acho que estou me apaixonando por ela!
- Se você tá gostando dela, não deve deixar ela triste, Judd!
- Eu sei! Mas, cara. - Ele se sentou. - Não sei o que eu sinto. Quando você chegou ontem, eu estava tão perto de... Beijá-la de verdade, sabe? Sem falsidade. Só com os sentimentos. Mas ai... Porra! Por que tudo sempre é tão difícil?!
- Você acha difícil? Você acha difícil. É porque é muito fácil ouvir alguém que você ama tanto chamar você de puta, alguém que você ama tanto mandar você calar a boca, alguém que você sentia algo estar com a sua melhor amiga, mas você não quer deixá-la triste e você incentiva qualquer ato que ela faz pra ela saber quem realmente te ama! - Ela parou pra respirar e encara Harry.
- Como é? - Harry não entendeu. - Você... Sente algo por mim?
- Qual parte do sentia você não entendeu? - Ela o olhou com raiva.
- Espera ai. - Harry se aproximou dela. - Sentia, passado ou sente, presente?
- P-A-S-S-A-D-O. - Ela foi até a porta. - E eu não sei o que deu na porra da minha cabeça em sentir algo por alguém como você. - Ela foi pra sala, sentando no sofá, sem acreditar no que tinha acabado de falar.
- CARALHO! - Harry gritou, enquanto batia a porta.

estava andando desnorteada, sem saber onde ir. Por que tudo ficou tão difícil assim tão de repente? Ela não sabia a resposta. A única coisa que ela queria era um copo de Vodka bem forte. Continuou andando até ver um bar normal, mas estava fechado. Resolveu voltar para casa, hora ou outra, tinha que encarar a realidade.
estava sentada no sofá, pensando. Até que, sem perceber, deixou uma lágrima cair. Ela logo se lembrou da música que todos diziam que ela mais se identificava : Jaded. Ela era a insensível, e agora chorava.
chegou em casa. Se jogou a mochila no sofá e foi até , que estava chorando.
- Ei, o que aconteceu?
- Nada, por favor, me deixa sozinha. - Ela respondeu chorando.
- Tem certeza?
- Tenho.
- Ok. - deu um beijo na testa da amiga e subiu para o quarto. Nunca tinha visto daquele jeito. Ficou preocupada, mas tinha seus problemas para resolver. Foi até o quarto de Harry e entrou de uma vez.

- Podemos, por favor, conversar que nem gente?
- Se você conseguir. - Harry provocou.
- Eu não vou discutir com você. Eu só quero saber uma coisa, o que você ia dizer naquela hora?
- Eu já não te disse? Não somos namorados, não devo explicações pra você.
- Jura? Pois, além de namorados, eu achei que éramos melhores amigos. - se sentou na cama. - E eu pensei que você me 'amasse', pelo menos assim.

" Eu não posso ficar aqui pra sempre." pensou. "Porque eu tenho a boca tão grande, eu sempre me ferro." Ela limpava as lágrimas. " Os outros meninos não podem me ver assim." Ela levantou imediatamente e correu pro banheiro, limpando o rosto, e saiu, sentando na sua cama.
- , você não vai pra aula? - Danny perguntou, na porta do quarto.
- Não, eu não to muito bem. - Ela tentou dar um sorrisinho, falhando.
- Ta, então eu acho que a gente já tá indo.
- Tá bom, boa aula!
- Obrigado. - Ele sorriu e saiu.

- Isso é golpe baixo, sabia? - Harry sorriu, fraco.
- Claro. - Ela piscou. - Agora fala.
- , deixa eu primeiro ter uma opinião formada sobre isso? Ai você vai ser a primeira a saber.
- Jura?
- Juro.
- Ok. Agora eu vou pro meu quarto, ok? - Ela foi até ele e deu um beijo no topo da sua cabeça, e foi em direção ao seu quarto.

- Você vai pra aula? - Danny perguntou encontrando no caminho.
- Não... Cabeça está cheia demais. - sorriu.
- E o Harry?
- Não tenho ideia. - disse enquanto entrava no quarto.
- Ok.
- Oi. - Disse quando entrou.
- Oi. Tá melhor?
- É. - Ela deu de ombros.
- Quer me falar o que aconteceu?
- Não. Eu não posso falar, não agora. - Ela estava com medo. Sabia que a amiga estava em duvida sobre quem amar (n.a.: Que horroooor! k)
- Por que não, ? - perguntou, confusa. - Mas tudo bem, quando tiver pronta, me fala ok?
- Ta. - Ela sorriu.
- Velho... - se jogou na cama. - Essa nova vida aqui está complicada demais pro meu gosto.
- É. Quem diria que conviver com McFly fosse tão difícil.
- E quem diria que nós íamos fazer os McGuys se apaixonarem por nós!
- Ai, nem faz eu me lembrar! - Ela colocou as mãos no rosto. - Somos fodas. - Ela riu.
- NÃO, CANSEI DESSE DRAMA DESSA CASA! - pulou da cama e foi trocar de roupa. - PRECISAMOS ANIMAR ESSE POVO AQUI, QUE ISSO!
- Eles tão indo pra aula e só vai ficar eu e você aqui. - Ela deu uma risadinha.
- Ok, temos muito tempo para arrumar tudo! Vamos colocar uma roupa mais foda, e vamos comprar tuuudo! Bebida...
- Eu vi um jogo outro dia. Numa sex shop, era o jogo da garrafa! - rebolou.
- PODE SER, BOTO FÉ! - deu um pulinho. - COMPRAMOS OS DADINHOS, JOGO DA GARRAFA, TUDO TUDO!
- Só eu e tu pra fazer isso. - Ela riu.
- Claro! Agora vamos nos vestir bem, isso é a primeira coisa que aumenta nosso astral!
- É! - Ela sorriu. - Ow, eu acho que eu não vou terminar com o Tom.
- Por que? - perguntou.
- Eu pensei bem, e vi que dá pra eu dar uma chance pra ele. Eu posso voltar a gostar dele. - Ela deu de ombros e sorriu.
- Se você acha. Mas não fica se enganando nem enganando ele, ok?
- Eu nunca faria isso. - Ela falou, pegando uma saia, uma blusa e um coletinho.
- Isso ae! - saiu de perto do armário já pronta. Ela usava uma blusa furada bege, mostrando seu sutiã amarelo e azul. Uma calça skinny normal e um All star amarelo.
- Olha minha melissa, minha linda Jean Paul Gaultier! - desfilou.
- Sexy! E eu, estou de puta.- riu.
- Eita, se a gente para pra dançar funk na rua, viramos dançarinas de cabaré. - Ela riu.
- Não é? Agora vamos! Será que o Tom deixou o carro dele? - procurou as chaves, já na cozinha.
- Sei lá. Não vou dirigir! E tenho medo de andar com você, então taxis! - Ela apontou pra porta.
- Sua chata. - fez bico e saiu da casa.
- Eu sei. - Ela riu.
revirou os olhos e riu, e assoviou para um taxi, que passou direto.
- FILHO DUMA MÃE!
- Amiga, não é assim que se chama um táxi. É assim, ó. - foi desfilando até a rua, fazendo dois táxis pararem. Ela virou e sorriu pra , entrando em um deles.
- É, fingindo que é uma prostituta. - riu e entrou no taxi.
- É, pelo menos eu não ando mostrando o meu sutiã pra quem quer ver. - Ela respondeu.
- Ganhou. - a fuzilava com os olhos. - Mas é só por que estou me sentindo puta hoje. - completou em português. E continuou dizendo: - O Dougie me convenceu disso.
- Affe, amiga. - Ela revirou os olhos. - Esquece ele, olha com quem você tá! O mais sexy, o mais... AH! - riu se abanando.
- Besta, já esqueci! - riu. - Só falei isso por que se encaixou no contesto. E eu sei, o mais sexy... Que está confuso demais pro meu gosto. - sorriu.
- Por que você não esquece essa confusão, e aproveita estar aqui em Londres, namorando um supergato que beija bem pra caramba e... VOCÊ NUNCA BEIJOU ELE, PORQUE? Ai, meu Deus. - Ela riu.
- Você sabe por que. Por que esse namoro não é namoro de verdade! - soltou um risinho. - E mesmo assim, não estou tão desesperada pelo beijo dele.
- Você.É.Retardada. Não tá namorando ele de verdade porque quer ficar com o Dougie, que por sinal, está se tendo mais diversão do que você, porque ele não pro encontro com aquela garota, ele foi pra um bar e pegou outra. - falou. - Cacete, eu não consigo ficar quieta!
- Eu sei, eu sou burra. Mas... Eu não consigo, não consigo namorar o Harry de verdade... Se bem que eu conseguiria se eu soubesse o que ele ia falar hoje mais cedo seria beem mais fácil!
- Ta. Esquece isso. Nossa brincadeira rola hoje, será? - Ela fez uma cara safada.
- Ah, to tentando né? Eu nem te contei o que aconteceu. Ah, depois conto! - riu. - Caaaaara, hoje a noite vai ser boaaa!
- Se vai. Vai ter muita safadeza! - Disse pagando o taxista, e saindo. Elas já haviam chegado e nem perceberam.
- Ui, hoje eu pego o único que falta! - riu. - O dono da covinha sexy. Ui.
- Pega então. Tava a fim de pegar o Danny e o Dougie. O Tom não vai ficar com muito ciúmes. - riu.
- Não vai ficar? - riu. - Claro que vai! Larga de ser besta.
- Ele vai querer é descontar quando eu pegar os outros dois. - Ela revirou os olhos rindo.
- Também! - riu. - Ok, agora é achar o Sex-Shop.
- Tem uma loja vermelha ali, deve ser lá. - apontou.
- Vamos então! - foi andando até a loja.
- Ok. - Ela foi indo com até parar na vitrine. - E agora?
- A gente entra, durt! - revirou os olhos e entrou.
- Eu to com vergonha. - Ela entrou atrás e sorriu pra moça que veio as atender.
- Eu não. - sorriu. - Olá, eu queria um daqueles jogos de garrafa, sabe?
- Sim, sim. Ele anda saindo muito esses dias, eu vou ver se tem no estoque. - Ela foi até lá e voltou com uma caixa grande e vermelha na mão. - Chegou ontem um novo, que vem com o... digamos direito de escolher duas fantasias.
- Adorei! - riu. - Vou querer um.
- Ok, venham escolher as fantasias. - Ela foi até uma seção (?) de roupas.
- Quanto é a fantasia? - perguntou a mulher. - Pois ai comprávamos uma pra cada! - completou, olhando para .
- A fantasia vem com o jogo, você só tem que escolher. - A moça sorriu.
- Droga. - falou baixo.
- Mas não tem fantasias para comprar separado?
- Sim. - Ela apontou pra uma outra prateleira.
- Ok, obrigada! - sorriu. - , escolhe ai as fantasias, uma pra cada!
- Eu? - já estava com vergonha de estar numa sex shop e agora tinha que escolher fantasias. - Tá! - Ela revirou os olhos. - Me dá uma de enfermeira e outra de policial. - Ela sorriu safada.
- Mais uma de mulher pra mim, rawr. - piscou. - Eu quero uma de xerife. E uma de soldado.
- Nossa! - riu.
- Ok, faltam duas de homem. - pensou. - Pega uma de... Índio? - perguntou para
- Sim, eles sem camisa são tudo. E outra de... Sei lá... Bombeiro!
- Boa! - riu. - Ok, quanto ficou?
- Hum... Ficou 110 Pound, senhorita. - A mulher sorriu.
- Cara... Vai valer a pena! - disse, rindo e pegando o dinheiro na carteira.
- Se vai. - tirou 60 Pound e dividiu com a amiga.
- Aqui. - entregou o dinheiro e a mulher da loja lhe entregou as coisas. - Obrigada! - sorriu e saiu do Sex-Shop.
- Agora temos que comprar o que?
- Sei lá. Tequila?
- Só tequila?
- Ice. É, só. Sem muitas bebidas! - Ela riu.
- Ok! - riu e foi na direção de um hipermercado.
- Meu Deus, como que eu vou usar uma fantasia dessa, eu vou ter um ataque de riso na hora! - Ela ria.
- Eu também, né? Mas que vai ser legal ver o Harry de xerife, ou o Dougie de bombeiro, ô se vai. - mordeu o lábio.
- Rawr. - riu. - A de enfermeira é minha!
- Ok! A minha é de policial! - riu enquanto colocava no carrinho 2 garrafas de tequila. - Mais?
- Não. - Ela deu de ombros.
- Escolhe ai quantas de ice! - gritou para , que estava mais perto das bebidas.
- Ta. - Ela pegou duas garrafas de ice e foi indo até o caixa.
- Paga ai. - entregou 2 notas de 10 Pound. - Deu 30 Pound.
- Ok. - Ela esperou sua vez, ainda tinha duas pessoas na frente.
- Bom dia, senhorita! - A caixa recebeu .
- Bom dia!
- Deu 30 pounds.
- Aqui está. - estendeu o dinheiro.
- Obrigada.
sorriu e saiu do caixa, indo pra fora do mercado. Ela se perdeu de .
- Menina, espera! - gritou, com as sacolas na mão. - Sua estranha. - riu e a alcançou.
- Eu fico nervosa em supermercados. - Ela deu de ombros.
- Estranha. - riu e tentou chamar um taxi. - Quantas horas são?
- Quase... Meu Deus são quase onze horas!
- Eles vão chegar em uma hora?! - deu um grito. - Bora, TAAAAXIIIII!
- Para aí, porra! - O táxi passou direto deixando nervosa.
- Faz aquela mágica lá de novo, vai! - riu.
- Ok. - Ela deu um sorriso e foi até a rua, só que um táxi não parou, então ela fingiu pegar algo no chão, fazendo um parar imediatamente.
revirou os olhos e entrou no taxi logo depois que . Disse o endereço e começou a mexer no iPhone.
- Quero ver a cara deles quando estivemos usando as fantasias. - riu.
- Quero ver a minha cara vendo um deles aceitar usar as fantasias!
- Também! - riu.
Elas pediram pro motorista se apressar, e logo chegaram em casa.
- Vamos deixar já tudo arrumado ou fazemos isso mais tarde? - disse, enquanto fechava a porta e deixava as sacolas em cima do sofá.
- Não, a gente faz isso depois. Borá fazer o almoço! - Ela se apressou, sem nem trocar sua roupa, só tirando os sapatos e o colete.
- Ok! Só vou levar essas coisas lá pro nosso quarto, ok? - piscou e levou as coisas para o quarto. Aproveitou para trocar de roupa, trocou a calça por um short e continuou com sua blusa furadinha. Desceu e foi direto para a cozinha.
- O que pretende fazer, amor?
- Sei lá. Macarrão? É só o que eu sei fazer! - Ela riu.
- De novo? - riu. - Ok, mas vamos fazer 3 molhos! Eu faço o de espinafre e o branco, você faz o vermelho!
- Ok. - Ela sorriu e pegou o macarrão no armário, deixando com o seu toque especial, o tempero secreto de família.
Enquanto cozinhava o macarrão começou a preparar os molhos. 40 minutos depois já estava tudo pronto, e e estavam arrumando a mesa.
- Foi rápido!
- Foi. E agora o que a gente faz? - Disse sentando no sofá.
- Espera. - riu e ligou a TV.
- Ok.

Depois de uma hora finalmente os meninos chegaram. Estavam tranquilos, sem a tensão dos rolos que envolvam as meninas e tudo mais.
- Como foi a aula? - sorriu.
- Foi boa! - Danny se jogou no sofá, entre as duas meninas, dando um beijo na bochecha de cada uma. - Você tinha que ter visto a cara de alívio do Rick quando ele viu que você não foi! - Danny falava pra .
- Também né, os dois amiguinhos apanharam da mesma menina! - riu. - Boto muita fé na !
- Eu também! - Tom foi até a namorada e lhe deu um selinho.
- É. - Ela sorriu meio sem-graça.
- Que cheiro bom é esse? - Harry perguntou.
- Comida. - Ela respondeu intolerante, se levantando e indo até a cozinha pegando uma das panelas e levando pra mesa.
- Nossa comida! - sorriu e foi até a mesa, sendo seguida pelos meninos. - Bom apetite!
- É. - deu um sorrisinho e se sentou na mesa ao lado de Tom.
Todos comeram tranquilos e ficaram conversando a maior parte do tempo. Depois de uma, duas horas todos já tinham terminado e agora estava levando os pratos para a cozinha.
- Vamos fazer o que hoje a tarde? - Dougie perguntou.
respondeu sorrindo, safadamente, pra .
- Eu e , compramos umas coisas. - sorriu, mordendo o lábio.
- O quê? - Danny perguntou curioso.
- , vai lá pegar, enquanto eu arrumo a sala. Judd, me ajuda! - o gritou e foi para a sala.
- Tá! - Ela subiu as escadas, se lembrando da situação vergonhosa, pra ela, na loja. Pegou a sacola vermelha e desceu. - Eu não quero fazer isso, eu to com vergonha demais! - Ela riu falando pra , já na sala.
- Qual é, pegou as bebidas? - riu. - Com elas vai ser bem mais fácil! - deu ênfase no 'bem'. Ela e Harry tinham arrumado a sala, deixando um espaço livre no meio. chamou (lê-se gritou) os outros e eles se sentaram em circulo. - Venha ! Na minha frente! - piscou.
- Por que estamos sentados em circulo?
- Porque isso vai ser uma grande safadeza! - disse voltando da cozinha com as bebidas e os copos.
- Isso mesmo!
- Ainda não entendi. - Danny sorriu, fraco.
- Gatos e gata, se preparem que o jogo da garrafa vai começar! - falou com voz de locutora.
- Aeee! - comemorou, batendo palmas.
- Jogo...
- Da garrafa? - Harry completou o que Tom começou.
- Só que mais sexy. - deu de ombros.
- Exatamente. Aqui está! - jogou uma fantasia pra cada. A de xerife para Harry, a de índio para o Dougie, bombeiro para o Danny e a de soldado para Tom. - Vão vestir agora, quero todos prontinhos com elas! - piscou.

- Me dá um bom motivo pra vestir isso, . - Harry resmungou.
- Se vocês vestirem... Eu e a vestimos as nossas. - piscou.
- E a gente garante, que a opção "Dança Sexy" do jogo, fica bem melhor com uma fantasia. - Ela sorriu.
- Opa! - Os meninos falaram ao mesmo tempo e cada um subiu para o seu quarto, indo vestir a fantasia.
- E agora, é a nossa. - pegou a de policial e foi ao banheiro da sala se vestir.
- Ah nãão! - Ela foi até o banheiro do seu quarto e colocou sua fantasia de enfermeira. "Não vou sair com isso em à pau!" Ela pensou colocando a liga.
terminou de vestir sua roupa e se olhou no espelho. Estava com um 'top' azul, e com um micro-short, com a arma falsa no cinto e na outra um cassetete. Sorriu e vestiu seu cap, sua bota e colocou seu óculos ray-ban. Pegou um roupão e colocou por cima, escondendo seu cap. Saiu do banheiro e se sentou no chão, esperando os outros. colocou a fantasia, que mais se assemelhava a uma roupa de couro, porem branca com uma cruz vermelha. Colocou a liga na coxa e pegou o estetoscópio, tendo a mesma ideia de e pegando um roupãozinho (meio curto k ). Ela colocou sandálias vermelhas altas e foi pra sala.
- Imitona, pegou o roupão também. - riu e piscou.
- Claro, eu não vou ficar me mostrando por aí. - Ela riu.
- E agora é esperar. - riu.
Passou-se 15 minutos e o primeiro desceu. Danny estava com uma calça cheia de bolsos, um chapéu de bombeiro e uma mangueira no pescoço. Estava com vergonha, e quase caiu da escada.
- Danny! Sexy! - sorriu, safada.
- Se segura, criatura! - observava como o garoto era gostoso.
- Me segura, ! - colocou ênfase no 'me'.
- Não era bem pra você mas tamb... BENZADEUS! - viu Dougie descendo as escadas, e deixou o garoto bem envergonhado. A sunga e o cocar e botas.
- ALGUÉM ME SEGURA, SENHOR! - sorriu mais ainda quando viu logo atrás de Dougie, Harry, com uma calça, uma bota, um lenço no pescoço e um chapéu, com duas armas no cinto.
- Uai, cadê meu bebê? - perguntou rindo quando viu Tom aparecendo de soldado, com um colete tipo exército e sem camisa, coturnos, um cap e uma sunga imitando o colete.
- Podem tirar o roupão, gatinhas! - Tom anunciou descendo as escadas.
- Tira você primeiro. - falou pra .
- Tem que ter a dancinha sexy. - piscou, foi até o som e ligou Undisclosed Desires para tocar. Começou a dançar e tirou o capuz do roupão, deixando a mostra o Cap. Sorriu e continuou dançando lentamente, até que o roupão caiu de uma vez, deixando a mostra sua fantasia. Tirou o óculos do decote do top e colocou, sorrindo e mordendo o lábio, ainda dançando, pegou o cassetete e começou a batê-lo na mão, sorrindo e olhando para Harry. - Vamos ver quem vai ser um menino mal... - Sorriu e mordeu o lábio.
- Caralho, amiga! Você é muito gostosa! Então eu nem preciso tirar minha fantasia né? - espera um sim como resposta, mas os garotos reprovaram a ideia.
- Idiota, pode ir agora. Eu estou aqui praticamente pelada, você não vai escapar. - sorriu e se sentou no lugar.
- Ah não. - fez bico. O batom vermelho ajudou. Ela se levantou e botou Turn Me On, de David Guetta e Nicki Minaj, no lugar da música de (n.a.: Olha a tradução). Ela rebolou no inicio e puxou a cordinha do roupão, virando de costas e baixando as beiradinhas, mostrando ombros cobertos de couro branco brilhante. Ela baixou tudo e mostrou seu estetoscópio e fazendo um Rawr com a mão.
- Nossa, vocês duas... estão... - Harry foi interrompido.
- Cacete, eu já achava vocês gostosas! - Danny falou.
- Eu sei, meu bem, eu sei. - piscou e tirou a garrafa da sacola.
- Tá cada vez me deixando mais sem-graça. - riu.
- Larga de ser besta, e vamos rodaaar a garrafa! - riu e rodou a garrafa, parando em...
- Oh, eu e ! - Danny riu por ser o primeiro.
- E você terá que... lamber a bochecha da ! - riu ao ver os dados parando.
- Sem graça. - disse, rindo. - Venha homem, venha. - Danny riu e foi até ela, lambeu a bochecha dela e riu. - Nojento... - Ela riu e limpou o rosto. - Vai , sua vez de rodar!
- Ok. - Ela sorriu e rodou parando...
- Ui! e Dougie... Isso vai ser interessante. - Danny comentou, rindo.
- E o que eu vou ter que fazer? - Ela viu os dados rodando na mão de .
- Vamos ver... - sorriu e jogou os dados, caindo em: Beijo e Barriga.
- NA BARRIGA? Droga! - Ela revirou os olhos e riu, se levantando e indo até Dougie. Ela se inclinou na barriga dele, de uma forma sexy, e deu um beijinho.
- Sua vez, Tom! - completou.
- Ta, me da a garrafa. - Tom girou a garrafa e quando ela parou ele fez uma cara de nojo.
- HARRY E TOM! - caiu na risada vendo a cara dos dois.
- SEXYYYYYY! - riu
- Encoxar? - Danny riu.
- Cara... - Tom deu uma risadinha sem-graça.
- Ainda bem que não foi morder. - Dougie riu.
- Vai, eu não tenho ciúmes do Harry, amor! - riu.
- Nem eu! - piscou.
- Eu vou ser estuprado! - Harry gritou, se levantando.
- E eu vou ver! - riu.
- Ah! - Tom levantou, se chegando ao Harry e encoxando ele. - Que nojo!
- Você tem nojo de mim? - Harry fez uma vozinha sexy pra Tom.
- Na verdade, tenho! - Tom riu.
- Tá, pega a garrafa! Gira Dougie. - deu a garrafa.
- Ok, ok. - Dougie rodou a garrafa.
- Venha, homem, venha! - riu, ao ver que a garrafa parou nela. Dougie só sorriu. Pareciam que todos tinham se esquecido do que tinha acontecido nos últimos tempos.
- e Dougie? - Harry disse, meio enciumado.
- O Tom te encoxou e eu não liguei! - respondeu, mal-criada.
Harry revirou os olhos. - Tá, tá.
- Ok, jogando os dadinhos... - riu.
- Eiita que a agora pegou tudo! - riu ao ver os dadinhos pararem.
- Apalpar os seios da ! - Danny riu.
- Só cai essas coisas comigo. - fez bico.
- Você não beijou a barriga dele! - riu.
- Nem você! Ele beijou a sua! - riu e se aproximou de Dougie, que estava com uma cara de tarado.
- Droga. Acaba com isso logo! - Ela gritou.
Dougie sorriu e apalpou os seios de , que teve uma crise de risos.
- Caralho, que merda. - resmungou. - Vai, Harry.
- Rodando a garrafinha. - falou rindo da situação de e Dougie, fazendo uma cara séria quando parou pra ela ir com Harry.
- Pega os dadinhos! - Danny fez uma cara fofa, entregando os dadinhos à Harry.
- Isso vai ser interessante. - comentou. 'Também achei, .' Harry pensou, sorrindo e jogando os dados.
- Chupar o pescoço! Ui! - Danny riu.
- Me recuso a doar o meu pescoço! - Ela fez bico.
- Larga de cu doce! Eu dei meus peitos! Anda! - reclamou.
- Caralho, essa vaca vai pagar. - falou baixo, se levantando e indo até Harry. - Vai logo, porra! - Ela estava nervosa.
- Me sinto o Edward Cullen. - Ele riu e se levantou.
- E eu me sinto uma... - foi interrompida por Tom.
- Você fica tão linda nervosa com o Harry! - Ele falou, recebendo um dedo do meio de .
- Anda, Judd! - Ela levantou os cabelos loiros, deixando o pescoço à mostra.
- E o leão se apaixonou pelo cordeiro. - Ele riu e beijou o pescoço, mordendo e chupando logo depois.
falou um "Ai" bem baixinho e se afastou de Harry, quando ele terminou. - Vai deixar um hematoma! - Ela resmungou. - Vai Danny! - se sentou.
- Ok, ok! - Danny sorriu e rodou a garrafa, parando em Tom.
- Sempre as coisas gays acontecem comigo! - Tom se revoltou.
- É que é tão sexy! - se abanou, deixando Tom com vergonha.
- Verdade! - sorriu.
- LAMBER A BOCA! HAHAHAHA! - Dougie gritou rindo.
- Cacete! - Tom falou.
- Deliiiiiiiiiiicia! - riu, vendo Tom e Danny se levantar. - Mas pera aê, quem vai lamber quem?
- Os dois se lambem! - fez uma cara safada. - Danny lambe o Tom!
- Que sexy gente! - riu, enquanto Tom e Danny se aproximavam. - Por que as coisas gays só acontecem comigo? - Tom resmungou.
- Porque você é lindo, amor! - sorriu.
- Não é desculpa! - Tom disse, antes de Danny lamber sua boca.
- Isso foi...
- Sexy pra caralho!
- Eu ia dizer nojento, . - Harry finalizou.
- AIMEUDEUS! - arregalou os olhos e se abanou. - Ficou quente aqui!
- E agora, é o Tom lambendo o Danny. - riu e balançou a língua
- Ha, nem pensar! Caiu o Danny pra me lamber e só! - Disse Tom sentando.
- Eu não vou deixar que me lambam! - Danny riu, se sentando também.
- Sem graça. - falou. - Vai Harry, roda a garrafa!
- Ok! - Harry rodou, a garrafa parou em e começou a acender a luz. - AEEEE, FINALMENTE UMA COISA BOA! - comemorou. - Dança pra mim, xerife!
- Ui. - riu.
- Eu não quero ver isso! - Danny tapou os olhos.
- Você que tinha que dançar pra mim! - Harry falou.
- Já dancei quando tirei o roupão. - fez bico
- Dança logo, Harry! A não é a única platéia feminina. - fez uma cara safada.
- Primeiro, pega a tequila! - sorriu. - E você, to de olho.
- Eu? Nem fiz nada, ainda. - Ela ajeitou o decote do vestido, puxando pra baixo.
- Continuo de olho. - viu Harry voltando com a Tequila na mão. - Ei, qualquer coisa, me vingo na covinha ali. - Ela sorriu, maliciosamente, para Tom
- Pode ir. Não tenho ciúmes. - Ela revirou os olhos. - E não é o Harry que eu quero. - Ela falou em português.
- E quem você quer? - perguntou em português. - O lerdo ou o pequeno?
- Os dois. - Ela sorriu safada.
- SAFADINHA! - riu e abriu a Tequila. Se levantou e se sentou na cadeira. - E que comece o show!
Harry se levantou, com um bico na cara, e parou na frente de . ligou a música, colocando em Sweat (Snoopy Dog e David Guetta). Ele começou a dançar devagar.
- Dança direito! - gritou, fazendo Harry começar a rebolar pra .
- UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUHU! - riu e se mexia o tanto que podia na cadeira. Harry estava rebolando de costas e aproveitou para apertar a bunda dele.
- Ui, assim eu me apaixono, .
- Então, só o Harry vai ficar rebolando aí? - Tom olhou pra , com uma cara de segundas intenções.
- Eu não vou dançar pra ninguém. - Ela respondeu sorrindo.
- Sem graça. - Ele fez bico.
- Vai me matar! - gritou.
- Já tá na hora de parar com essa dancinha aí! - Dougie falou, rindo.
- Por que? Tá tão boa! - riu e tomou um gole da tequila.
- Porque a gente não vai continuar o jogo, minha vaquinha! - sorriu, fofa.
- Vaquinha é a mãe! - riu, entregando a garrafa para . Se levantou e se sentou no lugar, com Harry fazendo o mesmo.
- Roda, roda! - rodou a garrafa, caindo nela e Dougie.
- Espero que seja algo bom! - Dougie falou.
- Joga os dadinhos! - falou.
- Agora, toda vez que parar tem que todo mundo tomar uma dose de tequila, feito? - piscou.
- Ahaan, passa a tequila meu amor! - Ela falou pra , olhando que os dados tinham parado em...
- Lamber os seios! QUE PORNOGRAFICOOOO! - teve uma crise de risos.
- Ai meu Deus. - arregalou os olhos.
- Porra! Isso ai é demais, não acham? - Tom nem se preocupou em conter seu ciúme
- Eu nem sei... - falava com um certo tom de preocupação.
- Vai logo, eu quero pornô! - Danny gritou.
- Na verdade, acho que é demais. Muito pornográfico. - parou de rir e comentou. - Então o Dougie lambe mais em cima, no busto. Não exatamente... Lá;
- Eu não ia dar meus seios inteiros nem a pau! - riu. - Vem aqui, Dougie! - fez uma carinha sexy.
- Sei lá né. - comentou, dando outro gole na tequila e vendo Dougie lamber o busto dela.
- Ai, Dougie! - gritou, rindo.
- Se você não parar quieta, vai acabar caindo! - Ele estava, praticamente, em cima dela. Ela estava sentada, e ele em cima de suas pernas.
- Caralho. Isso foi pior do que pornô. - riu e tomou outro gole, antes de Danny roubar a garrafa.
- Ta bom, agora vão achar que você ta me comendo. Chega, Dougie! - Ela empurrou a cabeça do menino pra fora de seu busto.
- Ok, agora é quem?
- . - respondeu, limpando a baba.
- Ok. - riu e rodou a garrafa, parando em Tom. - Ei Fletcher, vou te corromper agora. - piscou
- Acho que eu que vou te corromper, ! - Tom disse, jogando os dados.
- Beijar a boca. - riu, disfarçando o ciúmes. O bom de ser excelente atriz!
- Ei! - Harry falou.
- Venha , venha! - Tom a chamou, e se sentou no colo dele e ele a beijou. se ajeitou no colo e começou a beijá-lo, mexendo no cabelo dele.
- Santo Deus, eles vão se comer! - Danny ria.
- Já fiz isso antes. - deu de ombros.
- Isso é sacanagem! - Harry fez um biquinho fofo.
Depois de alguns minutos eles pararam. mordeu a covinha dele e se sentou no lugar, sorrindo. - E se foi o último! - riu, mostrando os efeitos da Tequila.
- Agora que vocês se comeram, dá pra continuar o jogo? - sorria, matando Tom, que percebia que ela não sentia ciúmes mesmo.
- Claro! - sorriu. - Você, Judd!
- Me dá essa coisa! - Harry falou, ainda bravo, rodando a garrafa e parando em...
- Meu Judd lindo, não fica com ciúmes não. - sorriu e lhe deu um selinho.
- Harry e Dougie! - sorriu. - Tem que parar de cair só isso! Também, só tem duas meninas aqui!
- Quer ir no meu lugar? - Dougie perguntou.
- Eu não. - respondeu, mal-criada.
- Ca-ra-lho! Meus machos juntos, preciso tirar fotos! - disse, abrindo a outra garrafa de Tequila já que Danny se apossou da primeira.
- Seus machos? - Dougie perguntou.
- É! O que eu amava e o que eu amo! - piscou e tomou um gole.
- Caralho, tem gente que não se ficar de boca fechada. - falou. - Joga os dados logo!
- Nunca soube, ainda mais bêbada! - riu.
- Mas espera ai, você 'amava'? Passado? - Dougie perguntou.
- Para, é... Putz. - revirou os olhos, vendo onde a situação já estava.
- Não importa, eu quero ainda quero jogar! - entregou os dados para Harry,
- JOGA ESSA PORRA LOGO, CARALHO! - gritou com Harry, que a olhou assustado.
- Ok, estressada! - Harry jogou os dados, caindo em Encochar.
- HAHAHA! - riu. Ela não tinha bebido muita tequila, mas era bêbada naturalmente.
- O que ele vai encochar? - perguntou, bêbada.
- O Harry, dã! - respondeu.
- Calma, o Harry vai encochar o Harry? Mas... Isso é impossível!
- O Dougie vai encochar o Harry, o Harry vai encochar o Dougie! Tanto faz, é tudo viadagem, porra! - estava nervosa.
- Calma, sua bruta! - Dougie se levantou.
- Vai se ferrar, também. - Ela respondeu.
- , bebe! - entregou a Tequila.
- Pra depois fazer o que eu não quero? Não, obrigada. - rejeitou a bebida.
- Ai, sua chata. - resmungou, enquanto via Harry encochar Dougie.
- UI! Assim eu me apaixono, Judd! - Dougie riu.
- Sai de mim, seu Gay!
- Affe, bora fazer de outro jeito. Sem meninos se pegando. - falou.
- Como? - Tom perguntou.
- Se cair o Harry e o Danny, eu e rodamos a garrafa pra ver quem vai com o Danny, se o lado pontudo cair na , ela vai, se cair em mim, eu vou. - Ela sorriu.
- Calma, repete. - pediu. - Eu sou o bico e você é a bunda? AH, espera, Entendi!
- Não, se o bico cair em mim, eu vou, se cair em tu, você vai! - falou.
- É, eu entendi! - riu. - Agora é o Danny, roda ai, roda ai! - fez uma dancinha.
- Nem precisou de disputa. - sorriu, vendo a garrafa parar nela.
- Ui, agora vai ser interessante. - Dougie comentou.
deu um sorrisinho fofo, pegando os dados e mandando jogar.
- Eu jogo os dados? Ok! - jogou. - Beijar seios, meu deus, seus peitos querem brincar! - riu.
- Quem manda eles serem grandes. - Danny riu.
- Vem aqui, McJones! - puxou Danny pra cima dela.
- Opa! - Ele se sentou nas pernas dela, puxando o decote do vestido, deixando o sutiã vermelho à mostra.
- Nem pense em tirar meu sutiã! - Ela falou dando um tapinha nele.
- Não vou tirar! - Ele se aproximou e beijou o busto dela.
- Essas coisas estão cada vez mais quentes! - riu.
- Vai me matar! - Ela ria, segurando a cabeça de Danny, que subia os beijos até quando chegou na sua boca.
- ERA SÓ NOS PEITOS! - Tom gritou.
- Chega, Danny. - ficou vermelha.
- Desculpa. - Ele saiu do colo dela, se sentando no seu lugar.
- Ok, e agora é quem?
- Dougie. - respondeu, ainda vermelha.
- Ok! - Dougie rodou a garrafa, parando em . - Muito legal...
- Hehe. - riu safada, jogando os dados.
- Idiota você. - a olhava com ódio.
- O que caiu? - Harry resmungou.
- Morder o pescoço. - respondeu.
- Momento crepúsculo denovo. - comentou.
- Né? Que merda! As coisas legais só caem com a . - Dougie resmungou enquanto ia morder o pescoço de .
- É porque é muito legal todo mundo mexendo nos meus seios. - Ela fez uma careta.
- Pra você pode ser chato, mas pra mim foi muito legal! - Danny riu.
- Você não beijou só os meus peitos! - Ela respondeu.
- Isso não vem ao caso. - Danny riu. - Quem é agora? - Ele perguntou ao ver Dougie se sentando.
- Tom? Nem sei mais! - respondeu.
- Nem sei... Pode ser! Vai Tom! - jogou a garrafa.
- Ta. - Ele rodou, parando em Harry.
- Ok, Harry, roda denovo!, mas só entre eu e a .
- Ta bom. - Harry rodou a garrafa, parando em .
- Tom, agora eu sou sua, denovo! - riu.
revirou os olhos. - Joga os dados!
- Ok! - jogou os dados e riu. - Eita, chupar a boca? Como?
- Com a boca, com o que podia ser? - Harry respondeu, fazendo rir.
- Jura, idiota? Não seria mais fácil ser um beijo? - perguntou.
- É, seria bem mais fácil ser um beijo. - falou, com uma pontada de ironia na voz.
- Ok, vai ser o que então? - Tom perguntou, se levantando. - escolhe! - riu.
- Beija logo! - Ela falou.
- Ok! - riu e beijou Tom, ao mesmo tempo que Harry beijava .
- Wow. Sobramos.
- Olha onde você pega, garoto! - interrompeu o beijo, tirando uma das mãos de Harry de sua bunda.
- Calada! - Ele falou, deitando ainda mais em cima dela.
- Ok, eu cansei! - disse, parando o beijo.
- Sai de cima de mim! - empurrou Harry.
- Ok, Ok. - Harry se levantou.
- Continua o jogo. - falou. - Quem roda?
- Eu cansei, ! - ronronou.
- Ok. - Ela deu de ombros. - Essa fantasia já tava me apertando mesmo! - Ela abriu o zíper.
- Po... Vocês vão ter que tirar as fantasias? - Dougie perguntou
- Eu prefiro ficar sem. - falou, abaixando a roupa, que agora só cobria até a barriga. - É de couro e aperta muito.
- Eu vou tomar um banho, pois ainda estou bêbada e não pretendo ficar de ressaca! - mandou beijo e subiu para o quarto.
- Ei, me espera! Eu vou com você! - Harry subiu as escadas. - Posso estar bêbada, Judd, mas não sou idiota de tomar banho com você.
- Tem certeza que não é idiota? Eu quero conversar com você! - Ele subiu e começou a puxá-la pela mão.
- Você ficou com ciúmes, né? - Tom perguntou.
- Não. Na real, eu tava só chamando a sua atenção. - Ela deu de ombros.
- Sério? Eu fiquei com ciúmes.
- É.

- Ok, o que você quer conversar? - perguntou, quase caindo.
- Primeiro toma um banho, vou pegar uma roupa normal pra você. - Ele foi até o quarto dela.
- Bipolar. - revirou os olhos e entrou no banho.

- É o que? - Ele perguntou. - Você não gosta mais de mim?
- Que isso, Tom. - Ela mentiu.
- Não mente pra mim, .
- Eu só to achando estranho a gente namorar.
- Você tá terminando comigo? - Ele a deixou sem resposta.
- Eu não sei, Tom. - olhou pro teto. - A única ciosa que eu sei é que eu preciso pensar.
- Ta. - Tom respondeu, subindo pro seu quarto.

- Pegou minha roupa? - perguntou, saindo só de toalha do banheiro.
- Aqui. - Ele lhe entregou uma calcinha, um sutiã e um blusão dele.
- Você quer conversar sobre o quê?
- Sobre você sair daqui. - Harry respondeu ao ver já vestida.
- Eu não vou mais sair, e já conversamos sobre isso.
- Não conversamos direito.
- Já sim, Judd! Vamos esquecer isso, por favor? Essa casa tem muitos dramas pra poucas pessoas.

- Ai meu Deus. - sentou no sofá.

- Isso eu concordo. Mas me promete uma coisa? - Harry sorriu.
- Depende.
- Sempre me conte o que passa na sua cabeça, sobre esse assunto, sobre 'nós'. Por favor. É muito ruim não saber.
- Eu prometo que conto algumas coisas, porque outras não pode. Ok? - lhe deu um beijo na testa.
- Ok.

"Eu não posso fazer isso com o Tom." pensou. "Eu prometi pra que eu não ia fazer." Ela subiu as escadas e foi pra cima, tomar um banho. Ela ficou pensando sobre o que fazer, e decidiu que tinha que terminar com Tom. Quando saiu do banho, colocou um short e uma blusa.
Ela foi até o quarto de Tom. Decidiu que ia terminar, para não mentir.
- Tom? - Ela bateu na porta, mas ninguém respondeu.
Ela entrou e Tom estava sentado na cama, olhando para os pés.

- Mas Judd, você também tem que me prometer que vai contar tudo. - Ela colocou ênfase no 'tudo'. - Inclusive aquilo.
- Eu não sei ainda, .
- Quando souber, fale.

- Eu sabia que você ia terminar. - Tom fez drama.
- Ah, para com esse drama. Se eu fosse terminar com você, tinha terminado lá embaixo. - Ela sorriu, mentindo. Ela não tinha coragem de terminar com ele.
- Sério?
- Sim! - Ela sorriu. "Ai, por que eu sou tão... Eu sou uma vaca mesmo." Ela pensou.

- Que horas são, Judd?
- Oito e meia.
- Já?!
- Já.
- Eu vou dormir, vai querer também?
- Com você?
- É.
- Ok, mas não são 8:30 ainda. - Ele sorriu.
- Você é um idiota! - Ela disse, batendo nele com o travesseiro.
- É guerra, é?
- Tente! - ficou em pé na cama!

- Você é uma linda. - Tom falou.
- Você é mais. - Ela sorriu.
- Quer jantar?
- Não. Vamos descer!
- Ok, vamos.
Eles foram pra sala, e ligaram a TV, onde passava O Massacre da Serra Elétrica.
- Meu filme favorito! - gritou.

- Eu só não vou tentar como vou conseguir! - Harry riu e a pegou no colo, a deitou na cama e começou a fazer cócegas.
- HAHAHA PARA HAHAHAHARRYYYY! - gritava de rir.
- Só se você disser que eu sou o mais foda! - Harry ria junto.
- HAHAHA VOCÊ É O MAIS FODAAHAHAHAHA E O MELHOR BATERISTA DO MUNDOO! - Ele parou.
- Tá satisfeito?
- Estou, mas eu já sabia de tudo.
- Ah é?
- É!
- Vingançaaa! - riu e pulou em cima dele, começando a fazer cócegas.

- Ai... Ele não vai... NÃÃÃO! - Tom tapou os olhos, quando o assassino decepou um cara.
- Calma, bebê! - falou.

- Hoje foi sinistro. - Danny comentou, na cozinha.
- Se foi. Nunca me imaginei lambendo aquelas turbinas da . - Ele deu uma risadinha.
- Que tenso falar assim. - Danny riu. - Mas nem é isso. Se lembra o clima tenso de hoje de manhã? brigando com Harry, você puto com o Harry, a com raiva do Tom... Parece até Gossip Girl, todo mundo se pega!
- É. Isso é estranho mesmo. - Dougie falou.
- As coisas eram mais fáceis quando você só tinha raiva do Jake.
- Nem fale nesse viado, Jones,
- Só por que você tinha ciuminho. - Ele riu.
- Ainda tenho, mas acho que estou superando a . Achei que era mais... Intenso o que eu sentia por ela.
- É. Eu preciso confessar que eu me senti estranho hoje quando eu beijei a . - Danny falou.
- Opa Opa Opa, você afim de alguém? Sentindo algo? Essas brasileiras mexeram mesmo com a gente!
- Eu não queria beijar ela, só queria zoar no jogo, só que... eu não sei. - Ele deu de ombros. - Sim, elas mexeram. Brasileiras não são retardadas, ou animais, nem só gostosas.
- São as melhores. - Dougie sorriu.
- Simplesmente as melhores. Ow, tem tempo que a gente não fala com os Dorks, bora ligar pra eles?
- Borá! Mas... E se a pegar o Hall? Ou o Bourne? E se a pegar eles?
- Ela tá namorando o Harry e a está namorando o Tom.
- Ah, então liga ai. - Dougie sorriu.
Danny pegou o telefone e ligou.
- Oi Bourne, vai fazer o que hoje? Nada? Ae, vem aqui pra casa, temos bebida e um jogo da garrafa, só não sei se... Ok, tchau. - Danny desligou o telefone. - É só mencionar o jogo da garrafa.
- Mas eu acho que a não vai querer brincar.
- Então, vamos esconder o jogo! Por que brincar só com homem é muito gay! - Danny colocou ênfase no 'muito', deixando a frase mais gay ainda.
- Ok, cadê o jogo? - Dougie perguntou, chegando na sala, cortando o clima de e Tom, que se beijavam,
- Ops, desculpa casal! - Dougie sorriu e pegou o jogo do chão. - Pronto,podem voltar a se comer.
- Affe. - revirou os olhos e voltou a beijar Tom.
- Onde a gente esconde isso? - Dougie perguntou pra Danny.
- No quarto do Judd! Ninguém sabe o que se encontra lá.

- Porra, ! - Harry dizia entre risadas. - Para, eu parei com você!
- Eu sei, mas eu não consigo sair de baixo de você, você consegue!
- Isso é verdade. - Ele virou e ficou em cima dela, os dois ainda sorrindo.
- , por que tudo entre a gente é tão difícil?
- Por que para quando conseguirmos arrumar tudo, valer a pena. - Ela sorriu. Harry se viu perdido no olhar e no sorriso da garota. Finalmente ia beijar ela quando ouviu a porta se abrir.
- Ops. - Danny resmungou.
Harry suspirou fundo, e saiu de cima de . - O que você quer?
- Guardar o jogo, pro James não querer jogar. - Danny sorriu, se desculpando.
- James? Ele vem? - sorriu.
- Vem, ele os outros Dorks, mas a gente não quer que fique tudo tão gay, então... - Ele deu de ombros.
- Faz sentido. - refletiu. - Ok, vou trocar de roupa!
- Por que? - Harry perguntou.
- Por que eu sou não sou louca o bastante pra ficar de calcinha e blusa na frente dos Dorks.

A campainha tocou.
- Uai, ninguém ia vir? Que isso? - levantou e foi até a porta.
- Oi. - James sorriu quando viu que abriu a porta.
- James...? - Ela ergueu as sobrancelhas.
- OI JAMES! - Dougie surgiu na sala, empurrando pro lado, fazendo ela cair.
- DOUGIE! - Ela gritou.

- Ouço ruídos lá em baixo. - riu.
- Tanto faz... - Harry ainda estava puto.
- Ei, Judd... Calma ok? - Ela deu um beijo no nariz dele e sorriu.

- Ô Dougie, tá derrubando a minha namorada? - Tom falou.
- Namorada? - James perguntou.
- É. - Ele levantou , que reagiu empurrando Dougie, que caiu sentado no sofá.
- Qual é? - Dougie perguntou, sentado no sofá, olhando pra que estava na sua frente.
- Ninguém me derruba sem depois aguentar o troco. - Ela respondeu.
estava com um short e a mesma roupa de antes, quando desceu e viu James.
- Oi James! - deu um beijo na bochecha dele, que a abraçou.
- Oi ! Tudo bom?
- Tudo indo... - Ela sorriu e saiu do abraço, meio desconfortável.
- Como você é selvagem, amor. - Tom falou pra , deixando ela vermelha.
- Ai, Tom.
- É, a é avassaladora! - riu.
- Também acho! - Harry apareceu, abraçando por trás.
- Ninguém te perguntou. - respondeu mal-criada.
- Vadia.
- Viado.
- Eita. - Dougie falou.
- Eu? - se fingiu de ofendida. - Pra mim era viada... Sua má. - fez bico, logo recebendo um beijo na bochecha de Harry.
- Por que o Harry está tão mimoso com a ? - James perguntou.
- Porque eles tão namorando. - respondeu.
- As duas brasileiras namorando esses dois? Poxa. - James fez bico.
- Esse bico está me seduzindo, James. - piscou e Harry a apertou, mostrando os ciúmes. 'Desde quando ele sente tantos ciúmes?'
- O James, ele seduz demais. - se abanou, se sentando no sofá ao lado de Dougie.
- Não é? Muito sexy! - saiu do abraço e mordeu a bochecha dele. Ainda estava meio alta por causa da Tequila.
- Segura essa menina, Judd! - James abraçou .
- Eu só não vou, porque se eu for... aí o bicho pega. - Ela deu de ombros.
- Como vai pegar agora? Olha lá a cara do Judd. - Tom comentou. O rosto de Harry era puro ódio, e percebeu isso. Saiu do abraço e foi para a cozinha.
- Alguém quer alguma coisa? - Ela gritou.
- Eu quero te dar! - gritou rindo. - Não namoro com ele. - respondeu mal-criada pra Tom.
- QUERO TE QUERO TE QUERO TE DAR. - respondeu, rindo.
- Eu sei. - Tom disse.
- DÁDÁDÁDÁ! - levantou, dando uma dançadinha e indo pra cozinha com .
- A gente tem muitos problemas! - riu e desceu até o chão.
- Eu não, só sou uma funkeira. - Ela riu. - Aiai que vontade louca difícil de controlar!
- Tá tudo... - James encontrou as meninas dançando funk na cozinha.
- VOCÊ VOCÊ VOCÊ VOCÊ QUER? - dançava, olhando para James.
- Oh, sua safada! - falou.
- Sou mesmo! - riu, mas logo parou. Harry estava a olhando quando chamou James para dançar. Pegou um copo d'água e subiu para o quarto.
foi pra sala, puxando James pra ir também.
- Harry, relaxa. - falou. - Senta aqui! - Ela bateu onde Harry devia sentar, ela estava sozinha num sofá.
estava trocando de blusa, ela estava morrendo de calor. Enquanto escolhia outra, pensava na crise de ciúmes de Harry. Desde quando ele era tão ciumento com ela? Ele não tinha dito que gostava um pouco de ? Ela estava confusa. E quando não esteve aqui em Londres? Ela trocou de blusa e voltou para a sala, se sentando no sofá, na frente de Tom.
- Tudo bem ?
- Por que não estaria? - Ela sorriu e terminou sua água.
- Sei lá. - Ele deu de ombros
- É. - piscou e se levantou, para guardar o copo.
- Liga a TV. - falou.
- Essa nem liga quando tem visita, só fica aí mandando...
- Dougie, calado! - o interrompeu.
- E quando que ela foi educada? - deu um beijo na cabeça da amiga e se sentou do lado de Harry, que fingiu como se ela não estivesse lá.
se levantou e surpreendeu a todos. - 3 palavras. VÃO. TOMAR. NOCU! - Ela falou pausadamente, dando dedo pra todos, e indo pro seu quarto, rindo.
- Te amo chaaaata! - gritou, antes dela subir.
- Ou, quer alguma coisa James? - Tom perguntou, indo pra cozinha.
- Quero! - James e Dougie os seguiram, deixando só e Harry na sala.
- Por que você está assim? - perguntou.
- Sei lá, por causa da sua safadeza pra cima do James?
- Tá insinuando que eu sou uma puta?
- Não! - Harry gritou. Não queria que acontecesse a mesma coisa que aconteceu com Dougie.
- Então o que é?
- Eu tenho ciúmes de você, caralho! - Harry gritou e subiu para o seu quarto. só deitou a cabeça no encosto do sofá.
- Dai-me forças, senhor.

- Eita, porra, que barulho foi esse? - ouviu uma porta bater. Ela mexia no celular.
"Com certeza, foi o Harry!" saiu do quarto, e foi até o quarto de Harry, batendo na porta.
- Harry?
- SAI DAQUI!
- Sai daqui é o caralho, o que aconteceu pra você estar bravinho assim? - Ela perguntou entrando no quarto e se encostando na porta.
- A . Pra variar! - Harry bufou.
- Você tem que parar de ciúmes! Não aceita brincadeiras?
- É difícil, ! Eu odeio me apaixonar, sempre me fodo.
- Você acha que é o único? É porque eu não demonstro, mas eu tenho um ciúmes desgraçado do Tom.
- Aposto que se demonstrasse, ele iria ficar feliz. - Ele sorriu. - Ele sabe que você ama ele , não é? Ai que é o foda, a não sabe. Ai ela fica com raiva por causa dessas baitolagens que eu faço.
- É claro que ele ia ficar feliz! Ia perceber que eu só dou atenção pra ele, vai achar que ele é a razão do meu viver. Peraí, baitolagem? Que baitolagem?
- Essas crises de ciúmes... Puta baitolagem.
- Ah, tá. - Ela deu de ombros. Nunca foi boa em consolar os outros.
- Me sinto gay falando sobre isso. - Harry comentou.
- É, falar sobre seus sentimentos com uma garota é realmente gay. - Ela falou sarcástica.
- Chatinha. - Harry riu e a abraçou.
- Longe, por favor. - Ela sorriu, empurrando ele de leve.
- Muito chata. - Harry riu. Já estava melhor.
- É sério, Harry. - Ela saiu, falando sério, e desceu indo pra cozinha, mas não entrou, e ficou ouvindo a conversa dos meninos.
- Mas e o jogo da garrafa, que você avisou? - James perguntou, enquanto tomava uma cerveja.
- A não quer jogar. - Dougie deu de ombros.
- Poxa, mas ainda tem a .
- Digamos que os peitos dela não querem jogar! - Danny riu.
- Como assim os peitos? - James perguntou, rindo.
- Nem queira saber, Bourne. - Tom riu e tomou um gole da cerveja.
- Meus peitos estavam sendo atacados por dois garotos dessa cozinha. - entrou na cozinha e na conversa.
- Sexy! - James riu. - Mas como?
- JAMES!
- Ok, parei.
- Bom mesmo. - Ela falou.
- Ela não quer falar porque ela gostou de ter mais de um pegando nos peitões dela. - Tom a provocou.
- Claro que sim, eu sou tão vagabunda! - Ela sorriu irônica pra Tom.

cansou de olhar o teto e resolveu subir. Parou na frente da porta do quarto e Harry, ouviu uma música e reconheceu logo que era All My Loving, dos Beatles. Tomou fôlego e entrou no quarto.
- And I'll Send All My Loving, To you. - cantarolou e se sentou do lado dele.
- All my loving, I?ll send to you.
- All my loving...
- Darling, it will be true. - Os dois cantaram juntos.
- Eu amo essa música. - comentou.
- Eu também. - Harry concordou.

- É. - Tom respondeu.
- Se eu fosse, eu já tinha pegado todos dessa cozinha!
- Mas pegou!
- Não peguei!
- Ah, é? Falta quem?
- O James e o Dougie.
- Eu nunca fui pegado pela . - Danny sorriu.
- CALADO! - Tom e falaram ao mesmo tempo.

- Beatles é muito foda. - Harry disse.
- Também acho. Por isso tenho uma blusa deles! Até cheguei com ela. - sorriu.
- É, eu lembro. Aquele dia foi legal, o show foi massa!
- Foi mesmo. Eu cantei muito mal! - riu.
- Você cantou bem, você é perfeita, . - Ele disse, olhando pra baixo.

- Duvido que você pegue. - Tom a desafiou.
- Já ouviu que você não pode desafiar uma garota? - Ela respondeu.
- Não? Por que?
- Porque você sempre vai pagar a sua língua. - Ela respondeu, indo pra cima de James e beijando ele, bem na cara de Tom.
- Wow, essa foi rápida. - Dougie comentou. - E você nem pode reclamar, esse é o legal. - Dougie riu.
- Ah, cala a boca, Dougie! - Ela virou e beijou Dougie também.
- Meu deus, essa é rápida! - Danny se assustou.
- E ela meio que dá motivos... Pra ser zoada de Puta. - James comentou, desconfortável.
- Puta? - Ela virou pra olhar James.
- Você tá chamando ela de puta numa cozinha, onde tem facas. - Danny comentou.
- Eu não estou te chamando de puta, ! Estou falando, você as vezes dá motivo. - James disse, dando um passo pra trás.
- Ta. Tudo bem. - Ela sorriu meio psicótica. - Eu já volto.
Ela subiu até o seu quarto e pegou algo parecido com uma marreta e voltou para a cozinha, deixando os meninos espantados.
- Eu esqueci de trazer essa marreta pra cá. - Ela ainda tinha o sorriso psicótico no rosto. Ela colocou a marreta na lavanderia e foi pra sala, ligando a TV num canal onde passava A Hora Do Pesadelo.
- Meu...
-... Deus.
- Eu disse, tem que ter medo da . - Danny riu e foi pra sala.
- VAI FREDDY! - sorria quando Freddy Krueger passava suas garras em um cara.
- Muito medo. - Danny gritou da sala.
percebeu que Danny estava na sala e sorriu pra ele.

- Eu não sou perfeita, Judd. Essa é uma das únicas certezas da minha vida. - sorriu, fraca.
- Pode não ser perfeita, mas é perfeita pra mim.

Danny se aproximava de , fazendo ela olhar estranho pra ele, mas ela não fez nada de cruel.
- Não liga pra besteira que ele falou.
- Eu não ligo. - Ela respondeu fria.
- Então por que ficou desse jeito.
- Eu sou desse jeito.
- Psicótica? Não, a que eu conheço é fofa e linda. Pode ser louca às vezes, mas é uma fofa. - Ela ficou olhando Danny, sem palavras.

não tinha o que dizer. Harry a olhava com tanta coisa no olhar que ela não conseguia desviar. Ela sorriu e sentiu, o mesmo clima que já tinha sentido 2 vezes. Era algo inexplicável, que não parecia real.
- Você é louca, é safada, é irritante, ciumenta, chata, grossa, meio putinha. - Ele disse, com um tom de brincadeira. Mas o momento estava tão profundo que nem ligou. - Mas eu te amo, sua besta. Não aguento ver você agarrando James, Dougie. Nunca imaginei que no final de tudo, eu sentiria isso.
- Repete.
- O que? - Harry estava confuso.
- Repete tudo isso. É verdade?

- Danny... - o olhou, ela estava estranha. - Isso foi...a coisa mais fofa que alguém já disse pra mim. - Ela sorriu.
- Foi? É que eu não gosto do jeito que as pessoas veem você. - Ele olhava pros próprios pés.
- Por que você está diferente comigo? - Ela perguntou.
- Eu não sei.
- Você é muito fofo, Danny! - falou. - Eu queria que meu namorado fosse fofo assim. - Ela deu de ombros e voltou a ver o filme.
- O seu namorado bem que podia ser assim. - Ele disse, olhando para baixo. - Ele seria, se fosse eu.
- Eu...eu... - Ela ficou vermelha, mas estava escuro demais pra Danny ver. Ele se aproximou de , beijando-a, mas era diferente, ele não queria se aproveitar, só queria estar lá, com ela.
- Eu não posso fazer isso. - Ela olhou pra Danny, e foi pro seu quarto.
"E agora?" pensou, se deitando na cama. "O Danny gosta de mim, mas o Tom me ama. Eu estou ficando louca e sou uma puta." Ela refletiu. "É, eu vou acabar explodindo meu cérebro com tanta besteira."
- Eu só queria que tudo fosse mais fácil. - falou pra si mesma.

- É. - Harry disse, mais corajoso agora. - Eu te amo, esqueci , esqueci todas. Só você passa pela minha cabeça. E isso é desde daquela discussão. Eu estava pra te falar, mas... Eu sou um covarde e não consegui.
- Eu... Não sei o que fazer. Nem o que dizer, Harry.
- Você... Não gosta de mim, né? - Harry a olhava, triste.
- Não, Harry! - riu e o abraçou. - Eu... Amo você! Seu idiota!
- Ama?
- Amo! Bem, eu acho.
- Espera, você tem ciúmes de mim?
- Tenho.
- Você sente que quando eu te abraço seu estomago fica estranho?
- Mais ou menos...
- Então você me ama Sim! - Harry sorriu e a apertou. Era tão bom, finalmente, a ter nos braços. Ele não continha a felicidade. - , eu te amo. Te amo, te amo e te amo! - Harry a levantou no colo, sorrindo.

- ? - Tom entrou.
- O que?
- Você não ficou brava?
- Não, Tom, não fiquei.
- E por que a marreta?
- Porque eu estava com medo de aparecer outra aranha aqui.
- Ah. Eu vi você conversando com o Danny e...
- E o que?
- Eu...
- Você ficou bravo? Com ciúmes? Nervoso? Pensa duas vezes antes de apoiar a ideia que eu sou puta! - Ela interrompeu Tom, se levantando e olhando nos olhos dele.
- Você tava chorando?
- Não, eu estava suando pelos olhos. Fala logo o que você queria falar!
- Eu quero terminar.
- Ta bom.
- Ta bom? Essa é a sua resposta? - Ele perguntou.
- Se você não quiser saber a verdade, é!
- Que verdade?
- Que eu ia terminar com você hoje de manhã, por não estar mais a fim de você! - Ela falou, deixando Tom com os olhos arregalados.
- Você não estava mais a fim de mim?
- Não. - Ela sentou na cama.
- Por que?
- Sai daqui, Tom.
- Mas...
- Eu não sou mais a sua namorada. Vaza!

Depois dos dois ficarem abraçados por mais alguns segundos, finalmente Harry conseguiu beijar . Ele se sentou na cama e a sentou no colo. Harry colocou as mãos na cintura e estava com seus braços envolvendo o pescoço dele, Harry passava a mão pela costas de , a fazendo arrepiar. O beijo deles não era o mesmo que deu em Danny, nem o mesmo que Harry deu em . Era algo mais... Urgente, algo que encaixava mais. tinha pensado que era Poynter, mas isso acabou no dia que ela aceitou o que Harry pediu, mesmo sem saber.

- Tom, você tá bem? - James perguntou quando Tom chegou na cozinha.
- A gente terminou. - Ele falava ainda meio desnorteado.
- Vocês o que? - Dougie perguntou. - Eram quem eu menos esperava!
- Ela... não estava mais a fim de mim. - Tom se sentou, colocando a cabeça em cima da mesa.
- Isso não faz sentido. - Dougie comentou.
- Não faz. - Ele falou.
- Ma explica ai, por favor?
- Ela ia terminar comigo hoje de manhã porque não estava mais a fim, só que ela não terminou.
- Ainda não entra na minha cabeça. - Dougie concluiu.
- FIM, GAME OVER, A GENTE NÃO TEM MAIS NADA! E CHAMAR ELA DE PUTA REFORÇOU. AGORA EU APRENDI QUE NÃO SE OFENDE UMA GAROTA, NEM DE BRINCADEIRA!
- Wow, não precisava gritar. - James disse.
- Desculpa... eu... não sei o que fazer. Ela era a minha garotinha, minha linda, minha tudo e agora não é nada.
- E ela sabia disso? - James perguntou.
- Sabia. Eu amo tanto ela, mas eu nunca falei isso.
- Então isso não ajudou muito. - Dougie falou.
- Não, só atrapalhou. Ela nunca ia falar tudo isso pra mim. Eu me odeio.
- Para de drama e vai falar tudo isso, seu idiota! - James o levantou.
- Não dá. Ela me expulsou de lá de cima e se eu voltar, é capaz dela me jogar da escada.
- Se você não tentar, vai continuar assim.
- Eu não vou.
- Se você não for agora, eu te bato. - Dougie o ameaçou.
- Eu não vou voltar com ela.
- Por que?
- Eu não quero, eu amo ela, mas não quero. Não dá, eu não vou conseguir olhar pra ela todo dia, sabendo que ela nunca gostou de mim.
- E você sabe disso? - Dougie estava ficando puto. - Qual é, Thomas!
- Ela me falou, olhando nos meus olhos.
- Ela disse que não estava mais. Ela já esteve. E você sabe, a é uma ótima atriz!
- Eu sei.
- Então, larga de baitolagem e vai!
- Tá. Eu vou tentar. Ela não vai querer.
- Obrigado, e agora sobe!
- Vocês vão também, se não eu não vou.
- Vai ser tão legal, você, a e o James. E eu. Que fodi muita coisa com ela. - Dougie disse, irônico
- Ela vai falar um não bem grande na minha cara. - Tom falava subindo as escadas.
- Isso só vamos ter certeza quando chegarmos, ok? - Dougie o apoiou, colocando uma mão no seu ombro.
Tom chegou até a porta do quarto e bateu, sendo recebido por , que o olhava feio.
- Que que você quer? - Ela perguntou.
- Dizer tudo que eu não disse? - Era mais uma pergunta, o que fez Dougie bufar.
- Olha aqui, o Tom te ama, muito, e ele não sabe demonstrar isso por que ele é um idiota, então, ai vai. Já comecei, agora termina Fletcher. - Dougie sorriu.
- Você acha que isso vai fazer a gente voltar? - perguntou de volta, ela era difícil.
- Não sei... Mas, eu achei que você deveria saber disso.
- Uhum. - Ela falou, encarando Tom com desdenha.
- Pronto, já falei. - Tom disse, se segurando. Olhou mais uma vez para e saiu do quarto, deixando Dougie e sozinhos.
- Você tem cada ideia, Dougie. - Ela falou.
- Por que? Por que diz isso?
- Por que você subiu junto?
- Por que ele pediu. Ele disse que só teria coragem se alguém tivesse com ele. - Dougie deu de ombros e foi para o seu quarto.
- É, eu mereço. - Ela entrou e voltou a ler seu livro.

No quarto de Harry, os amassos já tinham acabado. Os dois estavam deitados na cama, só curtindo a presença um do outro. Harry brincava com os dedos dela enquanto ela mexia em seu cabelo com a outra mão, os dois com sorrisos no rosto.
- Ei, sabe o que eu lembrei?
- O que?
- Eu tinha dito que nunca faria algo assim com você. - riu. Harry riu também.
- Eita, é verdade.

"E agora? Não voltei com o Tom, mas se eu ficar com Danny, vai ser estranho demais, mas ele é tão fofo e... A CAT NÃO PODE SABER DISSO, ELA VAI ME MATAR COM TRÊS TIROS DE BAZUCA NA CABEÇA E... os vilões não morrem." Ela deu de ombros, e virou pro lado, dormindo.

- E quem diria, que agora, eu estaria... apaixonada por você. - Ela disse, corada.
- Que lindo, . Eu também estou apaixonado por você. - Ele a deu um selinho. - Espera... Então você agora é Judd! - Ele riu.
- Isso é meio obvio, não acha?
- Não só Judd, mas a minha Judd. - Ele falou, fofo.
- Lindo. - beijou a testa dele e dormiu, com sua cabeça deitada no peito de Harry.

- Tom? - James o chamou.
- Culpa. Sua. - Tom falou.
- Deu errado?
- Sim, ela nem quer me ver vivo.
- Então, agora, é a hora que eu, você e Danny e Dougie passamos lá em casa, puxamos o Steve, o Hall e o Dave para uma boate de stip e bebemos todas! - James disse, tentando aliviar a tensão.
- E fazer ela nunca voltar comigo? Não mesmo. - Ele respondeu.
- Você não precisa fazer nada, só beber. - Dougie apareceu na cozinha. - Eu boto fé na ideia do James, eu não deixo nenhuma biscate se jogar em cima de você, babe! - Dougie imitou , fazendo Tom soltar um risinho.
- Ta, vamos. - Ele falou, ainda sorrindo.
- Só espera eu chamar o Danny! - Dougie subiu as escadas e viu Danny encarando a porta de .
- O que você está fazendo? - Dougie perguntou.
- Nada. - Danny disse, o olhando.
- Você ia falar algo com ela?
- Não?
- Então por que tá aí?
- Não sei... - Danny balançou a cabeça. - E ai, o que foi?
- A gente tá indo pra uma boate de strip, quer ir? - Ele perguntou.
- Er... Não sei...
- Você não está gostando...dela...né? - Dougie perguntou, caindo a ficha.
- Não sei... - Danny tentou enganar Dougie, falhando descaradamente.
- Ai, que droga! A gente tentando ajudar o Tom e você... como pode?
- Não sei, tá bom! Que droga! - Danny correu para o quarto e bateu a porta.
- AI PORRA! ESSE POVO BATE PORTA, NÃO SE LIGA! - acordou com a porta batendo. Ela tinha sono leve e acordava com qualquer coisinha.
Dougie ficou estupefato olhando a porta de Danny. Meu deus, as brasileiras mexeram mesmo com a vida do McFly.
Quando abriu a porta e viu só Dougie no corredor, o encarou.
- O que houve?
- Nada. - Dougie balançou a cabeça e foi para a cozinha.
- Affe. - Ela voltou pro quarto e foi dormir.
- Você não vai ficar com ninguém mesmo? - James perguntou pra Tom.
- Não... Sei. Eu quero a , mas... - Tom se encostou na parede.
- Vamos. - Dougie chegou na cozinha e chamou os garotos.
- Cadê o Danny? - Tom perguntou, entrando no carro.
- Ele não vai. - Dougie falava, meio puto.
- Por que?
- Você não vai querer saber. - Ele falou.
- Acho que vou, sim. - Tom disse.
- Não hoje. - Dougie finalizou.
- Então vamos logo! - James sorriu, indo pro carro.
- Já liga pros Dorks. - Dougie disse para Tom.
- Fala você, não to muito a fim de conversar. - Tom falou.
- Eu não.
- Meu deus, é muita baitolagem. - James riu e ligou para os meninos.
Após o telefonema, eles foram quietos até a boate, e chegaram e 20 minutos. Logo de cara, eles encontraram os outros Dorks lá.
- E ae, Fletcher! - Hall o cumprimentou.
- Oi, beleza? - Ele recebeu o amigo com um sorriso.
- Claro né? Ainda mais entrando numa boate dessas. - Hall sorriu.
- É muito idiota, esse Hall. - Steve riu, enquanto cumprimentava Dougie.
- Será que hoje tem algum show especial? - James perguntou com uma cara safada.
- Eu que vou saber? - Dougie riu.
- Não sei... - Ele deu uma risadinha, entrando na boate.
- Wow. - Dougie riu. A boate era toda escura, com umas luzes vermelhas e amarelas. Em cada mesa tinha um poste, com uma dançarina de poledance. - Isso é o paraíso!
- Isso sim é uma putaria. - Tom falou, rindo.
- Tô falando, é o paraíso! - Dougie repetiu e se sentou numa mesa.

Já eram três e meia da manhã e os meninos não haviam chegado em casa. estava dormindo, mas e Harry estavam vendo filme, estranhando o silêncio da casa.
- Essa casa tá muito quieta. - comentou.
- Deve ser porque tá todo mundo dormindo, né, linda? - Ele deu uma risadinha.
- Mas... Sei lá... Quieto demais, tem alguma coisa errada. - Ela se levantou. Saiu do quarto e foi no de Tom. Viu que estava vazio e fez a mesma coisa no de Dougie. Entrou no seu e viu que dormia calmamente. Sorriu e voltou para o quarto de Harry. - Os meninos saíram, por isso! - riu.
- Pra onde?
- Eu que vou saber? - sorriu e deitou na cama, voltando a prestar atenção no filme.
- Estranho, nem me avisaram! - Ele comentou.
- Verdade. - desligou a TV e deu um selinho no namorado, voltando a dormir.
Logo de manhã, o celular de despertou, acordando .
- Putaquepariu, quem acorda as 5 horas num sábado? - Então viu que não era o despertador, e sim uma ligação. De Dougie. - Alô? - atendeu.
- Oi linda! - Dougie falou, estava completamente bêbado.
- Dougie? - perguntou.
- É... você tá com alguns chifres.
- Ahn? Por que? - Ela perguntou
- É, chifres. Sabe? Tipo os de Boi. - Dougie riu.
- Nossa Dougie, você é tão engraçado! Porque não vai contar as piadas pros seus amiguinhos viados? - Ela perguntou, sarcástica.
- Calma, chama a ai pra mim.
- Ela tá dormindo. - Ela mentiu.
- Acorda ela, oras!
- Da onde na sua cabecinha você acha que manda?
- Acorda ela logo, !
- Vaiseferrar, desgraçado. - Ela falou baixo. - Ok.

- Harry? - entrou no quarto.
- Oi.
- Acorda a , aí. Telefone pra ela.
- Quem é? - Harry perguntou, enquanto a acordava.
- Ah... - abriu os olhos. - Oi... .
- É o Dougie. Não dê corda, ele tá bêbado. E diz que eu mandei ele ir se foder. - Ela falou saindo do quarto.
- Oi Dougie, o que foi? - perguntou, sonolenta.
- Bom dia, linda. Eu peguei uma mina pensando em você, e eu queria te dizer que acho que não te amo mais. - Ele riu. - Ah, manda beijo pro Harry!
- Que? - estava confusa. - A te mandou você se foder. E eu também. Tchau. - Ela desligou.
- O que ele queria?
- Sei lá, acho que me dizer algo... Tanto faz. - deixou o celular em cima da mesa e voltou a deitar.

- É um bosta mesmo. - desceu as escadas e foi pra sala, assistir TV. Ela perdeu o sono.
colocou no canal de filmes de terror, e foi assistir O Ultimo Exorcismo. Era um dos filmes que ela gostava.

desistiu de tentar dormir e se levantou. Deixou Harry dormindo e vestiu um vestido básico, prendeu o cabelo e puxou a franja pra trás com sua tiara preta, colocou sua chinela preta e desceu pra sala.
- Bom dia . - Ela se sentou do lado da amiga.
- Bom dia, . - Ela sorriu pra .
- Ei, quando que é o baile de super-heróis?
- Sábado que vem.
- A gente vai, né?
- Acho que sim.
- Tudo bem?
- Aham. Por que?
- Nada, to te achando... Desanimada. - sorriu.
- É... Aconteceu umas coisas ontem. - Ela deu de ombros.
- Quer me contar?
- A gente terminou.
- Você e o Tom? Não , magina, o Danny terminou com o Dougie. - se zuou. - Enfim, tá tudo bem entre vocês?
- Sei lá. Não existe mais nós dois.
- E você tá bem, ?
- Estou, muito bem. - Ela sorriu.
- Então tudo bem! - sorriu e mandou beijo pra amiga.
- É. - Ela mandou beijo de volta e voltou ver o filme.
riu e se concentrou no filme, gritando quando preciso e com rindo da sua cara. Deu seis e meia e a porta abriu, com dois meninos acabados se jogando no sofá.
- Bom dia.
- Arg. Sai daqui! - Disse quando Dougie caiu no seu colo, e a fez empurrar ele pro chão.
- Vaca.
- Sua mãe.
- Não repete isso.
- Vai se foder.
- O QUE ACONTECEU COM VOCÊS DOIS? - gritou, antes que Dougie pudesse revidar.
- Nada. - respondeu, indo pro seu quarto.
- Meu cu que não foi nada! - gritou. - Dougie, o que aconteceu?
- Eu falei que ela tava com uns chifrinhos só. E ela começou a me xingar. - Dougie mentiu.
- Como assim chifrinhos? Ela não tá namorando o Tom pra ter chifrinhos, Dougie!
- O namoradinho dela pegou umas três!
- Sabe o que ele quer? Ele quer que enfie a mão na cara dele! - não tinha subido, ela voltou e falou tudo. - Acha que eu to me importando, que pegue! E eu que sou puta? É, eu posso até ser, mas enquanto eu for, vou aproveitar que vou estar livre do Tom e do ciúmes lazarento dele. Satisfeito? Ouviu tudo, espero que sim. E Dougie, cala a boca, se mata!
estava de olhos arregalados.
- Meu Deus. - olhava o nada, perplexa. - Dougie, vai tomar um banho antes que eu te bata, e você , se acalma, toma um banho demorado ok?
- Vou fazer porra nenhuma não. - Ela se virou e foi pro seu quarto, dessa vez indo mesmo.
- Então não faça. - disse, baixinho, enquanto Dougie subia para o seu quarto e Tom dormia no sofá.
- Demônio de garoto, só me enche. - falou, chegando no quarto. "Ele está bêbado, está inconsciente, . Relaxa." Ela respirou fundo e pegou seu Ipod, deitando na cama.

subiu para o quarto de Harry e pegou seu iPhone, colocou para tocar I Constantly Thank God For Esteban e voltou para a sala. Colocou a cabeça de Tom em sua perna e ficou escutando música enquanto fazia cafuné no menino.
- A tá muito puta comigo, né? - Tom perguntou, acordando.
- Não sei, ela está puta com o Dougie. - disse, tirando um fone do seu ouvido.
- Ele falou um monte de coisa dela lá no bar.
- Como o que?
- De vaca pra baixo. Disse que eu não precisa dela, e que o Danny era um safado. Eu só não entendi a parte do Danny. - Ele fez uma careta.
- Como assim, ele falou do Danny? Mas por que? - balançou a cabeça. - O Dougie é um idiota.
- Ele só falou isso. - Tom se ajeitou no colo de .
- Ele continua sendo um idiota. - pegou seu iPhone e colocou Nine In The Afternoon e colocou um fone no ouvido de Tom. - Mas, você tá bem?
- Não. Eu fiz uma coisa muito errada. Eu não podia ter ficado com aquelas garotas, eu amo a só que ela me odeia. - Ele ameaçou chorar.
- Ei, Tommy. - acariciou o rosto dele. - Você não fez nada de errado. Você é lindo, fofo. É a , ela é complicada com isso. - deu um beijo na testa dele.
- A gente terminou por culpa minha, e eu ainda reforcei pra ela nunca mais voltar comigo mesmo.
- Se vocês não voltarem, foi por que não era pra ser. Não fica assim amor, pode ter certeza que alguém por ai te ama muito, do mesmo jeito que você ama a agora.
- É... deve ter mesmo.
- Own, amor. - beijou o nariz dele, e bem nessa hora Harry chegou na sala. É claro que Harry teve uma crise de ciúmes.
- Ei, o que foi isso? - Harry perguntou, levantando uma sobrancelha.
- Eu consolando o seu amigo? - levantou uma sobrancelha, igual a Harry.
- Ei, Judd, calma. - Tom se levantou. - Eu... Terminei com a .
- E o que isso tem... Peraí, eu ouvi bem?
- Ouviu. - se sentou direito, puxou a cabeça de Tom para o seu colo e voltou a fazer cafuné nele. - Eles terminaram, e eu estou aqui consolando o seu amigo que está triste, então agora não é o momento pra essas basbaquices.
- Ta bom. Desculpa, só não vai consolar ele da forma errada! - Harry avisou.
- Harry Judd, insinue outra coisa como essa que eu te capo. - disse, o ameaçando.
- Linda. - Ele riu.
- Idiota. - deu lingua e mexeu de novo no iPhone, colocando Northern Downpour.

ficou no seu quarto, mexendo em algumas coisas até que achou algo interessante.
- Cara, eu não via isso há um tempão! Tava aqui o tempo todo? - encontrou num bolso da mala uma bolsinha, que tinha fotos dela com .
"A gente era... retardada!" Ela via as fotos, com poses diferentes, caretas e sorrisos, até que achou uma delas no show do McFly.
Naquela hora, os olhos dela se encheram de lágrimas, mas eram de alegria. Como eram felizes e fofas. Nunca imaginariam que isso algum dia ia acontecer.
ainda estava ouvindo música, com Tom no seu colo, que agora dormia. Resolveu se levantar, sua perna tinha começado a ficar dormente. Foi até a cozinha e viu Harry tomando café, de costas para a porta. Sorriu e abraçou o namorado por trás, o fazendo levar um susto.
- Você quase me faz deixar cair o café. - Ele riu.
- Desculpa. - Ela começou a beijar o pescoço do namorado, rindo.
- Só porque você é minha Juddzinha! - Ele puxou pra sentar no seu colo.
- Vai ficar com isso que eu sou sua Judd na cabeça pra sempre, não é? - Ela riu ao ver que ele balançou a cabeça, concordando. - Chatinho, eu ainda to com raiva do que você falou na sala. - Ela saiu do colo dele e foi pegar uma xícara de chá.
- Não falei mais do que um namorado deve falar pra sua namorada.
- Não, você insinuou que eu estava te traindo. Você não precisava ter falado isso pra mim, não sou atirada. - Ela logo corrigiu. - Não quando estou comprometida.
- Ih, se acalma. Ta, eu confio em você. - Ele olhou pra .
- Não pareceu que confiava lá na sala. - se virou, com a xícara na mão. - Mas tudo bem. E eu estou calma.
- Ta bom, desculpa! - Ele falou. "Como pode, elas têm tudo na ponta da lingua."
- Desculpado. - Ela terminou seu chá e mandou beijo para o namorado.
- CAT! - chegou gritando na cozinha. - OLHA O QUE EU ACHEI! - Ela mostrou a bolsinha.
- O que mulher? - sorriu ao ver a bolsinha. - AAAAAAAAAH! - gritou e pegou a bolsinha, começando a ver as fotos.
- Você não tem ideia do tanto que eu procurei isso! - Ela se encostou na bancada.
- Nem imagino. - disse, rindo. Até que achou a foto do show. - Wow.
- Wow. - repetiu.
- O que foi? - Harry perguntou.
- Nosso primeiro show do McFLY. - sorriu, enquanto caia uma lágrima pelo olho direito. - Foi tão lindo.
- Foi. - Ela deu um sorriso sentido.
- Eu lembro que quando começaram a cantar Falling in Love, - Ela se sentou na mesa. - Eu e você desabamos de chorar. E quando tocou POV também.
- É... eu amava o Tom. Eu até fiquei sem voz de tanto berrar. - Ela riu, boba.
- E eu o Dougie. Me lembro que quase invadi o palco quando ele foi pra perto da gente. - riu. - Eu era a Poynter mais louca. E quando tocou Transylvania e ele começou a cantar? - riu.
riu. Ela não conseguia falar mais nada, se falasse ia chorar.
Já Harry se sentia desconfortável com falando sobre Dougie. Ignorou e pegou a foto para ver. Era as duas com o ingresso na mão com os quatro atrás, no palco.
- Tão lindos. - deu um sorriso de lado e abaixou a cabeça.
- Muito. Na época do Radio:ACTIVE. - riu e olhou para Harry. - Aquela, pra mim, foi a melhor época.
- É. Foi a época que eu quase fui expulsa, porque um garoto disse que vocês eram viados e eu quebrei a cara dele. - riu.
Harry só ria.
- FOOOI! - riu. - Eu lembro, e também lembro que eu arranquei uma mecha de cabelo da menina, que disse que Jonas Brothers era melhor do que vocês. E que vocês eram gays. - riu. - Porra! Eles usam anel da castidade, isso é... Meio gay.
- É esquisito mesmo. Foi uma época muito sangrenta da minha vida. - Disse , se lembrando de todas as surras que deu.
- E a época que éramos mais viciadas neles. - riu. - Me lembro que era a minha única banda preferida.
- Era a minha vida! - sorriu.
- Ainda é, em parte. - disse, se esquecendo de onde tava. - Mas agora tem o Queen, Panic, Dirty Pretty Things, Glee, The Maine e Boys Like Girls. Mas ainda é uma grande parte da minha vida. - sorriu, enquanto caia uma lágrima. Harry viu e a limpou com um beijo na bochecha.
- Sempre. - sorriu, se lembrando de todos os momentos perto dos McGuys. - Apesar de eu ainda amar meu Steven Tyler.
- Poxa. - Harry sorriu. - Eu acho que vocês são as nossas fãs numero 1. - Harry riu.
- Eu sou a sua fã numero um. - deu um selinho nele. - McFLY me ajudou muito... Não é ? - piscou.
- Ahaan. - Ela respondeu sorrindo, perdida em pensamentos.
Harry riu e deixou as duas na cozinha. Teve uma ideia enquanto ia para o quarto, sorriu e chamou Danny, Dougie e Tom.
- Ou, tive uma ideia. - Ele riu e 10 minutos depois foi para a cozinha com Danny. e ainda estavam perdidas nos pensamentos de antes, só perceberam que o tempo passou quando Danny pegou no colo - contra a vontade de Dougie - e quando Harry pegou no colo.
- SOCORRO! - gritou, rindo.
- Que que vocês tão fazendo? - perguntou rindo.
- Surpresa! - Danny disse, dando um beijo na bochecha dela.
Eles as colocaram no sofá e tamparam os olhos com uma venda. 15 minutos depois apareceram e as pegaram no colo, as levando para um lugar que elas não sabiam. Abriram a porta e as sentaram no sofá.
- O que está acontecendo? - perguntou, rindo, enquanto ouvia um barulho.
- Podem tirar! - Dougie disse, rindo.
- O QUE? - riu, vendo eles fantasiados.
- NÃO CREIO! - gritou quando viu Harry de xerife, sentado na bateria.
- Isso, show particular, com direito a fantasia! - Ele riu.
- Para as nossas fãs numero 1! - Dougie piscou.
- Que fofo! - sorriu de lado. Ainda estava brava com Dougie.

It's all about you (it's all about you)
It's all about you baby (it's all about)
It's all about you (it's all about you)
It's all about you

Yesterday you asked me
Something I thought you knew
So I told you with a smile
It's All about you

Essa era uma das músicas que mais gostava. Quando ela a escutou pela primeira vez ao vivo, por pouco não desmaiou. Seu coração estava na boca, com Tom cantando isso para ela. Tudo bem que eles não tinham mais nada, mas mesmo assim, era o McFLY. Cantando para ela. Até que, uma lagrima surgiu em um dos olhos dela e os garotos a viram chorar pela primeira vez. Ela sorriu meio sem-graça, e voltou a prestar atenção na música.

And I would answer all your wishes
If you asked me too
But if you deny me one of your kisses
Don't know what I'd do

Danny começou a cantar, olhando para . Só ele, ela e Dougie sabiam da verdade entre aquele olhar, mas nada importava. sorria, perdida nos olhos azuis do menino, e ele sorria, perdido no sorriso da menina.
"Eu não aguento." ainda sorria, limpando uma das lágrimas. Ela olhou pra , que apreciava a música, e balançava a cabeça. Ela parecia tão apaixonada por Harry, que seus olhos brilhavam.

So hold me close and
Say three words like you used to do
Dancing on the kitchen tiles
It's all about you, yeah

Quando Danny cantou 'Dancing on the kitchen files', um sorriso apareceu no rosto de . Não que ela não sorrisse antes, mas agora ela sorria ainda mais. Se lembrou dela e dançando na cozinha, no mesmo dia que Harry se declarou. Quando ela iria imaginar que algo assim iria acontecer?

And I would answer All your wishes
If you asked me too
But if you deny me one of your kisses
Don't know what I'd do

So hold me close and
Say three words like you used to do
Dancing on the kitchen tiles
Yes you made my life worthwhile
So I told you with a smile

It's all about you

It's all about you (it's all about you)
It's all about you baby (it's all about)
It's all about you (it's all about you)

E, no último 'All About You', Harry pegou o microfone e cantou, olhando para .

It's All about... You.

- AI COMO VOCÊS SÃO LINDOOOOS! - gritou, ainda chorando e sorrindo.
- Eu amo vocês, muito. - disse, chorando. - Juro, McFLY é uma das melhores coisas da minha vida. Me desculpa se eu já fiz vocês se sentirem um lixo, mas eu amo vocês. - sorriu.
- É, tipo isso. - sorriu, sendo abraçada por Danny.
- Poxa, eu não podia deixar vocês sem nada depois de tudo que vocês disseram na cozinha. - Harry disse, abraçando por trás. - Eu te amo. - Ele sussurrou no ouvido dela.
- Ai, Harry você é um fofo. - sorriu.
- Meu. Fofo. - disse, entre selinhos. Depois, saiu do abraço dele e abraçou Dougie, deixando tanto Harry como Dougie surpresos. Mesmo depois de tudo, ele ainda era uma das paixões da vida dela.
estava abraçada a Danny já tinha um tempo, até que ela não se conteve e deixou cair outra lágrima. Ela se lembrou de como Tom a fez feliz e ela foi tão fria com ele. Ela não tinha a mesma coragem de , e não foi abraça-lo. Ela queria ser mais corajosa, ao invés de durona. Tão insensível pra coragem nenhuma.
- Eu posso não te amar como antes, pequeno Poynter. - Ele riu. - Mas você ainda é, pra mim, o melhor baixista do mundo. - sorriu e beijou a bochecha dele.
- Você sempre vai ser a mais linda, . - Ele sorriu de volta.
Harry não estava com ciúmes nem nada, ele estava sorrindo, por ver que mesmo depois de tudo, eles ainda estavam bem. Dougie riu e a abraçou. Rodou ela no ar e beijou a bochecha de , a deixando mais feliz ainda.
Tom ainda olhava abraçando Danny, ele se sentiu meio triste, mas a vibe do lugar estava tão boa que nem se importou. Iria ficar deprê depois.
- Vai abraçar seu namorado. - Danny falou no ouvido de .
- Eu não consigo.
- Claro que consegue. - Ele sorriu pra , deixando ela constrangida. - Vai. - Ele beijou a testa dela, soltando-a e saindo. Ela ficou lá parada uns vinte segundos, até que devagar, foi até Tom.
Tom olhou se aproximando e sorriu. Abriu os braços e esperou ela se encaixar no lugar que, pra ele, ela nunca deveria ter saído.
- Me desculpa. - Ela falou baixo, só pra ele ouvir.
- Você que tem que me desculpar.
- Eu te amo, Tom. - Ela falou, deixando varias lagrimas caírem. Ela nunca havia chorado tanto na frente de alguém.
- Do mesmo jeito que eu te amo? - Ele perguntou, mostrando um pouco de sua grande esperança que ela dissesse sim.
- Não. - Ela deixou Tom assustado. - Eu te amo mais. Mais do que tudo, você é meu. Pra sempre.
Tom sorriu, com os olhos brilhando. - Eu te amo, muito, muito. Desculpa se eu nunca tinha demonstrado antes, eu juro que agora eu vou. Vou te lembrar a todo minuto que eu amo você. - Ele a beijou.
- Ai, eu to chorando. - limpou as lagrimas.
- Eu vi. - Ele riu. - Você tá linda.
Ela sorriu envergonhada. Como ele ainda podia amá-la depois de tudo que ela fez? Ela tinha certeza que Tom era o seu príncipe, e ela era sua princesa.
ainda estava abraçada com Dougie, o que fez Harry começar a sentir um pouco de ciúmes. Ele riu e a puxou pela cintura para ele, deixando Dougie com uma cara confusa.
- Já se aproveitou demais da minha mina, Poynter. - Ele abraçou .
- Me solta. - Ela disse, séria. Harry se assustou.
- Oi?
- Me solta. - Ela repetiu e Harry viu o fim do namoro dos dois. Ele a soltou, com a cabeça baixa. - Eu quero abraçar o Danny! - Ela riu e pulou em Danny, fazendo Harry ficar com raiva.
- Porra! Eu achei que você teve uma recaída, ! - Ele estava puto. - Nunca! Nunca mais faça isso. - Ele colocou a mão, tremula, no coração.
- Eles são lindos. - sorriu, virando de costas para Tom, que ainda a abraçava.
- Idiota. Eu já não falei pra confiar em mim? - riu, enquanto Danny a abraçava apertado. - Espera ai. - prestou atenção e viu e Tom abraçados. Ela disse, sem som, para : Voltaram?
só balançou a cabeça, afirmando.
Ela ainda sorria meio abobada, se lembrando de tudo. "Como eu consigo ser tão idiota? Eu amei ele esse tempo todo, sem perceber."
- Ei, ! - a chamou, a tirando do transe. - Depois, eu quero abraçar o Fletcher, viu?
- Pode ir. - Ela se afastou de Tom, antes dando um selinho nele. E ficando ali, parada, atraindo Harry e Dougie, que a abraçaram fazendo um sanduíche.
- Tão me amassando! - falou, sorrindo.
saiu do abraço de Danny e pulou, literalmente, em Tom, entrelaçando as pernas nele.
- Não falei que alguém ia te amar do mesmo jeito que você ama a ? Eu só não falei quem era. - Ela riu e desceu, abraçando ele normalmente.
- Obrigado, ! - Ele sorriu, apertando ela.
- De nada meu anjo! - mordeu a covinha dele e voltou para onde estava antes, no sofá.
"Eu quero morder o Harry!" pensou, com uma carinha fofa no rosto.
E, antes que pudesse desviar, Harry mordeu a bochecha de .
- Ai, Harry! Seu lindo! - Ela apertou as bochechas dele.
- Meu lindo! - gritou, rindo.
- Eu sei, tá! - Ela sorriu, abraçando Harry.
- Eu sei que você sabe. - Ela riu. - Mas é que... Eu não me canso de gritar. - Ela disse, vermelha.
- É uma linda! - Ele largou e sentou no colo de .
- Saaai! - Harry tirou do colo de e puxou a namorada, para um beijo.
- Opa. - riu, caída no sofá.
- Opa nada. Sabe como foi uma tortura não acordar do seu lado? - Tom se sentou ao lado de .
- Você nem dormiu.
- Mas poderia ter dormido. - Ele deu um selinho nela.
- Calado! - Ela sentou e beijou ele.
- Eu também, . - Harry sussurrou, depois que partiu o beijo.
- Também o que? - Ela ainda estava dormente por causa do beijo.
- Eu também não me canso de gritar que você é minha. - Ele sorriu.
O resto do dia - ou melhor dizendo, da tarde - passou rápido, eles ficaram conversando sobre tudo no estúdio, com as vezes eles cantando algo. Eles fizeram e vestirem as fantasias e começaram a tirar fotos, jurando que nunca iriam cair na internet. Por que, se caíssem, as meninas estariam mortas.
Ou melhor, os meninos estariam mortos.
Tom se sentou ao lado de , que o olhou e sorriu. Ela começou a cantar pra ele.
- You're just good too be true, i can't take my eyes off of you. You feel like heaven to touch, i wanna hold you so much. At last love has arrived and i thank God i'm alive, you're just good too be true, i can't take my eyes off of you. - E sorriu.
- I love you, baby, and if is quite alright i need you, baby, to warm my lonely nights, i love you baby. - Ele completou.

- Dude, é bem melhor o clima assim. - comentou com Harry. - Eu e você, sem as crises de ciúmes, sem os xingamentos. A e o Tom, juntos.
- Isso é verdade, fica tudo mais leve. - Ele sorriu e beijou a ponta do nariz de .

- Você é meu príncipe. - sorriu.
- E você é a minha princesa, minha diva, minha linda, minha bonequinha e minha insensível. - Tom falou olhando pra baixo.
- Ta me deixando com vergonha. - Ela sorriu abobada.
- Se for preciso isso pra eu te mostrar o tanto que eu amo você, falo na frente da escola toda. - Ele deu um selinho nela.

- , você gosta de Boys Like Girls, não é?
- Yeap. - Ela sorriu.
- Então... Tem uma música deles que me lembra você. - Harry disse, olhando para os pés.
- Qual?
- Thunder. - Ele disse, a olhando. - Your voice is the soundtrack of my summer, do you know you're unlike any other? You'll always be my thunder, and I said, your eyes are the brightest of all the colors, I don't wanna ever love another, you'll always be my thunder.
- So bring on the rain, bring on the thunder. - Ela completou, com lágrimas nos olhos. - Sabia que essa é a música que eu sempre sonhei que cantassem pra mim? - Ela disse, sorrindo.
- Não, mas não chora, . Dói ver você chorando.
- Idiota, são lágrimas de felicidade. - Ela sorriu e acabou com o pouco espaço que tinha entre a boca dos dois.

- Você é doido, garoto! - disse sorrindo pra Tom.
- Só se for por você. - Ele sorriu de volta.
- Aonde você aprendeu a ser tão fofo?
- Foi o medo de te perder.
- Own, meu gatinho! - Ela deu um beijinho no queixo dele.
- Ah, para de frescura! - Tom a puxou pra um beijo descente, deixando eles bem juntinhos.

e Harry, Tom e passaram a noite toda juntos no estúdio. Dougie e Danny resolveram sair juntos, para beber e essas coisas. Deu 9 horas e foram dormir, no quarto de Harry e no de Tom.
- Saudade de ficar aqui. - Ela falou, entrando e pulando na cama de Tom.
- Também, só fica lá no seu quartinho. - Ele subiu na cama, jogando um travesseiro nela, fazendo ela cair sentada.
- Tá doido, é? - Ela deu uma rasteira nele, fazendo ele cair também.
- Eu já disse. - Ele foi em cima dela, e a beijou.

- Hoje foi um dia tão lindo. - comentou, enquanto deitava na cama de Harry.
- Isso é verdade. A junto com o Tom, eu com você, nada poderia estar melhor.
- Claro que poderia. - riu.
- Como?
- Eu tive uma ideia. - Ela riu e foi para o seu quarto, onde tinha suas roupas. Pegou um biquíni e vestiu, saindo correndo de volta para o quarto de Harry. - Que tal um banho? - Ela sorriu, sapeca.
- Eu te amo, sabia? - Harry riu enquanto pegava uma sunga e se trancava no banheiro para se vestir.

- Quer ir assistir um filme comigo? - Tom perguntou, com em seu colo.
- Aonde? - Ela riu.
- Na sala, oras! - Ele levantou, com ela no colo e descendo as escadas.
- Só se for de terror. Sexta-Feira 13! - Ela sorriu.
- Esses filmes nojentos você gosta, né?
- Claro. E tem um canal só de filme de Terror, é lindo isso. - Ela falou, sendo colocada no sofá.
- Aiai. - Ele revirou os olhos. - Só se você me prometer que toda a cena que eu tiver medo, você tem que me beijar.
- Desde que eu assista o filme, sim! - Ela sorriu, ligando a TV.

- Pronto? - perguntou.
- Pronto, já liguei o chuveiro! - Ele disse, entusiasmado.
- Então abre a porta! - Harry abriu a porta, fazendo sorrir. - Poxa Harry, não tinha nenhuma sunga mais broxante, não? - perguntou, enquanto entrava no banheiro.
- Broxante?
- É! Uma sunga amarela, isso é broxante. - entrou no boxe.
- Ah é? - Harry a abraçou por trás, com uma certa agressividade, o que fez sorrir.
- É. - Ela se virou para ficar de frente para ele, sorrindo.
- Quer ver eu te des-broxar rapidinho? - Ele começou a beijar o pescoço dela.
- Nem se preocupe, já conseguiu. - riu e beijou o garoto, enquanto a água quente caia em suas costas.

- Tom, eu quero assistir o filme! - Disse , quando Tom fazia um caminho do ombro até o pescoço dela.
- Ah, Calada! - Ele riu, deitando em cima dela.
- Nada de safadezas! - Ela puxou ele pra si.
- "Nada de safadezas" - Ele a imitou.
- Oh, até você! - Ela sorriu, beijando ele.

Enquanto isso no banheiro, os beijos estavam começando a ficar intensos. não queria fazer nada que não devia, mas ver Harry, molhado, de sunga, na frente dela não estava a ajudando no auto-controle. Se estava assim, imagine Harry. Ele sempre foi pegador e tudo mais, mas o fisgou direitinho. A ver só de biquíni na frente dele, sem nenhum dos outros para os atrapalharem, não estava ajudando o seu auto-controle. se afastava um pouco para respirar, mas Harry não lhe dava nem 2 minutos para descansar e a beijava de novo. Não que ela reclamasse, mas sim que, depois de um tempo, as coisas poderiam dar errado.

- Quer assistir outro filme? - Tom perguntou, sentando no colo de .
- Não, esse tá bom.
- É meio pornô, você vai gostar. - Ele sorriu, safado.
- E está relacionado a que? - Ela riu.
- Ao Tom e a numa cama. - Ele sussurrou no ouvido dela.
- Tom... eu disse sem safadezas.
- Então tá, pode ser aqui mesmo. - Ele tirou a camisa e deitou ela, beijando-a.

- Harry... - se afastou, usando o que sobrava de seu controle. - Acho que... - Ela respirou. - Fomos longe demais. - Ela estava ofegante.
- Eu também... - Ele sorriu. - Mas, foi bom.
- Safado. - bateu nele e riu.
- Só com você. - Ele piscou e começou a ensaboar o corpo.

- Ai... - falou, em meio de um beijo. - Não, Tom! - Ela riu, quando ele tentou tirar sua blusa.
- Por que?
- Você só quer namorar pra isso?
- Não. É que eu senti falta de ter você e acabei me empolgando. - Ele tentou dar um sorrisinho.
- Tá, vamos subir. E pega sua camisa, sabe que eu não resisto! - Ela sorriu, safada.
- Você me quer...
- Eu quero. - Ela puxou e beijou ele de volta.

- Terminou? - perguntou, desligando o chuveiro.
- Não, mas tudo bem. - Ele riu e saiu do boxe, pegando uma toalha.
- Ai, me dá uma! - riu e puxou a toalha dele. - Tô com frio.
- Podexa' que eu te esquento, gata. - Ele piscou e riu, se abraçando nela.
- Eu te amo, seu safado. - Ela sorriu e, depois de se secar, vestiu um blusão da Element de Harry.
- Você fica sexy com essas blusas minhas.
- Eu fico sexy de qualquer jeito. - Ela piscou.
- Isso é verdade. - Ele a empurrou na cama e a beijou.
- Você... Está selvagem demais... Ultimamente. - riu, entre os selinhos.
- É o seu efeito em mim, .
- Eu sei, eu gosto. - Ela riu e ficou em cima dele.

- Ok, agora a gente pode subir! - riu, se afastando de Tom.
- Tá, vamos logo. - Ele riu, subindo.
No quarto, Tom atacou . Ele estava impossível, então resolveu ir pro seu quarto. Vai que ele a atacava de noite e...
- Eu vou dormir no meu quarto hoje, tá? - Ela levantou, dando um selinho em Tom.
- Por que?
- Aqui faz frio a noite. - Ela mentiu. - E você tá impossível, seu pervertido! - Ela deu um tapinha nele.
- Ta. Boa noite. - Ele sorriu.
- Boa noite, lindo.
Ela foi pro seu quarto, tomou um banho e colocou uma camisolinha, meio transparente, deixando o sutiã aparecer.

Danny e Dougie chegaram - bêbados, é claro. - somente às 2 da manhã. Dougie subiu direto para o seu quarto, mas Danny ficou pensando, sentado na cozinha. Ele estava meio confuso, sobre o assunto . O que sentia? O que ela sentia? Cansou de se perguntar sozinho e decidiu ir falar com ela, hoje tiraria tudo isso a limpo.
- O que? - abriu a porta, ouvindo que alguém estava batendo. Ela sorriu quando viu Danny.
- Oi . - Ele sorriu, mais abobalhado do que de costume. Claramente estava bêbado.
- Você bebeu? - Ela sorriu.
- O que você acha? - Ele riu e entrou no quarto.
- Eu não acho nada. - Ela fechou a porta e sentou na cama.
- Ok, respondendo direito, eu bebi, sim! - Ele sorriu.
- Ta, o que você quer? - Ela perguntou.
- Conversar.
- Ah, vá! Não me diz! - Ela riu. - Sobre o que, lindinho?
- Nós?
- E o que tem nós? - Ela tentava não ser grossa.
- Eu... Não sei. Isso que eu queria saber. - Ele sorriu, fraco.
- É sobre o que a gente conversou ontem? - Ela pegou na mão dele, tentando ser atenciosa.
- Mais ou menos.
- O que é então, criatura?
- Eu acho que gosto de você, ! - Danny gritou, e depois levou a mão na boca, com medo de alguém ter escutado.
- Ai Jesus... - Ela colocou uma mão na testa.
- Fala alguma coisa! - Danny gritou, depois de 10 minutos de silêncio.
- Eu não sei. Eu achava que estava gostando de você também, só que... eu sei lá, Danny! - Ela entrou em pânico.
- Eu também não sei! Quando eu te beijei, foi... Sei lá, inexplicável.
- É. Eu também... sei lá... meio que gostei de beijar você. - Ela tentava não olhar nos olhos dele.
- Jura? - Os olhos de Danny brilhavam
- Sim. - Ela sorriu pra ele.
Ele sorriu e a abraçou. Não tinha controle dos seus atos, não quando estava bêbado e muito menos depois de ouvir algo assim sair da boca de .
- Calma, amorzinho. - Ela correspondeu ao abraço.
- Tô calmo, só estou feliz. - Ele sorriu e a apertou.
- Mas você tá me esmagando! - Ela riu.
- Eu não me importo! - Ele riu e a deu um selinho.
- Mas eu sim! Vou acabar sem peitos! - Ela riu, com certeza ele não ia se lembrar pela manhã. Ela reagiu estranho quando ele a beijou.
- Acho isso meio difícil! - Ele riu, mas logo reparou como ela reagiu ao beijo e a soltou. - Eu te gosto muito, .
- Eu também gosto de você. - Ela sorriu. - Mas você está bêbado!
- Eu sei! Só assim eu teria coragem de me declarar pra você. - Ele riu.
- Ai Danny. Você é tão fofo! - Ela mordeu sua bochecha. sabia que não queria nada com Danny, mas seu coração batia mais forte com ele (n.a.: NOOOOOOOOOOOSSA! ).
- Eu sei, e mesmo assim você não me ama. - Ele não sorria mais. Reparou que não tinha muito contato com ele, mas mesmo assim a beijou, sem ligar para as consequências.
- Danny... - Ela tentou falar entre o beijo, mas ela não resistiu. Se viu nos braços de Danny, o beijando. (N.A : SAFADENHA!)
Depois de alguns minutos, Danny parou o beijo, com o rosto iluminado.
- Pelo menos, eu te beijei de novo. - Ele sorriu.
- É. - Ela sorriu sem graça. Nunca se imaginou fazendo isso.
- Ok, ganhei meu dia. Boa noite, . Te amo.
- Peraí! - Ela empurrou Danny na parede e o beijou de novo. Ela não queria fazer isso, mas seu coração pedia. (N.A : MUITO SAFADA!)
E, é claro, Danny não a impediu. Estava aproveitando cada minuto. Mesmo bêbado ele sabia que era proibido fazer isso, mas o que sentia era mais forte.
- Ta bom, agora chega. Vai dormir! - Ela o empurrou pra fora, sorrindo.
- Boa noite, linda. - Ele sorriu e foi para o quarto.
- Meu Deus, eu sou uma puta! - falou pra si mesma, indo se deitar.

estava rolando na cama. Ela sempre foi assim, quando acorda não há nada que a faça dormir de novo. Olhou no relógio e viu quantas horas eram: nove e meia. Se mexeu mais um pouco e acabou acordando Harry.
- Ahn, bom dia, amor. - Harry sorriu.
- Bom dia. - Ela deu um selinho. - Meu lindo.

Quando deu nove horas, acordou. Levantou de qualquer jeito e trocou sua roupa, caindo de sono. Ela colocou sua camisa favorita, do Cobra Starship, escrito Hot Mess e um short de moletom. Calçou seus chinelos e foi pro cozinha, fazendo o café-da-manhã.

- Sabia que é muito bom acordar com você assim? - disse, sorrindo.
- Assim como?
- Assim... Quase nu. - riu. - To brincando viu?
- Sei... Depois eu sou o safado.
- Culpa sua. Mas eu to brincando mesmo. É bom acordar com você me chamando de amor. - Ela sorriu.
- Sua linda, te amo.
- Eu sei! - piscou e se levantou. Pegou uma blusa cinza da Element de Harry e foi para o seu quarto. Vestiu um shortinho de vaca e a blusa de Harry e voltou para o quarto do menino.
- Eu amo ver você com as minhas blusas. - Harry sorriu enquanto vestia a bermuda.
- Eu amo usar as suas blusas. - riu.
- Que cheiro é esse? - Harry sentiu.
- Não sei. - parou para sentir o cheiro. - Sinto cheiro de... Ovo. E torrada. - riu. - É a ! Levanta e vamos comer! Eu to com fomeeee!
- Calma, princesaa. - Ele se espreguiçou e levantou, indo com .

foi pulando na frente, de mãos dadas com Harry. Chegou na cozinha e pulou nas costas de .
- COMIDAAAAAAA.
- VAI ME QUEIMAR CARALHOOO! - Ela gritou, segurando a amiga.
- VAI NADA! - deu um beijo na bochecha da amiga e desceu das costas dela, ouvido Harry rir atrás dela.
- PARA DE RIR, JUDD! - Ela gritou, apontando uma colher pra ele, e rindo.
- Eu não! - Ele ainda ria, até que o calou com um beijo.
- Pronto. - Ela riu e pegou uma banana.
- Obrigada, macaquinha. - riu.
- De nada, pônei! - piscou e mordeu a banana.
- Isso. É. Sexy. - Harry disse, rindo.
- DÁ PARA PARAR DE PENSAR MERDA ENQUANTO EU COMO, JUDD?
- É que você nunca viu ela chupando pirulito! - piscou, terminando de mexer os ovos.
- Wow.
- E VOCÊ NÃO SE METE, TAMPINHA! - gritou, rindo e jogando a casca da banana em .
- Ô sua biscate! - Ela pegou um ovo, sem pensar, e tacou em , que se abaixou e acabou pegando em Harry. - Meu Deus... - ria.
- Desculpa, Harry... - Ela falou baixo, tentando não rir.
- Você. Está. Morta. - Harry pegou um ovo e jogou em , mas acabou acertando .
- SEU VESGO, JUDD!
- HAHAHA! - Ela riu e correu pra sala, com três ovos na mão. - Podem vir que eu estou armada!
- IDIOTA! - gritou, pegando um ovo e uma mão cheia de farinha. Ela chegou por trás de e quebrou o ovo na cabeça dela, e depois jogando a farinha. Quando ela viu que reparou, saiu correndo para a cozinha e se escondeu atrás de Judd. - VINGANÇAA!
- Beleza. Você pode ter um escudo, mas não tem o que eu tenho. - Ela foi até a porta.
- O que? A falta de tamanho? - riu.
- Não. A mira! - Ela jogou um ovo por cima da cabeça de Harry, pegando em cheio na cabeça de .(n.a.:momento sou foda)
- VACA! - gritou, acordando os outros que estavam no quarto.
- Vocês são loucas. - Harry riu.
- Não, eu sou foda! - Disse , devolvendo os ovos pro lugar. - Ninguém nunca vai conseguir fazer isso tão bem quanto eu!
- Eu estou com preguiça demais para tentar. - riu.
- Até porque não vai conseguir. - Ela riu.
- Conseguir o que? - Perguntou Dougie, chegando na porta da cozinha.
- Isso! - jogou o ovo exatamente como , mas mirando o alvo para Dougie. E conseguindo acertá-lo!
- Poxa. Obrigado. - Ele sorriu sem-graça.
- Ser foda é para poucos. - riu, fazendo suco.
- De nada meu amor! - foi até ele e deu um beijo na bochecha. Mas quando saiu do beijo Dougie quebrou um ovo na cabeça dela. - Traidor.
- Vingança. - Ele sorriu, vitorioso.
- Por que a cozinha está uma bagunça? - Tom chegou, perguntando como se fosse uma calamidade.
- Pois é, amor. Olha o que fizeram comigo! - se lamentou.
- Foi eu, e o Judd! - disse, rindo e jogando um ovo em Tom. - GUERRA DE COMIDAAA! - riu.
- Ou melhor, GUERRA DE OVO! - Judd gritou, jogando um ovo em Dougie.
- NÃO, PORRA! - gritou alto, assustando a todos. - SE CONTROLEM, ANIMAIS!
- Olha quem fala, Animal! - gritou, rindo.
- CALA A BOCA! - Ela ficou realmente nervosa. Não gostava de desordem.
- Ok! Estressada. - se levantou. Catou as cascas de ovos do chão e foi tomar um banho. - Te amo, viu? - Ela piscou e subiu.
- Quer ajuda de novo, ? - Harry perguntou.
- De novo? - Dougie perguntou, levantando uma sobrancelha.
- NENHUM COMENTÁRIO. - gritou.
- Alguém quer café-da-manhã? - sorriu, psicopata.
- Não, obrigado. - Harry sorriu e subiu as escadas.
- De novo? - Dougie perguntou, repetindo. Dessa vez olhando para .
- Como eu vou saber? - Ela deu de ombros.
- Ok. - Ele deu de ombros e se sentou na cadeira.
pegou um prato pra Dougie e outro pra Tom. Serviu eles dois, deixando-os impressionados.
- Aonde você aprendeu a ser educada? - Dougie riu.
- No mesmo lugar que você aprendeu. - Ela falou nervosa.
- Você fica tão linda nervosa com os outros! - Tom falou, fazendo sorrir.

- Eu sou linda sempre, Fletcher. - piscou e se virou para tirar a última torrada da torradeira.
- Eu sei. - Ele sorriu de volta. - Convencida.
- É. - Ela riu.
- O que que aconteceu? - Danny chegou na cozinha, de boxers, olhando pra todos. - Eu não lembro de ter chegado em casa. - Ele riu.
- Também, bêbado como estava. - Dougie riu e mordeu a torrada.
- Parece que você foi molestado. - riu.
- Se eu fui, tomara que seja por uma garota. - Ele riu e pegou uma caneca com café.
- Que dó. - riu, se lembrando da noite passada e fazendo uma careta. "Esquece isso, foi só uma... recaída."

- ? - Harry perguntou, entrando no quarto.
- Tô no banho.
- Quer ajuda?
- De novo?
- Nunca me canso de tomar banho com você. - Ele riu.
- Eu estou sem biquíni.
- Melhor!
- JUDD!
- Ok, deixa quieto. Vou pegar a sua roupa.

- Minha mulher cozinha tão bem. Mas não come a própria comida, por que? - Tom perguntou, deixando o prato na pia e beijando o pescoço de .
- Não to com fome. - Ela deu de ombros.
- VOCÊ TÁ GRAVIDA! - Dougie riu.
- É, só se for do além. - revirou os olhos.
- Quem é além?
- Affe, Tom! Deixa de ser bobo! - Ela riu, e foi pra sala. - Terminem de comer aí, garotinhos!

- Ok! Só pega uma blusa! - gritou do banheiro. Dois minutos depois Harry bateu na porta, mostrando que tinha chegado com a blusa. Ela ficou mais 15 minutos no banho e vestiu a blusa que Harry tinha trago, junto com o mesmo short que usava antes e um conjunto de sutiã e calcinha preto com vermelho. Saiu do banheiro e foi direto para a sala.

- Olá! - se sentou do lado de .
- Oi. Vai comer! - falou.
- Tô sem fome. - sorriu.
- OUTRA GRÁVIDA, APOSTO QUE FOI NO BANHO...
- CALA A BOCA, POYNTER! - gritou da sala.
- Hehehe. - riu. - Esse Dougie...
- É um METIDO A PALHACINHO! - gritou, para o menino ouvir.
- TAMBÉM TE AMO, CATITI! - Ele gritou de volta, fazendo revirar os olhos.
- Cara, eu to com um puta sono. - se encostou no sofá.
- É, eu também estou. Ainda mais que eu fui dormir sei lá que horas ontem. - Ela deu de ombros.
- E eu aposto que o Tom não te deu descanso! - piscou, rindo.
- Não, ele dormiu mais cedo. Mas antes ele não deu descanso mesmo. - Ela riu. - Me atacou três vezes! - Ela cochichou pra .
- Gente, esse Fletcher é perigoso! - riu. - Bem... Eu tomei banho com o Harry. - disse, meio corada
- Ele é muito! - riu.
- Achei que você ia encher o saco com o que eu falei. - riu;
- Não. - Ela deu um sorriso se lembrando da noite anterior. - Peraí você tomou banho com o Harry?
- Ae, agora sim. - riu. - Foi. - Ela sorriu, inocente.
- É. - Ela riu. - Safada.
- Eu sou, mas não muito. - piscou.
- Ahaaaaan. - Ela falou com sarcasmo
- Idiota. Mas você deveria tomar também, junto com o Tom. - sorriu. - Sei lá, é massa. - arregalou os olhos. - FOI DE BIQUINI, VIU? NÃO SOU PUTA ASSIM!
- Ta bom, sei. - Ela riu. - Não quero tomar banho com o Tom. Sei lá, isso é tão .
- Eu sei. - riu. - Mas sei lá... É legal.
- Sabe o que eu tava pensando? - ignorou a amiga.
- O que?
- A gente podia cantar uma musica pros McGuys. - Ela sorriu.
- É verdade, pra agradecer e tals. - sorriu. - E eu tenho que cantar uma pro Harry, ele disse que Thunder faz ele se lembrar de mim. - Ela sorriu, com os olhos brilhando.
- A minha música vai ser surpresa. - Ela falou. - Vamos pro estúdio, de fininho pra eles não ouvirem.
- Ok, mas vamos cantar uma juntas e depois uma pra cada?
- Sim! Qual a gente canta junta? - Ela perguntou, se levantando.
- Não sei... Podia ser... Sei lá, You got a friend? Ou My Life Would Suck Without You...
- Tinha que ser uma música de amigos... Que tal My Beloved Monster? - Ela riu.
- Ei, também tem Friends! - sorriu. - Ah... Porra, muitas músicas boas. - riu. - Depois decidimos, que música você vai cantar pro Tommy?
- Surpresa. - Ela riu.
- Own. - riu. - Quer saber? Eu canto uma pra eles e você canta outra, por que essa que eu quero cantar é meio pro Harry também. - sorriu. - E pra você também.
- Aiii que lindaaa! Eu preciso cantar uma pro Danny. - Ela tampou a boca depois de falar isso.
- Como assim pro Danny? - levantou uma sobrancelha.
- Eu preciso... ir ao banheiro! - correu até o banheiro e se trancou."FERROU!"
- VOCÊ NÃO VAI FUGIR ASSIM TÃO FÁCIL, MILENA! - gritou ao ver que ela saiu correndo. - Depois eu vejo essa história, tenho que pensar numa música pra cantar pro Harry.

"E como eu vou sair daqui? A me barra se eu passar pela sala, e vai ouvir eu saindo daqui." Ela olhou pra janela do banheiro e sorriu. "Sou uma gênia!"

ainda não sabia que música cantar para Harry. Foi até o quarto dele e o viu deitado, vendo algum jogo. Sorriu ao ver que ele ainda estava sem blusa, mas logo ignorou e pegou seu celular. Foi para a varanda e ficou vendo possíveis músicas para cantar.

- Ai. - falou baixinho, pulando a janela. Ela saiu perfeitamente, e foi indo em direção a janela do estúdio.

achou a música perfeita. Need You Now. Sorriu e foi para o estúdio, se sentou no sofá e esperou aparecer.
- Ai, ai! - entrou pela janela do estúdio, e arregalou os olhos quando viu .
- Oi. - sorriu.
- Olá. - Ela falou, olhando pra , tentando segurar o riso, fazendo uma cara misteriosa.
- Depois você vai conversar comigo, sua safada. - não aguentou e começou a rir. - Eu sou muito foda cara.
- Eu... - não segurou o riso, e rachou de rir.
- Ok, temos que escolher a música que vamos cantar juntas. - Ela falou, parando de rir.
- É verdade. - respirou. - Escolhe ai.
- Podia ser Moment 4 Life, da Nicki Minaj? - Ela sugeriu.
- Pode. - sorriu. - Pensando bem... Eu meio tava querendo, sei lá, cantar sozinha. - sorriu, fraca.
- Ok, é mais fácil. Chama eles e você começa.
- Qual é melhor, Need You Now do Lady Antebellum ou Someone Like You do Boys Like Girls?
- Someone like you... é mais fofa.
- Ok! - sorriu e abraçou a amiga. - Vamos chamar eles logo? Eu to meio ansiosa! - riu.
- Ahaan, chama eles lá!
- Ok! - riu e foi até o quarto de cada um, o chamando e voltando correndo para o estúdio.
- O que você tá fazendo, ? - Harry foi até o estúdio, e encontrou sentada em uma cadeira e na frente do piano.
- Você toca piano? - Tom perguntou pra .
- Não, ela está tocando bateria pelo piano, Fletcher. - piscou.
riu com a resposta da amiga. - Então... a gente tem uma surpresinha pra vocês.
- Exatamente! - riu. - Só espero que vocês gostem, ok? - Ela piscou, respirou fundo e logo começou.

All my life I've been searching for something
Something I can't put my finger on
Maybe I've been living for the weekend
Maybe I've been living for the cyber zone
Every Friday, just about midnight

All my problems my seem to disappear
Everyone that I miss when i?m distant
Everybody is here
I need love, just some, cause love is true
I need every weekend out with you
And my friends cause they're so beautiful
Yeah my friends they are so beautiful
They're my friends

estava com lágrima nos olhos. Toda parte que falava sobre o amor ela cantava olhando para Harry, que sorria de volta, maravilhado. As outras ela cantava ora para Dougie, ora Tom e ora Danny, que sorriam junto. Ela ainda estava mexendo os dedos como sempre faz quando esta agoniada. Ela, na verdade, não estava tão agoniada sim, ela estava feliz, feliz de ter esses 5 amigos, contando com .

All my life I've been wasting, wasting
Wasting all my money all my time
All the time that I'm waiting waiting
Waiting for the moment you are mine
There's some about you, thinking thinking
Thinking all the things that I've done wrong
All the time yeah, I was forgetting
You were mine for the long

A última estrofe foi meio direcionada para Dougie, que foi o único a reparar. Ela sorriu, agradecendo por tudo que passaram juntos. Agora, ela estava feliz com Harry, estava orgulhosa de ser uma Judd.

I need love, just some, love is true
I need every weekend out with do
My friends cause they're so beautiful
Yeah my friends they are so beautiful
I need love, just some, cause love is true
I need every weekend out with you
And my friends cause they're so beautiful
Yeah my friends they are just so beautiful
They're my friends

They're my friends, They're my friends
They're my friends, They're my friends
They're my friends, They're my friends
You're my Best Friends.

- Wow. - Dougie falou, sorrindo.
- Pelo o amor de Deus, comentem alguma coisa antes que eu pule da janela! - disse, finalmente respirando.
- Eu adorei, ! - Danny foi e a abraçou.
- Linda! - sorriu, abraçando .
- Minha gatinha! - sorriu e abraçou . - Agora é a vez dela, babes! - riu e Danny a pegou no colo, a carregou até o sofá e a sentou no colo de Harry, que sorriu em resposta.
- Eu amei, muito, sabia? - Harry sorriu.
- Que bom! - riu e deu um selinho nele.
- Ai, eu não queria cantar, eu tenho vergonha demais! - cobriu o rosto.
- Para de cu doce! - gritou.
- Ta bom. - Ela se preparou, e começou a introdução de Not Like The Movies.

He put it on me, I put it on,
Like there was nothing wrong.
It didn't fit,
It wasn't right.
Wasn't just the size.
They say you know,
When you know.
I don't know.

cantava, concentrada no piano, sem perceber que Danny sabia que ela cantava pra ele.

I didn't feel
The fairytale feeling, no.
Am I a stupid girl
For even dreaming that I could.

Lágrimas surgiram nos seus olhos, e ela logo as espantou, respirando fundo.

If it's not like the movies,
Thats how it should be, yeah.
When he's the one,
I'll come undone,
And my world will stop spinning
And that's just the beginning, yeah.

Danny estava concentrado em , vidrado, ouvindo cada palavra que ela cantava.

Snow white said when I was young,
"One day my prince will come."
So I wait for that date.
They say it?s hard to meet your match,
Find my better half.
So we make perfect shapes.
If stars don't align,
If it doesn't stop time,
If you can?t see the sign,
Wait for it.
One hundred percent,
With every penny spent.
He'll be the one that,
Finishes your sentences.

If it's not like the movies,
Thats how it should be.
When he's the one,
He'll come undone,
And my world will stop spinning,
And Thats just the beginning.

Ela se preparou pra cantar a parte que ela mais queria, e fechou os olhos, deixando suas mãos deslizarem no piano.

'Cause I know you're out there,
And your, your love came for me.
It's a crazy idea that you were made,
Perfectly for me you'll see.

Então uma lágrima deslizou pelo seu rosto, e ela sorriu.

Just like the movies.
That's how it will be.
Cinematic and dramatic with the perfect ending.
It's not like the movies,
But that's how it should be.
When he's the one,
You'll come undone,
And your world will stop spinning,
And it's just the beginning.

Ela terminou a música, sorrindo pra si mesma, e limpou as lagrimas. Ela não queria virar pra encarar os outros, só ficar ali, pra si mesma.

- LINDAAA! - gritou, limpando o rosto. Toda vez que tocava não se segurava, sempre chorava.
- Você achou? - Ela revelou o rosto, coberto de lágrimas e vergonha.
- Eu não achei, eu tenho certeza que foi! - se levantou e foi até a amiga, limpou o rosto e a abraçou.
- Ai, amiga! Só você, mesmo! - Ela sorriu. - Agora é a sua vez de novo.
- Eu sei, mas calma, tem que ter as considerações dos presentes. - sorriu, mas o sorriso sumiu ao ver que ninguém falou nada. - O MCFLY, DÁ PRA COMENTAR? Eu vou ter que gritar depois de toda música, mesmo?
- É que... - Tom tentou falar, mas ele estava impressionado demais.
- Foi tão... lindo! - Danny sorriu.
- Bem melhor. - sorriu e se levantou. - Ok, eu... Estou com vergonha! - tampou o rosto.
- Eu estou mais! Você obrigou eles a comentar minha... sei lá o que foi isso! - Ela cobriu o rosto também.
- Eu tenho uma certa fé que isso foi uma música, . - Harry riu.
- Ai, tá bom, Judd. Você quer que eu toque, ? - perguntou.
- Não, você tem que estar atenta nessa música. - corou. - É... Pra você.
- AI AMIGAA! - gritou.
- Ai, ouvidos! - Danny gritou igual , rindo.
- Ta bom, eu vou ouvir! - virou pra , no banquinho do piano, sorrindo.

respirou fundo e logo começou.

I?m never bored when i?m with u
we're pal we're buddies through an through
i wish i knew what to buy for u
on your birthday

estava cantando meio risonha, ela sempre achou essa música a cara das duas. Quando ela escutou pela primeira vez, se lembrou de . Soltou um risinho e logo continuou.

Our friendship goes against the grain
I?ve seen u swell up in the rain
i saw u didn't see your pain
was it termites?

It?s never hard to talk to u
though u stop me with your silence
i feel so naughty hiding here
for your happy face is guidance

riu ao ver a verdade atrás da música. Era sempre assim, as duas nunca conseguiam ficar sem contar algo para a outra. A amizade delas era fácil, era algo natural. Era pré-destinado. Era simplesmente perfeita, para as duas.

My Best Friend Plank
My Best Friend Plank
My Best Friend Plank

Sitting the so silently
what could u be thinking
your not saying i won?t ask
is that sealent that you?re drinking?

Girl you're hammered nailed u pal
Al Gore's wife's name is tipper
I knew we will be best friends for life
when i save u from that chipper

My Best Friend Plank
My Best Friend Plank
My Best Friend Plank

oooh Plank count the rings, count the rings
oooh Plank count the rings ?count the rings

I walk on the 7 seas
but sawdust always makes me wheeze
i net your mom and dad the trees
but please don?t get Dutch elm disease

riu na parte da doença, e estragou o final da música. Uma vez no Brasil, elas tinham comentado sobre doenças tensas. O rosto de era o mesmo do de , risonho e feliz. estava ainda mais feliz por ver o sorriso do rosto de . Quem disse que se precisa de mais amigos, quando se tem uma como ?

My Best Friend Plank
My Best Friend Plank
My Best Friend Plank
You?re My Best Friend Plank!

respirou fundo de novo, e sorriu para . chorava, sempre chorou ouvindo essa música. Ela pulou no colo de e a abraçou.
- Você vai ser minha amiga pra sempre!
- Eu sei! - começou a chorar junto e abraçou a amiga. - Por que se você não for, eu te mato!
- E eu puxo seu pé! - desceu do colo de , só a abraçando.
- Besta! - deu um beijo no topo da cabeça da amiga.
- Ok. Vai sentar lá, Claudia. Eu não queria falar, mas eu também tenho uma música pra você. - Ela limpou as lagrimas.
- Mané Claudia, menina! - riu e se sentou na cadeirinha do piano.
Ela pegou um violão, se sentou numa cadeira e começou a tocar.

Come as you are, as you were,
As I want you to be, as a friend,
As a friend, as an old enemy

Nessa hora, piscou pra , que sorria.

Take your time, hurry up
Choice is yours, don't be late
Take a rest, as a friend

As an old memory, memory,
Memory, memory

Então voltou a deixar lágrimas caírem, quando se lembrou de todos os momentos junto da amiga.

Come dowsed in mud,
Soaked in bleach,
As I want you to be

As a trend, as friend,
As an old memory, memory,
Memory, memory,

And I swear that I don't have a gun
No I don't have a gun, no I don't have a gun

Ela riu, e voltou a cantar.

As an old memory, memory,
Memory, memory

Come dowsed in mud,
Soaked in bleach,
As I want you to be

As a trend, as friend,
As an old memory, memory,
Memory, memory,

And I swear that I don't have a gun
No I don't have a gun, no I don't have a gun

Memory, memory, memory

And I swear that I don't have a gun
No I don't have a gun, no I don't have a gun
No I don't have a gun, no I don't have a gun

Memory, memory

Ela deu o acorde final e sorriu.

- Então, a minha amiga é muito foda, beijos! - riu e abraçou a amiga.
- Ah, para! - Ela riu, abraçando a amiga.
- Você gosta de Nirvana! - Tom riu.
- Cala a boca e aceite ser elogiada, sua mala! - riu e deu um beijo na bochecha da amiga.
- Velho... Vocês são perfeitas. - Harry comentou. - Sabem cantar, tocar, brasileiras, corpo de brasileiras, são lindas e souberam como nos conquistar. - Ele riu.
- É... - sorriu envergonhada. - Mas ainda não acabou, vai lá, !
- Ok, Eu vou cantar mais uma, mas não é pra vocês enjoarem da minha voz, ouviram? - riu.
- Nem em mil anos, amor. - Harry sorriu.
- Bom mesmo, por que essa é pra você.

I'm wearing thin
I couldn't tell you the city I'm in
The streets and the buildings
And places I've been
Or when the stars go when it's daylight again
Or where the time went
Oh, who can save me now?

My life in the rearview
I'm running' from Jesus
Don't know where I'm going to
I got nothing' to lose
I'm fighting' my demons
Been looking' for someone like you
I've been looking' for someone like you

não aguentou e começou a chorar, olhando para Harry que estava perpléxo. Essa música era perfeitamente o que ela sentia. Mas agora, nada importava, era como aqueles clichês velhos, que pareciam que estavam sozinhos no mundo. Mesmo odiando clichês, era a pura verdade. Nada importava, só os dois, agora.

So sing me a song I know all the words to
And I'll sing along
Could you be my savior?
I've been out here too long
And I've just been lookin' for somewhere to belong
Been holdin' on
So can you save me now?

sorriu ao se lembrar da única música que Harry cantou ao vivo. Para ela, era como ele era. Ele era o Herói dela, ele ia a salvar de todo o mal que existia. estava tão concentrada na música que não reparou quando Harry se levantou e ficou de frente para ela. Ela não tinha certeza, mas viu uma lágrima no olho de Harry. E era tão bom saber que era de felicidade. Felicidade pelos dois.

My life in the rearview
I'm runnin' from Jesus
Don't know where I'm going to
I got nothin' to lose
I'm fightin' my demons
Been lookin' for someone like you
I've been lookin' for someone like you

When the stars explode
And I'm all alone
When they start to see the smoke
When I finally burn out
I'll need someone to carry me home
Safe and sound

E, pela primeira vez, desviou o olhar de Harry e olhou para os outros. Eles estavam quase felizes. O quase veio de Dougie, que mostrava uma ponta de tristeza no olhar. Ela sabia por que era, mas no momento nem ligou e não sentiu nada no olhar de Dougie. Nesse momento ela teve certeza que seu coração pertencia à Harry, e que o dele era somente e unicamente dela.

My life in the rearview
I'm runnin' from Jesus
Don't know where I'm going to
I got nothin' to lose
I'm fightin' my demons
Been lookin' for someone like you

My life in the rearview
I'm runnin' from Jesus
Don't know where I'm going to
I got nothin' to lose
I'm fightin' my demons
Been lookin' for someone like you
I've been lookin' for someone like you
- I've been lookin' for someone, like you. - cantou, chorosa.

- Eu desisto de cantar depois disso! - limpou as lágrimas.
- Cala a boca. - limpou as lágrimas, e de repente estava nos braços de Harry, que estava chorando. - Amor... Não chora.
- Eu te amo, . - Ele a beijou. - Muito, muito, muito, muito.
- Ai como eles são lindos! - falou baixo.
- Agora, é a vez da . - sorriu, saindo do beijo.
se levantou, e olhou pra Tom, piscando.
- Ai! - Ela exclamou, se sentando na cadeira do piano.

I was searching
You were on a mission
Then our hearts combined like
A neutron star collision

I have nothing left to lose
You took your time to choose
Then we told each other
With no trace of fear that...

Ela sorriu e olhou pra Tom.

Our love would be forever
And if we die, We die together
And lie, I said never
'Cause our love would be forever

Ele sorriu pra .

The world is broken
Halos fail to glisten
You try to make a difference
But no one wants to listen

Hail, the preachers, fake and proud
Their doctrines will be cloud
Then they'll dissipate
Like snowflakes in an ocean

Love is forever
And we'll die, we'll die together
And lie, I say never
'Cause our love could be forever

Ela respirou fundo e continuou a tocar o solo, que mesmo feito na guitarra, ela sabia fazer no piano.

Now I've got nothing left to lose
You take your time to choose
I can tell you now without a trace of fear

That my love will be forever
and we'll die we'll die together
Lie, I will never
'Cause our love will be forever.

terminou a música com o solo de piano e sorriu.

- Cara, hoje o dia tá perfeito. - sorriu, olhando para e recebendo um beijo na bochecha de Harry.
- Linda! Linda, linda, linda! - Tom se levantou e foi até , dando vários beijinhos nela.
- Cara, a gente é muito burro. - Danny comentou, baixo, com Dougie.
- Né? Perdemos as melhores meninas do mundo.
- Se fosse pra morrer, você morreria comigo? - perguntou no ouvido de Tom.
- Sim, eu morreria, ao seu lado, segurando suas mãos. E pra sempre, te amando. - Ele falou, fazendo chorar.
- Que lindos, ai mamãe. - chorou, fazendo Harry a abraçar forte.
sorriu pra Tom, que a pegou no colo, fazendo ela o abraçar.
- Ta bom, chega de chorar! I'm stronger! - limpou as lagrimas, descendo do colo de Tom.
- Para de ser macha e se leva no momento! - riu.
- É, eu nem ia conseguir mesmo. - Ela sorriu, dando um selinho em Tom.
- Ai, agora vamos fazer o que? - perguntou.
- Nada... Eu vou ver uma coisa lá no meu celular! Minha mãe disse que ia ligar! - foi saindo de fininho, mentindo muito bem. É claro que ela não ia desabar de chorar na frente de todos.
- Ok. - a olhou, desconfiada, mas quando ia se levantar Harry a pegou no colo e a levou para o seu quarto.

"Ai Jesus!" subia as escadas, chorando. Ela foi pro quarto e fechou a porta, deixando milhões de lágrimas caírem. O que Tom havia lhe falado foi a coisa mais linda que ela ouviu. Ele realmente a amava.
Até que seu celular apitou que ela havia recebido um SMS. Ela viu o numero de Tom, e achou estranho.
- Não precisa se esconder, Jaded. Só espero que não tenho sido eu que te deixei assim. - O SMS citava um trecho de Jaded. Então ela respirou fundo, e voltou a chorar.
Então ela lhe respondeu:
- Sim, eu sou sua querida tristonha, sua Jaded. E eu vivo pensando em você. - Ela completou, enviando a mensagem pra Tom.
- Tão insensível. - Tom entrou, cantarolando.
- So Jaded. - Ela cantou.

ainda estava chorosa quando Harry a deitou na cama. Ele a deu um beijo na testa e começou a mexer no guarda-roupa.
- O que você tá procurando, Judd?
- Quando eu achar, você vai saber. - Ele sorriu.
Harry desistiu de procurar e se sentou do lado de , que ainda estava com os olhos inchados.
- Para de chorar, por favor.
- Por que? Chorar limpa a alma, ainda mais se forem lagrimas de felicidade.
- Isso é verdade, mas sei lá... Não gosto de te ver assim.
- Ai amor. - o abraçou. - Foi a primeira vez que eu vi você chorando, hoje.
- Eu sei. É que eu gosto de passar a mensagem que eu sou forte, eu tenho que ser forte pra te proteger.
- Larga de ser idiota? - riu. - Eu também tenho que te proteger, e, além de tudo, eu sou forte. Eu sei me cuidar.
- Eu sei que você sabe, mas eu gosto de cuidar de você. - Ele deu um selinho nela.
- Eu gosto que você cuide de mim. - deitou em cima dele e começou a beijá-lo.

- Por que você se esconde pra chorar? - Tom perguntou.
- Porque eu me acostumei a ficar sem chorar. - Ela respondeu.
- Mas como?
- Uma vez alguém me magoou muito, e eu chorei demais por essa pessoa. Então, ele fez uma cachorrada muito grande comigo, e aí eu resolvi nunca mais chorar por alguém. Nem me automutilar por alguém.
- Você já... se cortou?
- Não, mas eu já me queimei. Já fiz meu corpo sofrer, ficando sem comer. Já fiz muitas coisas erradas, inclusive guardar minhas lágrimas. De amor, de ódio, de tristeza.
- E por que sua música é Jaded?
- Começou na escola, quando uma garota que era muito amiga minha e da , teve uma doença e morreu. Só que, no enterro dela, eu fui a única pessoa que não chorei.
- Só por isso?
- Não.
- E por que?
- Meu namorado da época cantava pra mim. Aí ficou. - Ela deu de ombros.

- Lembrei! - Harry parou o beijo e se levantou, correndo, até a sua mochila. De lá, tirou um potinho azul de veludo e se aproximou de , que já estava sem respirar. Se ajoelhou no chão e limpou a garganta.
- I can be your hero, baby. I can kiss away the pain. I will stand by you forever. You can take my breath away. - Ele sorriu e abriu a caixa. - Ei, não se assuste nem nada, não vou te pedir em casamento, ainda. - Ele riu. - Na música, você pediu pra mim te salvar, e aqui estou. Eu sempre serei seu Herói. Eu te amo, . Você aceita, de novo, namorar comigo? - Ele perguntou, meio apreensivo.
- Oh. - estava sem palavras, só deixou ele encaixar a aliança prata com pedrinhas em seu dedo anular e sorriu. Viu ele colocar a dele e o beijou como nunca tinha beijado antes. E agora era sério, eles estavam juntos, de verdade.

- Mas agora você é a minha Jaded. Minha tristonha, minha linda, minha branquela, meu mundo. - Ele passou a mão na bochecha dela.
- E você é meu. Meu feliz pra sempre. - sorriu.
- Posso te perguntar outra coisa?
- Pode.
- Pra quem você cantou aquela outra música? A primeira. - Ele perguntou.
- Pro meu coração. - Ela respondeu.
- Você pode me dar ele agora, se você quiser. - Ele falou, envergonhado.
- Tom... seu bobo! - Ela riu.
- O que?
- Só você mesmo pra não perceber, que ele sempre foi seu. - Ela sorriu, beijando Tom. Ela havia esquecido o mundo, inclusive Danny.

- Eu ainda não sei o que falar. - disse, ela estava deitada entre os braços de Harry e ele estava acariciando o braço dela.
- Não precisa falar nada, só me diga se gostou.
- Eu. - Ela deu um selinho. - Amei. - Outro. - Muito!

- Pra sempre? - Tom perguntou, deitado em cima de .
- Pra sempre. - Ela sorriu.
- Eu ainda preciso casar com você algum dia! - Ele riu, dando um selinho nela.
- É. Todo príncipe precisa de uma princesa.
- E a Branca de Neve finalmente vai perceber que o príncipe dela chegou.
- Não preciso mais esperar o dia.
- Não. - Ele sorriu, beijando-a.
Os casais passaram a tarde toda se curtindo em seus quartos enquanto Danny e Dougie ficaram conversando atoa enquanto viam TV.

- Quantas horas são?
- Sete e meia.
- Vamos sair? - perguntou, pulando da cama.
- Para onde?
- Qualquer Pub, Harry!
- Tá, só nós dois? - Ele perguntou.
- Não! Todo mundo! - vestiu um chinelo de Harry e foi correndo para a sala. - Ei, vamos pra um Pub agora?
- Agora? - Danny perguntou.
- Tá...? - Dougie falou, achando estranho.
- É, agora! Cansei de morgar em casa! - riu e foi até o quarto dela e de , mas antes de entrar bateu na porta.
- Peraí, Tom. - falou, saindo da cama, onde se pegava com Tom. - Oi! - Ela abriu a porta, sorrindo pra .
- Oi! Vamos para um Pub? - perguntou, sorrindo.
- Vamos para um Pub? - perguntou pra Tom.
- Vamos! - Ele sorriu, saindo, mas antes dando um selinho na namorada.
- Vamos! - Ela respondeu.
- Vamos! - sorriu e foi escolher sua roupa.
sorriu e entrou, indo tomar banho e colocar uma roupa.
logo que saiu do banho pegou sua mala de roupas de couro e tirou de lá uma saia com tarraxas. Pegou um corselete preto com dourado e logo se lembrou, vendo seus sapatos. "Um saquinho, mas que sapato eu...." interrompeu seus pensamentos vendo o que tinha no saco.
- UM...UM...MEUDEUSDOCÉU UM LOUBOUTIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN! - gritou, chamando a atenção de todos.
"Pra minha linda... Com amor, papai." leu a etiqueta, agradecendo a Deus pelo pai que tinha.
ainda estava no banho. Ela derrubou o xampu ao ouvir gritando. Saiu correndo só de toalha e com o cabelo emsaboado.
- TUDO BEM MI?
- UM... - Ela falava com os olhos arregalados e o sapato na mão. - LOUBOUTIN!
- Ah , eu sei, louboutin são fodas, mas eu achei que você tinha morrido, sei lá. - deu de ombros e voltou para o banheiro. Terminou de tomar banho e vestiu sua roupa.

- Um... louboutin! - ignorou completamente a amiga.
- Dramática. - riu, já pronta. - Estou gata?
- Como você num tá solta na night... brincadeira, tá linda! - sorriu, colocando os sapatos.
- Besta. - revirou os olhos e sorriu, olhando para o dedo. - Ei, eu te mostrei o que o Harry me deu?
- Não, o que? - Ela perguntou curiosa.
- Isso. - mostrou o dedo com o anel, sorrindo.
- Santo... seja Deus! - babou, sorrindo. - QUE LINDO AMIGA, VOCÊ VAI CASAR QUE LINDO O HARRY ELE MERECE UM APERTO NAS BOCHECHAS QUE COISA MAIS FOFA! - Ela parou o chilique e se levantou. - Mas isso só pode significar uma coisa... OH MEU DEUS, CAT VOCÊ ESTÁ GRAVIDA!
- SUA IDIOTA, CALA A BOCA! - gritou, rindo. - ISSO NÃO É UM ANEL DE NOIVADO, SUA IDIOTA!
- OOOOOOOOOOOWN VOCÊS TÃO NAMORANDO MESMO! - Ela sorriu, boba.
- EU SEEEEEI! - deu um mini-ataque. - Foi tão lindo, ele cantou Hero pra mim, tipo, HARRY JUDD CANTANDO PARA MIM.
- QUE.LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO! - Ela gritou alto (não, ela gritou baixo pfff), dando pulinhos.
- EU SEEEEEEI! - pulou. - Ok, já dei a louca que eu precisava, estou melhor. - sorriu e fez uma dancinha estranha.
- Louca. - Ela riu, indo pro banheiro passar o batom.
- Percebeu agora? - perguntou, rindo e colocando o brinco.
- Ah, vai cagar, garota! - Ela riu. - Vou aproveitar e dar mais uns pegas no Tom, hoje lá na boate! - Ela sorriu.
- Aproveita, né? - riu e logo fechou a cara. - EITA, você tem que me explicar a história do Danny!
- AI PORRA, VOCÊ OUVIU ESSE BARULHO? - apontou pra janela, fazendo virar. Ela aproveitou e saiu correndo pra sala.
- Ah, vaca. - deu de ombros e saiu em direção ao quarto de Harry.
- Estou pronta, amor! - chegou na sala, dando de cara com Tom.
- Que linda! - Ele sorriu, dando um selinho nela.
- Você tá mais! - Ela riu.

- Judd? - bateu na porta.
- Pode entrar, amor.
- Wow. - sorriu, maliciosa, ao ver Harry pronto. Ele usava uma blusa branca com uma calça jeans escura e um suspensório preto, com um tênis da Nike branco. - Eu amo você de suspensórios, Harry!
- Ah é? Bom saber. - Ele abraçou a namorada e a deu um selinho demorado. - Eu nem preciso dizer o que eu acho de você, né?
- Bem...
Ele riu.
- Você está linda. - Ele deu um beijo no topo da cabeça dela.

- Ai, esses garotos demoram mais do que eu e a . - revirou os olhos, sentada no sofá ao lado de Tom.
- Diga-me algo novo. - Tom riu.
- Eles sempre ficam bonitinhos. - Ela fez uma careta.
- Já que eles são tão bonitinhos, fica com eles. - Ele fez uma cara de raiva.
- Não posso. Tenho namorado! - Ela sorriu pra Tom, passando a mão em seu rosto, levantando e indo até a porta de casa.

- Vamos, Judd. - riu. - Antes que eu faça alguma coisa que não deveria.
- Eita. - Harry a prendeu.
- HAROLD!
- Ok, já soltei, já soltei. - Harry riu e saiu do quarto, seguindo .

- Vem aqui que você vai levar o que merece! - Tom levantou, indo atrás de , puxando ela pelo braço e beijando-a.
- Hum... - Ela interrompeu o beijo. - Acha que manda! - Ela riu.
- Acho não, tenho certeza! - Tom a levantou e a beijou de novo.
- Tá bom, então, Capitão Fletcher! Você é o soldado, né? - Ela riu - Me põe no chão.
- Não sou um mero soldado, sou o chefe da capitania inteira! - Tom riu. - Não.
- Eu vou te bater! - Ela mexeu as pernas, falando séria.
- Ok, estressadinha. - Ele deu um beijo na testa dela e a colocou no chão.
- Quem disse que era pra parar de beijar, Fletcher? - Ela o puxou de volta, beijando-o.
- Mas...
- CALADO! - Ela riu.
- Essa relação dos dois é algo muito complexo para meu pequeno cérebro. - comentou do alto da escada, vendo a cena dos dois.
- Sou mais a nossa. - Harry sorriu e beijou a bochecha de .
- Eles tão olhando pra gente. - sussurrou rindo no ouvido de Tom.
- Ok, vamos deixar mais pra boate. - Ele riu, sussurrando também, se afastando dela.
- CADE OS GAROTOS DESSA CASA? - gritou.
- Eu to aqui, mas não sou garoto, sou homem. - Harry disse, cheio de si.
- Meu homem, rawr. - Ela imitou um tigre e Harry riu.
- Perigosa.
- Sou mesmo, fica de olho. - riu e desceu as escadas.
- Pra mim você é um garoto e isso não se discute. - Ela falou, seria.
- Não fale do meu homem, . - falou séria, mas logo não aguentou e começou a rir.
- É, não se discute com quem nem sério consegue ficar. - continuou séria, revirando os olhos e sentando no sofá.
- Nossa, muito obrigada. - estranhou e saiu da casa, sendo seguida por Harry.
- O que acabou de acontecer? - Harry perguntou, abraçando por trás
- Não me pergunte, bebê. - se ajeitou entre os braços do namorado e encostou a cabeça no ombro dele.
- Ela já foi? - perguntou pra Tom.
- Já...
- PFF... PFFF... AHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAH! - Ela desembestou a rir. - EU NÃO AHAAHHAHACREDITO QUE ELA CAIU! EU TAVA ME SEGURANDO! AHAHAHAHHAHAHAHHAHAHAHHAH. - Ela limpou as lágrimas e logo se recompôs.
- Você é muito má, sabia? - Tom disse, rindo e balançando a cabeça.
- Você prefere as boazinhas? - Ela perguntou.
- Não. Eu prefiro você. - Ele disse.
- Tá bom, eu vou ver se minha amiga ficou chateada comigo. - saiu, vendo na frente do carro.
- ?
- Oi. - Ela ainda tava de olhos fechados, pensando mil coisas.
- Tem um bicho na sua cara.
- AAAAAAAAAAAAAAH! - pulou e começou a passar a mão no rosto. Depois de uns 10 segundos viu que era só para olhar para , que estava atrás dos dois. - Você me paga, Judd. - se virou para . - Já terminou de descontar sua raiva de sabe-se-lá-o-que em mim?
- É uma bobona mesmo. - Ela sorriu. - Pergunta pro Tom, que presenciou meu acesso de riso.
- Você. - Ela deu um tapa em . - É. - Outro. - Uma. - Outro. - Vaquinha! - Mais dois. - Não, nem vem, agora vou te dar um gelo também. - se virou, fazendo ceninha.
- Beleza. - Ela virou. - Mas antes... - Ela deu dedo pra . - Aqui ó!
- Eu sei o que você fez, sua besta! - se virou e deu dedo, vendo entrar na sala.
- Três, dois, um. - contou e logo depois tinha uma em suas costas.
- SE VOCÊ FIZER ISSO DE NOVO EU TE BATO MUITO, SUA VACA QUE É A MINHA MELHOR AMIGA!
- Eu sei que você me ama! - Ela riu, segurando .
- Ainda bem que sabe, sua vaca.
- Já estamos prontos! - Dougie apareceu no lado de fora com Danny.
- Tá, desce aí! - Ela riu, colocando no chão.
- Aleluia, agora vamos! - riu e foi saltitante até Harry.
- AMOOOOOR! - gritou Tom.
- Aqui! - Ele sorriu, segurando na mão de .
- Em qual Pub vamos hoje? - perguntou.
- A gente deixa você num daqueles que ficam umas mulheres rodando bolsinha, e vamos pro outro ali! - riu.
- Boa ideia, ai eu aproveito programa no seu lugar hoje! - riu.
- Nem pense, . Quietinha. - Harry riu.
- Hum... Harry Ciumento! - zuou. - Eu não preciso disso, meu namorado... Peraí ele não faz nada. Meu pai tem dois empregos! - Ela riu.
- Sou mesmo. - Harry fez bico.
- Sei, então por que estava lá ontem a noite, safadinha?
- Quem disse que não? - Ela riu, safada.
- O QUE?! - Os garotos do carro perguntaram.
- Adoro! - riu, ao ver a cara de Tom.
- Como não viram? Também estavam lá! - Ela riu. - Me pagaram 500 por hora, amiga! - riu.
- Mas... o que... - Tom não sabia o que falar.
- Daí, tem a melhor parte! - sorriu.
- Que cena linda, gente! - riu.
- É... e qual é essa parte? - Tom perguntou.
- Eu acordo. - Ela riu.
- Viu, sempre soube, o sonho da safada é ser prostituta. Tsc Tsc. - balançou a cabeça, rindo.
- Vai dar a bunda, garota. Você dorme na aula falando o nome do Martin! - Ela riu.
- Isso não vem ao caso. - riu, e viu Harry fechar a cara.
- Harry, deixa de ser besta! - falou.
- Eu não sou besta. - Harry resmungou.
- Eu não sou besta! - Ela imitou Harry.
- Para com isso, ! - a repreendeu. - Deixa o meu bebê ciúmento.
- Ah, eu tava esperando até receber uma ameaça. - deu de ombros.
- Sou seu bebê ciúmento? - Harry perguntou.
- Claro que é. - sorriu e o beijou.
- Ignorada. - Ela riu. - Não vamos arranjar briga dessa vez, né menininhos?
- Não prometo nada. - Dougie comentou.
- Se o Jake tentar alguma coisa com a ... - Harry nem terminou o que ia falar.
- O mesmo se o Rick tentar fazer alguma coisa com a . - Tom disse.
- Eu sei me defender! - fez bico.
- Isso todo muno sabe, e eles também! - riu.
- Ahaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaan! Tá bom, Claudia, senta lá! - Ela riu.
- O que?
- Esquece. - Ela riu, abaixando a cabeça.
- Já esqueci. - deu de ombros.
O resto do caminho eles foram em silencio, chegaram em vinte minutos.
- Que demora, cara. - reclamou ao descer do carro.
- É, gostaria de saber porque nos botaram numa casa de loucos que moram a uma vida da cidade. - riu, sendo abraçada por trás por Tom.
- Juro que não entendi essa piada, . - riu.
- Que piada?
- Essa de que nos colocaram na casa... Ah! Entendi! - sorriu, se desculpando.
- , não é uma piada, amor. - Harry disse, segurando a risada.
- e sua alma loira. - deu uma risadinha.
- Deixe minha alma em paz. - empinou o rosto e saiu andando na direção do Pub.
- Eu deixo. - Ela riu.
- O que você tem contra pessoas loiras, gatinha? - Tom perguntou, rindo.
- Nada, eu também sou. - Ela deu um selinho no namorado, entrando no Pub e sentando na bancada.
- Esse Pub parece ser mais legal do que o outro. - comentou, se sentando do lado de .
- Só parece? De vez em quando tem strippers homens aqui, sabia? - piscou pra .
- Me gusta, muito! - riu e mordeu o lábio, fazendo Harry revirar os olhos.
- Tom, amor, pede alguma coisa pra mim. - falou, segurando na gola de Tom.
- O que você quer? - Ele perguntou.
- Só um cházinho, num to a fim de beber. - Ela deu de ombros.
- Quem toma um chá em um Pub, ? - perguntou, a encarando. Riu e se virou para o garoto loiro que estava de barman na bancada. - Eu quero... Um vinho. - sorriu.
- É para já, gatinha. - O barman sorriu e piscou, indo na direção da adega.
- Uma pessoa que não quer ficar bêbada, gatinha! - riu, imitando o barman.
- Fica quietinha, meu amor! - Tom falou, dando um selinho em . - Moço, trás um Blue Heart e uma Vodka, por favor. - Pediu Tom, vendo o barman voltar.
- Fica quietinha é o teu... - foi interrompida pela música que começou alta, muita alta.
- Aqui está. - O barman trouxe a taça de vinho e entregou para , piscando denovo e fazendo rir. - Posso pegar o seu número?
- Não, a gatinha aqui tem dono. - Harry se revoltou e abraçou a namorada.
- Vish... - deu uma risadinha.
- Pensamento machista, Judd. - o repreendeu. - Desculpa, tenho namorado, e ele é ciumento. - sorriu, fraca.
- Ainda bem que meu namoradinho não gosta das gatinhas, né Tom?
- É...
- Por que? - Dougie perguntou, rindo.
- Porque eu só gosto das cachorras, ou melhor, da minha. - Tom riu, fazendo rir.
- Né? Cachorrona. - riu.
- Cachorrinha! - riu, piscando.
- Não é cachorrinha, é gatinha, se esqueceu? - Harry disse, ainda revoltado com o Barman.
- Eu sou uma cachorrinha, Judd. - revirou os olhos. - Eu só estava corrigindo a .
- Ah. - Harry se desculpou, enquanto ria.
- Bem feito, isso que dá ser ciumento. - tomou um gole do vinho.
- Aqui está. - O Barman voltou, trazendo as bebidas de Tom e .
- Valeu.
- E o seu numero? Posso pegar? - O Barman perguntou, olhando pra .
- Eu sou travesti.
- Ah, tá. - Ele fez uma careta. - Se... quiserem mais alguma coisa, é só pedir.
- Travesti. - teve uma crise de risos.
- É bem mais fácil. - Ela riu.
- Agora ele acha que eu sou gay! - Tom riu, fazendo um biquinho.
- Eu acredito que você não é! - sorriu.
- Só acredita?
- É tão lindo isso, nem a namorada tem fé que o Tom é hetero. - Dougie riu.
- Quer ir dançar? - perguntou pra Tom.
- Vamos! - Ele virou a bebida de uma vez e puxou .
- E você? - Harry perguntou.
- Não, obrigada amor. - sorriu e deu um selinho em Harry.

Tocava Hot Mess ( Cobra Starship ) quando e Tom foram pra pista. Ela grudou nele, e rebolava, subindo e descendo no ritmo da música, enquanto ele passava as mãos no corpo dela. Danny só olhava a cena, revoltado. Estava na metade do segundo copo de vodka. 'Essa noite vai ser longa' Ele pensou, virando o resto. Quando virou de frente pra Tom, ele a agarrou, beijando-a.
- Nossa, meu gatinho está uma fera! - sorriu, passando as mãos no peito de Tom.
- Quem manda você ser tão sexy! - Ele respondeu, mostrando os pequenos sinais de bebida, e voltou a beija-la.

estava pensativa quando sentiu os lábios gelados de Harry em sua nuca, a fazendo arrepiar.
- Vai ficar nesse desanimo a noite toda, amor?
- Eu to com preguiça. - disse, manhosa.
- Ok, ok. - Ele se sentou do lado dela. - Viu o tanto que eu te amo? Se eu não te amasse, estaria pegando a primeira agora.
- Vou ignorar o que você acabou de dizer. - Ela virou a taça de vinho, sorrindo.

Começou a tocar Bad Romance, e sorriu. Ela adorava Lady Gaga, e começou a cantar junto.
- Caught in a bad romance. - cantarolou, meio alto.
- Isso foi uma indireta?
- Quieto, Judd.

- I want your love, i want your drama, the touch of your hand - Nessa hora, ela colocou a mão de Tom na sua parte traseira. - HEY! i wanna your leather studded kiss in the sand, i want your love, love, love, love.
- You know that i want you, and you know that i need you, i want your bad, your bad romance! - Tom continuou.
sorriu, dançando e cantando com Tom.
Passou um tempinho e chegou no pós refrão da música.
- Walk, walk, fashion baby, work it move that bitch crazy!
- Walk, walk, passion baby work it, move that bitch crazy. - Tom continuou.
- Walk, walk fashion baby, work it I'M A FREAKY BITCH BABY! - gritou rindo, fazendo Tom rir.
A música acabou e começou a tocar Like It's Her Birthday, do Good Charlotte. Era uma das músicas preferidas de . Ela se sentiu tentada a se levantar mas estava com muita preguiça, ficou só mexendo a cabeça no ritmo inicial.
- Tonight I kinda get the feeling, My girl is up to something, Something that is no good. - Harry sussurou no ouvido dela, depois mordendo o lóbulo.
- She said she only had a meeting, But she is dressed for something, Something that is no good. - cantou de volta e o puxou para a pista de dança.
- Vem aqui, Tomzinho! - juntou em Tom e começou a dançar com ele.

- She turns and says don't be surprised.
- It's gonna be a good night, A good, good night. - sussurou no ouvido de Harry, enquanto rebolava.
- She's showing me a different side, What I've never seen before, That I ignored. - Harry cantou e mordeu o lábio dela. riu e beijou o namorado, enquanto se mexia no ritmo da música.

- Soooo Sexy! - riu, falando pra Tom, enquanto e Harry se beijavam.

- Like it's her birthday. - cantou, logo após sair do beijo.
- Eu amo essa , sabia? - Harry disse, rindo. Agora no pub tocava I Miss You, do Blink 182.
- Então quer dizer que só ama a festeira? A doida?
- Claro que não. Eu amo você por completo, sua besta. - Ele riu. - Don't Waste your time on me, You're already the voice inside my head. - Ele cantou.

- Ah, eu gosto dessa música! - falou, fofa.
- Mas agora eu cansei. - Tom riu.
- Tá, vamos voltar! - foi com Tom pra bancada e sentou lá. Ele estava entre suas pernas, e as mãos de estavam em seu pescoço.

sorriu com o que Harry disse e encostou sua cabeça em seu ombro. Os dois ficaram dançando lentamente, colados um no outro. envolveu o pescoço dele e ele envolveu a cintura dela. abriu o olho e viu Dougie a olhando, com a aparencia já de bêbado. Ela ignorou e virou o rosto, enquanto mexia em seu anel.
- A gente é muito burro! - Danny colocou a mão na testa, falando com Dougie.
- Percebeu agora? - Dougie perguntou, irônico.
- Elas são perfeitas! - Danny ignorou Dougie. - Lindas e... eu não acredito que já fiquei com elas.
- Ei, você já ficou com a ? - Dougie perguntou. - Quando? Eu não me lembro.
- No segundo dia delas aqui! - Ele falou.
- Ah, no dia do Jake e tals. - Dougie se lembrou.
- Que a socou a cara dele... eu sou um imbecil, cara! - Ele abaixou a cabeça.
- É, eu me lembro. - Dougie virou a garrafa de cerveja. - Eu também sou, se eu não fosse tão ciúmento, cara.
- É. - Danny falou, cabisbaixo.
- Será que... Vamos ter elas de novo, algum dia?
- Talvez. Eu gosto da , eu queria ela de novo, mas... sei lá... ela meio que anda me ignorando. Ela não dá toda a atenção de antes. - Ele deu de ombros.
- Deve ser por causa do namorado. Já a ... Dude, ela tá apaixonada pelo Harry. Isso... Não faz sentido.
- Não... ela gostava tanto de você!
- Né. Simplesmente não faz sentido.

- Ai, Tom! - gritou, quando ele mordeu seu pescoço. - Foi onde o Harry mordeu!
- Nossa, ficou roxo!
- Eu sou sensível.
- Nem é, Jaded. - Ele falou, fazendo ela rir.
Quando a música acabou puxou Harry para a bancada, se sentando do lado de e do lado de Dougie.
- Hey, quantas horas? - perguntou.
- Umas dez e meia, . - Dougie respondeu.
- Aindaaaa? - perguntou, manhosa.
- Meu Deus, essa tá muito manhosa hoje.
- Me deixa, Judd. - Ela fez bico, recebendo um beijo na bochecha em seguida.
- Ô Judd, você marcou minha namorada! - Tom falou, rindo.
- Desculpa aê! - Harry riu.
- Você deveria se vingar, Fletcher. - Danny sugeriu.
- É, Fletcher! - riu. - O que você vai fazer?
- Morde, ué. - Dougie botou pilha.
- Nem pense, Fletcher. - Harry disse.
- Qual é, Judd. - riu. - Ele tem direito. - disse, risonha.
- Pode ir, amor! - riu, disfarçando os ciúmes.
- Não pode, não. - Harry impediu Tom. - Meu pescoço da minha namorada.
- Harry possessivo. - revirou os olhos.
- Ta bom, volta aqui, Tom! - puxou Tom, beijando-o.
- Voltando! - Ele riu.
- E eu, Judd? Posso morder? - Dougie perguntou.
- Tá tendo uma recaída, Poynter? - Harry disse, se divertindo.
- Quem sabe. - Dougie respondeu, de zuação, fazendo revirar os olhos.
- Sabe, quem deveria deixar qualquer um morder o meu pescoço sou EU, não acha? - perguntou, irônica.
- Como são crianças! - falou, afastando Tom de si.
- Percebeu agora? - bufou.
- Não... - Ela sorriu. - Vamos dançar, CAT? - colocou ênfase em .
- Que pergunta óbvia! - riu e se levantou, puxando pelo braço para a pista de dança.
Tocava Cannibal, e e dançavam, rindo e rebolando.

- Cannibal, Cannibal! - riu, rebolando até o chão.
- I'll eat you up! I AM! - cantava, mexendo os quadris.
- I eat boys up! - cantou, olhando para os meninos.
- Breakfest and Lunch, then when i'm thirsty i drink their blood! - cantou, fazendo um Rawr com a mão.
- I love you, I warned you, Rawr! - riu.
- RAWR! - riu.
Começou a tocar I just wanna Fuck (David Guetta), então as meninas safadas, começaram a ficar ainda mais safadas, dançando indecentemente.

- A-a-a-and F me! - piscou, rindo.
- Elas também não ajudam. - Danny disse, vendo e descerem até o chão.
- Quer saber? Foda-se, vamo lá! - Dougie se levantou, sendo seguido por Danny.
Eles aproveitaram o fato de Tom e Harry estarem entretidos conversando, e saíram.
- I just wanna f-f-f! - cantava, requebrando (kk).
- A-a-a-a-n-n-n-d-d-d F me! - cantou, rindo, mexendo os ombros.
- F me! - riu, jogando os quadris pra trás, sem perceber que os garotos se aproximavam.
fechou os olhos e voltou a dançar, sentiu alguém colocando as mãos em sua cintura mas não ligou, pensou que era Harry e continuou dançando com .
Danny olhou pra Dougie com uma cara de "OMG, ela está deixando!". Quando ele foi encostar em , ela virou e começou a dançar pra ele, sem intenção nenhuma.
abriu os olhos e se virou, dando de cara com o rosto de Dougie. Ela sabia o que ele ainda sentia por ela. Parou de dançar e saiu para o banheiro.
- You can be my student give you schooling show you can have to make a bounce like a bad check i can be your teacher, i can teach ya how to get straight A's but you really wanna F? - cantava, e quando Danny se aproximou para beija-la, ela empurrou seu ombro, afastando-o, mas ainda cantando.
Tom estava conversando com Harry quando deu falta pelos meninos. Olhou para a pista e viu Danny tentando beijar . O sangue subiu em sua cabeça e foi andando até os dois, enquanto fechava os punhos.
- Sai, Danny! - empurrou ele de novo.
- Você estava dançando até agora, porque não me quer? - Ele perguntou.
- Eu tenho um namorado! - Ela respondeu, mal-criada.
- Exatamente, ela tem namorado, Jones! E ele é o seu amigo! - Tom chegou perto e abraçou .
- Ela é uma safada! Só você não percebeu isso! Ela dança e rebola pra todo mundo! - Danny falou.
- Você me chamou de que? - sentiu o sangue ir até seu pescoço.
- Safada! E é a verdade!
ficou encarando Danny por uns segundos com os olhos semi-cerrados. Ela foi até o banheiro, puxou e saiu da boate.

- O que aconteceu? - perguntou, assustada.
- Se eu falar... a coisa vai esquentar! - falou, nervosa.
- Ok, relaxa. Quer que eu pegue uma água?
- Não... , entra, fica lá com o seu namorado, eu só vou sair um pouquinho! - Ela sorriu, mentindo.
- Eu não vou te deixar, . - disse, séria. - Eu te conheço, sei quando está puta. Vou ficar do seu lado.
- Eu prefiro ficar puta sozinha, do que descontar minha raiva em você. - Ela falou, seria.
- Pode descontar em mim. - disse, a encarando. - Vai ver que dá merda se você descontar em alguém que não deveria. Não adianta, . O Harry vai sobreviver sem mim.
- Então segura a minha bolsa! - entregou a bolsa pra , voltando pra boate e indo até Danny, virando ele pra si e metendo um tapa na cara.
- Eu não queria fazer isso. - Ela falou. - Mas ninguém me chama de safada na intenção de ofender. - Ela completou.
Harry olhava a cena estupefato até que reparou o desaparecimento de . Saiu da boate e viu ela com a bolsa de na mão.
- O que aconteceu?
- Não sei, agora volta pra boate antes que aconteça alguma merda. - disse.

- ... - Tom perguntou. Quando ela se virou, estava escorrendo uma lágrima. De raiva. Ela limpou e se foi se sentar na bancada.
- Ei, tá tudo bem? - Harry foi até .
- Harry, sai daqui, por favor. - Ela falou, chorosa.
- Ok. - Ele deu um beijo na testa dela e voltou para fora.

- E ai? - Ela deu um tapa na cara dele e se sentou sozinha na bancada.
- Ah, ok. - se sentou num banco.
- Não vai lá?
- Ela quer ficar sozinha agora, Judd. Conheço minha amiga.

- Você está bem? - O barman se aproximou de .
- Sim. - Ela sorriu.
- Quer alguma coisa?
- Trás whisky. Duplo, por favor.
- Ok.

- O que o Danny fez?
- Não sei, babe.
- O que foi contigo?
- Nada. Só estou meio... Cansada. - sorriu fraca e Harry se sentou do lado dela, colocando seu braço no ombro dela.
- Ok, só não esquece que eu te amo.
- Não vou me esquecer, Herói. - sorriu.

- Você fez ela chorar. - Tom falou, com a cabeça baixa.
- Que? - Danny perguntou, ainda assustado com o tapa.
- Você.Fez.Ela.Chorar. - Ele falou, pausadamente. - VOCÊ TA LOUCO?
- Não! Ela fica praticamente pedindo pra gente fazer isso! - Danny respondeu.
Dougie estava sentado num canto, perpléxo. É, realmente amava Harry.
- Não interessa, ninguém faz minha, MINHA, namorada chorar! Sabe quanto tempo ela vai ficar sem falar com qualquer pessoa? Danny, você é um idiota! - Tom falou, serio.
Tom foi até e sentou do seu lado, vendo ela mexer com um canudo nos gelos do whisky.
- Você tá bem, ? - Ele mexeu no cabelo dela.
- Sim. - Ela sorriu.
- Bem mesmo? Você estava ch... - Ela colocou um dedo em seus lábios.
- Não estava. - Ela pegou o whisky e virou de uma vez, fazendo uma careta. - Eu estou bem, juro!
- Jura?
- Sim! - Ela sorriu, se mostrando meio bêbada.
- Ok, minha Jaded bêbada. - Tom riu e a abraçou.
- É... - Ela sorriu.

- ? Ei, ? - Harry a cutucou, e só ouviu um resmungo. - Ótimo, ela dormiu. - Harry riu e a pegou no colo. A levou até o Pub e foi falar com .
- Ei, eu e a já vamos, ok? Aqui as chaves do carro, eu vou de taxi com a durminhoca. - Ele riu.
- Ok, Harry. - Ela sorriu e pegou as chaves.

Harry carregou até um taxi que já estava parado em frente ao Pub e a deitou na parte de trás, colocando a sua cabeça apoiada em sua coxa. Disse o endereço para o motorista e fechou a porta, fazendo um barulho e acordando .
- Não podia ser mais delicado? - perguntou, coçando o olho.
- Desculpa amor. - Harry riu e deu um beijo na testa dela.
- Onde estamos?
- Estamos indo pra casa.
- E o resto?
- Vão depois, você pegou no sono e eu resolvi te trazer. - Ele sorriu.
- Desculpa estragar sua noite, amor. - sorriu e se sentou do lado dele.
- Você nunca estraga nada, . - Harry sorriu e a deu um selinho demorado.
- Seu fofo. - riu e se encostou nele.
Durante a ida até a casa dos Guys, pegou no sono e Harry a carregou até o quarto. A deitou na cama e foi para a cozinha, comer algo.

ficou sentada lá no balcão com Tom por 40 minutos e não percebeu que Danny se aproximou, estando atrás dela.
- ... - Danny a cutucou.
- O que foi? Veio falar o tanto que eu sou safada? - Ela virou pra encarar Danny, ficando de frente pra ele. - Veio pedir desculpa porque você não queria ter falado aquilo pra mim? Quer saber, Danny? Foi um erro conhecer você, foi um erro dar atenção pra você e um erro ainda maior ficar com você! Eu não quero nunca mais ver sua cara, beleza? - Ela falou, nervosa.
- Tá. - Ele respondeu, sem palavras, saindo de perto. o magoou.
- Eu não acredito que você falou isso tudo pra ele, ! - Tom falou incrédulo. - Que insensibilidade!
- Descobriu agora? - Ela falou irônica.
- Você não precisava ter magoado ele tanto!
- Você tá parecendo uma garota. - Ela riu.
- Nossa, é só com isso que você se importa? É uma insensível mesmo. Você não tem sentimentos, parece até um robô!
- Talvez eu seja mesmo. - Ela se levantou. - E seria melhor se eu fosse como o homem de lata.
- Por que diz isso?
- Porque seria melhor eu ser tão sortuda de não ter um coração. É como se eu não tivesse mesmo, né? - Ela falou, saindo da boate e indo pro carro e se encostando nele. Então ela sentiu algo escorrer pelo seu rosto e viu que era uma lágrima. Logo a limpou e entrou no carro, esperando os garotos.
- Eu acho melhor a gente ir, Tom. - Dougie falou.
- É melhor mesmo. - Tom se levantou, sendo seguido pelos outros garotos e foi pro carro, encontrando lá.
Eles foram em silencio até em casa, e chegaram em 30 minutos, pois Tom corria muito.
- Ai, minhas costas! - chegou em casa, tirando as sandálias e indo direto pro seu quarto.
- Também! - Harry apareceu na porta da cozinha, assustando .
- Ai, garoto! - Ela pulou.
- Bu! - Ele disse depois, rindo. - Como foi lá, depois que eu e a saimos?
- Tenso. - Ela ergueu uma sobrancelha, olhando pra Tom, que estava no sofá.
- Eita, o que houve?
- Digamos que eu fui mais grossa do que o normal com o Danny.
- E? Ele mereçeu.
- E o Tom ficou brigando que eu não podia ter falado daquele jeito com ele e aí ficou tenso. - falou, sussurrando.
- Mas... Você e o Tom ainda tão juntos?
- Eu acho que sim. - Ela sorriu. - A gente não brigou tão feio assim.
- Ainda bem. - Harry suspirou.
- É. - Ela deu um meio sorriso.
- Ok, quer alguma coisa? - Harry perguntou, voltando a cozinha.
- Não, eu vou subir. Bebi demais! - Ela riu, mandando beijo e indo pro quarto.
- Ok! - Harry riu e pegou duas cervejas. Foi para a sala e deu uma para Tom. - E ai?

foi pro seu quarto, tomou um banho demorado e colocou seu pijama. Ela ligou seu notebook e ficou um tempão falando com uns amigos do Brasil.
- E aí, velho. Cara, a gente brigou! - Tom falava, com um ar cansado na voz.
- Ela me contou. Agora me explique.
- Ela falou muita coisa pro Danny, tipo, muita coisa mesmo. Ela disse que nunca mais queria ver ele na vida. Foi um erro ter te conhecido, ficado com você, te dado atenção e lá vai. - Ele contava, incredulo.
- Mas... O que ele fez foi pesado, não acha? E você deveria estar do lado dela, por que ficar do lado dele, mesmo depois de ter dançado com ela e com segundas intenções... Não faz muito sentido. - Harry tomou um gole da cerveja.
- Mas o jeito que ela falou... foi muito insensível. Foi com ódio, não como ela é. - Tom falou.
- É, pode ser. Mas não joga tudo em cima dela, o Danny foi o mais errado nisso.
- Eu sei. Só que eu não entendi porque o Rick ela quase assassinou e o Danny ela deu um tapinha. - Ele falou, pensativo. - Afinal, vadia é uma coisa, safada e tentativa de beijar é outra.
- Por que ela pode gostar um pouco dele. - Harry viu a cara que Tom fez e logo se corrigiu. - Não nesse sentido, seu idiota! Ele é o seu melhor amigo, ela não quer machucar ele pra não te machucar.
- É, vamos deixar isso quieto.
- É melhor, mas vê se não perde a namorada. - Harry terminou a cerveja e se levantou. - Vou dormir, dude. - Harry sorriu e subiu as escadas.
- Eu já vou, também. Claro que não vou perder! - Ele riu, bobo. Passou dez minutos e ele subiu. Pensava na vida e em sua namorada, no que tinha acontecido na boate e outras coisas.

- Ahm? - abriu os olhos. - Oi Harry.
- Oi, amor.
- Vai dormir?
- Vou, chega pra lá. - Harry se deitou do lado dela e a abraçou, dormindo os dois de conchinha.

- Aí, ele continua um babaca! - falava sozinha, rindo de sua conversa com o amigo brasileiro.
- Quem é babaca, gatinha? - Tom entrou no quarto de , vendo-a sentada na cama e com o computador no colo.
- Meu amigo lá do Brasil. - Ela respondeu, rindo, mas não como antes.
- Você tá com raiva? - Ele perguntou.
- Raiva de que?
- Sei lá, de mim?
- Claro que não! - Ela riu. - Só to meio sentida. - Ela deu de ombros.
- Por que? - Ele fazia cafuné nela.
- Faz tempo desde a ultima vez que me chamaram de insensível.
- Ah. Eu não queria ofender. - Ele fez um biquinho.
- Fala serio! - Ela olhou com desdenha.
- Não, é que você foi muito... muito...
- Insensível?
- Não, ... você foi... é, foi insensível.
- Ah, tá. - disse, desligando o computador.
- Mas eu continuo amando você. - Tom falou, meio baixo.
- É, eu também te amo. - Ela sorriu.
- Já está na hora de dormir, né? - Ele falou, depois de meia hora de silencio.
- É... Boa noite, Tom. - Ela se deitou.
- Boa noite.

****

Deu seis e meia e o celular de tocou Stella, do All Time Low, avisando que era a hora de acordar. Ela o desligou rápido, para não acordar Harry. Tomou um banho e foi para o seu quarto, vestir uma roupa. Pegou uma regata com a bandeira da inglaterra, um short, um casaquinho e um All star preto com detalhes prata e colocou seu colar preferido. Estava procurando seu alargador quando achou um anel que tinha lhe dado há anos, ele tinha o dezenho de uma coruja em cima. O colocou e saiu do quarto, conseguindo fazer tudo sem acordar . Ficou pronta e desceu para fazer o café da manhã, como sempre fazia.

se levantou um pouco mais tarde. Ela acordou Tom com um beijinho e foi se vestir. Ela colocou uma camisa xadrez e shorts jeans, com uma melissa que ela tinha se lembrado que havia levado. sentiu o cheiro do café-da-manhã de e logo se apressou pois estava com fome. Colocou os brincos e um colar e logo desceu.

- Bom dia, feia. - sorriu. - Quer misto quente?
- Bom dia, prostituta! - Ela riu. - Quero sim!
- Vaca. - riu e colocou um prato na mesa para , com um misto quente em cima.
- Obrigada. - riu com sarcasmo.
- De nada. - colocou outros 10 mistos em um prato grande e deixou em cima da mesa. - Vou acordar o Harry, já venho. - mandou beijo para e subiu para o quarto de Judd.
- Ok. - disse, mordendo seu misto quente.

- Bom. Dia. - disse, mordendo o lábio do namorado, que a puxou - a fazendo deitar na cama - e começou a beijá-lá. - Wow, acordou selvagem, em? - disse, depois do beijo.
- É o seu efeito em mim. - Harry riu e foi vestir uma roupa.

- Bom dia. - Dougie apareceu na cozinha, se sentando do lado de . - Quem fez os mistos?
- A . Bom dia pra você também. - Ela sorriu.
- A ? - Dougie sorriu e pegou um. - E ai, tá melhor?
- Engraçadinho. Estou sim, apesar de tudo. - Ela deu um sorrisinho fraco.
- Então tá tudo bem! - Dougie riu e foi pegar um suco na geladeira.
- É. - sorriu, mas seu sorriso logo se fechou quando ela viu Danny entrar pela porta da cozinha.
- Bom dia. - Ele sussurrou.
- Bom dia. - respondeu, terminando seu misto.
- Oi. - Dougie disse, voltando a mesa e mordendo um pedaço do misto.
- Bom dia! - riu e entrou na cozinha junto com Harry, mas logo parou de rir ao sentir o clima tenso na cozinha. - Vish.
se levantou, deixando seu prato na pia e indo pro seu quarto, passando uma leve maquiagem e perfume.
- Odeio a casa com esse clima. - disse se sentando na bancada enquanto Harry, Danny e Dougie tomavam o café.
- Eu também. - Harry concordou.
- Bom dia! - Tom chegou na cozinha.
- Bom dia, Tommy!
Tom sorriu pra e pegou um misto se sentando na mesa.
- Vou falar com a . - sorriu e foi para o quarto. - Menina, posso entrar? - bateu na porta.
- Pode. - estava no banheiro, passando brilho.
- Olá! - riu e entrou no quarto, se jogando na cama.
- Oi! - Ela colocou a cabeça pra fora da porta e sorriu para .
- Tá de boa?
- Ahaan e você?
- Também, to normal. - sorriu.
- Ah, só. - disse, se sentando na cama, meio avoada.
- Eu quero que chegue logo sexta. - riu.
- Precisamos comprar uma roupa, mas o Baile é de que mesmo? - perguntou.
- Medieval, eu acho. Hoje a gente ve na escola. - Ela deu de ombros, se levantando.
- Boto fé, vamos? - perguntou, se levantando e indo na direção da porta.
- Sim! - pegou sua mochila e foi pra sala.
- É, geralmente... - Fica quieto e vamos logo, amor! - riu, dando um beijo na bochecha do namorado.
- Nem começa. - pegou a gola da camisa de Harry e o puxou até a porta da sala.
- Louca. - riu, indo pra sala com Tom. Dougie e Danny vinham atrás.
- Nunca neguei. - deu de ombros e entrou no carro.
- Ainda bem. - Ela falou baixo.
e foram falando besteiras o caminho todo, o que foi um saco para os meninos. Eles chegaram em 40 minutos.

- Ai ! É medieval! - disse, olhando o cartaz colado na parede da escola.
- Ae, quem sabe não tem uma fantasia legal lá na sex shop? - riu.
- Não ! Nem dá ideia! - Harry disse, ciumento. - Só EU posso ver a nesses trajes de sex shop.
- É... então por que você e mais três garotos viram ela em um traje de sex shop? - usou seu lado inteligente.
- Ok, eu e eles. - Harry disse, fazendo careta.
- Cala a boca, Judd! - revirou os olhos. - Eu boto fé na ideia, ! Depois vamos lá!
- Ahaan! - sorriu, vitoriosa, para Harry.
- Mas não mesmo! - Tom abraçou por trás.
- Cala a boca, Fletcher! - repetiu. - Nós escolhemos a roupa, vocês nem opinião precisam dar.
- Não manda meu namorado calar a boca. - falou com um biquinho, fazendo surgir um sorriso no rosto de Tom.
- Viu...
- Fica quieto, amor! Quando que a gente vai lá? - Ela perguntou pra .
- Depois da aula! - riu e foi para a sala.
- Então tá. - estendeu a mão pra Tom, que se recusou a pegar.
- Vai ficar de birrinha? - Ela falou, olhando pra ele.
- É, Tom, vai ficar de birrinha? - Harry provocou.
- O que eu te disse? - revirou os olhos. - Calado!
- Vou! Você me manda calar a boca e depois quer que eu ande com você?
- É... por isso que você ME namora! Pra andar comigo.
- SÓ ISSO?
- Você não tá fazendo drama porque eu te mandei ficar calado, Thomas Fletcher. - falou, fazendo Tom revirar os olhos. - Tá bom, quer saber? Eu vou pra sala. - Ela saiu, entrando na sala e se sentando na ultima carteira.
- Vocês dois são impossiveis, sabia? - bufou e saiu sozinha, andando pesado.
- Ela que é! Quer tudo na palma da mão, aonde já se viu. - Tom foi pra sala, resmungando.
- Muito bom, ótimo. - Harry falou baixo e foi para a cadeira do lado de , sendo seguido por Danny e Dougie.
- Caralho, fica enchendo meu saco, vou dar uma surra nele, isso que ele vai ver. - resmungava baixo e não percebeu quando Rick e Jake sentaram-se do seu lado.
Ela os olhou estranho.
- Agora além de bater em homem, fala sozinha? - Jake perguntou, cínico.
- É da sua conta? - o olhou com desdenha.
- Acho que sim. - Ele sorriu, arrogante.
- Você é alguma coisa meu? - Ela riu, sarcástica.
- Você me diga.
- Que eu me lembre, não.
- Claro que não é nada dela, ela me quer. - Rick sorriu. - Mas, se você não fosse tão... Macha, eu até teria algo com você. - Rick disse, cheio se si.
- O que você falou? - disse entredentes.
- Isso mesmo que você ouviu.
não respondeu nada. Só se levantou e saiu da sala.
- FILHO DUMA PUTA! - gritou, atraindo os olhares de todos para a porta.
"Respira, RESPIRA PORRA NENHUMA NÃO! AAAH SE EU PEGO AQUELE MALDITO!" pensava, rangendo os dentes.
- O que foi isso? - perguntou, saindo da sala e indo procurar .
- O QUE VOCÊ DISSE PRA ELA, RICHARD? - Tom gritou.
- Que ela não é o tipo de garota pegável, por ser macha demais. - Ele deu de ombros.
- O engraçado é que você só pensa isso depois de APANHAR DELA, NÃO É? - Tom gritou, para a sala toda ouvir. - E ela não é macha demais, ela só é mais macha que você, que é um viadinho que não aguenta nem um tapinha. - Tom bufou e saiu da sala, procurando .
- AAAAAAARG!
- Srta. , pare de gritar agora mesmo! - Um professor chegou, interrompendo .
- FALA PRAQUELE PORRA IR SE FODER ENTÃO!
- Srta. , está suspensa! Pegue suas coisas e vá para casa.
sorriu.
- Se eu estou suspensa, então eu vou ser suspensa direito.
Ela entrou na sala e antes de pegar seu material foi até a mesa de Richard. Agarrou o garoto pelos cabelos e bateu sua cabeça na mesa, abringo um rasgo na testa dele.
- Tchau. - Ela sorriu e saiu da sala.
Dougie, Harry e Danny a olhavam estupefatos. E o resto da sala também. E do nada começou o tumulto.
- COMO ELA FAZ ISSO? - Dougie perguntou, espantado.
- Boa pergunta. - Harry disse, meio surpreso. Ele não tinha assimilado toda a ideia.
- Essa garota tá muito ferrada. - Rick falou, passando a mão na testa.
- Você que está ferrado, não consegue sentir sua testa? - Danny riu.
- É, tá sangrando. - Jake falou.

- ? - ainda estava lá fora, a procurando até que achou Tom.
- Ei, viu a ? - ELe perguntou.
- Fui suspensa. - passou por Tom e . - To indo pra casa e diz praquele viadinho que eu posso ser macha, mas ele já quis me pegar. - falou em português pra .
- Calma, por que foi suspensa? - perguntou. - E eu falo. - Ela disse, em português.
- Eu falei palavrão pro professor e ele ficou bravo. - Ela deu de ombros. - Não queria assistir aula mesmo.
- Só? - riu. - Ok, beijo, depois a gente se vê. - piscou e foi para a sala.
- Beijos. - sorriu e passou por Tom, ainda sorrindo.
- Tchau, Jaded.
- Tchau, amor. - saiu do colégio e pegou um táxi, indo pra casa.

Na sala, soltou um grito ao ver a testa de Rick.
- O que aconteceu? - Tom perguntou, entrando na sala.
- O que aconteceu? - repetiu, se sentando no colo de Harry enquanto o professor levava Rick para a enfermaria.
- A bateu a cabeça dele na mesa. - Harry falou rindo, se lembrando da cena.
- Gente! - riu. - Onde eu vi isso? - se lembrou da cena: com 12 anos fazendo nisso em uma menina da sala das duas.
- Espera... ela já expert nisso? - Danny perguntou, rindo.
- Mais ou menos. - riu.
- Eu tenho medo da minha namorada. - Tom falou, olhando pro nada.
- Então não faça nada que ela tenha que se vingar. - piscou.
- Ei, você tá bem? - Harry perguntou à .
- Estou. Sei lá. - deu de ombros.
- Certo. - Ele virou pra frente para prestar atenção na aula.

em casa aproveitou pra dormir. Ela dormiu a manhã inteira e acordou às onze, já pensando no que fazer pro almoço. Trocou as roupas que estava antes e colocou um camisão com chinelos.
- O que eu faço pra esses mortos de fome? - Disse , procurando algo na geladeira.

O resto da aula foi normal. Ninguém prestava atenção por causa do incidende Rick&.

- PORRA! - Danny gritou ao ouvir o sinal.
- Muito bom, isso que dá dormir na aula. - o reprendeu.
tinha feito pro almoço batatas fritas e strogonoff de frango. Quando terminou o almoço era meio-dia e meia, e os garotos ainda não tinham chegado. Então, ela pegou seu amplificador do Ipod e ligou música alta. No inicio, ela dançava devagarzinho, até que subiu no sofá e começou a pular, quando tocava I May Be Rude, But I'm Truth, do Cobra Starship.
- Wow, isso é uma cena legal. - riu, depois de abrir a porta e ver dançando no sofa.
- AND I MAY BE RUDE BUT I'M THE TRUTH! - gritava apontando pra .
- Ok, não precisa gritar. - riu e deixou a mochila no sofá.
Então o modo aleatório mudou a música para Teenage Dream e cantava, dançando.
- You think I'm pretty without any make up on, you think I'm funny when I tell the punch line wrong,i know you get me so I let my walls come down, down!
- Before you met me I was allright but Things were kinda heavy, you brought me to life, now every february you'll be my valentine, valentine. - cantarolou, abraçando Harry.
- Let's go all the way tonight, no regrets, just love We can dance until we die, you and I, we'll be young forever! - cantou pra Tom, pulando no sofá.
- YOU MAKE ME FEEL LIKE I'M LIVING A TEENAGE DREAM, THE YOU TURN ME ON I CAN'T SLEEP LET'S RUN AWAY AND DON'T EVER LOOK BACK DON'T EVER LOOK BACK! - saiu do abraço de Harry e subiu no sofá, junto com .
- My heart stops when you look at me, just one touch now baby I believe this is real so take a chance and don't ever look back, don't ever look back!
- I'm get your heart racing in my skin tight jeans, Be your teenage dream tonight. Let you put your hands on me in my skin tight jeans, Be your teenage dream tonight. - bateu na bunda e riu.
- Tonight, tonight! - riu de , sentando no sofá, ofegante.
- YOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOU. - cantou, rindo.
- Ai eu cansei! - riu.
- Sem graaaça! - jogou uma almofada nela, ainda em pé no sofá. - Só por que eu entrei no clima.
- Eu to pulando aí tem um seculo, sem contar que eu fiz o almoço! - riu. - E ainda fui suspensa. Mas eu tenho alguns dias naquela escola. - Ela fez uma careta.
- Vaquinha. - revirou os olhos e desceu do sofá, indo para a cozinha.
- É. - Ela riu, coçando os olhos.
- Ok, estou com fooooooome! - gritou da cozinha.
- Pega a comida então! Poxa, eu já fiz o almoço e arrumei a mesa, quer o que mais? Que eu mastigue pra você? - se queixava, fazendo um biquinho.
- Não, não quero que você mastigue para mim, idiota! - gritou. - Eu só queria compania para comer, sabe? Mas tudo bem, eu como sozinha. - Só se ouviu os barulhos de gavetas e portas abrindo e fechando. - All by myself, don't wanna be. All by myself!
- É pra isso que existe UMA MESA DE ALMOÇO! PRA QUATRO GAROTOS E UMA GAROTA VIREM ALMOÇAR DO LADO DE UMA FOREVER ALONE! - gritou.
- Quer saber? Eu vou comer sozinha. Não preciso de vocês. - arrumou seu prato e começou a comer.
- A tá estranha. - Harry comentou.
- VAI TOMAR NO CU, ENTÃO! - subiu pro seu quarto e ficou lá.
- Ela não é a única. - Tom comentou.
- Mas a foi suspensa, tem como entender. - Harry deu de ombros.
- Isso é verdade. - Tom concluiu, subindo as escadas até o quarto de .

- O que queeeer? - fez drama, se arrastando até a porta.
- Ficar com você.
- Vem aqui, meu pudinzinho! - abraçou Tom, puxando ele pra dentro.
- Bem melhor. - Tom riu e a abraçou de volta.
- Ai... e a escola? - perguntou, dando um selinho nele.
- Você a deixou bem mais divertida! - Tom riu.
- Bom saber que até sem a minha presença eu tenho presença. - Ela riu.
- Que frase mais contraditória. - Tom riu e a abraçou.
- É porque eu sou difícil. - riu, sentando no colo de Tom.
- Eu que sei. - Tom a ajeitou e a beijou.
- Uhum. - Ela retribuiu o beijo.

- Pronto, terminei. - saiu da cozinha, com o nariz empinado. Deu lingua para os meninos que estavam na cozinha e foi para a varanda, com seu exemplar de Neon Azul e começou a ler, deitada no sofá que tinha lá.

- Eu sentia tanta falta de te beijar assim. - sorriu, interrompendo o beijo.
- Jura? - Tom riu. - Então que tal compensarmos a falta? - Tom sorriu, malicioso.
- Agora? - Ela empurrou Tom, fazendo ele deitar. Ela deu um beijo em seu pescoço.
- É claro. - Tom riu, enquanto passava a mão nas costas dela.
- Huummm. - piscou, olhando pro rosto de Tom. - Não sei... se você merece.
- Qual é, ? - Tom resmungou, enquanto mordia a orelha dela.
- Não quero engravidar. - Ela deu de ombros.
- E quem disse que você vai? - Tom perguntou, sorrindo.
- Tom, deixa isso. Agora não. - Ela saiu do colo de Tom e se pôs em pé do lado da cama.
- Ok, não vou forçar nada. - Tom sorriu e a beijou na bochecha.
- Bom saber que você é bonzinho! - deu um sorriso. - Mas só pra você saber, eu prefiro os garotos maus. Então, trate de ter mais atitude, viu? - Ela completou.
- Vou me lembrar. - Tom riu.
- Tá com fome? - Ela perguntou, saindo do quarto.
- Não muita. - Tom deu de ombros e se levantou.
- Eu fiz almoço, vem ficar na cozinha comigo. - Disse .
- Ok. - Tom pegou no colo e a levou pra cozinha. - Gostou da atitude? - Ele sussurrou no ouvido dela.
- Gosteeei. - Ela riu, maliciosa. - Assim você me seduz fácil!
- Ok, já sei o que fazer então. - Ele riu, a colocando no chão da cozinha.
- Nossa, você é rapido, né? - riu, pegando um prato e colocando comida.
- Você nem imagina. - Tom sorriu, malicioso.
- Ai, tá me provocando.
- Claro, pô.
- Pelo menos me deixa comer! - Ela sentou, comendo.
- Tô te segurando? - Tom perguntou, rindo.
- Eu vou te bater!
- Ok, parei. - Tom riu, mordendo a orelha dela.
- Eu vou fazer o que? Você não para! - Ela riu.
- Não paro mesmo. - Tom riu e mordiscou o pescoço dela.
- Ta bom, chega. - Ela nem tinha terminado a comida e sentou no colo de Tom, beijando-o.
- Viu, se eu ficar insistindo você desiste fácil. E ainda se diz difícil. - Tom riu.
- Você quer que eu pare? - riu.
- Não. - Tom riu.
- Então fica quieto aí. - Ela levantou, puxando ele pro sofá.
- Assim que eu gosto! - Tom riu, enquanto se sentava no sofá.
- Ah... assim.... - voltou a sentar no colo de Tom, beijando primeiro sua bochecha.
- ! - Tom resmungou.
- E assim? - Ela beijou seu pescoço, dando uma lambidinha.
- Bom também. - Tom se arrepiou.
- E se eu morder? - Ela piscou, mordendo o pescoço de Tom.
- Wow, que cena. - Harry apareceu na sala, rindo.
- Ah, droga. - Tom falou.
- Você sempre interrompe tudo, Judd! - saiu do colo de Tom.
- Desculpa. - Harry de desculpou. - Viram a ?
- Não. - respondeu.
- Tá, voltem para... O que estavam fazendo. - Harry sorriu e subiu as escadas.
- AAAI SEU IDIOTA! - riu.
- Por que? - Harry riu e entrou no quarto.
- Vamos subir. - falou, pegando na mão de Tom, que dava beijinhos no seu pescoço.
- Vamos.
Quando entraram no quarto de Tom, ele agarrou , fazendo ela se impressionar.
- Tom, o que deu em você? - perguntou, enquanto ele desabotoava seu casacão e dava beijos em seu pescoço.
- Você é a razão da minha safadeza! - Ele riu.
- Ui! - Ela piscou, tirando a camisa dele.
- Mas eu sou bem mais safada, então eu fico aqui! - riu, passando por cima de Tom e beijando-o.
- Nossa...
- Calado!

- ? - Harry apareceu na varanda.
- Oi, amor. - sorriu, fechando o livro.
- Tá tudo bem?
- Sei lá... Tô estranha, não sei. - deu de ombros.
- Chega pra lá. - Harry se sentou do lado dela. - O que você tá sentindo?
- Não sei, eu estou dormente ultimamente. Sei lá.
- Como assim?
- Porra, não sei, Judd! - se revoltou.
- Calma, ! Eu só quero te ajudar, pequena.
- Pequena não, era como o Dougie me chamava. - revirou os olhos. - Olha, amor, deixa eu ficar um pouco sozinha, please?
- Ok, Ok! - Harry se revoltou e saiu, resmungando.

- Eu tenho que fazer alguma coisa! Não aguento mais ver eles dois juntos! - Dougie resmungou pra Danny.
- Eu boto fé, dude. O que podemos fazer? - Danny perguntou.
- A gente sai e sei lá, embebeda eles até não dar mais.
- Eu boto fé em fazerem isso no baile, que tal? - Danny sugeriu.
- Sim! - Ele sorriu.
- Ok, então tá de boa. - Danny sorriu.
- Isso, não vai ter mais namorinho e a vai estar livre pra mim. - Dougie sorriu. - E a pra você!
- Ok, vamos colocar o plano em ação, então?
- Vamos! - Dougie sorriu. - E vamos lá, você chama a e eu chamo a .

estava deitada, olhando pra Tom, quando ouviu alguém bater a porta.
- OMG, e agora? - correu pro banheiro, com suas roupas na mão.
- Finge normalidade! - Tom sussurrou, colocando a camisa de volta.
- Posso entrar? - Danny perguntou.
- Pode. - Tom abriu a porta, com os cabelos bagunçados, os botoes da camisa abertos e um sorriso no rosto.
- Oi, Tom. - Danny riu. - Posso falar com a... Quer saber, esquece. - Danny deu de ombros e saiu do quarto.
- O que...? - Tom perguntou.
- O Danny já foi?
- Já.
- Nossa, eu gelei. - botou a mão no coração.
- Relaxa, . - Tom riu e a deu um selinho.
- É, mas ele tá gostando de mim. Como eu vou relaxar? Ele me ofendeu. - Ela fez um bico.
- Verdade. - Tom assentiu. - Mas e ai?
- E aí o que?
- Foi... Bom? - Tom perguntou, rindo.
- Não.
- Que? - Ele arregalou os olhos.
- Foi ótemo! - Ela riu.
- Idiota. - Tom riu e a abraçou.
- Idiota é você, por ainda acreditar em tudo o que eu digo. - Ela devolveu o abraço.
- Sei lá, né. - Tom riu.
- Ai ai. Nunca me imaginei assim. - riu.
- Eita. - Tom riu. - Tá com fome? Eu to.
- Eu almocei! E você também já... - riu, maliciosa.
- Safadinha. - Tom riu e abriu a porta. - Vamo! Eu quero comeeer! - Tom fez manha.
- Vamos. Mas eu não vou comer mais, eu já comi. NÃO QUERO FICAR GORDAAAAAA! - foi pra cozinha com Tom.
- Como se você fosse gorda. - Tom revirou os olhos.
- Eu sou uma baleia. - Ela sentou na cadeira e ficou esperando por Tom.
- Calada. - Tom pegou um prato e encheu de comida e se sentou na mesa.
- Vocês comem tanto e não engordam. Eu como um morango e já to com 50 quilos a mais. - ignorou Tom.
- Ai, fica queta. - Tom riu. - Você é perfeita.
- Você que é. - Ela sorriu ao ouvir as ultimas palavras saírem da boca de Tom.
- Boba. - Tom a deu um selinho.
- É... - falou.

- E aí? - Dougie perguntou, quando viu Danny voltando.
- Nada.
- Por que?
- Sei lá, amarelei. - Danny riu.
- Besta. - Dougie revirou os olhos, rindo.

estava deitada, olhando o céu. O que estava acontecendo com ela? Nem ela sabia. Só estava... Cansada, entediada, algo assim.
Cansou de ficar sem fazer nada e foi para o quarto de Harry.
- Amor? - abriu a porta.
- O que? - Harry respondeu, irritado.
- Calma. Desculpa, Harry. - se sentou do lado dele, que virou o rosto. - Vai ficar de manha?
- Não. - Harry disse, ainda olhando para o banheiro.
- Harry. - colocou as mãos no rosto dele e o forçou a olhar para ela. - Para com isso, amor.
- Não, eu quero te deixar sozinha.
- Ah Judd! - riu e o deu um selinho, demorado. - Para de bobagem! Eu amo você, seu dramático.
- Eu também te amo, sua emo. - Harry riu e a deitou na cama, se deitando em cima dela e a beijando.

- O que será que aquele garoto queria? - se perguntou.

- Boa pergunta. - Tom disse, terminando de comer.
- Eu vou lá em cima ver umas coisinhas, amor. - levantou.
- Ok. Eu vou lavar a louça.
- Tá. - Ela saiu, indo pro quarto e encontrando no corredor.

- Oi. - disse rápido e continuou seu caminho ao quarto.
- Oi... o que houve? - perguntou, vendo que a amiga estava estranha.
- Nada, sei lá.
- Ah, tá. - Ela não tinha entendido.
- Esquece, .
- , o que aconteceu? Se você não falar, eu trago o Harry aqui.
- Nada, eu não sei. Deixa quieto, .

- Ai ai. - Ela revirou os olhos, pegando o celular. - Ih, aqueles bestas lá da escola mandaram um sms.
- Quais bestas? Os dois idiotas lá?
- É... me ameaçando! - riu, lendo que se ela fizesse algo mais com qualquer um dos dois, iriam acabar com ela.
- Que lindo. - riu e pegou o celular, lendo o sms.
- Hehehe. - Ela fez uma cara maliciosa, mas não safada, e sim má.
- Coitados, gente! - riu e entregou o celular a .
- Eu vou responder.... - Ela disse rindo. "Faça o que quiser, gracinha, eu não tenho medo de você." ela colocou na mensagem e mostrou à .
- Coloca que você tem sua gangue. - disse, rindo.
- Eu tenho minha gangue, e se vocês mexerem comigo... tão fudidos. - Ela riu. - Agora quero ver o que eles vão tentar fazer. - Disse pra .
- Isso vai ser LINDO! - riu, jogando uma almofada em .
- Vai. - Ela sorriu, enviando o sms. - Você não sabe, . - disse sorrindo boba.
- O que?
- Aconteceu.
- O que? - repetiu.
- Aquela coisa que duas pessoas que se amam muito fazem. - Ela riu, envergonhada.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! NÃO ACREDITO! MINHA PEQUENA CRESCEU. - pulou em . - E ai, foi bom?
- Aaaai que vergonhaaa! - tapou o rosto, rindo. - Foi...
- Larga de ser idiota. - lhe deu um pedala. - Ok, que mais?
- Como assim que mais?
- Detalhes, do tipo... Sei lá. - ficou vermelha. - É... Grande?
- AAAI CAT! é. - Ela disse baixo.
- Eita, nunca imaginei. - disse, pensativa. - Sempre achei que o dele seria o segundo menor.
- Eu nunca vi o dos outros. - Ela deu de ombros.
- Eu também não, né? - disse. - Mas sei lá... O Dougie deve ter o menor, eu sempre achei que o Harry tinha o maior, o Danny o segundo e o Tom o terceiro. - disse, como se fosse a coisa mais natural.
- Tá, vamos parar de falar disso. - riu. - E você e o Harry, como estão?
- Ok. - suspirou. - Sei lá.
- Ai, você é a pessoa mais confusa que eu co... AI PORRA! - pulou quando o celular apitou um novo sms.
- O QUE FOI, PORRA!
- Sms do... James? - Ela fez uma careta.
- JAMES? JAMES? BOURNE? COMO ASSSSSIM? - tomou o celular da mão da amiga. - QUAL É A MALDITA SENHA DESSA PORRA?
- 1007.
- AH, DESISTO. - disse, jogando o celular na amiga. - ESTOU CONFUSA DEMAIS PRA APERTAR ESSES BOTOESINHOS MALDITOS.
- Ai vadia! - Ela pegou o celular, digitou a senha e jogou em . - Vou ler essa mensagem não, lê você. - fez um biquinho.
- Ok, sua frouxa. - riu e pegou o celular. - Hm, ele quer sair com você. COMO ASSSIM? POR QUE? MAS VOCÊ TÁ COM O TOM! E está muito bem. - disse, sorrindo maliciosamente.
- Ai paraaa! - tapou o rosto. - Fala pra ele que putas não saem com James Bourne.
- Não, fala você! - riu e jogou o celular de volta.
- Tá bom. - digitou e enviou a mensagem, recebendo a resposta de Rick em seguida. - Olha aí! - Ela disse rindo, mostrando o celular pra . "Então amanhã você tem o que merece." Dizia a mensagem.
- Eita porra, isso foi uma ameaça. - disse, séria. - Ele que tente fazer alguma coisa.
- Ele que tente mesmo. - falou.
- Caralho, agora to' preocupada.
- Amor, você viu... - Tom chegou no quarto, e viu a expressão das garotas.
- Oi.
- Tá tudo bem? - Ele perguntou.
- Sim... - disse sorrindo.
- Entre vocês dois estava. - disse, maliciosa. - Ok, parei com a brincadeira. O Rick tá ameaçando a ! - disse, rápido e indo pro outro lado do quarto.
- Como? - Tom pegou o celular da mão de e no mesmo instante chegou a resposta de James.
- Me dá isso! - Ela pegou o celular.
- Você tava falando com o James? - Ele perguntou.
- Não, ele me chamou pra sair e eu respondi que não. - Ela deu de ombros.
- E o assunto não é esse, Tom. - pegou o celular de e colocou na mensagem de Rick, entregando à Tom. - Olha ai, o viadinho.
- Quem é ele pra te ameaçar. Sabe que você tem a força de 3000 gorilas e ainda mais, que viadinho! - Disse Tom, fazendo rir.
- É lindo isso, eu aqui preocupada e o Fletcher fazendo piadinha. - disse, batendo em Tom.
- Mas é, ! Você nunca apanhou dela. - Ele riu.
- Você que nunca apanhou de mim! Tom, isso é serio! E se ele me bater? - perguntou, preocupada.
- Você que pensa, Thomas. - disse, o repreendendo. - Já tivemos nossas brigas.
- É... foi tenso. Um dia eu bati tanto na ... mas depois ela foi e me bateu, e eu fiquei com meu braço engessado um tempão. - Ela riu, se lembrando da briga das duas.
- Então, ela é a única pessoa que já me viu com muita raiva e que eu realmente quis bater. - riu. - A única pessoa viva. - disse, dramática.
- Nossa! Diz a que nunca quase foi presa. - falou, se lembrando do dia que a polícia quase a prendeu.
- Verdade. - riu. - Mas eu tava brincando, nunca matei ninguém. Mas já quis.
- Ok, voltando ao assunto. - Tom as tirou das lembranças. - E o que vamos fazer?
- Vou fazer a coisa mais louca que eu nunca ousei em fazer na minha vida. - falou. - Se o Tom não ficar com ciúmes, claro.
- Você não vai...
- Eu vou ter que fazer!
- Não, .
- Ai, amor, vai ser só dessa vez. E se ele fizer alguma coisa comigo.
Tom fez um bico, fazendo sorrir.
- Eu estou voando, ok? - comentou.
- Ela vai beijar aquele babaca lá. - Disse Tom, ainda com um bico.
- Ok, que nojinho. - comentou. - A gente tem que avisar o resto, né?
- Que resto? - perguntou.
- Dougie, Danny e Harry. Sua burra. - riu.
- Por quê? - Ela perguntou, confusa.
- Por que sim, ué. Se o Rick trouxer a gangue dele, temos que ter a nossa.
- Ah, sim. - riu, fazendo uma cara má. - Espera eu só fazer uma ligação aqui, tá? - Ela pegou o celular, ligou pra alguém e dez minutos depois voltou.
- Pra quem ligou? - Tom perguntou, confuso.
- Um cara aí. Digamos que se a gente precisar de reforços, ele aparece com uns "amiguinhos". - Ela riu.
- James? - perguntou, com uma sobrancelha levantada.
- Que? Frango não, um cara muito massa. - Disse , se referindo à Carlos (o cara que sentou do lado dela no avião.)
- Hm, depois me fala. - piscou. - Tom, chama lá os meninos,
- Tá. - Tom disse, saindo e resmungando algo indecifravel.

- A tá chamando. - Ele apareceu no quarto de Harry e depois fez o mesmo com Danny e Dougie.
- Ok, o que foi? - Harry perguntou, irritado, quando já tinha chegado Danny e Dougie.
- Fala aí, . - disse, se sentando.
- O Rick tá ameaçando a . - disse, olhando feio para Harry. - E ele vai fazer alguma coisa com ela amanhã. E eu achei que vocês deveriam saber. - se virou e se sentou no chão, encostada na parede.
- O... mas... Peraí por que? - Danny perguntou.
- Por que será, Danny? - perguntou, óbvia. - A abriu a testa dele!
- É... - riu.
- Ok, então se ele fizer alguma coisa na a gente bate nele. - Dougie disse.
- Isso! - Tom falou. - A gente tem que proteger nossa branquela. - Ele piscou pra .
- Nossa branquela, Tom. - piscou, rindo.
- Isso aí! - riu.
- Lindo, agora posso ir? - Harry perguntou.
- Vai, garoto, aproveita e toma no cu. - disse, intolerante à ignorância de Harry.
- Me deixa. - Harry revirou os olhos e saiu do quarto. , ao ver ele fazer isso, segurou o choro e saiu do quarto, indo à cozinha.
- Santo seja Deus! - colocou as mãos no rosto. - E depois a gente que é impossível!
- O que aconteceu com os dois? - Dougie perguntou.
- Não sei, a não quis me falar. - deu de ombros.
- Não é melhor você ir lá? - Danny perguntou.
- É, eu vou lá. - se levantou e saiu do quarto.

- Não vai chorar por isso. Não é motivo! - disse sozinha, na cozinha, enquanto colocava suco de laranja no copo.
- , trate de me falar o que aconteceu. - chegou na cozinha, parando ao lado de .
- Não aconteceu nada! - disse, alto. - Só estou assim ultimamente!
- Você não vai falar mesmo?
- Não tem nada, . - disse, cansada. - Eu só estou assim. É sério. E o Harry está puto por que eu não dei pra ele. Bem, eu acho. - completou.
- Ai ai. O QUE? ELE... TÁ COM PROBLEMINHA? Foi bom você ter falado, eu ia ficar muito constrangida em ouvir isso da boca dele. - Ela deu uma risadinha. - Mas amiga, tenta relaxar, fica de boa, vai pra um spa e tals.
- Idiota. - riu. - Eu sei lá, to ficando puta muito rápido, chorona muito rápido, feliz muito rápido... Arg. Que ódio!
- É a TPM. Ou você... você não tá gravida, né? - perguntou, arregalando os olhos.
- ESTOU MI, COMO DESCOBRIU? - disse, irônica. - Deve ser a TPM, mas eu nunca fui assim! Arg.
- É a mudança de lugar. - Ela deu de ombros.
- Pode ser. - assentiu. - Ok, agora é ir enfrentar o Judd, né?
- Quer que eu fale com ele antes? - perguntou, atenciosa.
- Please?
- Ok. - Ela deu um beijo no topo da cabeça da amiga e foi para o quarto de Harry.

- Oi? - bateu na porta.
- Oi.
- Posso entrar? - Ela perguntou, parada na porta.
- Eu ainda não tomei no cu.
- Eu faço você tomar, se não parar de criancisse.
- Entra logo!
- Harry, não adianta você ficar bravinho, querido. - Ela se sentou na cama, olhando Harry.
- Mas , ela começou a ficar assim comigo do nada. Daí eu deixei ela ir, de boa. Quando ela volta pra mim e eu mostro o que eu quero, ela vai e sai.
- Uai, talvez não era a hora certa pra ela, Harry.
- E por que ela fica bravinha, chorosa e...
- TPM. - interrompeu.
- Só isso?
- É. A gente mudou de um lugar totalmente tropical para outro completamente diferente, com a umidade diferente. O clima tem culpa também. - Ela deu de ombros.
- Ah, tá.
- Mas vai passar, e ela vai voltar a ser aquela foguete de sempre! - piscou para Harry.
- Que bom que pelo menos você é otimista nessa casa. - Harry sorriu.
- É... - Ela sorriu de volta.

foi da cozinha para o quarto, pegando o notebook da amiga para mexer. Conversou com os amigos e ficou procurando na internet uma roupa medieval para usar no baile.

- Tá bom, bebê? - sorriu para Harry mais uma vez. - Tudo vai ficar bem, é só você esperar passar esse tempo e a fica bem.
- Tá bom, .
- Eu vou lá no Tom, tá?
- Tá.
- Se ela vier falar com você, fala com paciencia e calma.
- Eu já entendi!
- Ok. - Ela riu e deu um beijinho em Harry, e saiu do quarto.

- , , ?! - saiu do quarto correndo, vendo ela sair do quarto de Harry. - Achei a roupa perfeita pro baile! - Ela sorriu.
- Deixa eu veeer! - pulou em .
- Vem! - riu e levou para o quarto das duas. - Que tal? - mostrou a roupa no notebook.
- Uooohohoho. - sorriu maliciosa. - E a minha? - Ela fez um bico.
- Taaambém achei! - piscou. - Achei 3, escolhe ai. - mostrou uma vermelha com preto, uma verde e uma roxa.
- UOU! Eu quero a vermelha! - riu.
- Sexy! - riu. - E ai, falou com o Judd? - perguntou, fechando o notebook.
- Falei. Só espera um pouquinho pra conversar com ele, porque a criança também tá afetada. - piscou.
- Ok, mas eu to agoniada! - deu um pulinho. - Odeio estar bipolar.
- Você vai... - tampou a boca e correu para o banheiro.
- Ei, tudo bem? - foi atrás, vendo a amiga fechar a porta do mesmo.
- Ahaan! - Ela gritou de lá. - É a alergia ao creme de leite!
- Tem certeza? - peguntou, desconfiada. Logo afastou o pensamento, não era possível. - Ok, quer alguma coisa?
- Não, eu to bem! Eu não to gravida. - riu, limpando a boca.
- Eu sei, pensei nisso. - riu.
- Nem tinha como. - Ela riu também.
- Exatamente. - piscou.
- Então... eu vou lá no meu namorado, tá? - sorriu, indo até a porta.
- Vai, vou esperar o meu relaxar um pouco. - piscou.
- Tudo bem. - saiu, indo até a sala, onde estava Danny, Dougie e Tom. Ela se sentou ao lado do namorado e o abraçou.
- Passou o medo de ser morta? - Ele perguntou rindo.
- Eu nunca tive.

- ? - Harry entrou no quarto.
- Oi. Eu tava dando um tempo pra você relaxar um pouco pra ir falar com você. - se sentou na cama, olhando pra baixo.

- Nossa, que garota destemida! - Tom riu.
- Eu sou. - empinou o nariz e fez um biquinho. - Que tá passando na TV?
- Nada. - Dougie deu de ombros.
- Põe no canal de filmes de terror!
- Você não se cansa de ver filmes de terror, baixinha? - Tom perguntou.
- Não.
- Serei Serial Killer no futuro e tenho que me inspirar desde cedo. - falou, fazendo todos os garotos da sala arregalarem os olhos. - Calma, calma, é brincadeira!
- De você, não duvido mais nada. - Dougie riu.
- Uma coisa é certa: eu nunca vou fazer alguma coisa sem me dar motivo. - Ela falou.
- Isso eu já imaginava. - Tom riu e a deu um selinho.
sorriu e olhou pra TV, assistindo Halloween.
"Eles estão muito grudados, não tem como separar!" Danny pensou.

- . Me desculpa se eu tentei fazer algo que você não queria. - Harry se aproximou e se sentou do lado dela.
- Tudo bem, né? E me desculpa por estar bipolar ultimamente. Eu te avisei, não estou sabendo de nada que to sentindo. - disse, olhando para ele. viu a expressão de Harry ficar fria de repente. - Não nesse assunto, seu idiota. - riu. Harry sorriu ao ouvir a risada que tanto amava.
- Eu te amo, sua bipolar.
- Seu irritadinho. - sorriu e o abraçou.

- Ai, merda, de novo! - correu pro banheiro, vomitando. A alergia realmente tinha lhe feito mal (é alergia mesmo, não gravidez ¬¬').
- O que... - Tom falou baixo.

- Ei, vamos descer? - Harry perguntou.
- Vamos. - sorriu e abriu os braços, pedindo colo.
- Folgada. - Harry balançou a cabeça e a pegou no colo, levando até a sala.

?Por que eu tenho certeza que ele está pensando que estou grávida?" pensou, vendo a cara de Tom, quando saiu do banheiro.
- Você tá bem? - Ele perguntou.
- Antes que você pense outra coisa, eu tenho alergia à creme de leite. Sim, estou bem! - falou baixo, só para Tom ouvir.
- Você me matou de susto! - Tom disse, rindo e suspirando.
- Eu faço isso mesmo.

- Bú! - gritou, rindo.
- Era pra assustar? - perguntou, fazendo todos da sala rirem.
- Na verdade não, era pra você completar. - fez bico, enquanto Harry a sentava no sofá.
- Ai, me desculpa! NDA, pra você. - Ela deu uma risadinha.
- E forma... - piscou.
- Bunda. - Harry riu, se sentando do lado dela.
- Pronto! - riu, se encolhendo no namorado.
- Vocês tem probleminhas. - Dougie comentou.
- Percebeu agora, pequeno Dougie? - piscou.
- Eu não tenho problemas. - fez um bico.
- Não, magina. - disse, irônica.
- Eu não sou problemática, só sou diferente. - Ela disse, fazendo uma careta pra .
- Também. - riu.
- Cuida aí da sua vida, antes que eu faça o que o Myers ali tá fazendo! - apontou quando aparecia uma cena de decaptação no filme.
- Ai ai, suas ameaças de filme de terror não me assustam mais. - riu.
- E até parece que eu irei deixar você fazer isso, né ? - Harry sorriu.
- Você não estará conosco o tempo inteiro. - disse, sorrindo diabólica.
- Bem, se for assim. Agora estarei. - Harry disse abraçando .
- AAAAI QUE AMOOOOOOOR! - gritou, sorrindo. - Por que você não é fofo assim? - Ela deu um tapinha em Tom, deixando o garoto sem fala.
- Mas, amor...
- Tudo bem, eu te aceito como você é. - Ela sorriu, dando um selinho demorado em Tom.
- Que lindo. - sorriu.
- A gente é mais. - Harry sussurrou em seu ouvido, a fazendo rir.
- Eu sei. - deu um selinho nele.
- Competição pra ver quem é mais lindo? - perguntou, erguendo as sobrancelhas. - Prefiro não provar, isso não é coisa que se brinque.
- Fica quieta ai no teu canto. Ok? - fez um joinha e beijou o namorado.
- Eu estou quieta. - Ela se virou pra TV e voltou a assistir o filme.
- Bem melhor. - riu depois do beijo.
revirou os olhos e quando ela foi revidar, foi interrompida por Danny.
- PAREM! - Ele gritou, deixando as duas com os olhos arregalados.
- O que foi isso? - Harry perguntou, com uma sobrancelha levantada.
- O que diabos foi isso? - perguntou.
- Vocês são impossíveis! - Danny falou.
- Cala a boca, Danny. - disse, o fitando.
- Arg. - Danny saiu, indo pro seu quarto.
- O que acabou de acontecer? - Tom perguntou.
- Tô tentando entender. - Harry respondeu.
- Eu nunca vou entender. - Dougie deu de ombros.
- Vai ver! - Tom falou pra , que o olhou com uma cara de "WTF?". - Você começou a briga.
- M...
- Vai logo.
- Táqueopariu, só sobra pra mim. - fez bico.
- Ninguém tem culpa se você é a consoladora-mor. - Harry riu.
- Quieto. - Ela apontou pra Harry e foi até o quarto de Danny.
- Danny? - bateu na porta.
- O que você quer, garota? - Ele abriu a porta com raiva, surpreendendo .
- E-eu vim falar com você. - falou, amedontrada. "VOCÊ GAGUEJOU, JUMENTA, AGORA ELE VAI ACHAR MESMO QUE VOCÊ ESTÁ COM MEDO!" ela pensou.
- O que? - Ele perguntou.
- Por que você tá tão nervoso?
- Acho que só você ainda não entendeu que eu gosto de você. - Danny disse, surpreendo de novo. Ela ainda não tinha ouvido isso da boca de Danny.
- E é por isso que está me tratando... e aos outros mal?
- Em parte, sim.
- Por que só em parte?
- Porque, se você não tem, eu tenho sentimentos, e ontem você me magoou muito.
- Você me chamou de safada!
- Você é!
- Danny Jones, repita isso e eu nunca mais olho na sua cara.
- , você é a mais safada de todas que eu conheço. - Ele disse, encurralando em uma parede.
- Me solta!
- Não. Acho que você disse que nem olhar pra mim ia mais? Faz a merda e depois põe a culpa nos outros. - Disse Danny segurando os pulsos de .
- O que eu fiz?
- Primeiro: me conheceu, que segundo você disse, foi um erro. Segundo: fez eu me apaixonar completamente por você. Terceiro: ficou comigo, olha outro erro! Quarto: me deu e está me dando atenção, e que coincidencia, você só erra! - Danny dizia nervoso, e a cada palavra fazia os olhos de se encherem mais de lágrimas.
- D...
- Insensível, sem sentimentos, cabeça-dura, idiota, chata, baixinha, meio vadia, irritante e maligna. - Ele interrompeu , fazendo ela arregalar os olhos e se debater. - Como pode ser tudo isso e ao mesmo tempo ser linda, meiga, fofa, inteligente, atraente, a garota que todo garoto sonha em ter e ainda apaixonante, fazendo dois, ou até mais, garotos ficarem tão babados por você.
- Por que você faz isso? - se debateu, tentando se soltar de Danny.
- Isso o que?
- Me faz sentir um lixo. - Ela deixou lágrimas caírem.
- Não se acostumou a ouvir a verdade? A chorar na frente de alguém? A amar alguém? - Ele soltou seus pulsos. - Não, né?
- Seu idiota. - Ela o empurrou.
- Por ter falado a verdade? Por nada ser como nos filmes, não é, Branca-de-neve? - Danny ergueu as sobrancelhas, deixando sem resposta. Quando ela ia sair do quarto, Danny a puxou pelo braço e olhou em seus olhos.
- Não adianta nada ficar com raiva de mim. - Ele disse.
- Me solta, se não eu grito. - Ela disse, limpando uma lágrima.
- Aí eu vou ser obrigado a te calar.
- Faz um favor, Danny. Se você gosta tanto de mim como você disse, cuida da sua vida, e me deixa, falou? - disse, tentando puxar seu braço.
- Você é parte da minha vida.
- Eu... o que você disse? - Ela o olhou, surpresa.
- Que você é parte de mim. - Danny disse, fazendo soltar o próprio braço à força. E então correu, correu pra longe daquela casa.

estava na sala, conversando com os meninos quando viu mi sair correndo pela porta. Automáticamente saiu correndo atrás dela, nem precisou raciocinar para saber o que fazer.
- ! Calma!
- , eu preciso ficar sozinha. - Ela disse, limpando as lágrimas que escorriam.
- Certeza?
- Absoluta.
- Tá bem. - abraçou a amiga rápido e limpou uma lágrima que escorria. - Te amo, Ok?
- Eu também te amo, e diz pro Tom, que independente de tudo, eu o amo muito. - disse chorando.
- Ok. - beijou o topo da cabeça da amiga. - Só não vai longe ok? E leva meu celular, quando for pra te buscar, liga pro seu. - entregou o celular para ela e voltou para a casa. Danny Jones ia ouvir umas coisas.
- Tá. - Ela saiu, foi até um parque que tinha lá perto e ficou sentada num banco.
- Cadê o Danny? Tá lá em cima? - perguntou, subindo as escadas.
- Tá, por que? - Harry respondeu e só ouviu em resposta o barulho de uma porta batendo.

- O QUE FOI ISSO?
- ISSO NÃO FOI NADA, DANIEL JONES! E É BOM VOCÊ ABAIXAR ESSE TOM DE VOZ, OUVIU? - o ameaçou.
- O que foi?
- O que você disse para a ?
- O que ela merecia ouvir, oras. - Ele respondeu.
- AH, FOI? ENTÃO, ELA MERECIA OUVIR QUE É UMA ÓTIMA PESSOA, UMA AMIGA FIEL, E EU TENHO CERTEZA QUE SE ELA TIVESSE ESCUTADO ISSO ELA NÃO TERIA SAIDO CORRENDO DA CASA.
- ELA ME MAGOOU! AQUELA...AQUELA GAROTA PARTIU MEU CORAÇÃO! - Danny dizia.
- IDAI? O DOUGIE PARTIU MEU CORAÇÃO, E EU O FIZ CHORAR? NÃO! SEU IDIOTA! AGORA ME DIZ EXATAMENTE O QUE VOCÊ FALOU PRA ELA. AGORA!
- Que ela não tem sentimentos, que é uma insesível, a garota que eu mais quero, e... - Ele se sentou na cama.
- VOCÊ DISSE QUE ELA NÃO TEM SENTIMENTOS? INSENSIVEL? DANIEL! ELA CANTOU UMA MÚSICA PRA VOCÊ PARA NÃO TE MAGOAR, ELA SÓ TE MAGOOU POR QUE VOCÊ MAGOOU ELA PRIMEIRO! E AI QUE VOCÊ QUER ELA? SUPERA! ELA TÁ NAMORANDO SEU MELHOR AMIGO, você é homem o bastante pra superar isso? - bufou. Olhou para o rosto de Danny e viu o medo estampado em seu rosto. Era a primeira vez que ele a via puta. E a primeira vez na viagem que ela realmente estava puta. - E O QUE?
- Nada. - Ele disse.
- NADA O CARALHO. ME DIZ AGORA!
- EU A AMO! EU AMO A GAROTA QUE É NAMORADA DO MEU MELHOR AMIGO! EU SOU MUITO IDIOTA, EU PERDI, PERDI QUEM EU MAIS QUERIA!
- ISSO, É PRA VOCÊ APRENDER. E AGORA, DEPOIS DE TER FALADO TUDO ISSO PRA ELA, VOCÊ PERDEU DE JEITO. - bufou, de novo. - EU NÃO CONSIGO OLHAR PRA SUA CARA, DANIEL. - bufou e saiu do quarto, indo pegar o celular de e indo sentar na varanda.

- O QUE ACONTECEU? - Tom perguntou, entrando em desespero, pra .
- NADA. - bufou. Era uma das suas marcas, quando estava realmente puta, não parava de bufar. - A pediu pra mim te dizer que ela te ama muito, independente de tudo.
- Ai meu Deus, o que o Danny fez? - Ele perguntou.
- Vai perguntar pra ele. - disse, revoltada. Pensou direito e logo segurou Tom. - Não, deixa que eu te conto. Ele falou umas coisas pra ... A chamou de insensível de novo, disse que ela não tem sentimentos, e deve ter a chamado de puta, de novo.
Tom estava boquiaberto. - Por que ele disse que a não tem sentimentos? Ele que a ofendeu e vai e fala mais merda.
- Não sei nem quero saber. No momento, não quero ver o Danny nem pintado de ouro. - se sentou no sofá.
- Onde ela tá?
- Não sei, ela não me disse. Tommy, fica aqui, deixa ela sozinha um pouco. Quando ela estiver melhor, ela disse que ia me ligar. E eu prometo que você vai ser o primeiro a saber quando ela ligar Ok?
- Ok. Não sei o que faria sem você aqui, . A têm muitos problemas, por ser bonita demais, fofa demais, amável demais. - Tom disse, rindo.
soltou uma risada, meio histérica por causa da raiva acumulada.
- Bruta demais. - piscou.
- Louca demais. - Ele riu. - Minha demais.
- Nossa demais. Não se esqueça que ela também é minha. - fez bico.
- Ela é minha namorada, então mais minha. - Tom fez bico também.
- Nem pensar. Conheço a mais tempo, ganhei. - deu espaço para Tom se sentar do lado dela.
- Ah, tabom. - Ele sentou ao lado de , rindo.

estava sentada, observando alguns casais fazendo piquenique no parque, algumas pessoas correndo e uns bichinhos comendo restos de comida. Não deixou de reparar quando um moço passou correndo e olhando pra ela. "Eu o conheço?" ela pensou. Então o moço voltou, e em um momento de distração de , ele sentou ao seu lado.
- Oi. - Ele disse, assustando .
- Você. - disse, revirando os olhos, quando viu que era Rick.
- Euzinho. - Rick sorriu.
- O que você tá esperando?
- Esperando pra que?
- Pra sair daqui! - Ela disse.
- Eu não vou sair. - Ele disse
- Então eu saio. - se levantou, e Rick puxou seu braço com força, trazendo pra perto de si. - O que você quer?
- Ainda não entendeu? As mensagens não te disseram nada? Burrinha você, ein?
- Me solta. - Ela tentou se soltar do garoto, que segurou seu outro braço, colocando-a de frente.
- Não. Você vai ter o que merece.
- É? Vai fazer o que? Me bater? Me xingar? Me colocar na cadeia? - Ela falava com sarcasmo.
- Só pensa isso de mim? Que eu vou te destruir? Fala sério, , você que complicou tudo! Tava tudo perfeito pra gente ficar, daí você vem e bate no meu amigo, depois em mim, não cansa?
- O que você quer que eu pense? Seu amigo xingou minha melhor amiga de puta, você acha que eu deveria deixar barato? E você também, não me xingou de macha? Só dei pros dois o que mereciam. E ainda achei que foi pouco.
- Pouco? Você quer mesmo acabar com todo mundo, não é? Só se importa com você mesma.
- Claro que não! Só sou boa com quem merece que eu seja, Richard! - Ela falou.
- E eu mereci que você me batesse quando nos conhecemos no aeroporto? Ou quando conversamos com vocês no recreio?
- Se você não tivesse sido tão idiota com os meus amigos, talvez não. - tentou se soltar das mãos do garoto, falhando completamente.
- Por que liga tanto pra eles?
- Porque eu amo meus amigos. E se você não se lembra, um deles é o meu namorado.
- Ainda está junto com o sequelado do Fletcher? ! Você consegue coisa melhor!
- Tipo você? Que só se contenta com a desgraça dos outros? Que só serve pra xingar quem você não gosta? É, o dia que eu achar alguém melhor que o Tom, eu vou casar com essa pessoa.
- Então pronto, já achou.
- Aonde? Eu só to vendo você, e você não é melhor que o Tom. Nunca será. - Ela se aproximou, cutucando o garoto.
- Isso é você que diz.
- Você é melhor? Prova. - o olhou com os olhos semi-cerrados.
- Quer mesmo? - Ele aproximou ela.
- Não me beija. Não se aproxima mais de mim, se mata. - Ela disse com raiva.
- Você pediu para mim te provar, não foi?
- Arg, seu idiota. Me solta, Rick! - Ela se soltou dos braços do garoto, só que ele a agarrou, beijando-a.
- Me solta! - o empurrou, o derrubando na grama.
- Você é a mais... a mais vadia que eu já conheci. Sem sentimentos. - Ele reclamou, enquanto se levantava.
não aguentava mais ser chamada assim.
- EU SOU SEM SENTIMENTOS, RICK? EU ACABEI DE MOSTRAR O TANTO QUE EU AMO O MEU NAMORADO QUANDO TE EMPURREI! - gritou, fazendo todos do parque a encararem. - VADIA É A SUA MÃE! - deu um soco em seu nariz e saiu correndo, indo para qualquer outro lugar.
- Merda, merda, merda! - Ela dizia, discando o numero para ligar pra .
"Atende!" Ela ligou pra .
acabou cochilando apoiada em Tom, que também dormia. Ouviu tocar The Ballad Of Monalisa, mas ignorou, se esquecendo completamente de . Ouviu uma tosse e abriu o olho, vendo Harry com o celular na mão e com uma espressão fria.

'Say what you mean, tell me I'm right, and let the sun rain down on me.'

- É a ! - pulou, acordando Tom e atendendo o celular. - Alô? - respondeu. 'Depois me viro com o Judd', ela pensou.
- , eu TÔ MUITO PUTA! CARALHO QUE VIADO DE GAROTO DA PORRA QUE QUE ELE ACHA QUE....AAAAAAH! Tá bom, tábom. Eu não sei aonde estou. - Ela gritou, dando pra todos ouvirem.
- Ok, calma! Me dá detalhes de onde você tá enquanto eu pego a chave do carro. - disse. - Depois me resolvo contigo, Ok? - disse para Harry, lhe dando um beijo rápido na bochecha e indo para o carro.
Quando estava no final da escada, gritou: - TOM, TO INDO BUSCAR A MI!
- VOCÊ VEM ME BUSCAR? NÃO, EU VOLTO PRA CASA! SOCORRO! - começou a gritar, sabia o tanto que a amiga dirigia mal (nem tão mal, só pior do que ela kk).
- INGRATA! - gritou, entrando no carro e rindo.
- Pede pro Tom vir me buscar. - Ela disse, entrando em pânico.
- Ok. - saiu do carro e foi correndo para casa, quase caindo em cima de Tom ao abrir a porta. - Vai lá buscar ela. - entregou o celular.
- ?
- Ai, Tom, vem logo, tá escurecendo e passando umas pessoas muito estranhas aqui. - Ela havia mentido pra , para a segurança da amiga.

- Harry! - subiu as escadas e viu Harry sentado na varanda.
- O que?
- Nem começe a ficar grosso, ouviu?

- Tá, amor, aonde você exatamente está?
- Eu não sei... tem um barzinho e uns caras que fumam e eu to ferrada se eles olharem pra mim, anda logo! - Ela tentava falar o mais baixo possível.

- Como você quer que eu fique? Você, agora mais cedo, não quis deitar comigo e agora você já estava ai dormindo com o Tom?!
- Caralho Harry! Eu não quis transar com você, é diferente! - disse, cansada. - Eu peguei no sono do lado dele, caralho Judd, é tão difícil confiar em mim?
- Quer mesmo que eu responda?
- VOCÊ É IMPOSSIVEL! VOCÊ E ESSAS CRISES DE CIÚMES INÚTEIS! VOCÊ NÃO VÊ QUE ISSO SÓ ESTÁ DESGASTANDO A NOSSA RELAÇÃO, HARRY?- bufou. Estava cansada de gritar hoje. - QUER SABER, EU NÃO CONSIGO, NÃO AGORA. - deu meia volta e foi para o quarto.

- Eu chego em cinco minutos. - Ele disse.
- Ok, vem logo.
Em cinco minutos, como Tom havia falado, ele chegou aonde estava. Ela entrou no carro chorando, e Tom a abraçou.
- O que foi?
- Tá tudo sendo difícil, Tom.
- Como assim?
- O idiota do Richard tava lá no parque e ficou me provocando, e ele me beijou, Tom, sem contar que eu to muito nervosa, o Danny e... - Ela começou a chorar, enquanto Tom dava a partida no carro.

- POR QUE EU NUNCA DOU UMA DENTRO! QUE MERDA! - Harry chutou a mesa. Em um dia havia brigado duas vezes com a mulher que amava. Se continuassem assim, ele iria perde-lá. E isso era uma coisa que ele não ia deixar acontecer.

- Ele... e o que você fez?
- Eu empurrei ele na grama.
- , calma, tá bom? O que ele disse de tão ruim?
- Disse que você não era bom pra mim, que eu merecia alguém melhor. - Ela passou a mão no braço, onde Rick havia pegado.
- Viado.
Eles chegaram rápido, e assim que chegou, subiu para seu quarto, dando de cara com Danny no corredor. Ela o encarou e passou direto.

- Oi, tá melhor? - perguntou ao ouvir a porta abrir. Ela estava deitada na cama, com o rosto no travesseiro.
- É... - Ela respondeu, dando um sorrisinho.
levantou o rosto do travesseiro, mostrando que estava todo amassado. - Certeza?
- Sim. - riu de . - O que aconteceu?
- Harry. - disse se deitou com o rosto no travesseiro.
- Ai Jesus, aquele garoto não tem jeito. - Ela deu de ombros, e sentou no chão.
- Duas vezes.
- Ai, ai. Tô cansada de ficar aqui, nesse quarto, com dor nas costas. - Ela se levantou. - Quer ir no estúdio comigo?
- Vamo né. - se levantou, indo no banheiro lavar o rosto.
- Ai, que saudade da minha música! - disse, sorrindo quando saiu do quarto.
- Saudade do meu Brasil. - fez bico. - Sem ciúme, drama, brigas...
- Só você que não tinha brigas lá. - Ela riu. - Mas não tinha drama. Nem ciúmes. Nem namorado.
- Eu tinha brigas, mas você sabe, eu sou melhor com as palavras, você com a força. - piscou.
- É. - Ela parou na frente da porta do estúdio e a abriu. - Musica! Piano! Guitarras! Se eu pudesse, vivia só disso. - se jogou no sofá do estúdio.
- Não é? - foi correndo até o microfone. - 'How can you treat me like that when I give my all to you' - cantarolou That's The Truth.
- Canta, ! - Ela levantou, ficando em pé no sofá.
- Do começo? - perguntou. - O massa é como essa frase combina com o momento.
- Não. Vai, me dá uma guitarra! Vamos Rockar!
- Ai, qual música então? - disse, entregando uma guitarra à .
- Bon Jovi? - Ela riu.
- Wanted Dead or Alive? - piscou.
- It's my life. Não sou tão boa a esse ponto! - Ela riu.
- Poxa. - fez bico.
- Fala isso pra minhas unhas, que começaram a quebrar nas aulas de guitarra e eu desisti. - fez bico também.
- Ok. Vai It's My Life então. - se deu por vencida.

This ain't a song for the broken-hearted
No silent prayer for faith-departed
I ain't gonna be just a face in the crowd
You're gonna hear my voice
When I shout it out loud
diz:
*It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life

tocava a música, se expressando e dançando.
cantava de olhos fechados, mais se importando em se divertir do que cantar.

This is for the ones who stood their ground
For Tommy and Gina who never backed down
Tomorrow's getting hard make no mistake
Luck ain't even lucky
Got to make your owns breaks

- Que barulheira é essa? - Tom se perguntou.
- Vem do estúdio. - Harry resmungou.

It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life

Better stand tall when they're calling you out
Don't bend, don't break, baby, don't back down

cantou essa parte mordendo o lábio, fingindo seduzir alguém que estava sentado no sofá. Começou a rir e quase perdeu o ritmo da música.

It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life

It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life

- Tá ouvindo uma gritaria? - Dougie perguntou, chegando onde os garotos estavam.

- IT'S MY LIFE! - gritou.

- É do estúdio, vamo lá. - Tom disse, indo para o estúdio.
- SOMOS MUITO BOAAAAAS. - gritou, rindo.
- Ahaaan! Vou cantar outra! É assim:
- Vai lá, gata! - piscou.

Why you wanna tell me how to live my life?
Who are you to tell me if it's black or white?

cantava Have a Nice Day, ainda do Bon Jovi.

Momma, can you hear me? Try to understand
Is innocence the difference 'tween a boy and a man
My daddy lived a lie, that's just the price that he paid
Sacrificed his life, just slaving away
Oh, if there's one thing I hang onto
That gets me thru the night
I ain't gonna do what I don't want to
I'm gonna live my life
Shining like a diamond, rolling with the dice
Standing on the ledge, I'll show the wind how to fly
When the world gets in my face
I say...
Have a nice day!
Have a nice day!

- São... as garotas? - Harry sorriu.

Take a look around you, nothing's what it seems
We're living in a broken home of hopes and dreams
Let me be the first to shake a helping hand
Anybody brave enough to take a stand
I've knocked on every door, on every dead end street
Looking for forgiveness and what's left to believe

dançava cantando pra , que ria da amiga.

Oh, if there's one thing I hang onto
That gets me thru the night
I ain't gonna do what I don't want to
I'm gonna live my life
Shining like a diamond, rolling with the dice
Standing on the ledge, I'll show the wind how to fly
When the world gets in my face
I say...
Have a nice day!
Have a nice day!

- É... Bon Jovi! Quem tá tocando o solo? Meu Deus! - Tom falava.

Oh, if there's one thing I hang on to
That gets me through the night
I ain't gonna do what I don't want to
I'm gonna live my life
Shining like a diamond, rolling with the dice
Standing on the ledge, I'll show the wind how to fly
When the world gets in my face
I say...
Have a nice day!
Have a nice day!
When the world keeps trying to drag me down gotta raise my hands,
gonna stand my ground I say, hey
Have a nice day!
Have a nice day!

se curvou, em cima do sofá, mostrando que tinha terminado a música.
- Ae, sua foda! - aplaudia, rindo.
- Sou mesmo! Agora põe a guitarra do meu tchutchuco no lugar. - riu.
- Calma, qual foi aquela música que você me ensinou? - perguntou, colocando a guitarra.
- Qual?
- Tô tentando me lembrar, calma ai! - riu, olhando a guitarra.
- Poxa, amiga, assim fica fácil! - Ela disse irônica.
- Shiu! - gritou
- Elas pararam. - Dougie disse, se encostando na porta.
- Calma, lembrei! - riu e começou o toque inicial.
- Eu conheço essa? - riu.
- Não sei, acho que não foi essa que você me ensinou. - piscou.

It's too late baby, there's no turning around
I've got my hands in my pocket and my head in a cloud
This is how I do
When I think about you
I never thought that you could break me apart
I keep a sinister smile in a hole in my heart
You want to get inside
Then you need to get in line
But not this time

- Cante mais, cante mais! - riu.

Cause you caught me off guard
Now I'm running and screaming

- Quem tá cantando essa música? - Dougie perguntou.
- A , certeza. - Harry disse.

I feel like a hero and you are my heroine

won't try to philosophize
I'll just take a deep breath and I'll look in your eyes
This is how I feel
And it's so surreal
I got a closet filled up to the brim
With the ghosts of my past and the skeletons
And I don't know why
You'd even try
But I won't lie

ficou olhando cantar, ela sempre admirou muito quando cantava.

You caught me off guard
Now I'm running and screaming

I feel like a hero and you are my heroine
Do you know that your love is the sweetest sin?
And I feel a weakness coming on
Never felt so good to be so wrong
Had my heart all locked down
And then you turned me around
I'm feeling like a new born child
Every time I get a chance to see you smile
It's not complicated
I was so jaded

E na ultima palavra dessa estrofe piscou para . Ela sabia que nessa música não tinha o mesmo sentido, mas era impossível cantar ou ouvir Jaded e não se lembrar da amiga.

And you caught me off guard
Now I'm running and screaming

I feel like a hero and you are my heroine
Do you know that your love is the sweetest sin?
And I feel a weakness coming on
Never felt so good to be so wrong
Had my heart all locked down
And then you turned me around
I'm feeling like a new born child
Every time I get a chance to see you smile
It's not complicated
I was so jaded

E sorriu.
- Eu amo essa música, só não me lembro que me ensinou a tocar. - fez careta.
- AAAAi amigaa! Deixa eu cantar uma pra mim. A minha música, nunca ouvida por mim mesma. - Ela levantou e sorriu.
- Ela vai cantar Jaded! - Tom falou.

Hey...J J Jaded
You got your mamma's style
But you're yesterday's child to me
So Jaded
You think that's where it's at
But is that where it's supposed to be?
You're gettin' it all over me
X-rated

sorriu pra .

My my baby blue
Yeah I been thinkin' 'bout you
My my baby blue
Yeah you're so Jaded
And I'm the one that jaded you

Hey...Ja Ja Jaded
In all it's misery
It will always be what I love...and hated
And maybe take a ride to the other side
We're thinking of
We'll slip into the velvet glove
And be jaded

My my baby blue
Yeah I been thinkin' 'bout you
My my baby blue
Yeah I'm so Jaded
And baby I'm afraid of you

- Ai se prepara, ouve ouve ouve! - falou.

You're thinkin so complicated
I've had it all up to here
But it's so overrated
Love and hate it
Wouldn't trade it
Love me Jaded...yeah...yeah

- AAAH CARALHO, SUA VOZ FICOU PERFEITA NA MÚSICA! - gritou, rindo.
- EU VOU CHORAAR!
- NÃO VAI, NÃO AGORA! - riu. - Termina a música primeiro!

Hey...Ja Ja Jaded
There ain't no baby please
When I'm shootin' the breese with her
When everything you see is a blur
And ecstasy's what you prefer
My my baby blue
I'm a talkin' 'bout you
My my baby blue
Yeah I been thinkin' 'bout you
My my baby blue
Yeah you're so Jaded
(Baby)
Jaded
(Baby)
You're so Jaded
'Cause I'm the one that Jaded you

Na ultima palavra, uma lágrima escorreu dos olhos de .
- E... - sorriu, sem graça.
- Linda! - a deu um beijo no rosto.
- Obrigada, amiga. - Ela respondeu.
- De nada, amor!

- Wow. - Tom comentou, depois que a música acabou.
- Wow mesmo. - Disse Dougie.

Danny estava no seu quarto quando ouviu uma musica baixa tocar. Vinha do quarto das garotas, era o celular de .
- Aiai, pode ser importante. - Ele pegou o celular e foi procurando-a pela casa ate que viu os garotos na porta do estúdio.
- A ta ai? - Danny perguntou.
- Tá. ela tá cantando com a . - Tom respondeu. - Por que?
- O celular dela. - Ele abriu a porta e viu as duas garotas o encarando.
- Danny? - perguntou.
Ele nao respondeu, apenas deu o celular pra e saiu.
- Alo?
- Escuta, garota. Eu tava evitando falar, mas agora que você me provocou eu vou falar tudo.
- Rick?
- RICK? - disse, exaltada. Logo levou a mão na boca, com medo de algum dos meninos terem escutado.
- Seu namoradinho ai diz que te ama, nao e? Ja que ele te ama tanto, pergunta pra ele se ele lembra da Rachel.
- D-do que você ta falando?
- Só pergunta. - Ele disse, desligando.
estava em choque, ate que se virou pra Tom.
- Quem e Rachel?
- O QUE?
- Quem e Rachel, Tom?
- Vish... - Harry falou.
- Como assim vish, Judd? - perguntou.
- Era minha namorada no inicio do ano. - Tom disse.
- E o que você fez? - perguntou.
- Ela engravidou. - Tom respondeu deixando e boquiabertas.
- Wow. Co... Como assim? - perguntou.
- Voce a deixou? - perguntou enfurecida.
- Eu e que nao ia cuidar daquela crianca.
- Oh! - levou a mão a boca.
- Seu... Idiota! - Disse , saindo do estúdio.
- Caralho, Tom. - disse, com desdém, segundo .

- Que animal! Por que eu sempre escolho a pessoa errada? - perguntava pra si mesma com lagrimas nos olhos.
- Para com isso! Ele pode ser um imbecil, mas ele gosta de você, ! Ele pode errar e tudo mais, mas se ele não tivesse largado a tal Rachel, vocês não estariam juntos!
- Voce nao sabe se ele disse que amava aquela garota so pra transar com ela, ! E se ele nao me ama? Se so disse que sim pra ter Alguem pra ficar?
- Se fosse realmente assim, ele não estaria junto com você até agora.
- Eu nao vou ficar mais com ele, nao me importa se ele me ama.
- E se você ama ele? Importa? , eu acho que antes de você decidir qualquer coisa, você deveria conversar com ele.
- Eu posso ate ama-lo, mas eu supero. - disse, insensível.
- Ok. Eu sei que você supera, mas vai lá conversar com ele, ok?
- Agora nao. - Ela se sentou no sofa da sala.
- Ok. Quer alguma coisa? Quer que eu fique aqui com você?
- Pode ser. - estava com lagrimas nos olhos.
- Ok. - se sentou do lado de e a abraçou.

- A gente te falou que nao era pra você namorar a Rachel. - Disse Dougie.
- E agora, a tá puta contigo. Parabéns. - Harry completou.
- Eu gostava da Rachel. Voces sabem que a gente ficou seis meses juntos, so que ela teve que ir pra Florida. Eu nao ia sair daqui pra cuidar de uma irresponsabilidade dela. - Disse Tom.
- Então vai explicar isso pra , por que ela acha que a Rachel ainda mora aqui, e que você é só mais um filho da puta que passou pela vida dela. - Danny comentou, encostado na parede.
- Nao se intromete, você fez ela chorar, seu idiota! - Tom disse pra Danny.
- Do mesmo jeito que você acabou de fazer, mas acho que esconder um filho é pior do que chamar de insensível. - Danny disse, cínico.
- Danny e Tom, não comecem! - Harry gritou.
Tom se encontrou com as mãos fechadas em punho, querendo bater em Danny, mas logo desistiu e foi procurar .

- !
- Sai daqui. - Ela nem se incomodou em olhar pra Tom.
- , deixa eu conversar contigo!
- Conversar o que? Vai falar que você me ama? Ha, não. - dizia com desdém.
- Eu iria falar, se você se importasse, né? - Tom disse, se segurando.
- Thomas Michael Fletcher, sai daqui. - disse, o encarando. - Sai e não provoca!
- É, Tom. - disse, deixando uma lágrima de raiva escorrer. - Sai e não provoca.
Tom encarou as duas e foi pro quarto. É, tudo tinha escapado de suas mãos.
suspirou fundo e engoliu o choro, mas deixou algumas lágrimas escorrerem."Ai Meu Deus."
- Ei, pode chorar, agora é a única coisa que você tem pra fazer é chorar. Estravaza!
- Eu não vou chorar. - Ela limpou o rosto e voltou a prestar atenção na TV.
- Sim, para de segurar, ! Eu to falando sério, só vai piorar as coisas. - se levantou. - Vem, vamos pro quarto e ai você descarrega tudo, antes que te consuma.
Ela segurou na mão de e foi até o quarto, e lá chorou, chorou e chorou. Nem a amiga tinha visto chorar tanto.
- Vem, deita no meu colo. - colocou um travesseiro em seu colo.
- Ai, amiga, já é a segunda vez. - chorava, se lembrando do namoro onde o garoto tinha feito praticamente a mesma coisa.
- Eu sei, eu sei amor. - começou a fazer cafuné em sua cabeça. - Se acalma, ok? Tudo vai dar certo, igual a última vez que deu.
- É, e aí eu me torno uma insensível de vez.
- Ei, você não é insensível! Se você realmente fosse, você não estaria chorando assim. Você estaria fria, sem dar a mínima.
- Se eu tivesse ouvido o Danny...
- Como assim?
Quando se deu conta no que tinha falado, arregalou os olhos e suspirou.
- Nada.
- Nada é? Sei. - suspirou.
- É, nada.
- Ok. - deu um beijo em sua testa.

- E agora volta aquele clima tenso dentro de casa. - Dougie falou.
- E quando que ele foi embora? - Harry comentou, indo para a sala.
- Nunca, pelo menos foi menor durante um tempo. - Ele deu de ombros.
- Verdade. - Harry concluiu. - Onde será que o Tom tá? E a e a ?
- A deve tá muito puta com o Tom, então não estão juntos. Ela deve estar com a . - Dougie deu de ombros.
- É. Eu queria ficar com a um pouco. - Harry fez bico, fazendo Dougie bufar.
- A precisa mais, não é? - Danny falou, passando pelos garotos.
- De que?
- Da ?
- Ah, é. Mas eu quero. - Harry fez birra.

Nesse instante, saiu do quarto, melhor, e foi até a porta da sala. Ela estava de short e uma camisetinha azul.
- Eu estou indo ao mercado, alguém quer ir? - Ela informou, tranquila.
- Tá melhor? - Harry perguntou, a abraçando e dando um beijo na cabeça dela.
- Eu quero. - Danny disse, automáticamente.
- Sim, estou. - Ela sorriu, mas logo ergueu uma sobrancelha pra Danny. - Anda logo.
- Ok. - Danny disse, sorrindo, indo atrás dela.
- Por que veio junto? - perguntou, fria.
- Por que eu quero me desculpar, agora você precisa de um amigo, não do idiota que eu estava sendo.
- Ah, tá. Vai ser muito fácil te desculpar depois de tudo que você disse pra mim.
- E eu, em algum momento, disse que seria fácil? - Ele sorriu. - Fácil ou não, eu não vou desistir. Se esqueceu? Você faz parte da minha vida.
ficou quieta e Danny a abraçou por trás. Ela tentou recuar, mas não queria, ela se sentia bem quando abraçada à Danny.

- ? - Harry bateu na porta do quarto.
- Entra amor. - respondeu e ele abriu a porta.
- Tô com saudade.
- De que?
- De você. - Ele sorriu, fazendo rir e o chamar com o dedo. - Dude, você fica muito sexy fazendo isso, já te disse?
- Pode ter mencionado, não me lembro agora. - mordeu o lábio dele e o beijou.

- O que veio comprar aqui? - Danny perguntou.
- Sorvete.
- Ah, !
- Tem razão. - Ela fez um biquinho. - Sorvete e chocolate. - sorriu.
- E bebidas! - Danny sorriu.
- Eu querendo me consolar... mas bebidas consolam melhor. - fez uma careta. - Pega lá, eu pego o sorvete e o chocolate.
- Ok! - Danny piscou e foi até a sessão de bebids.
foi até o freezer e pegou um pote de Haagen Dasz de cookies (*-*) e foi pegar o chocolate, enquando Danny pegava Vodka e Tequilla.
- Pronto? - se encontrou com Danny no caixa.
- Sempre. - Danny riu e pegou a carteira.
- Danny, não precisa pagar! - falou.
- Claro que preciso. - Danny tirou o dinheiro e entregou para a caixa.
- Besta. - fez um bico e pegou as sacolas.
- Só um pouco. - Danny piscou e pegou uma sacola da mão de .
- Cavalheiro demais... você é tudo demais, garoto. - riu.
- Desculpa?
- Não, eu gosto de você assim. - Ela falou. "Cara, eu sou muito burra. O Danny é tão fofo comigo." sorria.
- Ótimo. - Danny sorriu e a abraçou.
sorriu pra Danny e eles foram pra casa em silencio.
- AONDE VOCÊ ESTAVA? - Tom recepcionou , assim que ela chegou.
Ela o olhou estranho com cara de "Isso é da sua conta?".

- Harry, se segura! Preciso respirar! - riu, afastando sua boca da dele.
- Ai, é a saudade! - Ele riu.
- Harry, posso te perguntar uma coisa? - perguntou, se ajeitando nos braços dele.
- Pode. - Harry começou a mexer em seu cabelo. - Eu não tenho um filho por ai.
- Harry! - o repreendeu, recebendo um selinho. - Ok, bom saber disso.
- Bobinha. - Harry riu.

- Ela estava no mercado. - Danny entrou na casa. - Comigo.
- E... desde quando você sai com o Danny, ? - Tom perguntou, enfurecido.
- Desde que eu não sou mais sua namorada. - falou, deixando Tom boquiaberto.
- Touchè. - Danny sorriu.
- Seria bom me avisar isso, não acha? - Tom ignorou Danny.
- Seria bom você me avisa que engravidou uma garota, não acha? - Ela respondeu, sarcástica.
- Touchè. - Danny repetiu.
- CALA A BOCA, DANNY!
- Não manda ele calar a boca! Você é o unico idiota aqui, Tom! - disse, surpreendendo Tom e Danny.
- Você tá defendendo ele? - Tom perguntou
- E se sim? Você vai fazer o que? - Ela perguntou, desafiando-o.
- E... - Tom não conseguiu falar nada, simplesmente se virou e subiu para o seu quarto, batendo a porta.
se sentou numa cadeira da cozinha e respirou fundo. Colocou a mão na testa e percebeu que estava quente, de raiva.
- Ei. Calma. - Danny se ajoelhou em sua frente.
- Eu to calma. - Ela sorriu estranho.
- Certeza?
- Sim. - disse, deixando uma lágrima escorrer.
- Sei. - Danny limpou a lágrima e a abraçou.
- Que bom que você sabe. - Ela encostou a cabeça em seu peito e fechou os olhos, sentindo o perfume de Danny.

- Estou com fome! - pulou da cama.
- Eu também. Vamos sair nós dois? - Harry perguntou, se espriguissando.
- Vamos. - deu um pulinho. - Agora vai se arrumar, vou tomar banho.

- Se acalmou? - Danny perguntou, fazendo cafuné na cabeça de .
- Ahaan. - Ela sorriu.
- Bem melhor. - Danny sorriu.
- É...
- Quer tomar sorvete vendo filme de terror? - Ele perguntou.
- Quero! - disse, sorrindo.
- Tá, vai lá na sala ligando a TV que eu levo as coisas.
- Ok. - foi até a sala, colocou no canal que passava A Bruxa De Blair e ficou esperando Danny.
- Aqui! - Danny apareceu cinco minutos depois com o sorvete e duas colheres na mão. sorriu em resposta e fez com a mão pra ele sentar do seu lado.

- Pronta, ? - Harry perguntou, entrando no quarto.
- Não. - respondeu do banheiro.

- Essa parte me dá um medo cabuloso. - dizia, quando passava a parte de escuridão total no filme.
- Então vem aqui pertinho de mim. - Danny disse, ficando ainda mais perto de .
- Por que você tá tão fofo comigo? - Ela perguntou, constrangida.
- Por que depois de ser um idiota, eu devia isso pra você. - Danny sorriu. - E por que eu te amo.
- Mas você sabe que eu não amo você, por que continua me amando?
- Boa pergunta. - Ele olhou pro filme. - Se eu não posso ter você como eu quero, está bom te ter como amiga.
- É. Peraí, como você me quer? - fez uma cara estranha ( loilinha bulinha).
- Como... Namorada.
gelou ao ouvir a palavra sair da boca de Danny. Ela sentiu sua respiração parar e se afastou dele um pouco.
- Q-quem sabe um dia você consiga. Eu não vou voltar com o Tom, de maneira nenhuma. - Ela deu um sorrisinho.
- Eu vou esperar. - Danny sorriu e a puxou de volta para o seu abraço.
diz:
- É. - Ela voltou a prestar atenção no filme

- Ai , que demora! - Harry reclamou.
- Eu estou tentando ficar bonita para você, ingrato. - abriu a porta, sorrindo. Ela usava uma blusa preta, com uma saia média dourada, uma carteira dourada e um sapato de salto alto preto.
- Como se isso fosse difícil. - Harry pegou a mão de e a rodou.
- Na verdade... É, um pouquinho. - sorriu e o abraçou.
- Calada, você é linda.
- Men. - Selinho. - Ti. - Selinho. - Ro. - Selinho. - So! Agora vamos! - puxou Harry pela mão e o levou para fora do quarto.

- Ai Danny! - disse, quando o garoto mordeu sua bochecha.
- Você tava com uma carinha tão fofinha, que deu vontade de morder.
- Você só pode ser gay!

- Sem fazer barulho ou movimentos bruscos. - sussurrou, do alto da escada, enquanto tirava o salto para não fazer barulho.

- Eu? Gay? Você não pode falar que um homem é gay sem aguentar as consequencias. - Ele disse.
- Aé? Vai fazer o quê? Han? - o desafiou.

- Pensando bem, o encontro pode esperar. - se sentou na escada, um degrau abaixo de Harry e se encostou nele.
- Por que? - Harry perguntou.
- Calado! - exclamou, baixo.

- Posso provar de um jeito que você não vai gostar muito...
- Como?
- Assim. - Danny a beijou.

- Oh. Meu. Deus. - sorriu.
- É, tipo isso.

- Danny...
- Shhh. - Ele se virou de novo pra ver o filme.

- Ok, agora podemos ir. - piscou para Harry. - Babes, estamos saindo, beijos. - mandou beijo para e Danny e foi até o carro, colocando o sapato no meio do caminho.
- Beijos. - sorriu.
- Quer mais? - Danny fez uma carinha fofa, mas não respondeu.

- Ok, estou um pouco confuso. - Harry disse, ligando o carro.
- Não é o único, amor. - sorriu.
- Será que ela terminou com o Tom? - Harry perguntou.
- Provavelmente. - pensou. - Ah, não sei o que pensar, bem, desde que chegamos.
- Em relação a que, ?
- Tudo. - se encostou no banco.
- Ah, tá. Tudo o que? - Ele riu.
- Tudo, seu idiota! - riu. - Dougie, Londres, você, ... Tudo.
- Dougie? - Harry disse, tenso.
- É.

- Danny, para! Se alguém pega a gente aqui vai achar que eu sou atirada. - falou, interrompendo Danny que dava beijinhos em seu pescoço.
- Bem, o Dougie deve estar ocupado, e o Tom puto da vida no quarto, e o casal saiu. Quem iria?
- Não sei, mas só... - Antes dela terminar a frase Danny já estava beijando-a, e ela não o impediu.

- Por que o Dougie? - Harry perguntou, parando em um restaurante.
- Harry, crise de ciúmes? Hoje?
- Por que ele, ?
- Ah, eu me recuso a responder.
- Você ainda ama ele, não é?

- Eu te amo. - Danny interrompeu o beijo e falou no ouvido de .
- Danny, por favor...
- Eu sei que você não me ama, mas eu quero que a cada minuto você saiba que eu te amo. - Ele disse, olhando nos olhos de .
- Para de ser assim comigo, você me faz sentir mal. - disse.
- Por que?
- Porque você gosta de mim, só que eu não gosto de você, mas eu quero você e...
- O que você disse? - Ele sorriu, vitorioso.
- O que...
- Você me quer? - Danny disse rindo.
- É, eu me sinto tão... bem com você, você é fofo, me trata bem, faz eu me sentir amada.
- Porque eu te amo, eu já falei.
- Eu gosto de ouvir isso de você. - Ela sorriu.
- O dia que você me amar, pode ter certeza que eu vou ser uma das pessoas mais felizes do mundo.

- Não, Harry! - riu. - De onde você tirou isso?
- Sei lá. Eu... Meio que pensei nisso, hoje.
- Por que?
- Não sei, bem. Não é só você não sabe o que pensar.
- Sobre nós? - perguntou, enfática.

- Danny, você é perfeito. Lindo, fofo, amável, doce, verdadeiro... apesar de ser um bobão! - riu, dando um beijinho de esquimó nele (narizinho *-*). - Eu queria muito saber porque você não namora alguma garota logo.
- É porque a que eu quero não tá disponível pra mim. Ela não gosta de mim, sabe?
- Sei... acho que ela vai gostar um dia, ela te acha fofo.
- Se ela só ficasse comigo eu estaria feliz. - Danny disse.
- Ah, boto mó pilha que ela tá muito a fim de ficar com você. - fez um biquinho fofo.

- Não só sobre nós, . Sobre tudo! Tudo aconteceu tão rápido. Não só entre a gente, mas entre todos! A acabou de beijar o Danny, e ela terminou com o Tom hoje!
- O que você está insinuando, Harry Judd?
- Nada.

- Mas eu não quero que ela fique com você! - Ela completou.
- Por que? - Danny arregalou os olhos.
- Porque você é MEU fofo. - sorriu. - Eu quero que você seja meu fofo, e não dessa garota aí.
- Que garota boba! Eu vou ser seu fofo pra sempre. - Ele disse.
- Bom mesmo. - Ela virou pra TV e o filme tinha acabado, passaram o filme todo conversando. - Bom, eu vou dormir. - se levantou.
- Já?
- É... preciso estar bem pra amanhã.
- Tá bom, então. Boa noite.
- Boa noite, Danny. - Ela subiu, colocou seu pijama da Betty Boop, escovou os dentes e foi dormir.

- Ok, não estou no clima para um encontro. - se levantou, indo de volta para o carro.
- , espera! - Harry foi atrás e viu encostada no carro, olhando a rua.
- Vamos. - esperou Harry abrir o carro e entrou.
- , minha lin...
- Não, está bem? Não. - ficou o caminho todo olhando pela janela. não percebeu, mas Harry viu quando algumas lágrimas escaparam.

e Harry entraram em casa em silêncio. Cada um foi para um quarto, foi para o seu tirar sua maquiagem e vestiu seu blusão com um número 9. Se deitou na cama e não conseguiu dormir, pegou seu celular, seu fone, e foi para a varanda. Ficou ouvindo Thunder, Hero/Heroine e as outras músicas do Boys Like Girls até amanhecer, pegando no sono 10 minutos depois.

- Aaaaai. - acordou de um pesadelo e viu dormindo na varanda. - Eii, amorinha, acorda. - Ela cutucou delicadamente.
- Nem. - virou.
- Suas costas, baby. - fez força pra sair dali.
- Sua mala. - fez bico, mas se levantou.
- Estou zelando por você! - Ela riu.
- Ok. Ok. - se levantou, indo para o banheiro.
- Vou fazer o café, tá? Não precisa se preocupar. - disse pra .
- Bem, não é isso que está me preocupando. - disse, sem pensar. - Esquece, vai lá.
- O que está te preocupando, ? - perguntou.
- Nada, vai fazer a comida, estou com fome! - gritou do banheiro.
- Tá, tá. - foi até a cozinha ainda de pijama e começou a fazer a comida. Ela fez torradas e uma pasta de chocolate, também fez o café.

saiu do banheiro e se vestiu para a aula. Vestiu sua blusa do Harry Potter, com o brasão da Grifinória, um short preto com um cinto preto com tachinhas, um gorro preto e seu allstar preto com xadrez. Colocou seu colar das reliquias da morte e seu anel de coruja e sua mochila bege. Se arrumou direitinho e desceu, esbarrando com Dougie no meio do caminho.
- Desculpa! - sorriu.
- Relaxa. Blusa legal.
- , come lá que eu vou tomar banho. - passou por ela na escada. - Bom dia, Dougie!
- Ok, ok. - sorriu e desceu as escadas, conversando com Dougie.
- Bom dia. - Harry entrou na cozinha.
- Oi. - respondeu, olhando para o pão que ela estava passando chocolate.

tomou banho em 15 minutos. Quando saiu, foi até o guardarroupa e pegou um jeans claro, colocou uma blusa cavada (nem tanto) e sua melissa human. Passou perfume e rímel, arrumou o cabelo, prendendo com uma presilha na lateral, sorriu no espelho e pegou a mochila, largando-a na sala e indo tomar seu café-da-manhã. Quando chegou na cozinha, encontrou um clima meio tenso. Sorriu pra todos de lá e pegou uma xícara de café, sendo esse sua refeição.
- Cadê o Flones? - perguntou. - Ou seria os Flones?
- Deixa de ser tapada, . - revirou os olhos.
- Obrigada. - deu língua e foi para a sala.
- Disponha.
- O que você fez com a ? - Dougie pergunou.
- O que? - questionou.
- Não você, o Judd. - Dougie apontou para Harry, com a cabeça.
- Ah, tá.
- Nada. - Harry respondeu.
- O que houve, Dougie? - perguntou.
- Olha como a tá. Dá pra ver pelo o jeito dela agir. Ela não foi acordar o Judd, ou chegou pulando, ou falou algo idiota. - Dougie corrigiu. - Ok, algo muito idiota.
- Ah... ela tá assim mesmo esses dias. - mentiu, sacando tudo o que tinha acontecido.
- Certeza? - Dougie perguntou, desconfiado.
- Que tal, nanico, não se meter nos problemas dos outros?
- Harry! - o repreendeu.
- O que? - Harry perguntou. - Tô falando algo errado?
- Grosso. - Ela disse baixo.
- Vou lá falar com a . - Dougie se levantou, indo para a sala, mas Harry o impediu.
- O que eu acabei de falar?
- Você não pode impedi-lo de falar com a ! Harry deixa de ser idiota! - falou.
- Eu vou falar com ela. - Harry foi até a sala.

- ?
- O que?
- Nada, posso me sentar do seu lado?
- A casa é sua, faça o que quiser.
- E você, ainda é minha, também?

- Ai, Dougie, ignora isso! Ele só tá com medo de perder a namorada. - falou, tentando "consolar" Dougie.
- Bem que merecia. - Dougie resmungou.
- Que isso!
- Tô mentindo?
- Não, mas... é, não. - Ela não queria que a amiga perdesse o namorado. - Eu vou... pegar uma jaqueta, estou com frio! - falou, indo até o quarto pegar um casaco.

- Harry. Eu te amo. - Harry sorriu. - Mas... Cara, você viu o drama que você fez ontem? Que coisa ridicula, meu Deus.
- , é que eu te amo muito, cara, você não tem ideia. É tipo, não. Não quero pensar em te perder, ou que aconteça algo igual aconteceu com a e o Tom. Eu não consigo, simplesmente não.

- AAI minha cabeça! - saiu do quarto, dando de cara com Tom. Ela o encarou e logo voltou a fazer seu caminho até a sala.

- Eu te amo, ciumento, mas para com isso! - disse, desabafando.
- Eu juro que vou tentar, ok? Juro.

- , para de fugir. - Tom segurou o braço dela.
- Fugir de que? Acabou, Tom. - soltou o braço e foi até a sala.

- Promete? - perguntou.
- Prometo.
- Sabe, essa é a última vez que eu deixo você entrar de volta em minha vida. - disse, enquanto ele a abraçava.

"Que fofos!" pensava, e decidiu deixar os garotos na sala, indo pra cozinha.
- Bom dia! - Danny sorriu, quando entrou.
- Bom dia. - Ela respondeu, sorrindo também.
- Vamos pra aula, por favor? - Tom pediu, descendo as escadas.
- Vamos. - Dougie falou, saindo da cozinha.
- Vamos? - perguntou pra Danny.
- Sim! - Ele sorriu.
- Vamos, ciumento?
- Vamos, linda. - Harry sorriu e foi para o carro, de mãos dadas com .
No carro foi normal. foi abraçada com Harry, do lado de que estava junto com Danny. Na frente, estava Tom dirigindo e Dougie estava do seu lado.
- Ei, , sabe o baile de sábado?
- Sim.
- Quer ir comigo?
- Acho que aguento essa tortura. - mordeu o lábio, rindo.
- Chata.
- Ciúmento. , temos que ver a roupa!
- Verdade, vamos hoje? - sorriu.
- Depois da aula?
- Leu meus pensamentos. - piscou.
- Que lindo! A vai com o Harry! - sorriu exagerado. - E vai ser tão lindo vocês dois entrando e tirando a foto! - Ela viajava, imaginando a entrada dos dois.
- Começou a viagem. - riu.
- Mais eu concordo, vai ser lindo nós dois. - Harry riu.
- Gay. - comentou.
- Pensei a mesma coisa. - Tom, Dougie e Danny disseram, ao mesmo tempo.
- E imagina se começar a tocar Yellow, vai ser tão glamuroso! - ignorou todos os comentários, ainda imaginando a cena.
- Yellow? Não. Tem que ser algo mais como... Sei lá, Hey There Delilah.
- Eu gosto de Yellow e pra mim vai ser Yellow. - disse, brava.
- A sua, com seja quem for, ok? - riu
- Ah, ok. - Ela fez um bico fofo, comovendo todos do carro.
- Esse bico não me ganha mais, . - riu, descendo do carro.
- Você jura? - Ela ameaçou chorar.
- É, você é uma boa atriz, finalmente aprendi.
- Droga. - voltou ao rosto normal, impressionando os garotos e até ela mesma.
- AHAAAAA GANHEEEI! - riu, pegando na mão de Harry e indo para a sala.
- Sempre ganha. Mentira. - riu sozinha, indo pra sala também.*
- É. - riu, entrando na sala e encarando RIck.
O sorriso de desapareceu quando entrou na sala e viu Rick. Já o garoto sorriu, como nunca tinha sorrido antes.
- Oi Rick, como está a testa? - perguntou, sorrindo. - Espero que, não sei, não aconteça nada hoje.
- A sua amiguinha não contou a novidade? Ela gosta de caras como eu. - Rick disse, provocando .
"Acalme-se, você não pode ser expulsa." pensava.
- Como você? Caras que apanham de meninas? - riu. - Bem, o Tom nunca apanhou da , nem de mim.
- Como se você batesse em alguém, né Catinha?
- Quer pagar pra ver?
- Vish... - sorriu.
- Aqui? Agora?
- Medinho, Richard? - Harry riu. - Medinho de apanhar de outra garota na mesma semana?
- Tirando ontem as duas vezes. - falou, distraída, mas ainda com um sorriso no rosto.
- É. Não sabia, Rick? As quetinhas são as piores. - piscou, sentando na cadeira quando a professora entrou na sala.
não prestou atenção na aula. Ficou passando bilhetinhos com Danny, e sms com , até que bateu o sinal do intervalo.
- É agora. - piscou para , saindo da sala.
- , deixa que eu cuido disso. - seguiu a amiga.
- Naaaan, nem pensar. Ele provocou, hoje estou com vontade de bater. - disse, rindo ao ver a cara de .
- Vai complicar pra você, porra, ! Eu quero te proteger, amiga. - falou, indignada, ainda seguindo .
- Calada, você que tá se fodendo. Já foi supensa ontem. - abraçou a amiga. - Mas, relaxa, eu tenho cautela. Se ele vier pra cima, eu caio em cima.
- Eu te proíbo de se aproximar daquele garoto, !
- Tarde demais, amor! - beijou a bochecha da amiga e indo para a quadra, jogar vôlei.
- Vaca! - falou, mas logo sentiu alguém empurra-la até a parede.
- Sentiu minha falta? - Rick falou, sorrindo.
- O que você quer?
- Aquilo que eu disse ontem. - Rick a prensou na parede.
- Rick, tenta fazer alguma coisa. - apareceu, atrás dele.
- É... tenta. - sorriu, sarcástica.
- Duas contra um, amor. - riu.
- Uma e meio, né, . Você não faz nada, só ladra. - Rick comentou.
- Tá me chamando de cachorra? - Harry apareceu na hora que disse isso.
- Oh, é bom não ter chamado. - Harry comentou.
- Escuta, pra não complicar pra você, é melhor me soltar e ir pro caminho oposto ao nosso, tá ligado? - falou, se debatendo pra sair dos braços de Rick.
- Não vou te soltar. - Ele se aproximou e a beijou de novo (de novo por causa de ontem kk).
- Me... me solta! - mordeu o lábio de Rick, que gritou.
- Ah, longe demais, mermão. - puxou Rick pelo cabelo, o fazendo soltar .
- Ai, tá doendo, sua louca.
- É pra doer, Idiota! - deu um soco nele com a outra mão e uma joelhada no saco. - Ai, que tal? Quer mais? - disse, vendo ele se contorcer no chão.
- ... - não tentou falar nada, se falasse estaria defendendo Richard e ficaria brava. Ela só saiu dali correndo, até que, quando virou, bateu em Danny, que a abraçou.
- Ei, o que houve? - Ele procurou seus olhos.
- Nada, nada.
- Wow, . - Harry a abraçou. - Sua cruél.
- Me chamou de cachorra, merece coisa pior. - saiu, abraçada com Harry. Nem reparou aonde foi.
- Se acalma! Por que sua boca tá vermelha? - Danny perguntou, encostando numa parede e sentando, arrumando em seu colo.
- Porque aquele viado daquele Richard me beijou. - Ela respondeu, deitando a cabeça no peito de Danny.
- Que filho da puta! Quem deixou? Idiota. - Danny estava nervoso, mas ao mesmo tempo era delicado, fazendo carinho em .
- Eu sei, eu sei. Mas a bateu nele, e eu acho que machucou. Muito.
- Como assim? A ? Bateu nele?
- Bateu, ela tava perto e ele a chamou de cachorra.
- Calma, o que ela fez? Eu não acredito, a não é de bater.
- Ela só bateu. Muito.
- QUeria ter visto
- Foi horrivel, Danny.
- Mas, ele mereceu.
- Mereceu. - Ela encostou a cabeça no pescoço dele e sentiu o perfume de Danny de novo. - Eu amo seu cheiro. Droga, eu to com problemas. - riu, percebendo o que tinha falado.
- Fala o que pensa, pelo menos quando tiver comigo, Ok?
- Tá bom. - riu, mas quando viu Danny olhando pra ela, ficou sem-graça.
Danny tentou beijar , que desviou.
- O que foi?
- Agora não dá, eu acabei de terminar um namoro e começar outro em cima não é coisa que eu faço.
- Tá, desculpa.
- Desculpado.
- Quer ir no baile comigo?
- O que?
- Quer?
- Quero! - sorriu.

- , nunca imaginei te ver batendo em alguém.
- Sou perigosa, Judd. FIca de olho em mim.
- Sexy. - Ele riu.
- É. - riu e o beijou.

- Então você vai, compra sua fantasia com a e fica bem mais linda, mais sexy, mais boneca, tá? - Danny falou, dando um beijo na bochecha de .
- Tá bom.
- Eu te amo. - Ele falou em seu ouvido, e fez sorrir.
- Merda. Eu perdi, perdi! - Tom falou, sentado na escada, olhando de longe e Danny.

- Ok, vamos voltar pra sala, perigosa.
- Vamos. - piscou e puxou Harry até a sala.

- Queridinho, eu vou ver se eu compro um chiclete ali na cantina, tá? - se levantou do colo de Danny.
- Eu vou com você! - Ele sorriu.
- Não! - "Droga!" - Não precisa. - sorriu, indo até onde Rick estava.

- .
- Diga.
- Você realmente... Hm, vai comprar a sua roupa num sex-shop?
- Talvez. - riu.

- Rick? - perguntou, se agachando do lado dele.
Silencio.
- Riiick? - Ela o cutucou, que a olhou estranho.
- O que você quer? - Ele perguntou, grosseiro.
- Eu vim perguntar se você esta bem...
- Eu pareço bem? Sua amiguinha me bateu muito. - Rick fez cara de vítima.
- Também, você não deixa quieto.

- Eu... Ah, esquece.
- O que, Judd?
- Eu não quero que te vejam com uma roupa de Sex-shop.

e Rick estavam num silêncio desconfortável, até que se levantou.
- Não vou ficar aqui. Tenho mais o que fazer. - Ela se virou, indo pra cantina comprar seu chiclete.

- Vai começar com os ciúmes?
- Qual é,! Esse eu tenho motivos, não acha? - Harry a abraçou.
- Hm... Talvez.

comprou o chiclete e foi até Danny, que estava com outras duas garotas, conversando. "Não, você não está com ciúmes." ela pensou, mudando o caminho, indo pra sala.
- Ok, respira. - Ela falou pra si mesma. - Não é nada. - Sorriu.

- Talvez, é? - Harry riu, começando a beijar o pescoço da menina. - Quer ver como você agiria se eu começasse a sair por ai com minha roupa de cauboy.
- Nem sonhe com essa possibilidade, Judd.

"A e o Harry tão na sala." sorriu safada, quando viu os dois, então se sentou no corredor e ficou lá, pensando na vida.

- Agora é 'nem sonhe com essa possibilidade', né? É tão difícil admitir que você morreria de ciúmes?
- Calado. - disse entre selinhos. - Ou eu venho de policial aqui na sexta.
- Ok, você venceu. - Harry riu e a beijou de uma vez.

- Se arrependeu de ter terminado comigo? - Tom chegou ao lado de , provocando-a.
- Não me amola. - Ela respondeu, mal-criada.
- Não quer admitir, né? - Ele a cutucou de leve.
- Vaza. - revirou os olhos.

Harry e ainda estavam dando uns amassos quando o sinal da aula tocou, anunciando o próximo horário. Harry e se separaram - com dificuldade - e se sentaram em cada um no seu lugar, com os lábios vermelhos e inchados.
- Shiu! - o advertiu.

- Não, até você me falar porque terminou. - Tom cruzou os braços.
- Então vai ficar aí sentado pra sempre. - Ela se levantou, mas Tom segurou uma de suas pernas, derrubando-a. - PRAGA, ME SOLTA, TOM!
- Qual é ? - Ele ainda segurava sua perna, o que fez a garota se enraivecer e chutar Tom.
- Um dia eu prometi pra mim mesma que nunca choraria por garoto nenhum. - Ela se levantou. - E não vai ser você que vai me fazer quebrar essa promessa. - entrou na sala e se jogou na cadeira, com os braços cruzados e emburrada.
- , tá tudo bem? - perguntou, ajeitando a blusa.
- TÁ! - Ela tentou sorrir, mas o maximo que conseguiu foi um sorriso psicopata.
- Ok, ok. - fingiu que acreditou e começou a ouvir música.
- O que houve? - Danny perguntou, entrando na sala quando viu com seu sorriso psicopata.
- NADA! - Ela respondeu.
Logo depois todos os outros entraram. Jake entrou olhando para com uma cara fechada, mas ela ignorou. Só tinha feito o que RIck mereceu.
O resto da aula foi normal. se recusou a passar bilhetinhos com Danny e também de responder pra amiga porque estava daquele jeito.
- Que aula demorada da porra! - resmungou, já no carro.
- Que dia chato da porra. - resmungou, atraindo a atenção de todos. Até então não tinha falado nada.
- É, basicamente isso. - concordou, mas logo se calou.
- É. - falou.
O caminho até em casa foi normal, porém tenso, pois ninguém mencionou uma palavra.

Já em casa, e Harry foram para o quarto, provavelmente para se beijarem. Dougie também foi para seu quarto, ficou ouvindo música e lendo algo banal.

- Vem aqui, . - Danny falou baixo, puxando até o estúdio.
Danny levou até o estúdio e colocou uma cifra em cima do piano.
- Você consegue tocar? - Ele perguntou.
- Sim, qual o tempo?
- Esse. - Ele fez o tempo batendo a mão no piano.
- Ah, sim.
não sabia, mas aquela música Danny ia cantar pra ela.
- Peraí... eu conheço essa música! - falou, então Danny começou a cantar.

Thanks for the times that you've given me
The memories are all in my mind
And now that we've come to the end of our rainbow
There's something I must say out loud

reconheceu a música Three times a lady (Cobra Starship fazendo cover de Lionel Richie) e sorriu, ainda tocando a melodia.

You're once, twice, three times a lady
And I love you
Yes, you're once, twice, three times a lady
And I love you
I love you

Danny piscou pra , fazendo ela sorrir como nunca havia sorrido antes.

You shared my dreams, my joys, my pains
You made my life worth living for
and if i had to live my, life over again
I spend each and every moment with you

You're once, twice, three times a lady
And I love you
Yes, you're once, twice, three times a lady
And I love you
I love you

When we are together, the moments I cherish
With every beat of my heart
To touch you, to hold you, to feel you, to need you
There's nothing to keep us apart

You're once, twice, three times a lady
And I love you
You're once, twice, three times a lady
And I love you
Yes, you're once, twice, three times a lady
I love you
- I love you. - Danny falou, terminando a musica.

- Danny... - sorriu, esquecendo-se do mundo à sua volta.
- Eu só queria que você soubesse, que não importa a raiva que você sinta de mim, ou do mundo, você sempre será tres vezes uma dama. - Ele sorriu. "Minha dama." - E eu te amo.
- E...eu não sei o que falar.
- Não fala nada! - Ele riu.
- Danny, você é muito lindo. - falou, depois de dez minutos de silencio.
- Você que é. - Ele deu uma risadinha.
- Ta, vamos subir! - Ela foi em direção à porta, sendo seguida por Danny. Quando abriu a porta, Danny a fechou, prensando contra a mesma e beijando-a.
- Cansei de esperar. - Ele falou, interrompendo o beijo.
- Esperar o que, Danny? - perguntou.
- Você ser minha. Desde seu primeiro dia aqui, eu queria que fosse. - Danny falou, passando a mão pelo rosto dela.
- Por que só me fala isso agora?
- Porque quando você chegou eu vi seu sorriso pro Tom, vi que ele era seu favorito.
- Mas você sabia o que ele fez, por que não me falou? - Ela colocou as mãos no peito de Danny.
- Você não ia acreditar. Não vindo de mim. - Ele desencostou dela.

- Ok, tá ficando tenso isso aqui. - riu.
- Qual é, amor. - Harry parou o beijo e ficou alisando a barriga da menina - que detalhe, já estava a mostra.
- Judd, eu não me sinto pronta pra fazer algo assim.
- Você sabe que não é uma coisa tão... Assim, importante.
- Magina. - se levantou. - Eu queria sei lá, com velas, algo romantico, não algo que aconteceu por que fomos levados pelo momento.
- Ok, ok. - Harry a deu um beijo no lóbulo da orelha. - Tudo bem. Agora, vamos fazer o que?
- Que tal isso? - sorriu e o puxou de novo, para outro beijo.

- Dramatico. - falou.
- Dramatico? - Ele perguntou, cínico.
- É! Sabia que eu ia acreditar e não me falou. Se queria ver eu me fuder era só falar, Danny. - Ela disse com desdem.
- Claro que não, ! Eu não te falei pra não ter uma visão errada de mim, ou do Tom.
- Sei.
- Se você não quer acreditar, volta pro seu Tomzinho que omite as verdades de você. - Ele falou.
- Está com... ciúmes? - falou, se sentando no sofá do estúdio.
- Talvez. - Danny se sentou. - Acho que sim.
- Ciúmes de alguém que eu nem estou. - Ela fez um bico.
- Me deixe ter ciúmes de quem eu amo, por favor? - Ele chegou perto dela.
- Pra que? Pra me beijar quando eu não estou preparada? Pra ser grosseiro comigo? Ha, não. - se sentou encolhida no sofá, separando ela de Danny com as pernas dobradas.
- Ok, então. Não vou ter mais ciúmes de você. - Danny disse, se virando para a guitarra. - Pelo menos não vou demonstrar. Nem vou te beijar mais. Ou melhor, vou tentar não te beijar mais.
ficou surpresa com a resposta do garoto. Ela realmente não esperava isso dele.
- Tá bom. - Ela se demonstrou forte e se sentou no piano, tocando a introdução de You Lost Me ( Christina Aguilera ).
Ela não cantou, só ficou apreciando a melodia, enquanto tentava esquecer o Danny havia falado. Sim, ela se importava.
Danny reparou como estava tocando a música desanimada. Respirou fundo e se sentou do lado dela, a abraçando.
- Não é por que eu não vou demonstrar mais que eu não vou sentir.
- Ta bom. - Ela respondeu, realmente triste, mas sorriu fraco para Danny.
- Ah, que saco. - Danny resmungou e a deu um selinho. - É difícil, sabia?
- Sei. - Ela falou, ainda tocando a música. Quando caiu em si, virou pra Danny e puxou seu queixo, dando-lhe um beijo.
- É assim que eu gosto. - Danny disse, rindo, depois do beijo.
sorriu. Ela já não sabia mais o que estava fazendo, se realmente amava Tom ou se gostava de Danny. Ela se sentia bem com Danny, que a valorizava, tratava bem e a amava.
- Danny, me explica uma coisa.
- O que?
- Você me ama, certo?
- Sim. - Ele sorriu.
- E o que você sente quando tá perto de mim?
- O que eu sinto?
- É.
- Meu coração bate mais forte, eu quero te beijar, fica ainda mais perto de você, dizer que eu te amo o tempo inteiro, sentir seu perfume doce e essas coisas. - Danny falou meio sem graça.
- Ah.
- Por que?
- Sei lá. Meio que está me dando essas coisas. - Ela deu de ombros.

- Cara, . Você é bipolar demais.
- Por que, amor?
- Você diz que não quer nada, hm, você sabe. Sexual. - reprimiu uma risada, mas logo a engoliu ao ver a cara de Harry. - E fica me provocando desse jeito.
- Como assim?
- Me provocando.
- Desse jeito? - mordeu a orelha de Harry, passando a unha pela nuca dele até o umbigo.
- É. Desse. Jeito. - Harry arrepiou, enquanto se formava um sorriso no rosto de .

- Serio? - Danny perguntou, com um sorriso no rosto.
- É... - Ela falou.
- ... isso significa uma coisa... - Danny falou, se aproximando de , que estava encostada em uma parede.
- O que?
- O que você acha?
- Não sei. - Ela sentiu o coração acelerar quando ele chegou mais perto.
- Você tá sentindo algo por mim... - Ele sorriu, vendo o efeito dele em .
- Eu... não sei. - sentiu suas pernas amolecerem. "CARALHO, SE SEGURA!" ela pensou.
- Claro que sabe. - Danny beijou seu pescoço, e a garota respondeu colocando uma das mãos nas costas de Danny.
- Pode ser... - Ela riu.
- Pode ser nada, é. - Danny beijou o pescoço de , a fazendo arrepiar. - E eu amei saber disso. - Danny mordiscou o pescoço, onde antea havia beijado.
soltou um "Ai" baixinho. O pescoço era realmente seu ponto fraco, e Danny havia descoberto.
- Por que você amou? - Ela perguntou baixo.
- Não é obvio? Agora não vou mais ficar na duvida se eu tinha algum efeito em você. - Ele riu.
- Ah, tá. - riu de sua própria burrice. Ela pegou uma das mãos de Danny e colocou em seu coração, que estava acelerado. - Percebeu ainda mais agora?
- É, percebi. - Danny sorriu e mordeu o lábio dela.
- Danny... você está me provocando demais! - Ela riu, dando um selinho nele.
- Hum, desculpa então. - Ele riu também, soltando .
- SÓ DISSE QUE TAVA ME PROVOCANDO, PORRA! - puxou Danny de volta, e ela a beijou.

- Quer saber ? Apelei contigo!
- Por que?
- Já falei! Para de me provocar! - Harry se levantou correndo e foi ao banheiro. só escutou no fundo o barulho do chuveiro ligando.
- Adoro! - riu e pegou uma revista, começando a folheá-la.

- Você é fogo! - Danny falou, dando uma risadinha e interrompendo o beijo.
- É... - riu.

O resto do dia passou assim. e Harry juntos e e Danny também, mas sem ninguém saber. As coisas pareciam estar voltando ao normal, a quarta e a quinta se passaram rápidas, com as mesmas palhaçadas, os mesmos ciúmes, as mesmas trocas de carinho entre e .

- Aaai, que que aconteceu? - acordou, com a cabeça doendo.
- Você bebeu pra caramba ontem à noite. - Danny falou, no banheiro, arrumando o cabelo.
- Por que? - Ela fez uma cara estranha.
- Sei lá, você achou umas coisas numa bolsa aí e saiu pra cozinha. Xingou o Tom, deu um tapão na e voltou pro quarto com uma garrafa de vodka. Não lembra? - Ele perguntou.
- Não.
- Estranho... - Ele riu.
- E o que você está fazendo aqui?
- Nada, só vim acordar você. - Danny deu de ombros.
- No banheiro? - perguntou.
- É que tinha um perfume meu aqui.
- Danny, você dormiu comigo?
- Claro que não, ! - Ele mostrou o perfume.
- Ah, tá. Desculpa. - Ela deu um meio sorriso.
- Desculpada. Agora vai se arrumar! - Ele mandou.
- Ok, eu vou.

- Bom dia. - disse, ao entrar na cozinha ainda com seu pijama.
- Oi, . - Tom a cumprimentou com uma piscadela. - Quer comer o que?
- Nada, só um chá.
- É pra já. - Tom riu e colocou a água para ferver.
chegou na cozinha, com os olhos semi-cerrados, por conta da dor de cabeça, e sentou na cadeira (se lê se jogou). Estava com uma sapatilha da melissa, calça cinza e uma blusinha divertida.
- Bom dia. - Ela disse, meio mal-humorada.
- Oi. - disse, tomando um gole do chá que Tom acabara de lhe dar.
- Eu fiz algo errado ontem? - perguntou, pegando café.
- Além de ter me batido? Não sei, espero que não.
- Desculpa. O Danny me disse que eu achei uma bolsa, aí eu fiquei com raiva. - Ela deu de ombros, se sentando.
- É, só não sei que bolsa. - riu.
- Nem eu. - Ela riu.
- Ok, vou acordar o Harry e me arrumar. - piscou, deixou a caneca na pia e subiu para o quarto.
- Ok. - falou. Tom até agora não tinha falado com ela.
- Gostei da sua camiseta. - Ele falou.
- Obrigada. - Ela respondeu, sem nem olhar em seus olhos.

- Vamos? - Danny perguntou, chegando na porta da cozinha.
- Sim. - levantou, sendo abraçada pela cintura e indo até o carro com Danny.

No carro foi Dougie dirigindo, com Tom ao seu lado. Atrás foram os casais, que agora já imaginavam que algo rolava entre e Danny. foi o percurso todo provocando Harry, enquanto ele ficava com raiva.

- Cacete, hoje tem aquela aula chata de design arquitetônico. - resmungou, enquanto ia pra sala.
- Mas você é toda estilistinha, por que não gosta de arquitetura? - Danny perguntou.
- Estilista, arquiteta? Existe diferença, coração. - Ela falou.
- Poxa, eu gosto de dar uma de arquiteta. É legal. - sorriu.
- Eu odeio! Tem que pegar aqueles moveizinhos superdelicados e colocar na maquete. Me dá uma tremedeira da porra. - reclamou de novo.
- Cara, eu me divirto. Já cansei de imaginar as casas comigo e meu marido morando nelas. - sorriu, angelicamente.
- Minha casa vai ser uma bagunça, cara! Só o que vai prestar vai ser o ateliê e o closet. - disse, sorrindo também.
- É pra isso que existe as faxineiras! Elas vão deixar no... sua casa linda, . - Danny falou.

- Ei, . - Harry cochichou.
- Diga.
- Quem é seu marido quando você imagina lá nas casinhas?
- Hm... Já imaginei o Damon Ackles, o Brendon Urie, o Alex O'Loughlin... - fez doce, enquanto Harry parava de a abraçar.

entrou na sala e se sentou em uma carteira no fundo e na parede, e Danny sentou atrás dela, pois durante a aula ele ficava mexendo em seu cabelo e passando bilhetinhos (o que já foi dito umas mil vezes kkk).

- Juuudd. - o chamou, manhosa, no intervalo entre as aulas.
- O que? - Ele resmungou.
- Ainda está com raiva do carro? - disse, dando um risinho.
- Estou né. Nem me imagina como seu marido.
- Seu lento. - riu e se sentou no colo dele. - Claro que já imaginei, né? Só fiz aquilo por que gosto de doce. - Ela piscou e o deu um selinho demorado.
- Sabe de uma coisa? Eu também já te imaginei como minha mulher. - Ele sorriu, logo depois aprofudando o beijo.

- Caceeteee, já tem que ir praquela aula chata! - resmungou, levantando.
- Não vai! - Danny riu.
- E eu vou matar aula como, meu filho?
- Então vai pra aula. - Ele deu de ombros.
- Você é muito indiferente!
- E você é linda.
- Aí já vem você me deixando sem graça.
- Linda.
- Tchau, Danny. - Ela foi saindo.
- Linda! - Danny a abraçou pela cintura.
- Eu preciso ir pra aula chata. Tchau. - disse, do lado de fora da sala.
- E isso não faz você parar de ser linda! - Ele deu um beijo em sua bochecha.
- Taboooom! - Ela resmungou.
- Ai, chata! Vai pra sua aulinha, vai.
- Vou!
- A gente se vê mais tarde, no intervalo.
- Tá, agora me solta, Danny!

- Agora você vai pra aula de arquitetura, né?
- Sim. - sorriu.
- Vai pensar em mim?
- E quando eu não penso em você? - sorriu, meio corada, se levantando e indo

- Tchau, . - Danny tentou dar um selinho na garota, que desviou. - O que é agora? - Ele resmungou.
- Sei lá, eu só gosto de fazer isso. - Ela deu um selinho mega rapido em Danny.
- Cadê a ? - resmungou, na sala. Pegou uma folha do caderno e começou a escrever frases aleatórias, para passar o tempo.
entrou na sala, com a boca vermelha, e se sentou ao lado de . Ela sorriu pra amiga, que a olhou estranho.
- Safada. - disse, sem fazer som.
- Eu entendi! E não é isso que você está pensando. Eu tirei uma pelinha da boca.
- Sei. - sorriu, enquanto virava a folha que já estava cheia de frases.
- Eu não to ficando com o Danny, tá? - mentiu.
- Tá bem. Não falei nada sobre isso. - riu.
- Puta merda! Eu e minha boca grande. - Ela colocou a mão na testa.
- Bom dia, alunos! - A professora havia chegado.

A aula se passou rápido e logo já estavam todos na cantina da escola. com seu suco de morango básico e com sua coca.
- Me chama de coca-cola e eu te mostro o lado bom da vida! - falou pra .
- Animal. - riu
- Huum, coca-cola, me mostra o lado bom da vida, então. - Danny abraçou por trás.
- Danny! - Ela o repreendeu, rindo.
- O que? - Ele beijou o pescoço de .
- A ! - falou sem fazer barulho.

- Ei.
- Que, Judd?
- Quero um pouco desse suco, .
- Compra um pra você.
- Vou ter que correr atrás de você, mesmo?
- Tente. - sorriu, deixando o copo na mesa e fugindo de Harry, que a perseguia.

- Danny, a não sabe que a gente tá ficando! Ninguém sabe.
- Claro que sabe. - Danny riu.
- Claro que não! - se sentou em uma mesinha.
- Quer que saibam agora? - Ele se sentou ao lado de , girando-a para ficarem de frente.
- Como você é bobo! - Ela deu um selinho nele.
- Sou. - Danny aprofundou o beijo.
- Meu. Deus. - Tom falou, olhando e Danny se beijando.

- Nem sei por que você se deu ao trabalho em tentar me perseguir, Judd. - gritou, subindo em uma mesa enquando Harry parava para tomar fôlego.

- O que? - Dougie perguntou.
- Olha... - Ele apontou.

- Ah é, ? - Harry correu de uma vez e a pegou, a colocando de barriga para baixo em seu ombro.
- Me solta, Judd! - se debateu até que os dois cairam no chão, rindo.
- Sobre aquilo que você falou...
- O que?
- Sobre sempre pensar em mim. Bem, é uma via de mão dupla. Sempre penso em você, também. - Harry sorriu.

- Danny...
- O que? - Ele parou.
- Eu acho que tem gente olhando. - riu, vendo que tinham algumas pessoas que os olhavam.
- Ai ai, é normal. Todo mundo que se beija eles olham. Mas a e o Harry caíram, prepare-se pra perder seus 15 segundos de fama. - Ele riu.
- Mas não é essa gente olhando. É aquela pessoa que está olhando. - Ela disse, se referindo à Tom.
- Eu não ligo. Você não está com ele, ou está?
- Não estou.
- Você prefere estar com ele?
- Danny!
- Responde, .
- Não, você sabe que não. - disse, olhando em seus olhos.
- Então pronto! - Danny riu, dando um selinho rápido nela.

- Wow, eu acabei de ver o que acho que acabei de ver?
- Que? - Harry perguntou, olhando para onde olhava. - Ah, Danny e ? Não é novidade.
- Como assim? - Ela perguntou, se levantando.
- Sei lá, já imaginava.

- Eu quero falar uma coisa... só que nem sei como fazer isso. - falou.
- O que? - Danny sorriu.
- É confuso, Danny.
- Eu tento entender.
- É que... lembra aquele dia que eu te mostrei que meu coração ficava superacelerado com você?
- Sim.
- Então... ele tá muito mais agora, e você tá rindo de que?
- Eu tinha certeza disso. - Ele ria.
- De que?
- Que você ia começar a gostar de mim.
- Mas...
- Eu sei que é isso que você vai falar.
- Daniel Jones, tá se achando né? - riu.
- Claro que to, eu tenho você inteira pra mim, agora.
sorriu.
- Se eu te falasse uma coisa você acreditaria?
- Claro.
- Eu nunca fiquei assim com o Tom.
- Assim como?
- Sei lá, tão... tão... feliz, tão mole - Quando ela disse isso Danny riu. - tão... bem. - sorriu.
- Bom saber. - Danny a abraçou. - Sempre soube que era melhor do que o Tom. E sabe, eu também to feliz. É a primeira vez que me sinto tão bem.
- Ai Danny. - falou, sorrindo e passando a mão em sua bochecha.
- Eu te amo. - Ele falou no ouvido de .

- É melhor ficar longe, né? - Harry perguntou.
- Você acha? Não vamos atrapalhar o casal. - o puxou até debaixo de uma árvore, onde se sentaram e ficaram namorando.

- Eu sei, coração. - Ela falou, desanimada.
- Por que a tristeza? - Danny mexeu em seu cabelo.
- Porque eu ainda não te amo.
- Ah, tá certo. Você acabou de parar de amar alguém, e AINDA não me ama. - Ele sorriu.
- Bobão. - deu um beijo em sua bochecha.

- Cara, eu to me sentindo estranho. - Tom falou pra Dougie.
- É. Imagino. - Dougie apoiou sua mão no ombro de Tom. - Bem vindo ao meu mundo.
- Ela tá com o Danny, meu melhor amigo. Que... - "VADIA" Tom pensou.
- Mas, Fletcher, você foi um puto primeiro com ela, igual a mim, então... - Dougie falou, sincero.
- Eu sei, eu sei. Eu tenho que aguentar agora. - Tom disse. - É que é muito esquisito você ver uma garota que era sua namorada no sábado com o garoto que ela brigou e... ele sempre gostou dela.
- O melhor é o Judd. - DOugie apontou a cabeça para a arvore. - Nem gostava dela, e agora... Velho. - Ele balançou a cabeça.
- Temos que admitir que somos cornos e idiotas. - Tom falou, acenando a cabeça negativamente.
- Não cheguei a ser corno... Por nunca estive sério com ela. - Dougie riu. - Mas idiota, eu sou. Sou mesmo. E muito.
- Eu sou idiota, dude! Porque a deixou ela sair? Se ela não tivesse encontrado aquele viadinho, eu estaria com a até hoje.

- Ai, Danny! - gritou quando Danny a pegou no colo.
- Não reclama, porque vai ser assim que eu vou te carregar quando a gente casar. - Ele riu, levando-a até a sala.
- O QUEE?!
- É, você vai casar comigo e a gente vai ter filhos fofos loiros dos olhos azuis e cantores. - Danny sorriu pra .
- Como tem tanta certeza? - Eles já tinham chegado, e Danny a colocou numa cadeira e se ajoelhou em sua frente.
- Por que eu sei que você vai me amar. - Ele deu um selinho em . - Eu sei que você vai ser feliz comigo. - Deu outro e segurou sua mão.

- Porra, as coisas mudaram demais. Percebeu? - Harry comentou.
- Sinto que já tivemos essa conversa.
- Quieta e conconrde comigo.
- Eu concordo, amor. Ainda mais eu. Quem diria que eu iria trocar um baixo azul por duas baquetas. - riu.
- Ainda bem que trocou.
- Não, ainda bem que você era afim da .
- Como assim?
- Se você não fosse afim dela, não teria inventado de namorarmos de mentira, e você não teria se apaixonado por mim. - sorriu.
- É. Eu sou demais.
- Exibido. - riu e o beijou, rápido. Se levantaram e foram para a sala. A aula já ia começar.

- Você é tão fofo, Danny. Embora eu, como você diz ainda, não ame você, eu gosto muito de você, tá? - falou.
- Tá bom, . - Ele sorriu. - Mas eu te amo e pra sempre vou amar.
O sinal da aula bateu e os garotos foram pra sala.

- Eu vi. Ouviu, ?
- Nós vimos. - Tom completou o que disse.
- Quieto no teu canto, ok?
- O que vocês... - se calou quando sabia o que ele tinham visto.
- Não têm nada a ver com isso. - Danny falou.
- Eu sei. Mas só queria avisar pra ela, Jones, que não precisa mais guardar mais segredos. - piscou.
- A gente não ficava escondido, viu? - Danny disse pra .
- É, a gente ficou hoje. - falou.
- Hoje. Antes era escondido. - Harry riu. - Não vamos discutir. Não agora que tudo parece bem, Ok?
não respondeu. Na cabeça dela todos estavam sendo fuzilados e coisa pior.
- Você sabe que a gente só ficou uma vez escondido, não é? - falou baixo, só pra Danny ouvir.
- Sei. Mas se eles querem imaginar coisas, vão em frente. A gente sabe que é mentira. - Ele respondeu, no mesmo tom de voz.
- Não fique com raiva de mim, ok? - sussurrou para . - Te amo, sua pônei.
- Ok. - Ela respondeu, com raiva. era sua amiga, mas sabia que não suportava quando inventavam coisas a respeito dela.
- Eu desisto. - ergueu os braços, falando com Harry enquanto ele ria da cara dela. - Seu viadinho.
- Viadinho é?
- Vem cá. - o puxou e o beijou rápido.
- , você tá com raiva? - Danny perguntou.
- Não. Imagina. - Ela disse com o sorriso psicótico no rosto e cheia de ironia.

No resto da aula, ficou com raiva e se recusou a responder os bilhetes de . , já imaginando que ela estaria assim, deixou de lado e tentou prestar atenção na aula, falhando completamente quando Harry começou a morder o pescoço dela no meio da aula.

- Odeio aulas que passam devagar demais. - resmungou, indo para o carro.
- Odeio...
- Shhh. - Danny falou, interrompendo , que o olhou com seu olhar mortal.
- Ei, .
- Que é? - Ela respondeu mal-criada.
- Eu. - disse, já acostumada com o mau-humor da amiga.
- Você o que, criatura?
- Ah, tá. Entendi 'Quem é'. - riu da sua burrice. - Temos que pegar a nossas roupas da festa.
- Eu sei. - Ela falou intolerante. Realmente, os garotos e terem comentado a cena, haviam tirado do sério.
- Ok, quando parar com essa babaquice me avisa, pra gente ir, ok? - se revoltou e saiu do carro.
- Babaquice é o...
- Calma, amor, ela não tem culpa. - Danny falou em seu ouvido, dando um beijinho em sua bochecha. olhou pra Danny com cara de "Vai lá ficar do lado dela!" e ele sorriu.
- Meu Deus do céu. - Ela reclamou.

- Por que está puta? - Harry perguntou, se sentando do lado de que estava no sofá.
- Por que? A faz todo esse drama. Eu só disse aquilo pra ela parar de me esconder coisas e ela me dá patada. Ela sempre me contou tudo e escondeu dela e do Danny, se realmente tiver rolado algo. Me sinto traída.

foi pro seu quarto e trocou de roupa. Havia colocado um vestidinho e se se sentou na cama, pensando na vida. Dez minutos depois ligou o seu notebook e começou a conversar com os amigos e a mãe, que não falava há muito tempo.
- ? - Danny entrou no quarto.
- O que?
- Não fica brava com a , tá? Ela é sua melhor amiga e você escondeu uma coisa dela.
- E quando ela vê ela precisa ficar espalhando pro mundo inteiro? Acho que não, ein.
- Mas...
- Danny, eu não quero ficar nervosa com você, falou?
- Tá bom, desculpa. - Ele se sentou na cama.
- Eu sei que eu não tinha que ficar brava com ela, mas não foi isso que me deixou nervosa.
- Sim, eu sei o que foi. - Danny disse, passando o braço pelos ombros de .

- Poxa, . - Harry a ajeitou em seu lado. - Fica assim não, tá? Eu estou meio que... Planejando uma surpresa pra mais tarde.
- Surpresa? - O rosto de se abriu num sorriso.
- É.
- O que é?
- Nao vou te contar. - Harry riu e se levantou, deixando imaginando mil e uma coisas.

- .
- Que foi, Danny?
- Eu te amo, tá?
- Tá. - Ela sorriu.
- Por que toda vez que eu falo isso você sorri?
- Sei lá, eu gosto de ouvir isso de você.
- Sério? - Os olhos dele brilhavam.
- Sim. - olhou pra Danny, sorrindo.
- Eu te amo. Amo, amo, amo e amo. - Ele deu vários beijinhos em .
- Lindo. - Ela deu um selinho em Danny.

continuou pensando no que poderia ser e acabou cochilando, passou 30 minutos e acordou num susto.
- Pesadelo? - Dougie perguntou.
- É. Eu acho. Não me lembro.
estava na cozinha, tomando água, quando Tom entrou e abriu um armário, encontrando os chocolates que ela e Danny compraram aquele dia.
- Nossa, quanto chocolate! É pra você, né? - Tom provocou.
- Nossa, quanta pena. Vem de você, né? - o tirou.
- Caracas, você é muito má. - Ele falou.
- Você provoca e eu que sou má?

- Que merda. - Dougie riu.
- É. - sorriu fraco.
- Não temos mais assunto.
- Nunca tivemos, sempre ficavamos flertando um com o outro.
- Verdade. - Ele riu de novo

- Qual é, ? Primeiro termina comigo, agora isso? - Tom se queixou.
- Você sabe muito bem porque eu terminei com você.
- Tá, porque eu menti. Você vivia mentindo e eu nunca reclamei.
- Menti por coisas bobas, não sobre amar alguém. - Ela o alfinetou.
- ... me desculpa, é serio. - Ele disse, depois de um tempão em silencio, passando a mão na bochecha de .
- Posso até desculpar, mas se está pedindo desculpa pra gente voltar, desiste. - tirou a mão de Tom do seu rosto.
- Tá bom. - Ele falou, frustrado.
- Tchau, Tom. - Ela saiu da cozinha, indo até a sala, onde e Dougie conversavam.
- ? - a chamou.
- Me chamou? - perguntou.
- Sim. - Ela falou, meio sem-graça.
- Fala.
- Vem aqui. - foi até o corredor da escada.
- Boa sorte. - Dougie riu.
- Obrigada. - riu e subiu as escadas, olhando para o teto.
- Olha, você tem toda a razão de ficar brava comigo, porque eu não te contei que eu fiquei com o Danny, tábom? Eu só não queria que você soubesse pra não ser mais um problema pra você, já que você e o Judd estavam tendo muito. - Ela parou pra respirar.
- Não fica brava comigo, tá? - falou pra , e acidentalmente, deixou uma lágrima cair.
- Você sabe muito bem que eu não sou de ficar com raiva por um motivo desses. Mas você ter ficado puta por eu ter dito que vi você e o Danny foi o que me fez ficar indignada. Só te falei pra você saber que não precisava esconder as coisas. - a olhou, e viu a lágima cair. - Para de chorar, . - fez manha, e a abraçou. - Não estou mais, ok?
- Tá. - Ela limpou a lagrima. - Desculpa, amiga.
- Desculpada. - sorriu e a mordeu de leve.
- Obrigada - sorriu.
- Ok, vamos fazer o que agora? - perguntou, sorrindo.
- Pegar nossas roupas?
- SIIIM. - deu um pulinho.
- Então vamos trocar de roupa! - Ela se apressou, indo pro quarto.
- Pra que? - riu, indo para o quarto.
- Pra gente estar bonita, oras.
- Eu sou bonita naturalmente! - fez pose.
- Ahaan, agora vai se arrumar.
- Ok! - foi até a mala e começou a procurar uma roupa.
entrou no quarto e pegou uma mini-saia e uma t-shirt. Colocou sua melissa Star e pegou sua carteira, mas antes arrumou o cabelo, e passou seu perfume.
pegou seu vestido de alcinha de bolinhas básico e uma sapatilha preta, a vestiu e sorriu para o espelho.
- I'm ready, babe.
- Também. - saiu do banheiro, desfilando.
- Uh, gatinha. - piscou, indo para a sala.
- Eu sou. - Ela sorriu. - Amiga, só vou ali dar tchau pro Danny, tá?
- Ok, e eu pro meu Judd! - voltou para o quarto e foi até o quarto de Harry.

- Danny? - entrou no quarto do garoto.
- Pra que perguntar se você já entra? - Ele riu.
- Engraçadinho, vim te dar tchau, vou lá comprar a roupa. - Ela se aproximou.
- Tá bom, escolhe a mais sexy. NÃO, só escolhe uma bonita mesmo. - Danny riu.
- Tá, tchau. - deu um selinho nele, que a puxou para um beijo e depois a soltou.
- Tchau, amor.
saiu do quarto e foi pra sala esperar .

- Onde vai? - Harry resmungou ao sair do beijo.
- Comprar minha roupa do baile.
- No Sex Shop?
- Onde mais seria? - perguntou, angelical.
- Poxa, tem que ser de lá mesmo?
- Beijo amor. - sorriu e deu um selinho no namorado.
- NÃO QUERO NADA PARECIDO COM A SUA DE POLICIAL, OUVIU? - Harry gritou quando fechou a porta.
- PODE DEIXAR, VOU PEGAR UMA AINDA MENOR! - gritou e saiu correndo, antes que Harry fosse discutir com ela.

- Vamos?
- Vamos, sim. - foi até a porta.
- Corre! - foi correndo até o outro lado da rua. - Se não o Judd me impede de sair! - riu.
- Então bora! - Ela saiu correndo atrás de . - CHAMA O TAXI!
- Ô TAXIIIIIIII!
- PARA AÍII! - viu o taxi passar direto. - QUE VIADINHO!
- VOU TER QUE MOSTRAR MEUS PEITOS? - gritou.
- OOOOOOOW! - foi até o meio da rua, fazendo sua "magica" e imediatamente um taxi parou.
- Ae ae ae! - comemorou e foi até o taxi.
- O que você vai comprar, ? - perguntou, respirando ofegante.
- Uma bem sexy, medieval. - riu. - Sei lá!
- Eu queria ir de pirata. - Ela sorriu.
- Vai! Vai ser sexy. - piscou.
- Eu sei! - riu.
e logo chegaram até o centro, onde ficava a sex shop. Fizeram a maior arruaça pra descer do taxi e foram indo em direção à loja. , como da ultima vez, entrou primeiro. A atendente sorriu ao vê-la.
- Olá! Querem mais jogos? - A mulher sorriu.
- Não, dessa vez são só fantasias. - riu.
- Qual é o tema?
- Eu quero uma medieval. - sorriu.
- Eu queria uma de pirata. - falou.
- Um minutinho! - A mulher sorriu e foi para os fundos da loja.
- , olha isso. - apontou para um vibrador. - Que. Medo.
- CAT! Para de me mostrar essas coisas! - riu.
- É engraçado! - riu alto, mas logo parou ao ver a mulher voltando com duas fantasias.
- Olhe, essas são as que eu acho mais bonitas. Se quiserem mais, eu pego ok? - Ela entregou uma vermelha com branco para e uma vermelha e preta para .
- Wow, essa está boa mesmo! - deu uma risadinha.
- Sexy. - piscou.
- Ok, eu gostei dessa. - pegou a fantasia e pediu pra moça embalar.
- E essa? Tá curta o suficiente? - mostrou a sua, rindo.
- Sim, o Harry vai adorar! - riu.
- Quer dizer, ele vai adorar me ver vestida nela em casa, né? E vai encher a paciencia quando eu colocar o pé de fora. - sorriu.
- Ai, , eu dou um jeito nele se você quiser! - disse, sorrindo.
- Você não vai dar jeito em ninguém! Conheço muito bem o seu 'jeito', só vai fazer ele com o Danny! - disse, com ciúmes.
- NÃO ERA ESSE JEITO, TAPADA! - deu um pedala na amiga.
- Não importa, do Judd cuido eu! Ram. - reclamou. - E nem pense em contar pra ele essa minha crise de ciúmes, ouviu?
- Tá bom, tá bom! - Ela disse, erguendo as mãos. - PERAI, VOCÊ ME INDUZIU A DAR UM JEITO NO DANNY? - perguntou, caindo a ficha.
- AH SUA LERDA. - riu e deu o dinheiro das roupas para a mulher.
- Não, nem fala mais comigo! - saiu rindo, pegando a sacola.
- Não falo é nada sobre sua 'rapidez' - piscou para a mulher e saiu da loja.
- Ei, o que é aquilo? - olhou pra uma loja. - Santo Cristo... não, não é possível! - Ela abria um sorriso de orelha à orelha.
- O que, menina? - perguntou, olhando na direção contrária.
- LOUBOUTIN STORE EM PROMOÇÃÃÃO! - Ela gritou, não acreditando.
- E ai vamos nós. - disse, enquanto a puxava até a loja,.
- Que maravilhosooooo! - gritava, até que chegou na vitrine. - E agora é a hora. - Ela se virou pra , séria.
- Odeio seu drama. - resmungou.
fez drama ainda maior, tirando o cartão de credito da carteira. - É para o bem da humanidade!
- Ai meu deus. O que vai fazer?
- COMPRAR! - Ela entrou na loja.
- E eu achando que era algo drástico. - riu, se sentando na cadeira e vendo MIlena babar nas Louboutins.
Ela provou mais ou menos 6 pares de sapatos, mas acabou só levando dois. Um todo de tarrachas, e um outro mais delicado.
- Agora estou realizada, posso morrer feliz! - saiu da loj com as sacolas na mão.
- Exagerada. - riu. - CHama ai o táxi.
- Exagerada nada. - Ela foi até o meio fio e acenou para um taxi que passou direto, mas na mesma hora, bateu um vento, que levantou o vestido de e a blusa de .
- MERDAAA. - gritou, e um táxi apareceu. - Filho da puta. - o xingou em português.
- CACEETEEEE! - falou, tentando abaixar a blusa, mas estava com um monte de sacolas na mão. - Sorte que eu vim sem piercing. Sorte que o buraco fechou e eu não uso mais. - Ela riu.
- Como assim sorte? - perguntou, entrando no táxi.
- Ia aparecer e eu ia ficar com imagem de piriguete. Já não basta o sutiã de renda? - Ela riu, entrando no taxi logo apos .
- Como se você não fosse piriguete, né? - piscou, entregando o endereço para o motorista.
- Não sou, tá? - fez um biquinho. - Só já fiquei com cinco num mesmo dia! (o dia do jogo da garrafa: James, Dougie, Harry, Tom, Danny é 5 kkk)
- Só cinco! - riu. - Não sei qual foi meu máximo... - disse, pensativa.
- Nunca teve! - riu.
- Idiota. - a deu um tapinha
- Você. - Ela deu uma risadinha.
- Te cuida. - entregou o dinheiro para o motorista e desceu do táxi.
- Hehehe. - riu, descendo do táxi.
- Mimimimi. - resmungou e abriu a porta de casa.

Quando abriu a porta, Harry pulou em cima dela, gritando.
- VOCÊ COMPROU A FANTASIA?
- Loucura. - passou por eles.
- Comprei. - disse, normal. - E era a mais curta de lá, amor.
- Vish. - entrou, dando um selinho em Danny, que estava na sala.
- A mais... - Dougie começou.
- Curta? - Harry completou, a encarando.
- Dramáticos. - riu e abraçou o namorado, que ainda estava em choque. - Não era a mais curta, mas era bem curtinha.
- Tem razão. A minha é ainda mais curta. - riu.
- O que? - Danny exclamou.
- Sabe, é bem melhor ouvir isso saindo da boca da do que da sua, sabia? - Harry disse, fazendo soltar uma risada.
- O QUE? - se enfureceu com Harry.
- Ué. É. - Harry sorriu. - Antes a sua bem curta do que a da minha namorada. - Harry sorriu de novo e deu um selinho em .
- Beleza, então. - Ela fez um bico sentando no sofá.
- Own, não liga, . Você vai estar bem mais linda. - Danny a abraçou.
- Mas, só pra te informar, Harry, a minha não é mais curta. - piscou.
- O QUE? - Harry gritou.
- Vadia. - saiu do abraço de Harry e foi correndo esconder a roupa no quarto.
- É VOCÊ QUE COMPRA ROUPA CURTA! - Ela se arrumou no colo de Danny.
- TE CUIDA! - gritou do topo da escada, onde já estava.
- Sh sh sh. - Danny falou, interrompendo os pensamentos de .
- Ein, Danny, você vai de que? - perguntou.
- Sei lá, você quer que eu vá de que?
- Aaah, você tem que combinar comigo, só que eu não quero falar de que eu vou.
- Os meninos tem uma roupa já tipo, normal. - Dougie comentou. - Tipo, pode ir de pirata, cavaleiro, mosqueteiro...
- Quero ir de mosqueteiro! - Harry sorriu.
- Vai de pirata, Danny! - falou.
- Tá, então. - Ele sorriu.
- Então vou de cavaleiro. - Dougie deu de ombros.
- E o Tom? - Harry perguntou.
"Ele vai de cavalo." pensou. - Ele pode ir de... príncipe. - Ela deu de ombros.
- É. - Harry deu de ombros, subindo as escadas. - ? - Ele gritou.
- NEM PENSE EM ENTRAR AQUI! - gritou.
- ...
- Que, Danny?
- Me fala de que você vai?
- Não. - Ela riu.
- POr favooor. - Ele fez um biquinho fofo.
- Não faça essa carinha pra mim. - deu um selinho nele.

- Pronto! - saiu do quarto e deu de cara com Harry encarando a sua porta. - O que?
- Não quero ver você com um vestido curto de sex shop...
- Não quer me ver? Eita, achei que você gostasse de me ver com fantasias. - sorriu.
- Deixa eu terminar! - Harry bufou. - Eu não quero ver você com aquela roupa no baile, vão ficar todos te olhando.
- Bem... - o abraçou. - Eu acho que ele sabem que eu tenho dono.

- Me diz! - Danny insistia.
- Não vou dizer! - Nessa hora, Tom chegou na sala, fazendo todos se silenciarem.
- Algum problema? - Tom perguntou.
- Não. - Dougie, Danny e responderam.

- Ainda bem que sabem, mas mesmo assim eles vão cair de cara na suas pernas. - Harry disse.
- Ainda bem que eu tenho um namorado que não vai deixar isso acontecer. - sorriu e o beijou.

- Ah, , fala logo! - Danny continuava insitindo.
- Eu vou é sair daqui, se você não parar.
- Parei.
- Falar o que? - Tom perguntou.
- A roupa do baile. - Dougie respondeu-lhe.
- Vish é verdade.

- É melhor a gente se conter, menino. - disse, parando o beijo. - Estamos no corredor!
- É. - Harry riu e desceu as escadas com ao seu lado. - Isso se faz em quatro paredes.

- Vocês vão de quê? - Tom perguntou pros outros da sala.
- Eu vou de cavaleiro! - Dougie sorriu.
- Eu vou de pirata e a não quer dizer do que vai. - Danny fez um bico pra , que respondeu com uma careta.
- E eu vou de Mosqueteiro. - Harry sorriu.
- A minha é surpresa, mas posso lhe dizer que é curta E HARRY JUDD, NEM COMECE! - gritou antes que Harry dissesse algo.
- Arg. - Harry bufou.
- A minha nem é tanto. - riu.
- Porque disse que era? - Danny perguntou.
- Pra tentar salvar a . - Ela deu de ombros.
- Falhando completamente. - a fitou. - Mas tudo bem, te perdôo.
- Não falhei, só falei que era maior do que a sua depois, porque fiquei com raiva do Judd, bobona. - Ela revirou os olhos.
- Ok, ok. - deu de ombros. - Não vai adiantar nada, ela ainda vai ser curta. - riu.
- A minha não, a sua! Esqueceu que eu sou pequena?
- Ah, tanto faz! - se jogou no sofá.
- Tanto faz mesmo, a gente vai parecer puta de qualquer maneira. - riu. - Brincadeira, amiga! - Ela se desculpou quando jogou uma almofada nela.
- Puta é a tia! - resmungou, dando espaço para Harry se sentar do lado dela.
- A não é puta. - Danny fez um biquinho. - É muito linda, isso sim! - Ele deu um beijinho na bochecha dela.
- Viu? - olhou pra .
- Não falei que ela era puta, disse que puta é a tia. - deu de ombros.
- Mas ela é a tia! - Danny riu alto.
- Idiota. - falou, lembrando quando ela e Danny foram no shopping comprar maquiagem pra , e um garotinho esbarrou nela, logo depois dizendo "Malz ae, tia!".
- Idiota. - concordou.
- Idiotas. - Tom repetiu.
"Affe." pensou, revirando os olhos.
- Olha quem fala. - o fitou.
- , não começa. - Harry sussurrou no ouvido dela.
- Tira desse programa! - gritou, quando começavam a aparecer umas cenas estranhas na TV.
- Nossa, que fresca, nem aguenta assitir uma ceninha de merda dessa. - Tom falou.
- Ninguém pediu sua opinião. - Ela respondeu mal-criada, ouvindo as vaias dos outros garotos.
- Vamos ver True Blood, fechou? - sorriu, pegando o controle e colocando no 47.
- Eu vou ali em cima, e já volto. - falou, indo até seu quarto. "Não vou dividir o mesmo espaço que ele. Não é por nada." Ela pensou. Pegou o celular e mandou mensagens pros amigos, e começou a arrumar umas coisas, até que viu a bolsa de fotos dela e . Ela se recusou a abrir e voltou a guardar umas coisas espalhadas pelo quarto.

- Estou entediaaaada! - reclamou para Harry.
- A culpa é minha? - Harry riu.
- SOCOOOORROOOOOOOOOOOOOOOOOOO, HARRY JUDD VOCÊ ESTÁ FRITO! - gritava, quando viu que aquela aranha tinha voltado.
- O que foi isso? - Danny perguntou.
- Harry Judd, o que você fez? - o fitou.
- FELA DUMA PUTA! - corria até o alto do corredor, quando chegou na escada e não conseguiu descer, pulando todos os degraus e caindo sentada no chão (n.a.: isso já aconteceu de verdade comigo S: kkkk foi engraçadão).
- O que aconteceu, ? - Harry disse, entre as risadas.
- A PUTA DA ARANHA QUE VOCÊ JUROU TER COLOCADO PRA FORA ESTÁ LÁ NO QUARTO, DANÇANDO COM AQUELAS PATINHAS PELUDAS DO CARALHO QUE ELA TEM! - Ela se levantou.
- Ah, isso. - Harry sorriu. - Já fui uma vez. Agora fala pro seu namorado ai.
- Que namorado? - Danny perguntou.
- Que namorado? - repetiu a pergunta.
"Que namorado?" Tom pensou.
- Harry Judd não dando uma dentro. - riu. - Agora se vira, amor.
- Namorado não, seu Danny ai. - Harry disse e se esquivou de uma almofada.
- Por favor, alguém só mata aquela aranha. - pediu, colocando a mão na testa.
- Affe, que frescura! - Tom se levantou, foi até o quarto e pegou a aranha, levando ela pro lado de fora de casa. - Pronto? - Ele perguntou, entrando e se jogando de volta no sofá.
- Ahn, obrigada. - agradeceu, voltando pro quarto.
- E o Super-Fletcher salva o dia novamente. - riu.

Os meninos e ficaram vendo Percy Jackson até dar oito horas, quando Harry subiu para o quarto e ficou por lá. , continuou vendo TV com os outros.

- Eu tenho uma surpresa pra você. - Harry sussurrou à , que prestava atenção na TV.
- O que é? - Ela perguntou, enquanto ele a guiava até seu quarto.
- Se eu falar vou estragar a surpresa, besta. - Harry riu e tampou os olhos de com uma venda.
- Não vai me dizer mesmo? - perguntou, manhosa.
- Nops. - Harry a deu um selinho rápido e a encostou na parede. Foi para o seu quarto e em 15 minutos voltou.
- Você é um mala, Judd! - resmungou ao ouvir ele se aproximar. - Me deixou aqui esperando. Vá a merda!
- Tá bravinha, é? - Harry perguntou, divertido.
- O que você acha? - bufou.
- Te amo. - Harry a abraçou. Como alguém poderia se tornar tão especial para ele em tão pouco tempo?
- Que? - perguntou rápido e como resposta Harry a beijou. No inicio foi algo mais emocional, ele procurava todos os cantos da boca de , todos que ele já conhecia muito bem. Mas, o beijo se tornou mais... Selvagem. Mostrava o desejo de Harry. Ele beijava cada centimetro do pescoço dela e ela, finalmente, tinha cansado de se segurar. Ela arrepiava e puxava os cabelos da nuca dele e ele agora mordiscava o pescoço dela, a fazendo arrepiar.
- Ok. - Ouviram uma voz, provavelmente , mas não importava. Eles estavam sozinhos no mundo, sem barreiras, só com os desejos dos dois. Harry a pegou no colo e para ajudar envolveu suas pernas no quadril dele, enquanto ele a levava até o quarto. Trancou a porta e a sentou na cama, tudo isso com ela o beijando. Beijou as têmporas dela e tirou a venda, mostrando o quarto.
- Nossa. - exclamou. O quarto, antes cheio de lixo, revistas e roupas, agora tinha pétalas de rosas e velas, tocando ao fundo Nine In The Afternoon. Para muitos, não combinaria com a ocasião mas essa era a música preferida de , e ao olhar no relógio viu que eram nove horas da noite. - Que perfeito, Harry.
*- Tudo pra você, . - Harry sorriu e a beijou, a deitando na cama e ficando apoiada em cima dela.
- Mas...
- Relaxa, . Eu sei o que estou fazendo, e eu sei que você também sabe o que eu quero fazer... Eu vou cuidar de você. - Harry disse, enquanto se sentava.
- Não. - Era mais uma pergunta do que uma afirmação. Harry beijou a clavícula dela, botando pressão para a fazer deitar.
- Vai me impedir? - Harry sussurrou em seu ouvido, enquanto mordia delicadamente o lóbulo de sua orelha, depois encosdando seu nariz no dela.
, entorpecida pelo toque do menino, só conseguiu fazer uma única palavra sair de sua boca:
- Não. - Ela sussurrou contra a boca do menino e ele acabou com o pouco espaço que existia entre elas, deixando as emoções os levar.

acordou com Danny do seu lado, sem camisa e abraçando sua cintura. Ela virou de frente pra ele, mas antes conferiu se estava de roupa, e estava. Ela ficou acariando o rosto dele, até que o garoto acordou e sorriu.
- Bom dia, meu amor. - Ele disse.
- Bom dia. - sorriu.

Harry já estava acordado há meia hora. A noite anterior tinha sido... Perfeita. Inexplicavel. Ele a olhava dormindo, sem nenhum minuto tirar o sorriso do rosto.
- Ahn, Harry, para de me olhar. - resmungou, ainda com os olhos fechados.
- Como sabe que eu to te olhando. - Ele beijou a testa dela.
- Estou acordada há dez minutos. Eu sei das coisas, Judd. - se sentou, sorrindo.
- Dormiu bem?
- Muito. - sorriu e o beijou. - Te amo, sabia?
- Já imaginava. - Harry riu e se levantou.
- Ai! - sorriu ao ver Harry pelado. Se lembrou da noite passada.
- O que foi?
- Nada. - sorriu, mordendo o lábio.

- Tem que levantar. - se espreguiçou na cama.
- Eu sei. - Danny respondeu, mas nenhum dos dois levantaram. Ficaram ali, deitados, abraçados.
- Estou sentindo falta de alguma coisa...
- Eu te amo.
- Obrigada. - deu um beijinho na testa dele e levantou.
- Viu, eu te conheço mais do que parece. - Danny sorriu.
- Ainda bem, né? - Ela foi até o banheiro, trocando de roupa, colocando uma boxer feminina de e uma camisa.

- Ei, folgada! - Harry tirou o lençol de cima de . - Vamos! Acorda.
- Pra queeee? - fez bico.
- Vem .
- Ok, ok. - bufou. Se levantou, vestiu sua calcinha, uma boxer do namorado e uma blusa dele, deu língua a Harry e saiu do quarto. Bem, pretendia sair, pois quando pisou fora do quarto Harry a puxou pela cintura e começou a beijar.
- Bom dia. - Harry disse, depois do beijo.
- Já disse isso. - riu e o puxou para fora do quarto.
- Eu sei, eu não tinha te dado o beijo de bom dia.
- É mesmo. Não podemos nos esquecer disso.
- Pode deixar que eu te lembro. - Ele mordeu o pescoço dela, a fazendo arrepiar.

- Você fica tão linda quando rouba as coisas da . - Danny elogiou quando saiu do banheiro.
- Você acha que eu estou bonita? - Ela deu uma dançadinha.
- Bonita e agora provocante. - Ele piscou.
- Provocante é você, que levanta só de boxer no meu quarto.
- É a roupa que eu durmo. Desculpe pela sua visão.
- É, essa visão está muito ruim, tira tudo logo! - riu. - Mentira, é brincadeira!
- Eu não ia tirar, hoje eu estou me sentindo dificil.
- Ah, vai dar um de dificil? Eu também sei ser.
- Bobona. - Ele se levantou e abraçou , dando um selinho nela.
- Vai se vestir!

- Bom dia. - sorriu.
- Bom dia. - Dougie sorriu, mas o sorriso logo sumiu ao ver ela. - O que aconteceu?
- Nada que seja da sua conta. - Harry resmungou, pegando um copo para ele e um para .

- Vamos descer. - Danny estava de bermuda e camisa, quando chamou , que estava enviando uma mensagem pra mãe.
- Vamos. - Ela largou o celular e foi até a cozinha com Danny. - Bom dia! - sorriu, entrando.
- Bom dia, ! - foi até ela e a deu um beijo na bochecha, fazendo o mesmo com Danny.
- Longe dele, vadia! - falou.
- Ciúmes... - Danny falou baixo.
- E ele dela! - Harry resmungou, puxando .
- Meu deus, que drama! Só dei bom dia pro meu amigo. - bufou e foi até Dougie, dando um beijo na bochecha dele também. - Bom dia de novo! - disse, feliz.
- Caceta, me deu uma vontade repentina de dançar Michael Jackson. - riu.
- Dança, ué! - riu, se sentando na bancada.
- Oi. - Tom entrou na cozinha.
- Acho que não. - piscou pra , sentando no colo de Danny.
- Tá né. - resmungou. - Bom dia, Tommy!
- Não vai comer? - Danny perguntou pra .
- Não tô com fome. - respondeu.
- Bom dia, . - Tom foi até a garota e deu um beijo em sua testa.

- E ai, vamos fazer o que hoje até a hora do Baile? - perguntou.
- Tentar não engordar. - respondeu.
- Como se você fosse gorda. - Danny disse.
- Vai por mim, essa é uma guerra já perdida. - Tom disse.
- Ahn?
- Discutir que ela tá magra, é uma guerra já perdida.
- Porque discutir se é mentira. - falou.
- Arg, para com isso, ! Você é perfeita, não precisa se preocupar com isso.
- Eu sou tão perfeita que chego a ter imperfeições visiveis. - Ela reclamou.
- , fica quieta. - Danny passou os braços pela sua barriga.
- Tá bom. - Ela fez um biquinho.
- Ok, agora o que vamos fazer? - perguntou de novo.
- Por mim, eu ficava o dia todo dormindo. - Danny falou.
- E eu ficaria o dia todo na Louboutin Store. - sonhou.
- E eu ficaria o dia todo com a . - Harry sorriu.
- Eu poderia ficar vendo meu seriados. - Os olhos de brilharam. Harry fez bico por não ter escutado o que queria e foi até ele, lhe dando um selinho. - Com meu bebê.
- Eu ficaria o dia inteiro com a minha namorada. Se eu tivesse uma. - Tom se lamentou.
- Pena que perdeu. - Harry disse, automáticamente, recebendo em seguida um tapinha de . - Enfim, ficou decidido o que?
- Err... - levantou e saiu da cozinha, indo até a sala e ligando a TV.
- Parabéns, Judd. - o fitou.
- Eu vou lá. - Dougie se levantou, enquanto todos ficavam supresos.

- ?
- Oi. - Ela respondeu, assistindo Family Guy.
- Quer conversar?
- Pode ser.
- Então fala. Ainda ama o Tom? - Dougie perguntou.
- Por que quer saber isso, Dougie? - perguntou.
- Por nada. Só quero te ajudar, igual você me ajudou no inicio do drama Dougie-. - Ele sorriu, fraco.
- Ah, tá. Eu não sei te responder isso.
- Quando souber, pode vir falar comigo, ok? Vou te ajudar.
- Tá, Dougie. - sorriu pro garoto.
- Ok, estou com ciúmes. - Danny apareceu na sala e se sentou do lado dela.
- Own, vem aqui meu amorzinho ciumento. - Ela abraçou Danny.
- Vou saindo, ok? - Dougie sorriu e foi para seu quarto.

- Ok, vamos fazer o que no final das coisas? - perguntou, revoltada, pra Tom e Harry.
- O que fazemos sempre! Cada um fim fica com seu "amor" e os outros ficam em seus quartos. - Tom disse, nervoso.
- Tom, vem cá. - saiu do abraço de Harry e subiu até o estudio, com Tom atrás.

- Amor, você sabe que eu te amo, né?
- Sim...
- Então, eu estou de dizendo do fundo do meu coração. Tá na hora de partir pra outra. - pegou em suas mãos.
- , eu gostava dela tá? Ela pode até acreditar que não, mas eu gostava. Ela era tudo, e agora nem falar comigo fala. Tá certo que eu provoco ela, encho o saco, mas sabe como eu me senti quando o Harry falou que era pro "namorado dela" salva-la da aranha? Eu fiquei...completamente embrulhado de perceber que ela partiu pra outro e nem se importa mais. - Tom desabafou com .
- Tom, ela também sentia tudo que você acabou de dizer! Mas você escondeu um filho! Isso é muito grande para se esconder! Então, agora você vai ter que parar de provocar e começar a trata-lá igual você me trata, como uma amiga. Mas dessa vez, ainda mais delicadamente, por que ela não é só uma amiga, ela é uma amiga que você ama muito. - o abraçou.
- Eu sei, . Mas não dá pra falar com ela sabendo que está com o Danny. Parece que tudo que a gente não teve, ela está tendo com ele. Até... - Tom deixou cair uma lágrima e suspirou fundo. - até o sorriso dela é diferente.
- Isso não é culpa sua, amor! Para com isso, se você ficar nessa fossa, só vai te deixar mais triste. E se ela está diferente, você tem que estar feliz por ela! - limpou a lágrima.
- Tá, eu vou tentar. - Ele disse.
- Promete?
- Prometo.
- Bem melhor, agora eu quero ver a covinha que eu amo! - levantou o rosto dele, sorrindo.
Tom sorriu, mostrando suas covinhas (AMOOOOOOOO) e fazendo sorrir ainda mais.
- Coisa lindaaaa! - o abraçou e mordiscou o pescoço dele. - Se contar pro Harry, eu te capo, tá bom? - descia as escadas do estúdio, de mãos dadas com Tom.
- Tá, tá, eu não vou falar. - Ele deu uma risadinha.
- Bom menino! - sorriu, chegando na sala.

- Demorou demais, . - Harry resmungou, olhando a Tv.
- Putz, eu amo esse nenenzinho! - riu quando o Stewie fazia algo com Brian, no Family Guy.
- Larga de viadagem, Judd. - se sentou no colo dele.
- Ok. - Harry sorriu e a deu um selinho.
- Cacete, o que ele tá fazendo? - Danny achava as cenas estranhas, enquanto se matava de rir.
- Não estou prestando atenção. - Harry respondeu enquanto beijava seu pescoço. Ele se levantou com ela no colo e subiu para seu quarto.
- Dá pra perceber. - falou meio baixo, mas logo se distraiu quando Danny deu um beijinho em seu ombro.

- Onde você tá me levando? - perguntou, no meio da escada.
- Meu quarto.
- Hm... - mordeu o lábio, sorrindo.

- Aí, muda de canal, cansei de Family Guy. - reclamou.
- Ainda bem! - Danny foi passando de canal até que parou em um canal de filmes. Estava passando O amor é cego.
- Eu amo esse filme. - fez um biquinho.
- É muito fofo mesmo.
- E eu me identifico com a Rose.
- Cala a boca, . - Danny falou, vendo ela fazer um bico. - Oown, não faz esse bico. - Ele sorriu.

- Ai! - Harry gritou quando mordeu com mais força sua boca.
- Quieto.
- Amo quando você tá no comando.
- É? - se sentou no colo dele, que ainda estava deitado. Começou a passar as unhas em seu abdomem, o vendo contrair todo.
- Voltou com essa mania de me provocar?
se deitou em cima dele e sussurrou em seu ouvido: - Talvez... - Riu baixo e mordeu o lóbulo da orelha dele, rindo.

- PERAE, VOLTA LÁ! - gritou, quando Danny mudou de canal e passou por um canal de clipes.
- Calma! - Ele voltou, e estava passando o clipe "The one that got away" da Katy Perry.
- Ah! Que perfeito. - estava com os olhos brilhando.

- Você... Me deixa louco... Sabia? - Harry disse, de olhos fechados.
- Sabia. - mordeu o lábio dele.
- Mas agora. - Ele abriu os olhos. - Eu estou no comando. - Harry a abraçou e se virou, fazendo ele encaichar entre as pernas dela. Ele começou a beijar a barriga dela, subindo até entre os peitos e beijou a clavicula, o ponto fraco. No momento que seus lábios tocaram na clavicula dela foi que ele percebeu que lá era o ponto fraco dela. Sorriu e mordiscou lá, a fazendo arrepiar ainda mais.

- In another life, I would be your girl, we'd keep all our promises, be us against the world. In another life, I would make you stay so I don't have to say you were the one that got away, the one that got away. - cantou.
- OWn, . Não chora! - Danny limpou as lagrimas que escorriam pelo rosto de .
- Mas está tão... PERFEITO!

- O meu Judd selvagem voltou. - sorriu. Harry, em resposta, começou a mordiscar o pescoço dela, enquanto ela o arranhava nas costas.
- Sua safadinha!
- Sou mesmo, nunca neguei! - mordeu o lábio.

Então Danny percebeu que não era aquela insensível que ele mesmo julgou ser. Ele a olhou e olhou, até que a garota percebeu que Danny estava lhe olhando. Ela sorriu meio sem graça e Danny a beijou.
- Eu te amo. - Ele falou pra .
- Eu acho que eu nunca falei isso que eu vou falar... mas você é meu. Meu. Meu. - ficou repetindo a palavra. Não foi como ela disse pra Tom que ele pertencia a ela. Era simplesmente diferente, era apaixonante, era... dela.

- Ok, vamos parando... - Harry parou de beijar , ofegante.
- Verdade. - riu, vendo ele deitar do lado dela. Os dois deitados de barriga para baixo, se olhando.
- Cara, é impossivel.
- O que?
- Existir alguém mais linda do que você.
- Seu bobo. - disse, vermelha, enquanto sentia seu coração na garganta.
- Não, seu bobo. - Ele a deu um selinho. - Já disse que te amo hoje?
- Não sei, e nem precisa, eu já sei.
- Claro que precisa. - Harry se sentou, enquanto se deitava de barriga para cima. - Eu. - Ele deu um beijo na mão dela. - Te. - Ele deu um na parte interior do cotovelo. - Amo. - Ele mordiscou o ombro dela. - Eu te amo, muito.
- Eu te amo mais, Harry.
- Não vou discutir sobre isso. - Ele a abraçou e os dois ficaram olhando a parede, deitados juntos.

- ... você é a pessoa mais perfeita que eu já conheci. - Danny falou, abraçando-a.
- E você é meu perfeito. - deu um selinho em Danny.
- Sabe, .
- O que?
- Você já se sentiu assim por outra pessoa?
- Não. Sei lá, os outros eram mais superficiais, sabe? Você é mais profundo.
- É. Exatamente. - Harry beijou a testa dela. - Acho que metade de você está em mim. E isso é muito gay. - Ele riu.
- É, e a sua outra metade está no meu coração. Fazer o que? É gay, mais é a verdade.

- Ih, já tá dando a hora do almoço. - olhou no relogio da TV.
- Quer almoçar o que?
- Nada, não quero comer.
- No baile você vai desmaiar.
- Não vou comer e pronto.
- Ah, e aproveita pra desmaiar no baile, né? - Danny resmungou.
- É. - respondeu.
- Vai comer sim! Vai estar anoréxica em um mês se parar de comer.
- Foda-se. Pelo menos vou estar magra. - Ela resmungou.
- Isso não está em discussão, vai comer e ponto!
- Não pode me obrigar! - Ela falou, raivosa.
- Ai , quer que eu apele mesmo?
- Desde que eu não coma.
- Vou apelar pra .
- Ela nem liga.
- Duvido.
- Se você sair desse sofá, eu juro que eu pego aquela marreta e acerto sua cabeça.
- , por favor.
- Eu que peço, por favor. Me deixa ficar sem comer! - Ela cruzou os braços e encolheu as pernas no sofá.
- Não! Faz mal!
- Caralho, você não vai parar de encher o saco mesmo.
- Não vou parar mesmo! Só paro quando você comer algo.
- Então vai lá pegar a comidinha pra mim, vai! - Ela disse.
- Jura que vai comer?
- Ahan!
- Só por que eu te amo, vou pegar uma salada. Bem light. - Danny disse, se fingindo de gay e se levantando enquanto ia à cozinha.
viu Danny sair, e saiu correndo pra fora. Ela correu e correu, mas esqueceu a porta aberta, o que ficaria muito obvio quando Danny voltasse.
- Pronto... - Danny deixou o prato na mesa de centro e foi correndo pela porta encancarada.
- PUTAQUEPARIU, FODEO! - tentou correr ainda mais rapido do que estava, e acabou dando de cara em um muro, onde não conseguiu freiar e acabou se batendo.
- Tudo bem? - Danny perguntou, ao chegar onde ela estava caida.
Ela até tentou se fingir de morta, mas Danny chegou perto demais, fazendo a garota ficar vermelha.
- Fail. - Danny riu.
- Eu não quero comeeer, amooooor! - fez manha, e Danny a pegou no colo.
- Vai comer. Nem que eu tenha que dar na sua boca.
- Ai, tábom, tábom.

- Que barulho foi esse? - perguntou.
- Meu estomago. - Harry riu, se alongando.
- Vamos comer? - se levantou.
- Vamos né. - Harry riu e foi até a cozinha, junto com .

- Você tá chorando? - Danny perguntou pra .
- Não, eu tava tentando. - Ela riu, sendo colocada no sofá.
- Agora você vai comer direito. - Ele pegou a salada. - Abre a boquinha! - Danny riu, fazendo aviãozinho pra comer.
- Que lindo a bebê comendo! - riu.
- Vai tomar no meio do seu... - foi interrompida por Danny, que enfiou salada na sua boca.
- Também te amo, . - piscou e entrou na cozinha, pegando uma lazanha de bolonhesa para ela e Harry.
- É tão feio quando você xinga. - Danny fez um biquinho.
- É, eu sei.
- Olha, já tá acabando! - Ele deu a ultima garfada.
- Que miraculoso!

- ?
- Que?
- Tá pronto?
- Não.
- E agora?
- Não.
- E agora?
- PORRA JUDD, QUANDO ESTIVER PRONTO, EU TE FALO! - se revoltou, bufando.

- Pronto! - Danny sorriu, quando deu a ultima garfada de salada pra .
- AEEE! - Ela falou com a boca cheia de alface.
- Comemora depois! - Ele riu.

- Desculpa, amor. - Harry a abraçou por trás e a beijou no pescoço.
- Ok, agora está pronto. - pegou a forma com a Lazanha e colocou em cima da mesa. - Bom apetite, Judd.

- E de sobremesa...
- MAIS COMIDA?
- Não, você ganha um acompanhamento de Danny Jones.
- Bobão! - Ela riu.
- Poxa, esse até eu quero! - gritou da cozinha.
- QUIETINHA AI E COME SUA LAZANHA, FERREIRA! - Harry reclamou.
- Bom, agora que eu sei que algumas garotas competem pela minha sobremesa, eu quero. - deu um selinho em Danny.
- OH! Você só me quer pras outras terem inveja de você? - Ele se fingiu de surpreso.
- Claro que não, Danny! É só... - se assustou.
- Eu sei que é só brincadeira! Eu também sei atuar.
- SEU BOBÃO! VOCÊ ME ASSUSTOU! - Ela deu um tapinha em Danny.
- CONTINUA ENROLANDO QUE EU COMO O ACOMPANHAMENTO, MI! - gritou, rindo.
- E VOCÊ CONTINUA GRITANDO COISAS PRO DANNY QUE EU QUE NÃO COMO O ACOMPANHAMENTO, SE VOCÊ ME ENTENDE. - Harry gritou.
- EITA PORRA! - gritou. - O ACOMPANHAMENTO É MEU!
- OPA! - Danny riu.
- E VAI CONTINUAR ASSIM, NÉ CAT? - Harry perguntou.
- NÃO PROMETO NADA! - brincou, só se viu Harry saindo da cozinha, puto, indo para seu quarto.
- CARALHO, NÃO CONSEGUEM FICAR SEM BRIGAR! - repreendeu . - HARRY! - Ela foi atrás do garoto.
- Você ein ? - Danny a repreendeu.
- Eu tava brincando. Oshi. - deu de ombros e foi atrás do namorado.
- Harry, era brincadeira! - entrou no quarto do garoto.
- Eu sei. Eu também tô brincando. - Harry riu. - Eu não vou ter mais crises de ciúmes, não depois de ontem.
- Depois de ontem? - perguntou, meio sem graça.
- É. - Harry sorriu, malicioso.
- OOOWN HARRY! - Ela apertou suas bochechas e deu um beijinho.

- Harry? - entrou no quarto. - Tá com raiva, amor?
- Muita! Você sabe como eu sou, ! Eu tenho ciúmes! E você continua fazendo isso!
- Adiós! - saiu, dramatizando uma espanhola.
- Harry... - foi até ele. - Você sabe que eu te amo, só fiz aquilo por brincadeira.
- Pois é, mas não tem graça! - Harry disse, sério. - Não, eu não aguento mais esse ciúme, eu... Eu quero terminar.
- Que? - estava estupefata. Harry, no inicio, a fitava, sério. Mas depois de alguns minutos, teve uma crise de risos, fazendo ficar com raiva.
- SEU IDIOTA. - pegou o travisseiro e começou a bater nele, com toda a sua força. - SEU VIADINHO, DESGRAÇADO! NÃO TEM GRAÇA! - jogou o travisseiro nele e saiu pisando pesado, bufando.

- Danny, amoooour! - gritou do alto da escada.
- Vem cá! - Ele gritou. - Não, não por aí, MILENA! - Quando ele viu, já tinha descido pelo corrimão e agora estava na sua frente.

- Arg, aquele viadinho, puto, imbecil, idiota... - xingava Harry com tudo que vinha em sua cabeça, descendo as escadas. Segundos depois aparece Harry no topo da escada, rindo.
- !
- SAI DAQUI! - gritou, revoltada.
- Eita, a ficou brava mesmo com o Harry. - disse pra Danny. Eles estavam na cozinha, e Danny estava almoçando.
- Eles não se entendem.
- Mas sabe o motivo de agora, Jones? Ele fingiu aquele ciuminho e fingiu que queria terminar! Eu estou PUTA! - se afastou do abraço que Harry deu nela.
- Não seja grossa com meu bebêzinho! - abraçou Danny.
- Viu? - Danny riu.
- Não estou sendo grossa com ele, estou sendo com ele! - apontou para Harry, que ainda ria do outro lado da cozinha.
- Ah, não vale a pena ficar insistindo com a , Judd! - piscou, mostrando que era pra Harry entrar na brincadeira.
- Sabe , também acho. - Harry disse, enquanto formava com a boca um WHAAAAAT?
- Então... quer fazer o que? - Ela passou as mãos pelo pescoço de Harry, se segurando pra não rir.
- Que tal nós dois, longe daqui? - Harry sugeriu, a abraçando.
- Boa ideia. - fingiu beijar Harry, e deixou Danny muito enciumado.
- O QUE? - , ainda acreditando, começou a chorar. Saiu correndo de casa, ainda vestida com as roupas de Harry.
- Puta merda, ela acreditou. - soltou Harry e foi atrás da amiga. - CAAAAAAAT!

estava já na outra rua, chorando. Como assim? Não fazia sentido isso. Mal sabia que era tudo brincadeira.
- , ! Era brincadeira! Calma, eu e o Harry não temos nada, nem vamos ter! - a encontrou e ajoelhou na sua frente.
- Eu você beijando ele, ! Como pode, cara? - chorava. - Não, não fala comigo! - voltou correndo para a casa.
- EU NÃO BEIJEI ELE! PORRA! CAT, NÃO ME FAÇA TE XINGAR! - foi atrás dela.
- CATITI! - Harry gritou, ao ver ela entrando na casa.
- Não. Fala. Comigo! - subiu para o quarto.
- Cacete, cacete, cacete. A gente é muito tapado! - falou pra Harry.
- Jura? - Harry disse, ironico. - Eu vou lá. - Ele subiu as escadas, entrando no quarto de .

- Sai. - disse, ainda chorando.
- , era brincadeira. - Harry falou. - A gente nem se aproximou, foi tudo fingimento.
- Ah é? Nossa, seu idiota! Eu queria ver o que você faria se eu por brincadeira beijasse o Dougie! - disse, o fitando. - NÃO TEM GRAÇA, PORRA! Primeiro você faz aquela palhaçada de querer terminar comigo, e depois de ir ficar com a . - tremia. - Meu coração tá doendo, só por imaginar em te perder.
- ... - Ele se ajoelhou na frente dela. - Eu te amo. Nunca faria ou irei fazer algo pra te magoar. Nunca. Se esqueceu? Se eu te magoar, magouo um pedaço de mim também. Vem cá. - Harry abriu os braços, e se acomodou no seu lugar.
- Seu... Idiota. - ainda chorava.

- Vai dizer que você também acreditou? - olhou pra Danny, se sentando.
- Talvez...
- Danny? Sério mesmo?;
- Sei lá. No inicio eu me assustei. Mas... Não, acho que você não seria capaz de magoar a desse jeito.
- Bom saber que você é inteligente, amor. - sorriu.
- Né? - Danny riu.
- Vem aqui. - puxou Danny pra si, beijando-o.
- Nem precisa pedir duas vezes.
- Bom saber. - Ela o beijou ainda mais.

- Tá melhor?
- Eu ainda estou MUITO puta contigo. Poxa, eu ainda tô tremendo. - disse, agora ela estava deitada junto com Harry na sua cama.
- Desculpa. - Ele lhe deu um selinho.
- Odeio ser assim.
- Como?
- Emotiva demais.
- Você é perfeita.
- Já discutimos isso.
- Ok, você é perfeita pra mim.

- Quer ir lá pra sala? - perguntou, sentada no colo de Danny.
- Quer ir lá pro meu quarto?
- Verdade, eu acho que eu só fui lá uma vez. - Ela fez um biquinho.
- Então eu vou te levar. - Ele levou ela no colo até o quarto dele.

- Me desculpa? - Harry pediu de novo.
- Já desculpei.
- É que... Eu acabei de imaginar como eu me sentiria se visse você beijando o Dougie...
- Bem, eu não vou fazer isso, nem fingir.
- Promete?
- Prometo. - sorriu fraco.

Danny chegou em seu quarto e jogou na cama, fechou a porta e se deitou em cima dela, beijando-a.

- Quantas horas?
- Faz alguma diferença?
- Não. - Harry riu. - Eu ainda estou me sentindo culpado.
- Para com isso. - se deitou em cima dele. - Eu te amo, e te desculpei. - ficou deitada lá, enquanto ele a abraçava, a protegendo.
- Eu sei. Eu te amo mais. E não sei o que eu vou fazer se um dia eu te perder.
- Não se preocupe com isso. - lhe deu um selinho.

- Danny, eu acho melhor não. - se sentou.
- A gente não precisa passar de nada. - Ele a abraçou.
- Eu sei. - Ela virou de volta pra ele e voltou a beija-lo. - Mas eu não quero fazer, tá?
- Tá. - Ele segurou a cintura dela, fazendo ela passar as pernas por cima das dele. Danny estava sentado e em cima dele.

- .
- Hm? - disse, meio dormindo.
- Me desculpa?
- Eu já te desculpei!
- Ok, agora eu vou dormir. Tá?
- É o que estou tentando fazer, besta.

- Ai, Danny! - deu uma risadinha, enquanto ele mordiscava seu pescoço.
- Eu esqueci que aqui é o seu pontinho. - Ele deitou .
- Você é um safadinho! - Ela riu, mas Danny ignorou, continuando a beijar seu pescoço.
Danny foi descendo seus beijos, até encontrar o decote da blusa de . Ele se lembrou do dia do jogo da garrafa, que foi a primeira vez que se beijaram, então parou de beija-la.
- O que foi? - perguntou, se sentando.
- Eu... me lembrei do dia do jogo da garrafa. - Ele riu, sem graça.
- Ha, aquilo não vai acontecer de novo.
- Por que?
- Danny.
- Tá, tá. - Ele saiu de cima dela e se sentou na beirada da cama.
- Nossa, agora passou todo o tempo que a gente esteve junto de verdade. No primeiro dia de aula que você foi um bobão comigo, no clube quando a gente ficou preso.
- Quando eu mandei a te acordar pra sala não ver a cor da sua calcinha, quando eu te marquei no futebol. - Danny ria das memorias com a menina.
- Quando a gente brigou. - disse.
- Quando a gente fez as pazes.
- Quando você disse que me ama.
- Quando você me aceitou.
- Quando a gente se beijou pela primeira vez, mesmo sendo estranho pra caramba. - riu.
- Quando você cantou pra mim.
- Quando você cantou pra mim. - Ela colocou enfase no você.
- A primeira vez que eu senti ciumes sabendo que você era minha.
- Quando eu te defendi.
- Quando você disse que um dia iria me amar.
- É... - sorriu.
- O que?
- Esse dia tá chegando. - Ela disse, arrancando um sorriso enorme de Danny.
- Cara, você não tem ideia de como eu gostei de ouvir isso. - Danny disse, ainda sorrindo.
- É bom que tenha gostado mesmo! - sorriu. - Você é meu bebezinho. - Ela deu um selinho em Danny.
- E você é... Poxa, não sei o que você é minha.
- Cacete, valeu. - ironizou, rindo.
- Ah, sua 'esperta'. - Danny riu. - Não sei como te chamar, sabe? De minha é muito sem-graça, de minha Jaded, não...
- Não. - Ela se lembrou que Tom a chamava de Minha Jaded. - Me chama só de mesmo.
- Não! Vou te chamar de... Já sei! Minha lady. - Danny sorriu.
- Não, isso soou cafona. Me chama de que fica bom. - Ela riu.
- Ok, ok. - Danny se deu por vencido. - Minha .
- Só . - Ela fez um bico e ergueu as sobrancelhas.
- Ok. - Danny mordeu o bico dela.
- Ai, Danny. - Ela mordeu ele volta. Só que não parou, as mordidas na boca foram passando para o rosto até o pescoço.
- Vish.
- Que foi, Danny?
- Nada não. - Ele riu, mas sabia o que tinha acontecido. - Eu vou tomar um banho, tá?
- Vai.
entrou no banheiro logo depois de Danny que ligou o chuveiro.
- O que está fazendo aqui? - Ele perguntou.
- A me deu uma ideia a um tempo atrás. Quer tomar banho comigo? - Ela perguntou.
- Só espera... um pouco. - Ele riu sem graça.
esperou 5 minutos e tirou sua blusa e sua calça, entrando em baixo do chuveiro com Danny.
- Você ouve demais a . - Ele riu.
- Eu sei! - Ela riu também.
- Como se você reclamasse. - completou.
- Eu não posso reclamar de nada! - Ele virou o xampu na cabeça e começou a lavar.
- Bobão. - Ela pegou o sabonete e começou a passar no busto. - O que você está olhando?
- Nada. - Danny se virou, vendo que tinha reparado que ele olhava seus seios.
lavou as costas de Danny, que deu uma risadinha quando ela deu um tapa na sua bunda.
- Ha, você pode né?- Ele perguntou rindo.
- Você não é menina.
- Danny.
- O que?
- O que é isso? - Ela viu uma marca de batom na cueca de Danny.
- O que... eu não sei.
- Serio mesmo? - perguntou irônica.
- Eu não sei, cara! , eu te amo, porque acha que eu iria... te trair?
- Tá, só me faz esquecer isso. - tentou se convencer do que tinha visto.
- Eu juro que não fiz nada, .
- Tá. - Ela terminou de se enxaguar e saiu do box, pegou suas roupas e foi até o seu quarto terminar o banho direito.
"CACETE! Ok, ele te ama e você quase o ama, se acalma, ." A garota pensava.
"Merda, o pior é que eu não sei de onde veio essa bendita marca!" Danny reclamava consigo mesmo. "Quando eu tenho quem eu amo, escapa igual a vento."
terminou seu banho e ficou enrolada numa toalha. Preparou uma mascara para o rosto e a colocou. Deitou na cama e descansou por dez minutos. O resto do dia ela passou assim, fazendo tratamentos de beleza e se arrumando.
- ?
- Hmmm? - disse, dormindo.
- Faltam... 2 Horas pro baile.
- Oi?
- O Baile.
- AI MEU DEUS, O BAILE! - pulou do colo de Harry e foi para o banheiro. Tinha que começar a sua sessão 'beleza'
- ? - se levantou, vendo entrar igual uma desesperada no quarto.
- Oi. - sorriu, pegando seus cremes e etc.
- Nada. - Ela sorriu. Já estava com os cabelos secos, só estava descansando um pouco.
Ela fez a maquiagem com delineador preto e passou seu perfume. Começou a colocar a fantasia de pirata até que chegou a hora de apertar o espartilho.
- , aperta aqui. - pediu.
- Podexá' - sorriu e apertou. - Mais?
- Eu mal to respirando. EU FALEI QUE IA ENGORDAR! - Ela deu piti.
- Ai, drama. - riu. - Espera. - fez sua mágica, que fez o espartilho ficar mais solto mas sem afrouxá-lo. - Que tal?
- Ta bom. - Ela sorriu.
- Ok, mais alguma coisa?
- Não. - Ela pegou a bandana e o chapéu, e foi atrás do tapa-olho.
- Que lindaaa! - sorriu, com os olhos brilhando.
- Obrigada. - sorriu fraco. - Vai se arrumar.
- Preguiça. - fez bico. - Ei, tudo bem?
- Ahan. - Ela amarrou a bandana e colocou o chapéu por cima. Se sentia o proprio Capitão Jack Sparrow (é, nao pode esquecer o capitão, hum) e sorriu.
- Sure? - perguntou, vestindo o vestido branco.
- Sim, amiga! - respondeu, estranho demais. Começou a passar o rímel antes de colocar o tapa-olho, depois passou o batom e pegou seu colar de revolver, seus brincos e anel de caveira. Colocou o tapa-olho e pegou a espada. - Me chame de capitã Jack! - Uh, capitã Sparrow!
- Rawr. Só falta colocar a bota! Que... - Ela não encontrava a bota em lugar nenhum. - AQUI! - encontrou a bota embaixo da cama. Ela abriu a caixa e exibiu uma linda bota, comprida e de amarrar.
- QUE SEXY! - sorriu, vestindo as mangas soltas. - Amour, amarra aqui na frente pra mim?
- Ahan. - foi até , apertando o delicado espartilho. - Assim?
- Mais.
fez mais força, apertando e amarrando. - E agora?
- Tá bom! - sorriu, se sentando na cama e vestindo sua bota.
- Estaremos superdivas. O que falta é ter gente lá com roupa menor que a nossa. -
- Duvido! Aposto que as outras compraram tudo em loja de criança. - riu, alisando seu cabelo.
- HAHAHA, ou não. Aqui tem umas meninas muito vadiazinhas. - riu.
- Verdade. - riu, colocando seu chapéu de mosqueteira.
- Nossa, que gostosaaa! - riu, lembrando do Panico na TV.
- Sempre fui. - riu, prendendo a espada no espartilho e passando o seu batom vermelho sangue.
- Tá bom, né, modesta. - Ela riu. - Vou descer.
- Ok, vai lá.

foi até a sala, vestida de pirata (ooooown) e com a espada na mão. Jogou-se no sofá e viu Tom descer as escadas, de príncipe ( e que principe).
- Nossa, tá bonita. - Ele a elogiou.
- Obrigada. Você também está. - Ela sorriu.

- Cadê a maldita luva? - procurava, até que ouviu a porta abrir.
- Como estou? - Dougie sorriu.
- Dá pro gasto. - sorriu. - Mentira, lá lindo!
- Já sabia. - Dougie pegou a luva e a entregou. - E você tá linda, vai combinar com o Judd, ele também vai de mosqueteiro.
- Jura? - sorriu, com os olhos brilhando. - Nem combinamos nem nada.
- É. Destino. - Dougie sorriu, fraco. - Vamos descer, milady? - Ele ofereceu sua mão a ela.
- Mané milady, mosqueteira. - sorriu e pegou na mão de Dougie, saindo do quarto.

estava na sala com Tom, assistindo TV quando Danny desceu as escadas. Estava vestido de pirata, com a espada em mãos e um revolver na cintura. o olhava boquiaberta.
- Vai babar. - Danny falou, rindo.
- Cacete. - Ela caiu em si.
- Cacete digo eu. Você está excepcionalmente linda. - Ele a levantou, fazendo ela rodar.
- Obrigada, capitão. - Ela riu.

- AI CARALHO! - tropeçou, puxando Dougie junto com ela.
- Muito esperta, ! - Dougie disse, rindo.
- Ah, cala a boca! E me ajuda a levantar! - disse rindo também. Ao se levantar, seu corpo ficou colado com o dele. - Sorry! - riu e saiu, mostrando que não se afetava mais com isso. Porém, Harry viu a cena.
- De boa. - Dougie disse, desapontado.
- ? - Harry a chamou.
- Oi, mosqueteiro. - piscou, indo ao encontro do namorado.

- Não sabia que ia de pirata. - Danny falou.
- Idiota, quando falei que era pra ir de pirata praticamente falei de que eu ia. - deu um tapinha em Danny.
- Desculpa se não sou tão inteligente, tá?
- Desculpado.
- E você ainda concorda!
- Fazer o que? - Ela riu, fazendo Danny ficar com um biquinho. - Nem funciona.
- Droga. Vou ficar assim até funcionar.
- Vai ficar assim pra sempre. - disse, mas Danny não respondeu, ainda estava de bico. - Bobão.

- Oi. - Harry disse, frio.
- Por que isso? - saiu do abraço, o encarando de braços cruzados.
- Vem. - Harry a segurou e a puxou para o quarto.
- Ok, agora me explica o por que disso?
- Eu vi aquele seu 'momento' com o Dougie, .
- Momento? Momento? - perguntou, rindo
- É. Eu já vi aquilo acontecer.
- E viu minha reação da primeira vez?
- Vi.
- E a de agora?
- Vi.
- Viu uma pequena diferença? Eu tremia quando eu ficava perto dele, agora, eu rio! Eu estava rindo por que eu cai e puxei ele pra baixo! Você é muito psicótico.
- Aham.
- Sabe, eu só tremo assim... - se aproximou, dando um beijo no pescoço dele. - Exatamente igual você, quando estou perto de ti. Só quando você faz isso, ou quando você está perto de mim. Não perto dele. Depois de ontem à noite, você deveria saber. - saiu do quarto, indo até a sala.

- Rejoice and love yourself today, cause baby you were born this way! - cantava junto com Lady Gaga, que passava na Vh1.
- E quem está em primeiro lugar? - Tom perguntava, vendo o clipe de Born This Way acabar, já que passava o ranking de clipes vh1.
- Não pode ser! É...
- LMFAO? - Danny perguntou, estranhando.
- CHAMPAGNE SHOWERS! - começou a gritar e pular.
- Só eu não gosto de LMFAO? - entrou na sala.
- Olha a nossa mosqueteira sexy... - Tom foi até ela e a rodou.
- Obrigada, principe. - sorriu.
- We're gonna get you wet We're gonna make you sweat A night you won't forget Are you ready for Champagne showers! - começou a dançar no ritmo da música. - MEU DEUS ELE FICA MUITO SEXY CANTANDO! EU AMOOOO O REDFOOOOOOOOO!
- Nossa até ele você ama. - Danny reclamou.
- Ok, ele é gatinho. - riu e se sentou entre Dougie e Tom.
- Nossa, velho, eu amo o RedFoo. Ele é todo paspalhão e... CATITI! EU APRENDI! APRENDI! - gritou.
- O QUEE? - gritou, rindo.
- O SHUFFLIN. - Ela fez um drama.
- Ah. - riu.
- E o mosqueteiro aparece. - Tom disse, vendo Harry descer as escadas.
- E que mosqueteiro. - parou seu drama pra olhar Harry.
- É. - concordou, ainda olhando a TV.
- Vish... - falou baixo. - Err... vamos?
- Vamos. - Tom se levantou.
- Já vou indo, só vou falar com a . - Harry disse, a olhando.
- Venha, . - Danny chamou.
- Está errado. - Ela falou.
- O que?
- É Capitã . - Ela dramatizou Jack, e saiu andando.

- O que foi? - perguntou, depois que todos sairam.
- Me desculpa.
- Não tem o que desculpar, Harry.
- , eu te amo. E o destino nos ama, também. Olha! Ele nos colocou como mosqueteiros! E eu tenho medo que o destino te tire de mim.
- Eu sei. Eu sei. - foi e o abraçou. - Eu também te amo. Muito.
- Ei, esse chapéu é muito foda, mas atrapalha muito. - Harry riu, tirando o chapéu de enquanto ela tirava o dele.
- Isso é verdade. - Ela riu e o beijou.
- Ou. Vamos casal? - Tom bateu na porta, reclamando.
- Vamos. - Harry a pegou no colo e a levou para o carro.
- CONTINUA FAZENDO ISSO QUE TODOS VÃO VER MEU ÚTERO!
- Tem razão. - Harry riu e a colocou no chão, entrando no carro.

- .
- CAHAM.
- Capitã . - Tom se corrigiu.
- Obrigada.
- Você tá ligada que todo ano chamam um novato pra cantar no baile, né?
- Ha, não. Não mesmo. - Ela olhou pra ele.
- Não vai cantar se te chamarem?
- Não! Por que eu cantaria?
- Porque você é linda! - Danny falou.
- Muito obrigada, mas a vai cantar. - sorriu.
- Por que eu? - perguntou.
- Porque você canta melhor do que eu. E você tem um namorado pra quem cantar! - Ela sorriu.
- Namorado só não tem por que não quer. - disse. E eu não canto melhor do que você.
- Namorado... - Ela achou melhor não falar. - Canta sim! Claro que canta! E tem mais coragem do que eu! Certeza.
- Isso do coragem é verdade. Mas, não. Tenho vergonha. - escondeu o rosto no ombro do namorado.
- Então o Danny canta. - falou.
- Eu? Mas nem novato eu sou.
- Mas você canta tão bonitinho, amor. - A ultima palavra ecoou no ouvido de Tom.
- Ah, , canta, vai!
- Eu não, Judd! Que música iria cantar?
- Somebody to love! - Os olhos de brilharam.
- Depende. De quem?
- Queen! - Ela sorriu.
- Ai sim! - sorriu.
- Não! Ela já tem quem amar. - Harry fez bico, ganhando um selinho rápido.
- Vai dar a bunda, que é só uma musica. - revirou os olhos.
- Ah, sua má. - Harry riu.
- Pode até ser. Gostei. Mas isso é só se eu for chamada né?
- É. - Danny falou. - Mas e se te chamarem, ?
- Eu sei que em algum lugar tem um capitã. - reclamou.
- Meu deus, essa fantasia subiu até a cabeça dela. - riu.
- Então, Capitã , dá pra responder? - Danny perguntou impaciente.
- Eu acho que eu cantaria alguma musica do Aerosmith. Fly away from here! - Os olhos dela brilharam de novo.
- Você ama Aerosmith mesmo, né? - Danny perguntou.
- Sim! Eu amo muito muito muito. Amo mais do que eu amo a , acho que amo mais do que amo meus pais. catiti diz:*- São esses momentos que a gente vê como é amada. - riu. - Mas eu já sabia faz tempo, e já superei.
- Ei, você é muito amada. Por mim. - Harry sorriu e a beijou.
diz:
- A criança é tão burra que nem sabe diferenciar a atuação da amiga da realidade, mas, deixa quieto. - balançou a cabeça.
- Eu sei que sou burra, tá? - deu língua. - Mas eu sei, você ama pra caralho Aerosmith, se esqueceu? Esse foi o motivo da nossa primeira briga. - riu.
- Mas eu nunca amei mais Aerosmith do que você, ! - a repreendeu.
- AH MINHA LINDA! - pulou na amiga, a enchendo de beijinhos.
- Sai de mim. - Ela empurrou . - Também tô com raiva de você, agora.
- Qual é, ! - fez bico.
- Não existe nesse ambiente. - Ela pulou fora do carro.
- Arg. QUAL É, CAPITÃ MI SPARROW! - corrigiu, ainda com o bico, saindo do carro.
- Vem Danny! - puxou o garoto, ignorando .
- DEIXA VOCÊ, FALOU? - fez joinha enquanto Harry a puxava.
- FIU FIU. - ouviu alguém gritar.
- FIU FIU VAI SER A ÚNICA COISA QUE VOCÊ VAI CONSEGUIR FALAR DEPOIS QUE EU QUEBRAR TODOS OS SEUS DENTES, MERMÃO! - Harry gritou para o nada, sem saber quem tinha dito.
- Ih, pra que você tá apelando? - Danny abraçou a cintura de , por trás.
- Porque ela sabe que eu gosto mais dela do que de Aerosmith. - colocou sua mão por cima da de Danny, na sua cintura.
- Sorriso para a foto. - O fotografo parou Danny e na entrada da escola. Danny segurou ainda mais pela cintura e sorriu por cima do ombro dela. A garota também sorriu.

- Harry, para de olhar feio pro nada e sorri para a foto, ok? - riu.
- Humpf. - Harry bufou, mais sorriu para a camêra. - Ei, tive uma ideia. - Harry riu e apontou sua espada para a camera, riu e fez o mesmo, mas logo abaixando as espadas e dizendo juntos: Um por todos e todos por um!
- Bando de idiota. - ouviu reclamar.
- Me deixe, falou? - riu, indo para dentro do salão.

- ... capitã, você quer fazer o que? - Danny perguntou.
- Ah, nada por enquanto.

- Vamos dançar? - Harry sussurrou no ouvido de .
- VA COF COF VAMOS. - se engasgou com o copo de ponche que tava tomando, fazendo Harry rir. - Eu odeio seu poder em mim.
- Não deveria, por que você tem o mesmo em mim. - Harry sorriu e a rodou, a puxando até a pista.

- Traz ponche pra mim, amoooour? - (capitã u.u) pediu com jeitinho, encantando Danny.
- Trago, minha capitã dengosa. - Ele deu um selinho em e foi buscar seu ponche.

- Só tem nós dois de mosqueteiros. - riu.
- Não, o professor Damon também tá.
- JURA? - parou de dançar e viu o professor gato dela com a mesma roupa que Harry. - AAAAAH VAMOS LÁ TIRAR FOTOS COM ELE?
- Olha o assanhamento, !
- Me deixa, ele é gato demais.
- Humpf.
- Mas você é mais, amor. - sorriu e lhe deu um selinho.


- Toma. - Danny voltou, entregando o ponche pra .
- Obrigada. Cacete, tem muita gente de pirata aqui.
- Mas não tem ninguém linda igual a você.
- Em compensação, olha o tamanho da roupa a Amme! Que puta! - ignorou Danny.

- Ok, agora vamos!
- Aonde? - Harry perguntou enquanto o puxava.
- Falar com o Damon!
- Humpf.

- ... - Tom a chamou, e ela olhou pedindo com os olhos o "Capitã". - Capitã .
- Agora sim! - Ela sorriu.
- Quer dançar comigo? - Tom perguntou, fazendo e Danny se assustarem.

- Um por todos...
- E todos por um! - O professor completou o que havia começado, rindo. - Olha, achei os outros dois. - Ele deu uma conferida em .
- É. - Harry disse, monosilábico.
- Vamos tirar uma foto?
- Agora não, ok? - Damon sorriu, enquanto era puxado por alguma menina.
- Gostei dele. - Harry riu.
- Idiota.

- Tá? - achou estranho, mas mesmo assim aceitou. Tocava jar of hearts, quando Tom pegou em sua mão e puxou pra pista de dança.
- Olha, , você tem toda razão pra ter raiva de mim, tá? - Tom segurou em sua cintura e colocou as mãos em volta de seu pescoço.
- Tá...
- Mas, independente disso, eu nunca menti sobre amar você. Sobre você viver no meu coração, ser minha princesa, minha jaded.
- Tom, você mentiu.
- Eu sei, mas eu te amo. E você nem se importou com isso.
- Tom, eu também amava você. - Tom sentiu seu coração se partindo quando ela falou "amava".
- Você não me ama mais? - Ele perguntou, sensibilizado.
- Não posso te amar mais. - Ela abaixou a cabeça.
'I learned to live, half alive. And now you want me one more time. And who do you think you are? Running 'round leaving scars, Collecting your jar of hearts And tearing love apart' Era engraçado como a música combinava com os dois.
- Não sabe como doeu ouvir isso. - Disse Tom.
- Não sabe como doeu falar isso. - olhou em seus olhos.
- , eu te amo.
- Eu... não posso amar você. - se soltou de Tom, deixando ele na pista, enquanto a música acabava, e foi até a mesa onde ela e Danny estavam antes.

- O que fazemos agora? - Harry perguntou.
- Dançamos. Só tem isso pra fazer.
- Ei. - Dougie chamou os dois. - Vamos tirar uma foto, nós seis?
- Vamooooos! - deu pulinhos. - Chama lá a e o Danny e o Tom! - disse, puxando Judd para a camêra.

- O que houve? - Danny perguntou.
- Nada. - sentou no colo dele, passando a mão no rosto do garoto.
- Certeza, ?
- Sim. - Ela sentiu os olhos se encherem de lagrimas, mas tentou não mostrar pra Danny, virando o rosto.
- Ei, vamos tirar uma foto nós seis? - Dougie perguntou.
- Ahan. Vamos, ? - Danny perguntou.
- Vamos. - Ela se levantou, logo depois Danny se levantou, puxando pela mão.
- Eu vou lá chamar o Tom. - Dougie saiu, e em alguns minutos todos já estavam na frente da camera.

- Um, dois, três, digam PIZZA! - O fotografo mandou, fazendo todos sorrirem.
- PIZZA! - Todos disseram, rindo.
- AAH, eu quero essa foto! - deu um pulinho gay, fazendo seu vestido subir atrás e Harry olhar feio para uns meninos.
- Ia ser legal ter mesmo. - tentou dar um sorriso de verdade, mas a unica coisa que saiu foi um sorriso desanimado de lado.
- E agora?
- Vamos sentar, . Antes que outro menino veja sua calcinha. - Harry disse.
- Ops, eu não tô usando calcinha. - disse, enquanto Harry arregalava os olhos e todos riam. - To brincando, amor.

- E agora, como a tradição dos bailes sempre nos cobra, a caloura desse ano que vai cantar será... ! - Alguém anunciou.
- UHUUUUUUUUUUUUUUUUUU VAI MILENA LINDAA - gritou, batendo palmas
- Não existe nenhuma neste ambiente. - fez drama, fazendo todos que a olhavam rir.
- É CAPITÃ MILENA, TIO! - gritou.
- Ok, a capitã ! - Quem havia anunciado repitiu. Logo depois viu que era Damon.
- Merda. - falou baixo, subindo até o palco. Com certeza, ela ia ser obrigada a cantar mais de uma musica. Ela segurava o microfone tremendo, até que olhou pra mesa onde os amigos estavam, sorriu fraco e a unica musica que veio na sua cabeça foi Last Friday Night.

There's a stranger in my bed,
There's a pounding in my head
Glitter all over the room
Pink flamingos in the pool
I smell like a minibar
DJ's passed out in the yard
Barbie's on the barbeque
There's a hickie or a bruise

ainda tremia, respirando fundo, mas começou a dançar de leve.

Pictures of last night
Ended up online
I'm screwed
Oh well
It's a black top blur
But I'm pretty sure it ruled
Damn!

Last Friday night
Yeah we danced on tabletops
And we took too many shots
Think we kissed but I forgot

Last Friday night
Yeah we maxed our credit cards
And got kicked out of the bar
So we hit the boulevard

Last Friday night
We went streaking in the park
Skinny dipping in the dark
Then had a menage a trois

Ela riu.

Last Friday night
Yeah I think we broke the law
Always say we're gonna stop-op
Whoa-oh-oah
This Friday night
Do it all again
This Friday night
Do it all again

Trying to connect the dots
Don't know what to tell my boss
Think the city towed my car
Chandelier is on the floor
With my favorite party dress
Warrants out for my arrest
Think I need a ginger ale
That was such an epic fail

Pictures of last night
Ended up online
I'm screwed
Oh well
It's a blacked out blur
But I'm pretty sure it ruled
Damn!

Ela se lembrou do que Harry havia lhe contado que aconteceu na sexta à noite e sorriu.

- Onde você está indo? - Harry perguntou.
- Tietar minha melhor amiga, posso? - levantou uma sobrancelha.
- Pode, você fica tão linda fazendo isso. - Harry se levantou e foi atrás de .

Last Friday night
Yeah we danced on table tops
And we took too many shots
Think we kissed but I forgot

Last Friday night
Yeah we maxed our credits card
And got kicked out of the bars
So we hit the boulevards

Last Friday night
We went streaking in the park
Skinny dipping int he dark
Then had a menage a trois

Last Friday Night
Yeah I think we broke the law
Always say we're gonna stop-op
Oh whoa oh
This Friday night
Do it all again
Do it all again
This Friday night
Do it all again
Do it all again
This Friday night

- Que você tá fazendo aqui? - perguntou fora do microfone, pra que tinha aparecido do seu lado.
- Vim te tietar. - riu. - Mentira, sou a dançarina da sua banda. - piscou e começou a dançar.
- Arg. - resmungou, mas logo voltou a cantar.

Last Friday night
Yeah we danced on table tops
And we took too many shots
Think we kissed but I forgot

Last Friday night
Yeah we maxed our credit cards
And got kicked out of the bar
So we hit the boulevard

Last Friday night
We went streaking in the park
Skinny dipping in the dark
Then had a menage a trois

Last Friday night
Yeah I think we broke the law
Always say we're gonna stop
Oh-whoa-oh
This Friday night
Do it all again.

Ela sorriu, terminando a música.
- AEEEE. - ouviu a plateia gritando. - MAIS UM MAIS UM MAIS UM
- Não. - Ela falou pra si mesma, mas a plateia gritava, então ela foi até o piano e se arrumou, deixando todos com cara de "WTF?". - Essa música é muito especial, pra alguém muito especial, que mora aqui. - Ela mostrou seu coração. Então começou a tocar a introdução de Wish you Were Here, da Avril Lavigne.

I can be tough
I can be strong
But with you It's not like that at all

Mal sabia, mas ela cantava pra Tom. Ela ainda gostava dele e ela a amava.

There's a girl
That gives a shit
Behind this wall
You just walk through it

Em uma parte isso era verdade, e sabia disso.

And I remember
All those crazy things you said
You left them running through my head
You're always there
You're everywhere
But right now I wish you were here

All those crazy things we did
Didn't think about it
Just went with it
You're always there
You're everywhere
But right now I wish you were here

Damn, Damn, Damn
What I'd do to have you
Here, here, here
I wish you were here
Damn, Damn, Damn
What I'd do to have you
Near, near, near
I wish you were here - Ela apontou pro seu coração.

I love the way you are
It's who I am
Don't have to try hard
We always say
Say it like it is
And the truth
Is that a really miss

- , se não descer daí eu vou e te pego! - ouviu Harry gritar.
- Humpf. - bufou e se virou, ficando de costas para a plateia. Em poucos minutos ela sentiu um par de braços a pegando na cintura e a levantando.
- Eu avisei, não avisei? - Harry perguntou, e bufou em resposta.

All those crazy things you said
You left them running through my head
You're always there
You're everywhere
But right now I wish you were here

All those crazy things we did
Didn't think about
Just went with it
You're always there
You're everywhere
But right now I wish you were here

Damn, Damn, Damn
What I'd do to have you
Here, here, here
I wish you were here
Damn, Damn, Damn
What I'd do to have you
Near, near, near
I wish you were here

deixou uma lagrima sair, mas logo impediu que todos vissem e continuou cantando.

No I don't wanna let go
I just wanna let you know
That I never want to let go, oh, oh
No I don't wanna let go
I just wanna let you know
That I never want to let go, let go,
Let go,let go,let go,let go,let go!!

Damn, Damn, Damn
What I'd do to have you
Here, here, here
I wish you were here
Damn, Damn, Damn
What I'd do to have you
Near, near, near
I wish you were here

Damn, Damn, Damn
What I'd do to have you
Here, here, here
I wish you were here
Damn, Damn, Damn
What I'd do to have you
Near, near, near
I wish you were here

suspirou fundo e deu o acorde final, olhou pra platéia e encontrou os olhos de . Ela sorriu pra amiga, que estava emocionada e sorriu de volta.

- Linda. - disse, sem fazer som, para .

foi descer do palco e deu de cara com Tom. Ele a olhou e sussurrou "eu te amo", mas passou direto. Ela entrou no banheiro e sentiu lagrimas escorrerem. Ela se lembrou de tudo, só queria morrer naquele momento, só queria estar abraçada ao seu namorado, só queria poder ama-lo e que ele estivesse em seu coração. Mas se lembrou que Danny a amava, e que ela não podia deixa-lo, não pra ficar com alguém que não a merecia.

- Sabe, . - Harry disse, encostando os dois narizes. - Você podia cantar uma música lá.
- Nem a pau. - sorriu, o dando um selinho.
- Por que não?
- Então por que você não canta? - perguntou, levantando uma sobrancelha.
- Arg, por que eu não sei cantar. Você não gosta de McFLY? Então deveria saber disso.
- Sabe, você cantando Hero pra mim provou o contrário. - sorriu.

limpou suas lagrimas e arrumou a maquiagem. Saiu do banheiro e foi até onde Danny e Dougie estavam. Eles pularam em cima da menina e encheram ela de elogios.
- Que linda você tava! - Danny deu um selinho nela.
- Linda mesmo! - Dougie falou.

- Você não desiste, né? - Harry perguntou, rindo.
- O que você acha? - Ela sorriu ao ver ele se levantando.

- !
- Capitã .
- Ouve! - Danny mandou ela escutar o que tocava.
- Ai... - Ela sorriu, tocava Yellow.
- Me dá o prazer dessa dança? - Danny perguntou, se curvando.
- É claro, capitão. - Ela sorriu.

- Você vai cantar? - perguntou.
- Vou. - Harry sorriu. - Mas por você.
- Só não vai agora.
- Por que?
- Tá tocando Yellow, deixa a dançar. - sorriu, olhando para MIlena e Danny dançando.
- É tão lindo o jeito que você se preocupa com ela. - Harry disse, a abraçando por trás.
- Eu a conheço faz... 12 anos. Eu tenho que me preocupar, ela é a minha irmã. - sorriu.

- Danny.
- O que? - Ele perguntou. Estavam abraçados, dançando.
- Olha pra mim. - Ele olhou.
- Diz.
- Eu não quero fazer isso. - Os olhos dela se encheram de lagrimas.
- Fazer o que?
- Eu não... posso ficar... com você.
- O que? - Danny arregalou os olhos.
- Desculpa, Danny. - Ela se soltou dele. - Eu gosto muito de você pra partir seu coração.
- Mas, ...
- Não se preocupa, tá? Eu amo muito você, você sempre vai estar no meu coração meu bebezinho. - Ela se aproximou, abraçando Danny. O garoto não tinha palavras, e quando saiu do abraço, ele se sentiu sozinho, perdido, sem o seu amor.

- Vai lá, amor! - piscou para o namorado, que subia as escadas do palco.
- Caham. - Ele pegou o microfone. - Essa música vai pra minha . - Ele disse, sorrindo para ela.
só sorria. Começou a música e ela reconheceu na mesma hora. Era I Must Be Dreaming, do The Maine.

She thinks I'm crazy
Judging by the faces that she's making
And I think she's pretty,
But pretty's just part of the things she does that amaze me
She calls me sweetheart
I love it when she wakes me
When it stills dark
And she watches the sun
She's the only one I have my eyes on

A voz do Harry era linda, ela dava um toque a mais para a música. subiu até o palco, automáticamente. Só voltou a si quando Harry a deu um rápido selinho, entre o tempo dos versos.

Tell me that you love me
And it'll be alright
Are you thinking of me?
Just come to me tonight


You know I need you
Just like you need me
Can't stop, won't stop
I must be dreaming
Can't stop, won't stop
I must be dreaming

She moves in closer
Whispering to me about "I told ya"
And oh, she's playing games now
And I figured it out
Now that we're,
Now that we're closer

Tell me that you love me
And it'll be alright
Are you thinking of me?
Just come to me tonight

não deixou Harry terminar a música. Quando terminou o verso ela foi até ele e o beijou, ouvindo brevemente a plateia gritar.
- Eu te amo. - Ele sussurrou, contra os lábios dela.
- Eu também. - Ela sorriu e voltou a beija-lo.

"Como eles são perfeitos." sorria, olhando e Harry. Então se tocou que ela não havia se encaixado com nenhum dos dois garotos. O que ela realmente a amava era como ela, uma pessoa que omitia as coisas, e o que a amava era bom demais pra ela. Quem seria a pessoa perfeita pra ? Nem ela sabia.

- Sabe, - começou a falar, ofegante. - É melhor sairmos daqui, não acha?
- Eu concordo, se não vai acabar rolando um porno. - Harry disse, fazendo rir.
- Idiota. - lhe deu um tapinha e os dois voltaram para a mesa.

Danny voltou pra mesa arrasado, boquiaberto e com o coração despedaçado. Ele só pensava no que havia falado, ele só queria esquecer que ela não o queria. Se sentou ao lado oposto de e encostou a cabeça na mesa, fechando os olhos.
- Harry, faz um favor pra mim? - pediu. - Leva o Danny, o Tom e o Dougie pra qualquer outro lugar?
- Pra?
- Quero conversar com a .
- Tá. - Ele a deu um rápido selinho e puxou os três para a mesa de bebidas.

- ?
- O que? - Ela perguntou, olhando pros pés.
- O que aconteceu?
- Nada. - Os olhos de se encheram de lágrimas.
- . - disse, manhosa, enquanto abraçava a amiga.
- Eu não queria magoa-lo. Nunca. - retribuiu o abraço, deixando as lágrimas caírem.
- Eu sei, amor. Para com isso. Você ainda ama o Tom. Eu sei. - continuou murmurrando palavras de conforto e alisando os cabelos da amiga, enquanto ela chorava em seu ombro.
- Eu amo, eu sei que eu amo. E ele disse que me ama, só que eu não posso ficar com ele. Eu não posso ama-lo, porque eu não quero. - Ela encostou a cabeça no ombro da amiga.
- Eu sei. Calma amor. Tudo vai melhorar. - beijou a cabeça da amiga. - Mas, , por que não pode ficar com ele?
- Porque eu não quero. Porque eu sou sensível demais, porque eu o amo demais. Porque ele mentiu. Porque ele é perfeito pra mim. - falava suspirando.
- , se você tá chorando, é por que você quer ele. Você ama ele, e ele te ama. Larga o orgulho e vai ser feliz.
- Não. Eu... eu... espera, o que está acontecendo ali? - viu Danny e Tom se encarando.

- Sua, Tom. - Danny disse, olhando o copo de ponche.
- O que? - Tom perguntou.
- A Culpa. A culpa é toda sua! - Danny gritou, derrubando o copo.
- Culpa de que, Danny? - Tom o olhou estranho.
- A ! Ela... Ela não quer mais nada comigo! - Danny o encarava, com ódio. - Por culpa sua!
- Minha? Eu nunca falei nada de errado pra ela, nunca mandei ela te largar! Eu amo ela demais pra fazer isso. - Ele encarou Danny.
- E ela te ama! Ela ainda te ama! - Danny se aproximou dele, mas Harry segurou seu braço. - NÃO SEI POR QUE, NEM COMO ELA PODE AMAR UM CANALHA COMO VOCÊ!
e saíram correndo, vendo no que iria acabar aquilo. Danny estava com as mãos cerradas em punho, pronto pra bater em Tom, quando chegou e se enfiou na frente dele.
- Não briguem, pelo amor de Deus. - estava na frente de Tom, olhando espantada pra Danny.
- Sai daqui, . - Tom disse, sério, enquanto entrava no meio também.
- E você também, . - Danny disse, frio.
- Não vou sair porra nenhuma daqui. - cruzou os braços.
- SAI AGORA, CAT! VAI LÁ FICAR COM O SEU NAMORADINHO! - Tom gritou.
- EI, CALA A PORRA DA BOCA! QUEM VOCÊ PENSA QUE É PRA GRITAR COM ELA? - Harry ficou na frente dele.
- PAREM! MERDA, EU QUE COMECEI ISSO. - colocou as mãos no rosto.
- Na verdade, foram vocês duas! - Dougie finalmente disse. - SE NÃO FOSSE POR VOCÊS, DUAS BRASILEIRINHAS PUTAS, ESTARIAMOS IGUAL ANTES, IRMÃOS! MAS TINHA QUE CHEGAR AS DUAS MENINAS PRA ESTRAGAR A NOSSA AMIZADE! É TUDO CULPA DE VOCÊS! - Dougie gritou.
- O QUE VOCÊ DISSE? - se espantou. Ela se segurava pra não espancar ninguém ali, mas ao invés disso, suspirou fundo e pensou "Só pode ser brincadeira!".
- ISSO MESMO! - Tom disse, enfurecido. - A CULPA É DE VOCÊS DUAS!
- Ai meu Deus. - ainda não acreditava, até que sua expressão mudou de um sorriso sarcastico para um rosto coberto de ódio. - QUE PORRA PENSAM QUE SÃO PRA FALAR ASSIM COM A GENTE? SÓ PORQUE SÃO O MCFLY ACHAM QUE PODEM FAZER O QUE QUISER COM SUAS FÃS? FAZ UMA COISA, PEGA ESSA FAMA, ESSE AMOR, ESSA PORRA TODA QUE VOCÊS TÊM E ENFIA NO CU! - Ela estourou. - Anda, ! - saiu, pisando forte.
- Na real, eu realmente achei que vocês eram diferentes. - disse, com lágrima nos olhos, andando até .
- ... - Harry a chamou.
- VAI IR COM ELA, OU COM OS SEUS AMIGOS DE ANOS? - Dougie perguntou. Harry, olhando para baixo, se virou e voltou para onde os meninos estavam.
- Eu... - não segurava mais o choro. - ACHEI QUE VOCÊ ERA DIFERENTE, PORRA! A PARTIR DE HOJE, EU NÃO QUERO MAIS SABER SOBRE A BOSTA DO MCFLY! - Ela tirou a aliança e a jogou no chão, e saiu correndo atrás de .

- PUTAQUEPARIU, PUTAQUEPARIU, PUTAQUEPARIU, EU NÃO OUVI ISSO QUE EU ACABEI DE OUVIR. - gritava pra si mesma. - QUER SABER QUE SE FODA, EU VOU LÁ ACABAR COM A RAÇA PODRE DELES! - Ela voltou, mas a segurou, puxando pra fora.
- Não. Sabe o que a gente vai fazer? - disse, se recuperando. - Nós vamos voltar pra onde nunca deveriamos ter saido. - disse, enquanto uma lágrima caia do seu olho.
- , me diz que isso não é verdade. - Ela abraçou a amiga.
- Não é verdade. - Ela abraçou a amiga. - Mas na verdade, é! - parou de se conter, chorou tudo o que tinha para chorar.
- Que droga, . - falou, suspirando fundo.
- É. - saiu do abraço da amiga e tirou as botas. - Vamos chamar um táxi?
- Sim. , promete uma coisa pra mim.
- Fala. - disse, de mãos dadas com e na outra com as botas, enquanto se afastavam do baile.
- Nunca mais deixa eu me apaixonar de verdade por alguém. É sério. - Ela disse.
- Idem. - disse.
- Promessa? - levantou o dedinho.
- Promessa. - finalizou a promessa, entrelaçando os dedinhos.

Ao chegar em casa, e fizeram tudo. Compraram as passagens para o Brasil, que sairia às 5 da manhã do outro dia. Arrumaram a mala e só terminaram de arrumar tudo três e meia da manhã.
- Isso não podia ter acabado assim. - disse. As duas estavam sentadas na varanda do quarto, olhando o céu.
- Não. Cara, por que? - ainda não acreditava tudo o que tinha ouvido.
- Não sei. Mas vamos dormir. Amanhã, nesse horario, vamos ter fingido que nada aconteceu.
- Tá, vai indo lá, eu vou ficar aqui mais um pouco. - sorriu.
- Ok. - se levantou, deu um beijo na testa da amiga e se deitou em sua cama. Antes de dormir, ficou mexendo constantemente no dedo onde horas atrás tinha a prova do amor de Harry por ela. Mas, como disse, tinha.
ficou sentada na varanda, ainda olhando o céu. Não conseguiria dormir, sabendo que tinha ouvido aquilo tudo de quem amava. Ela se pegou chorando e olhando pras unhas, pintadas de rosa. "Fica tão fofo!" A voz de Tom veio na sua cabeça. "Minha Jaded!", então ela desabou de vez. Pegou seu ipod e encostou a cabeça na parede, colocando Thnks fr th mmrs, do Fall Out Boy.

'Thanks for the memories, even though they weren't so great.'
***
- . Acorda. - a cutucou. - Temos que ir.
- Tá. - Ela se espreguiçou e levantou, pausando a musica que tocava. - Vamos.
- Vamos. - pegou sua mala e desceu as escadas, parando na porta. - É. Foi bom enquanto durou. - sorriu, triste, enquanto uma lágrima caia do seu olho. - Os meninos não dormiram em casa. - Ela disse, abrindo a porta.
pegou sua mala, descendo logo atrás de . Parou na porta, olhou pra dentro de casa de novo, sorriu de lado mas sentiu seus olhos marejarem. E saiu.
***

POV.

É tão engraçado com a vida podia foder a nossa vida. Antes, no inicio, podia jurar que nunca teria nada com nenhum, mesmo que amasse o Dougie. Ou muito menos que no final, ou perto disso, namoraria tão sério com o Harry que perderia minha virgindade com ele. Nunca imaginei que depois de tudo que passou, eu estaria aqui nesse avião, indo embora sem ao menos avisar.
Chega a ser engraçado, um engraçado sombrio, o tanto que mudamos com a convivencia de algumas pessoas. Mas acho que o que mais mudou foi meu coração, que agora está partido em milhões de pedaços. E para melhorar ainda me sinto culpada por ter ido embora sem ao menos avisar. Mas, era algo que deveriamos fazer. Ainda mais depois do que passei no baile.
O que mais irrita é que eu não sei quem amo até agora. Mentira, eu, que era Poynter, virei Judd e o tanto que eu queria estar agora nos braços dele, ou o provocando como fazia muito ultimamente, ou discutindo por causa do ciúme doentio dele... Não tá escrito em lugar nenhum. Eu nunca imaginei que no final, eu voltaria pior do que cheguei.
Eu sei, foi muito ruim ter feito ele escolher e eu sabia que ele iria escolher eles. Mas ele nem ao menos foi falar comigo. Eu pensei que ele me amava o suficiente para me dizer algo antes de ir embora., ou ao menos ir me defender quando o Dougie disse aquelas coisas. Ele, que depois de cantar aquelas músicas, dizer tudo aquilo... Não lutou. Me deixou ir.
Esse tempo que passei com eles ficou marcado em mim, no meu coração, por mais gay que isso aparente. E agora o jeito é voltar para minha rotina do Brasil, e tentar esquecer o que passei com eles e com a , or mais difícil que seja. Pelo menos sei que sempre terei ela do meu lado.

E agora, Kansas, me espere.

POV.

Cara, minha cabeça tá explodindo. Que merda de vida, que merda de tudo. Sabia que nunca podia ter prometido o que não iria cumprir. Chorar por quem não me merece, chorar, ficar com quem não deveria, me apaixonar pelo cara errado outra vez. Eu estou mesmo feita com isso, não importa, sempre vai acontecer. Prometi que nunca partiria o coração de alguém e agora não foi só de uma pessoa, foi de duas ao mesmo tempo, mas o maior estrago foi o que fizeram no meu, deixando-me sem nenhum. O que já era insesível, agora será mais. Nunca mais me apaixonar, e se sim, mudar de caminho.

Droga, droga, agora eu to chorando de novo! Que lindo.

Mas, acima de tudo, eu tive uns dias bons. Eu fiquei com quem eu amei, com o Tom, que agora vai ser só mais um filho da puta que passou pela minha vida, eu fiquei com o Danny que era quem me fazia feliz em todo segundo. Eu descobri o que é ser puta, o que é ser traída, pela segunda vez, descobri o que é ser amada de verdade, e descobri o que é ser esmigalhada. Devo até confessar que gostei no inicio de ter ficado com o Harry, mas sabia que ele não era meu tipo, nem nunca será. Descobri que não vou ter tipo nenhum mais, o máximo que vai acontecer é ficar com alguém por diversão, como eu fiz por um tempo. Sair com a à noite e voltar só no outro dia de manhã, comprar tudo o que eu quero, me tornar quem eu quero ser: a maior estilista do mundo, embora eu seja pequena. Planejar minha casa, com meus filhos adotados. E respirar, viver. Quem sabe, no futuro, Deus permita que eu não quebre a cara e me ferre como sempre.

Agora, mundo, saiba que eu vou pro Kansas, voltando a ser quem eu era antes. A insensível, a jaded, a toca-fogo, .

Fim.
Ou será um novo começo?

 

Comentários da autora

Catiti: Primeiro, eu queria agradecer a tapada da Milena, minha amiguxa que me ajudou, ou eu ajudei ela, seja como for! Enfim, minha linda que fez comigo a fic. Sua lindaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. TE AMO, muito. Só você pra me fazer parar de estudar e entrar no msn pra escrever a fic. Tapada da Catiti. s2s2
Segundo, é claro, meu lindo McFLY. Pra ter uma ideia, eu sou Poynter, mas deixe baixo, ok? hehehe. E eu fiz as partes Judd. Beiju.
Terceiro, meu Panic! At The Disco, que tocou várias vezes na fic. Era com eles que eu ficava me inspirando hihi.
E Quarto, a minha outra Fletcher (natinhaaa), minha Judd ( Danni s2s2), minha Poynter (sassah) e minha Jones lenta ( Vivi.)
E só!
Até Hello, Kansas, amoures! s2s2
Mi: Entãão, eu nem sei fazer isso kkkkk. Velho, só sei que foi muito louco escrever essa fic. Tipo, tinha dias que eu e a Cat falavamos meia hora e só mas a gente escrevia. Dias que a gente ficava diretooooo. HAHAHA, mas só devo dizer que a gente começou a escrever por culpa DESSA BITCH DO MEU CORAÇÃO, que me VICIOU em McFLY. Mas, tudo bem. TE AMO, MEU AMOOOUR! Beijos também pra Jessicaa, que me aturou falar de McFLY dias e dias e também sobre um outro cara aí. HUM!
Beijos, lindas e vamo que vamo pra Hello, Kansas!
Catiti: DE NADA, EU SOU DEMAIS BEIJOS!
Ok, até mais, babes s2.
Mi: VAI SE FERRAR, VAQUINHA DO MEU S2. =P

Nota da Beta: Qualquer erro, natashiamk@gmail.com.


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